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Resgate de PPRs e declaração de IRS - pedido de ajuda

42 publicações neste tópico

Boa tarde,

Fiz o resgate de três PPR : um de 1995, outro de 2003 e um de 2007.

Se alguém me pudesse ajudar /informar como se calcula o valor a colocar no campo 1002 (do resgate de beneficios fiscais)?

Pensava eu, erradamente, que o valor seria colocado automaticamente pelo banco no IRS tal como são os vencimentos. Tenho, claro, está um duplicado do documento do banco, mas ai só diz o valor resgatado.

Por isso, estou com dificuldades. Se alguem me pudesse ajudar  :-[ :-[ :-[

muito obrigada

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EBF:

Artigo 21.º

Fundos de poupança-reforma e planos de poupança-reforma

1 - Ficam isentos de IRC os rendimentos dos fundos de poupança-reforma, poupança-educação e poupança-reforma/educação, que se constituam e operem nos termos da legislação nacional.

2 - São dedutíveis à colecta do IRS, nos termos e condições previstos no artigo 78.º do respectivo Código, 20 % dos valores aplicados no respectivo ano por sujeito passivo não casado, ou por cada um dos cônjuges não separados judicialmente de pessoas e bens, em planos de poupança-reforma, tendo como limite máximo:

a) (euro) 400 por sujeito passivo com idade inferior a 35 anos;

B) (euro) 350 por sujeito passivo com idade compreendida entre os 35 e os 50 anos;

c) (euro) 300 por sujeito passivo com idade superior a 50 anos.

3 - As importâncias pagas pelos fundos de poupança-reforma, mesmo nos casos de reembolso por morte do participante, ficam sujeitas a tributação nos seguintes termos:

a) De acordo com as regras aplicáveis aos rendimentos da categoria H de IRS, incluindo as relativas a retenções na fonte, quando a sua percepção ocorra sob a forma de prestações regulares e periódicas;

B) De acordo com as regras aplicáveis aos rendimentos da categoria E de IRS, incluindo as relativas a retenções na fonte, em caso de reembolso total ou parcial, devendo, todavia, observar-se o seguinte:

1) A matéria colectável é constituída por dois quintos do rendimento;

2) A tributação é autónoma, sendo efectuada à taxa de 20 %;

c) De acordo com as regras estabelecidas nas alíneas anteriores, nos casos em que se verifiquem, simultaneamente, as modalidades nelas referidas.

4 - A fruição do benefício previsto no n.º 2 fica sem efeito, devendo ser acrescida à colecta do IRS do ano em que ocorrer o pagamento um montante correspondente a 1 % das importâncias pagas a título de capital, se aos participantes for atribuído qualquer rendimento ou for concedido o reembolso dos certificados, salvo em caso de morte do subscritor ou quando tenham decorrido, pelo menos, cinco anos a contar da respectiva entrega e ocorra qualquer uma das situações previstas na lei. (Redacção da Lei n.º55-A/2010, de 31 de Dezembro)

Instruções Anexo H:

Se a declaração respeitar aos anos de 2011, no que respeita ao campo 1002 [Planos individuais de poupança-reforma (PPR), poupança-educação (PPE) ou poupança-reforma/educação (PPR/E)],e se aos participantes for atribuído qualquer rendimento ou for concedido o reembolso dos certifi cados, salvo em caso de morte do subscritor ou quando tenham decorrido, pelo menos, cincoanos a contar da respetiva entrega e ocorra qualquer uma das situações previstas na lei, fi ca sem efeito a fruição do benefício, ou seja, deve ser reposta a dedução efetuada conforme previstono n.º 2 do art. 21.º do EBF e acrescido à coleta 1% das importâncias pagas a título de capital, nos termos do n.º 4 do art. 21.º do EBF.

Segundo as informações que nos dá e pelo que eu entendo:

O PPR de 1995 e o de 2003 estão fora da penalização, pois já foram feitos há mais de 5 anos.

O PPR de 2007 é preciso  saber os valores deduzidos à colecta no ano 2007 e somar a este valor 1% do capital resgatado, e inscrever esta soma no campo 1002 (acréscimo à colecta).

