bcampelo

Pedido de Exoneração de uma pessoa num crédito habitação - Ajuda

20 publicações neste tópico

Bom dia,

Neste momento estou em processo de divorcio, no qual a outra parte interveniente permitiu que eu ficasse com a casa e com o recheio, impondo uma condição: A exoneração do nome dela no banco de Portugal! o que isto acarreta??

  • desloquei-me ao meu gestor de conta na Caixa geral de Depósitos  e de imediato ele " torceu o nariz" pois para exonerá-la passaria por uma nova negociação de contrato

Contrato atual: Valor contratado: 150 000 euros / spread: 0.5 %, indexante: 1.536% euribor360 3m media mensal , T-fixo (prestação fixa) : 428.75 euros/mês + seguro

Se o banco mantivesse estas condiçoes contratuais facilmente suportaria sozinho este empréstimo, pois ainda tenho a casa por acabar : muros + casa de banho por equipar+ aprovação projeto ITED/Gas .

após falar com o gestor de conta ele indicou-me que após nova negiciação de imediato o spread subiria para 5% o que implica ??

implica que a prestação subisse de 423.75 euros para 856 euros+seguro , o que para mim é insusportável.

uma das condições por parte da ex é que a exenore em 3 anos independentemente das condições que advenham! isso para mim é assinar um cheque em branco pois sem duvida que nos proximos tempos a conjuntura economica não melhore..pelo contrário!!!

a proposta que tenho em mente para lhe fazer é a seguinte:

procedo á exoneração se a negociação da prestação seja possivel de suportar por mim e que não ultrapasse os 40% de taxa de esforço: por exemplo:

Se ganho 1300 euros - 40% são 520 euros - se no momento em que isto for possivel automaticamente procedo á exoneraçao no banco, ou seja, a prestação ronde os 520 euros

se a minha ex não aceitar a soluçao é a venda do imovel ou imcumprimento e até á sua venda todas as despesas com a casa serão suportadas de igual forma por ambas as partes! ( despesas de prestações/seguros/luz/acabamentos para obter a licença de habitabilidade/impostos, etc ) até á venda ninguem usufrui da casa

Agradecia que me ajudassem nesta questão e se possivel apresentassem alternativas.

desde já agradeço

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bem já explicas muito bem tudo e não havendo boa vontade das duas parte resta-te a ultima opção.

Outra opção, que pode nem te interessa a ti nem a ela, é continuar tudo como está. Continuas a pagar a totalidade da casa, mas 50% será sempre dela. se existirem filhos da vossa relação e não aparecem-se outros filhos de futuras relações, até era um bom compromisso, porque no final a casa ficava para os vossos filhos.

Mas provavelmente a melhor opção é vender mesmo a casa, que trás outros problemas: 1º o tempo necessário para fazer a venda que é necessário continuar a pagar ao banco e 2º o valor da venda pode não ser suficiente para liquidar o crédito. Ai teriam que colocar o valor restante em partes iguais.

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bcampelo, tens novidades sobre o teu caso? Estou a iniciar um processo em tudo idêntico...

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também passei por um processo de divorcio, mas foi em 2008, o inicio desta crise. também na cgd e tinha um spread inicial de 0.5%, aumentaram-me para 1.25%, e pediram-me fiador porque as condiçoes do contrato alteraram-se uma vez que passaria apenas a ser eu a suportar o credito

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Boa tarde,

A minha situação é um misto de algumas que tenho lido por aqui.

Com o divórcio, o imóvel ficou em meu nome, até porque foi logo após a escritura pública do imóvel.

Meses mais tarde, por mútuo acordo, chegou a vez da exoneração do meu ex-marido do crédito habitação.

E o problema está aqui.

Ao contactar o meu banco, este, faz uma proposta irrisória e aproveita a situação para proceder à alteração das condições contratuais do CHabitação.

Exigem um fiador, até aqui tudo bem, e propõem aumentar o spread de 1,90% para 4%.

