Carla Moreira

Arrendamento para férias com intermediário na internet

6 publicações neste tópico

Olá a todos.

Estive de férias e, para o alojamento, utilizei um sistema de que me tinha falado um amigo estrangeiro: fiz uma reserva online num bed&breakfast através de uma empresa, sediada nos EUA, que serve de intermediária. Pela experiência que tive e pelos comentários que vou vendo no site dessa empresa, o sistema funciona tão bem que fiquei com vontade de me tornar um 'host' desse site. Vivo numa região turística e tenho espaço e condições para receber hóspedes. Para além disso, é uma boa forma de conseguir algum dinheiro extra.

Pelas pesquisas que fiz, para me iniciar neste 'negócio',  terei de ter uma licença da câmara municipal, classificando a minha casa como um espaço de ARRENDAMENTO LOCAL. Até aqui, tudo bem. A questão que se põe prende-se com as finanças e com os impostos. Quando os hóspedes reservam, pagam imediatamente à empresa intermediária o preço que o anfitrião estipulou, mais 10% (lucro da empresa intermediária); só um dia depois do check-in é que a empresa intermediária paga ao anfitrião o preço estipulado, menos 3% (ou seja, há um diferença de 13% entre o que o hóspede paga e o que anfitrião recebe, diferença essa que constitui o lucro do site).

Se eu me meter nisto, a quem terei de passar recibo? Não faz sentido que seja ao hóspede, porque o pagamento não é feito diretamente e os valores pagos e recebidos são diferentes. Faria sentido que fosse à empresa intermediária, mas essa empresa não pede recibo. Apenas transfere o dinheiro para uma conta paypal. Estas informações obtive-as com a minha anfitriã nas férias, que não declara nada às finanças, por a legislação daquele país não prever estas situações. Alguém tem ideia de como se enquadra esta situação em termos de finanças portuguesas?

Já agora, os valores transacionados através do paypal são comunicados a alguma entidade que faça o controlo deste tipo de atividades online?

Agradeço qualquer esclarecimento que me possam dar.

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É uma questão complicada, não é?

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A unica coisa que lhe posso informar é que, qualquer rendimento proveniente do paypal, não é fiscalizado.

Ja recebi mais de 1000€ (freelancer) e nunca paguei nenhum imposto.

Cumps

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Obrigada, Miguel.

Mas tenho conhecimento que, a partir de 2500€, eles solicitam mais dados, nomeadamente um documento identificativo e um comprovativo de morada, alegando que são obrigados a isso por uma norma comunitária. Não sei é quais os efeitos disso: se guardam a informação para sua salvaguarda ou se comunicam as transações a alguma entidade...

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Continuo sem perceber como funciona esta situação no que a finanças e declaração de rendimentos diz respeito... :-\

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Podia ter jurado que tinha enviado uma resposta.

De qualquer forma, o melhor a fazer seria falar por e-mail e perguntar directamente.

Do que tive a ler, se estiveres a vender coisas na internet, não é uma conta pessoal... tem cuidado com isso.

No Suporte terás de falar em inglês e tem cuidado que eles lá são muito burros.

Cumps

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