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Ra,

muito obrigada pela rapidez e detalhe na resposta.  :) como preencho o IRS no Portal das finanças não tenho os impressos (mas se calhar até lá estão esses dados e eu não os vi ...

mas estou surpresa com a possibilidade de naõ ter que repor os beneficios de anos mais recuados!!!

O PPR de 1995 e o de 2003 estão fora da penalização, pois já foram feitos há mais de 5 anos.

o problema é que aquele "e" ali no texto

"Se a declaração respeitar aos anos de 2011, no que respeita ao campo 1002 [Planos individuais de poupança-reforma (PPR), poupança-educação (PPE) ou poupança-reforma/educação (PPR/E)],e se aos participantes for atribuído qualquer rendimento ou for concedido o reembolso dos certifi cados,salvo em caso de morte do subscritor ou quando tenham decorrido, pelo menos, cinco anos a contar da respetiva entrega e ocorra qualquer uma das situações previstas na lei, fica sem efeito a fruição do benefício, ou seja, deve ser reposta a dedução efetuada conforme previsto no n.º 2 do art. 21.º do EBF e acrescido à coleta 1% das importâncias pagas a título de capital, nos termos do n.º 4 do art. 21.º do EBF."

E mais um pormenor : "1% das importâncias pagas a título de capital"é igual a "1% das importâncias resgatadas" ou é igual a "1% das importâncias pagas nesses anos ao banco para constituir o PPR" ?Por fim: alguns dos PPR feitos foram com valores altos, e o beneficio fiscal tem um tecto. Então as importâncias pagas a título de capital, não deveriam ser os valores que davam esses tectos máximos de beneficio em cada ano?

haverá alguma tabela onde se possam ver esses "tectos" de beneficios ao longo dos anos?

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Pois... aquele "e"  >:(

Algumas das situações previstas na lei:

- Reforma por velhice do participante;

- Desemprego de longa duração do participante

ou de qualquer dos membros do seu agregado

familiar;

- Incapacidade permanente para o trabalho do

participante ou de qualquer dos membros do

seu agregado familiar, qualquer que seja a sua

causa;

- Doença grave do participante ou de qualquer

dos membros do seu agregado familiar;

- A partir dos 60 anos de idade do participante;

Então sendo assim, e caso não se enquadre nas tais situações previstas na lei também tem de repor os benefícios fiscais dos outros PPR's, apesar de já ter decorrido mais de 5 anos.  :(

Desculpe, pela minha má interpretação do artigo.

_________________________________________________

O valor do resgate inclui uma parte de capital (valores investidos pelo contribuinte) e outra que são os juros vencidos.

Como resgatou tudo, "1% das importâncias pagas nesses anos ao banco para constituir o PPR"

_________________________________________________

Independentemente dos tectos máximos de beneficio, aqueles 1% são sobre os valores entregues para o PPR que foram resgatados em 2011.

Em relação aos benefícios (percentagens e tectos) de cada ano para ajudar aos calculo dos benefícios a repor, tenho de pesquisar. Se conseguir ponho aqui os valores desses anos.

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Ra,

muito obrigada pela nova leitura do problema.  :) :) apesar de me prejudicar...

mas e questão do valor das importâncias pagas a título de capital, não deveriam ser os valores que davam esses tectos máximos de beneficio em cada ano?

É que se eu tiver feito um PPR de 10.000 Euros , o beneficio era só 350 Euros (pois só contam 1750 Euros), não é verdade?

Então, o valor acima do tecto de 1750 euros não deveria agora ser penalizado com 1%, não é verdade?  :o

ou está a escapar-me alguma coisa ?

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Eu estou a entender o seu ponto de vista... e seria mais justo ser só penalizado pelo valor a que corresponde ao tecto máximo.

Mas não me parece que assim seja, e pelo que vejo e entendo é sobre o valor do capital resgatado ( que no seu caso é igual ao capital aplicado em cada ano).