Isto representa um taxa de esforço acima dos 45%. O que é Insuportável !!??  :o

Como é possível que um único titular do empréstimo consiga suportar este aumento, tendo em conta, que existem todas as outras despesas pessoais, e sem falar num possível aumento da tx euribor (que felizmente nos últimos meses tem sido favorável).

Ou seja, o banco tem garantias, o fiador, não existe risco de incumprimento da minha parte se mantiver a TAE actual.

O banco mal avalia a situação actual do cliente, aproveita estas situações litigiosas para aumentar a sua margem de lucro de forma ilícita.

Não pretendia entregar o imóvel ao banco, mas será esta a solução?  :(

Que opções tenho?

Obrigado pela vossa ajuda  :)

 

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não é ilícito: se tu estás a tentar alterar as condições do empréstimo o banco tem o direito a fazer o mesmo.

tens que tentar ser mais dura a negociar: faz-lhes ver que tens cumprido sempre e que esse aumento no spread conduzirá a uma situação de risco de incumprimento - o banco não tem interesse que não consiga pagar o crédito pode ser que seja sensível a esse argumento...

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Na minha situação, aumentaram o spread de 0,4% para 2%, tendo apresentado fiador e tendo feito uma amortização de cerca de 60% do valor. Tuo isto para poder ficar sozinho com o empréstimo da casa.

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Boa Noite,

Estou exactamente na mm situação.

Desloquei-me ao banco e a proposta que me fizeram foi passar de um spread de 1.0% (que tenho atualmente) para 5.5% passo de 325€ para sensivelmente 680€,

apresentando como garantia um bem no valor de 35 mil euros.

Solução = Venda ? Quando se deve cerca de 95.000€!

Aluguer? Para depois não pagarem ? ?

Se o histórico do Cliente é sempre bom pagador não posso entregar a casa ao Banco, pois começar a deixar de a pagar vai concerteza trazer alguns dissabores a ambos os titulares da casa.

Se vai sair uma garantia (2ªtitular) e é apresentada outra garantia no valor de 35 mil euros, pq nao manter as mesmas condições de emprestimo?

Enfim ... Desiludido com o que temos ... por cá! :(

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O Banco quando aprova o crédito a duas pessoas, tem em conta o rendimento de ambos, e não tem culpa que as pessoas se divorciem.

O que seria lógico é que as pessoas antes de decidirem divorciar-se terem consciencia que assumiram responsabilidades conjuntas e que não podem divorciar-se sem que estejam resolvidas.

O mesmo se passa quando há filhos. São uma responsabilidade assumida pelo casal e antes do divorcio deve ser acertado.

Quem já fez asneira, não é facil.

Deixo o conselho para quem está a pensar divorciar-se falar com o Banco e ter a certeza que a exoneração é viável.

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Olá,

Estou numa situação um tanto complicada, estou divorciada à 4 anos, na altura sai do apartamento que tinha em conjunto com o meu ex-marido na condição que ele pagasse o crédito. Não fizemos a partilha de béns até a data de hoje. Para além disto fui fiadora do meu ex-sogro num crédito para montar um negócio.

Entretanto o meu ex-sogro deixou de pagar o crédito, o meu ex-marido também deixou de pagar o apartamento e o meu nome encontra-se agora no banco de Portugal sendo que estou impedida de passar cheques ou sequer pedir um cartão de crédito e obviamente não posso ter nada a meu nome! Sinto-me muito penalizada nesta situação sendo que nem fiquei com o imóvel (embora ainda esteja a meu nome mas agora com divida que segundo o banco onde fizemos o empréstimo eu sou igulamente responsável), e também não vi nenhum dinheiro do qual fui fiadora e agora encontro-me numa sitação que não posso ter nada em meu nome.

Espero que alguém me possa ajudar, pois realmente não sei para onde me virar. Muito obrigado.

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Bom Dia,

Desde Dezembro de 2012 que saiu uma lei na qual os bancos não podem aumentar speads por motivo de divórcio.

Pesquisem lei do divórcio no google

Bom dia,

Neste momento estou em processo de divorcio, no qual a outra parte interveniente permitiu que eu ficasse com a casa e com o recheio, impondo uma condição: A exoneração do nome dela no banco de Portugal! o que isto acarreta??