Nesse exemplo, teria de devolver o beneficio + 1% dos 10000, ou seja, 350 + 100 = 450.

Até 2010 teria de devolver o beneficio majorado em 10% por cada ano passado desde o ano em que beneficiou da dedução.

Imagine que a lei se mantinha igual para 2011... e resgatava 10000 em 2011 do PPR que tinha aplicado em 2007, então seria, 350 + 40% do beneficio = 350 + 140 = 490.

Pode ser injusto perante a situação de que o tecto máximo era muito menor do que aplicou, mas é melhor do que as condições de 2010, que lhe podiam ser ainda mais penalizadoras.

É preciso ver os valores ao certo, desde os valores do capital resgatado, valores dos benefícios de cada ano, e fazer as contas.

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Eu estou a entender o seu ponto de vista... e seria mais justo ser só penalizado pelo valor a que corresponde ao tecto máximo.

Mas não me parece que assim seja, e pelo que vejo e entendo é sobre o valor do capital resgatado ( que no seu caso é igual ao capital aplicado em cada ano).

Nesse exemplo, teria de devolver o beneficio + 1% dos 10000, ou seja, 350 + 100 = 450.

Até 2010 teria de devolver o beneficio majorado em 10% por cada ano passado desde o ano em que beneficiou da dedução.

Imagine que a lei se mantinha igual para 2011... e resgatava 10000 em 2011 do PPR que tinha aplicado em 2007, então seria, 350 + 40% do beneficio = 350 + 140 = 490.

Pode ser injusto perante a situação de que o tecto máximo era muito menor do que aplicou, mas é melhor do que as condições de 2010, que lhe podiam ser ainda mais penalizadoras.

É preciso ver os valores ao certo, desde os valores do capital resgatado, valores dos benefícios de cada ano, e fazer as contas.

muito obrigada pela ajuda!!!! :)

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Mais uma coisa...

Eu aconselho a verificar as liquidações desses anos a ver se efectivamente você beneficiou da dedução à colecta desses PPR's.

Digo isto, porque existe uma ordem de dedução... E os beneficios fiscais são dos ultimos.

Imagine o seguinte:

Depois de determinado o rendimento colectavel, deu-lhe uma colecta de 1000 euros.

Tinha despesas de saude: 2000

Educação: 1000

PPR: 2500

Na dedução à colecta entram pela seguinte ordem: Primeiro a dedução dos sujeitos passivos e dependentes, de seguida a saude, depois a educação e no fim o PPR

Neste exemplo dava: 1000 - 500 (dedução sujeitos passivos) - 600 (saude)... assim já dava colecta a zero. Ou seja, já não precisou do beneficio fiscal do PPR apesar de o ter declarado.

Não sei se me fiz entender  :-\

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Mais uma coisa...

Eu aconselho a verificar as liquidações desses anos a ver se efectivamente você beneficiou da dedução à colecta desses PPR's.

Digo isto, porque existe uma ordem de dedução... E os beneficios fiscais são dos ultimos.

Imagine o seguinte:

Depois de determinado o rendimento colectavel, deu-lhe uma colecta de 1000 euros.

Tinha despesas de saude: 2000

Educação: 1000

PPR: 2500

Na dedução à colecta entram pela seguinte ordem: Primeiro a dedução dos sujeitos passivos e dependentes, de seguida a saude, depois a educação e no fim o PPR

Neste exemplo dava: 1000 - 500 (dedução sujeitos passivos) - 600 (saude)... assim já dava colecta a zero. Ou seja, já não precisou do beneficio fiscal do PPR apesar de o ter declarado.

Não sei se me fiz entender  :-\

OOPSSSS!

então devo ter metido o pé na poça... não sabia dessas contas  :(

Afinal este cálculo é muito mais complexo do que eu alguma vez imaginei.

já enviei a declaração, com umas contas por alto:

Assumi, 350 Euros de beneficio em cada ano (nas Finanças deram-me esse valor [mas não viram papeis nenhuns - foi só a informação da funcionária, tendo em consideração a minha idade e 1750 euros aplicados por ano) e somei-lhe 1% do valor resgatado. Assim, sem mais nada.

Como sou só eu + 1 filhote, tenho despesas de educação na ordem dos 1100 euros e de saúde por volta dos 400 a 900 Euros anuais, se calhar, é como diz, o PPRs pouco influenciaram, não sei.

Será que ainda poderei rever o assunto e tornar a mudar a declaração ?  :'(

muito obrigada

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Então quer dizer que somou (3x350) + 1% do capital resgatado?

Fez a simulação de irs para ver se dava a pagar/receber?

Procure as declarações desses anos e as respectivas liquidações.

Veja bem as colectas e as deduções às colectas que teve.

Se realmente se determinar que o seu beneficio foi menor ou até mesmo nulo, faz uma nova simulação para ver as diferenças.

E aí com dados mais concretos é mais fácil para saber o que fazer.

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Então quer dizer que somou (3x350) + 1% do capital resgatado?

Fez a simulação de irs para ver se dava a pagar/receber?

Procure as declarações desses anos e as respectivas liquidações.

Veja bem as colectas e as deduções às colectas que teve.

Se realmente se determinar que o seu beneficio foi menor ou até mesmo nulo, faz uma nova simulação para ver as diferenças.

E aí com dados mais concretos é mais fácil para saber o que fazer.

Boa tarde RA

foi isso mesmo que fiz  : somei (3x350) + 1% do capital resgatado .

fiz a simulação antes de declarar a perda dos beneficos dos PPR e recebia cerca de 1000 Euros. Depois de preencher o campo do acréscimo á colecta, passei a pagar quase 400 Euros :'(

sendo certo que o PPR não renderam quase nada, só tive prejuízo.

E tenho um problema com a declaração de IRS antigo pois só guardei os ultimos 8 anos e confesso que nem sei se teria sido declarado o PPR mais antigo (duvido muito, mas nessa altura era o meu marido que tratava dessas questões). Por isso se me pedirem declarações de IRS dessa altura, não tenho. Só se as Finanças me derem esses dados. Mas isso deve ser dificil. Sempre que lá vou, estão pelos cabelos, com muita gente para atender. Depois dizem-me que o contribuinte é que sabe da sua vida e tem de fazer a declaração certa... O que não deveria ser exigido, se tivermos em conta o montão de códigos de IRS e outros que por lá tem, todos sublinhados e anotados  :o e o facto de os consultarem para todasa s perguntas. SE calhar arrisco-me a pagar alguma multa.

haverá algum site onde se possam ver as fórmulas para calcular o beneficio recebido em cada ano?

muito obrigada

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Para saber o beneficio fiscal de cada ano é "só" procurar o EBF que estava em vigor em cada ano. Mas o problema aqui é se você efectivamente os utilizou. E o único meio que vejo para saber isso é com acesso às declarações e liquidações de cada um dos anos.

Por exemplo... você lembra-se se recebia todo o irs que descontava? ou ficava sempre algum do lado do estado?

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RA

resumidamente foi assim:

Até 2005 estava casada e tinhamos sempre de pagar mais IRS quando vinha o documento de cobrança (nunca houve reembolsos, que me recorde, pois o meu marido ganhava nessa altura (1996) 5 vezes mais do que eu (bruto +- 60.000 Euros ele e eu cerca de 14.000 Euros). Em 2004, eu já tinha rendimento bruto um pouco mais levado (20k), mas ele auferia quase  200k /ano. Tudo de trabalho dependente. Também ele fazia PPRs - mais do que eu e muito mais valiosos, claro... Só tinhamos 1 filhote (que ficou comigo), e as despesas eram educação (colégio), saude, emprestimo de habitação e não me recordo de mais deduções.

A partir de 2006 faço IRS sózinha e fiz o PPR de 1750 euros, mas a partir dessa altura passei a receber todos os anos devolução de IRS (que chegaram aos 1000 Euros), pois tenho despesas de propinas , algumas despesas de saude e, felizmente, mais nada. Já ganho mais (25.000 Euros brutos) e já não pago emprestimo de habitação, mas pago um IMI alto pois o apartamento foi reavaliado. Só que acho que naõ pode entrar nas despesas no IRS, ou pelo menos não vi nenhum sitio onde o por.

Agora os PPRs resgatados, levam toda a devolução previsivel e mais um boa fatia .

enfim, como se vê, sempre a perder  >:(

cumptos

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Pelas informações que me dá... você usufruiu sempre de todo o beneficio. Pelo que tinha de devolver tudo. E acho que até está a tirar vantagem ao só devolver 3x350 + 1% do capital resgatado.

Porque segundo umas pesquisas que fiz...

No ano de 2007, era 20% com o máximo de 350;

No ano de 2003, era 25 % com o máximo de 661,41  ou 5% do rendimento bruto;

No ano de 1995 era o valor aplicado, com o máximo de 20% do rendimento bruto ou 262500$ (1309,34 euros).

Se calhar usufruiu bem mais do que 350 euros no ano 2003 e 1995, não?  ;)

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Boa noite,

Então o ano 2003 ainda posso rectificar a declaração, se são 25%

já para 1995 não tenho já os papeis do IRS para provar valores.

Disseram-me que é para guardar a declaração 5 anos, mas eu até tenho os últimos 8 !!!,Curiosamente a funcionária das finanças até me disse que tal era dispensável, por não ser obrigatório!!! afinal, não é bem assim... nunca mais deito papelada fora.

obrigada

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Quando se fala nos 5 anos... é por causa do prazo em que as finanças podem fazer uma rectificação à liquidação, proceder a uma liquidação, ... ou algo assim.

Daí que se diz que só é obrigatório guardar as declarações durante 5 anos.

E realmente para si, tirando esta situação em que poderia fazer jeito ter essa papelada, de resto para nada lhe irão servir essas declarações de há mais de 8 anos.

Isto para ser bem feito... a funcionária das finanças deveria ter ajudá-la de uma forma melhor, desde lhe informar como funcionam as deduções, até à determinação dos valores efectivamente deduzidos (percentagens de dedução, limites... de cada ano).

Mas acredito que seria difícil estar a informar tudo, de saber tudo... e ter tempo para tudo.

Se você tiver um tempo para lá ir de novo... o melhor era mesmo lá voltar e levar a informação que foi juntando, levar as liquidações dos anos 2003 e 2007 e ver se alguém ajuda ... e saber se tem de rectificar a declaração submetida.

Se quiser eu depois ponho aqui a lei das percentagens e limites de dedução dos PPR's de cada ano.

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Antes de mais muito obrigada por todas as informações .

Aproveito para lhe dizer que  também me foi útil no caso da sobretaxa (doutro tópico, em resposta a outro leitor) e que me permitiu rectificar a declaração ainda dentro do prazo, porque estava a considerar a sobre-taxa a somar ao imposto retido ( e por isso o simulador dava erro).

Neste caso do resgate vou voltar às finanças (mas já não vou à loja do cidadão), antes que eles me chamem e me puxem as orelhas

Mais uma vez muito obrigada e parabéns pelo forum.

:)

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Boa tarde: É a primeira vez que estou a utilizar este forum e espero não estar a fazer asneira, mas precisava muito de ajuda. Então é assim gostaria de resgatar parcialmente o meu PPR, ou seja só levantar 1000 euros. Faço o minimo de subscrição anual, isto é 25 euros/mês, há alguns anos. Neste sentido se resgatar somente 1000 euros quanto terei que colocar no IRS de 2012?

São umas contas tão confusas que já me perdi.

Obrigada e aguardo uma resposta

claracruzsantos

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Gostava que me esclarecessem, tenho PPR desde 2009 até agora 2012, no valor de 1200euros, tendo declarado para efeitos de Irs. Se eu quiser levantar quais os valores das penalizações.

Muito obrigada.

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Quanto declarou de ppr em cada ano?

2009 = ?

2010 = ?

2011 = ?

2012 = ?

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Quanto declarou de ppr em cada ano?

2009 = ?

2010 = ?

2011 = ?

2012 = ?

Ra, desculpe incomodar, ainda posso fazer um PPR durante o ano de 2012, para ser dedutivel no IRS a apresentar em 2013? Aconselha a fazer pelo montante minimo?

Obrigado

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Obrigad pela ajuda. Aguardo resposta. O montante requisitado parcialmente foi de 1250 euros.

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Ra, desculpe incomodar, ainda posso fazer um PPR durante o ano de 2012, para ser dedutivel no IRS a apresentar em 2013? Aconselha a fazer pelo montante minimo?

Obrigado

Pode, o que contará serão as entregas efectuadas durante todo o ano (até 31/12/2012), logo ainda vai a tempo.

Quanto ao montante, se a intenção é fazê-lo pelo montante minimo necessário a tirar o maior proveito da dedução, então tem de ter em atenção 3 coisas:

- Se realmente precisa de mais deduções para irs (simulando com os rendimentos e despesas que já tenha)

- A idade, que influencia o montante máximo da dedução:

Artigo 21.º

Fundos de poupança-reforma e planos de poupança-reforma

1 - Ficam isentos de IRC os rendimentos dos fundos de poupança-reforma, poupança-educação e poupança-reforma/educação, que se constituam e operem nos termos da legislação nacional.

2 - São dedutíveis à colecta do IRS, nos termos e condições previstos no artigo 78.º do respectivo Código, 20 % dos valores aplicados no respectivo ano por sujeito passivo não casado, ou por cada um dos cônjuges não separados judicialmente de pessoas e bens, em planos de poupança-reforma, tendo como limite máximo:

a) (euro) 400 por sujeito passivo com idade inferior a 35 anos;

B) (euro) 350 por sujeito passivo com idade compreendida entre os 35 e os 50 anos;

c) (euro) 300 por sujeito passivo com idade superior a 50 anos.

- O limite de dedução dos beneficios fiscais (conforme os escalões de irs):

Artigo 88.º

Benefícios fiscais

1 - São dedutíveis à colecta os benefícios fiscais previstos no Estatuto dos Benefícios Fiscais e demais legislação complementar. (Redacção da Lei n.º 55-A/2010, de 31 de Dezembro)

2 - A soma dos benefícios fiscais dedutíveis à colecta nos termos do número anterior não pode exceder os limites constantes da seguinte tabela:

art88_IRS2012.jpg

Agora é conjugar estes 3 factores para achar o montante certo.

Tome também em atenção se não vai depois precisar do dinheiro, pois os reembolsos antecipados estão sujeitos a penalizações (devolução dos beneficios + uma taxa, penalização dos bancos,...)

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Como o de 2012 ainda vai a tempo de não o declarar, não sofrerá penalizações.

2009 = 350 x 20% = 70 + (30% x 70) = 91

2010 = 350 x 20% = 70 + (20% x 70) = 84

2011 = 350 x 20% = 70 + (10% x 70) = 77

Total = 91 + 84 + 77 = 252

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Pode, o que contará serão as entregas efectuadas durante todo o ano (até 31/12/2012), logo ainda vai a tempo.

Quanto ao montante, se a intenção é fazê-lo pelo montante minimo necessário a tirar o maior proveito da dedução, então tem de ter em atenção 3 coisas:

- Se realmente precisa de mais deduções para irs (simulando com os rendimentos e despesas que já tenha)

- A idade, que influencia o montante máximo da dedução:

- O limite de dedução dos beneficios fiscais (conforme os escalões de irs):

Agora é conjugar estes 3 factores para achar o montante certo.

Tome também em atenção se não vai depois precisar do dinheiro, pois os reembolsos antecipados estão sujeitos a penalizações (devolução dos beneficios + uma taxa, penalização dos bancos,...)

Ra,

Desculpe voltar a incomodar,

A minha situação é 36 anos, rendimentos de +- 12 000, os abatimentos só podem ser no máximo de 100 €, mas esse montante eu já consigo só com a renda de casa significa que então não vale a pena investir num PPR?

Obrigado

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