  • desloquei-me ao meu gestor de conta na Caixa geral de Depósitos  e de imediato ele " torceu o nariz" pois para exonerá-la passaria por uma nova negociação de contrato

Contrato atual: Valor contratado: 150 000 euros / spread: 0.5 %, indexante: 1.536% euribor360 3m media mensal , T-fixo (prestação fixa) : 428.75 euros/mês + seguro

Se o banco mantivesse estas condiçoes contratuais facilmente suportaria sozinho este empréstimo, pois ainda tenho a casa por acabar : muros + casa de banho por equipar+ aprovação projeto ITED/Gas .

após falar com o gestor de conta ele indicou-me que após nova negiciação de imediato o spread subiria para 5% o que implica ??

implica que a prestação subisse de 423.75 euros para 856 euros+seguro , o que para mim é insusportável.

uma das condições por parte da ex é que a exenore em 3 anos independentemente das condições que advenham! isso para mim é assinar um cheque em branco pois sem duvida que nos proximos tempos a conjuntura economica não melhore..pelo contrário!!!

a proposta que tenho em mente para lhe fazer é a seguinte:

procedo á exoneração se a negociação da prestação seja possivel de suportar por mim e que não ultrapasse os 40% de taxa de esforço: por exemplo:

Se ganho 1300 euros - 40% são 520 euros - se no momento em que isto for possivel automaticamente procedo á exoneraçao no banco, ou seja, a prestação ronde os 520 euros

se a minha ex não aceitar a soluçao é a venda do imovel ou imcumprimento e até á sua venda todas as despesas com a casa serão suportadas de igual forma por ambas as partes! ( despesas de prestações/seguros/luz/acabamentos para obter a licença de habitabilidade/impostos, etc ) até á venda ninguem usufrui da casa

Agradecia que me ajudassem nesta questão e se possivel apresentassem alternativas.

desde já agradeço

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Boa tarde, estou divorciado a um ano, a casa fico comigo e juntos temos um emprestimo e uma conta conjunta, quero q ela tira o nome dela do emprestimo e da conta conjunta. Fui ao banco e eles pediram para fazer uma carta de exoneração para tira o nome dela de ambas as coisas eu faço uma e assino e ela faz outra. Porém nunca fiz isso e se for possivel gostaria q me mandasse um modelo de como fazer. Obrigado

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Ola Ines,

nao consigo encontrar a dita lei!?

tem o link!?

obrigado

Rui

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"18 - O banco pode aumentar o spread do meu contrato de crédito na sequência da alteração de titularidade do empréstimo em caso de divórcio?  A instituição de crédito não pode aumentar o spread aplicável a contrato de crédito destinado à aquisição ou construção de habitação própria permanente, nem agravar outros encargos com esse crédito, em caso de alteração de titularidade do contrato motivada por divórcio, separação judicial de pessoas e bens, dissolução da união de facto ou morte de um dos cônjuges, quando a prestação mensal do empréstimo represente uma taxa de esforço para o agregado familiar do novo titular inferior a 55% ou, no caso de existirem dois ou mais dependentes, 60%."

in http://clientebancario.bportugal.pt/PT-PT/PRODUTOSBANCARIOS/CREDITOAHABITACAO/Paginas/Perguntasfrequentes.aspx

E

Lei n.º 59/2012 de 9 de novembro

Cria salvaguardas para os mutuários de crédito à habitação

e altera o Decreto -Lei n.º 349/98, de 11 de novembro

Artigo 28.º -AProibição de aumento de encargos com o crédito

1 — As instituições de crédito mutuantes não podem

agravar os encargos com o crédito, nomeadamente aumentando

os spreads estipulados em contratos de concessão

de crédito à aquisição ou construção de habitação

própria permanente em caso de renegociação motivada

por qualquer uma das seguintes situações:

a) O mutuário tenha celebrado com terceiro um contrato

de arrendamento da totalidade ou parte do fogo na

sequência de um dos seguintes eventos:

i) A mudança de local de trabalho do mutuário ou de

outro membro do agregado familiar não descendente,

para um local que diste não menos de 50 km, em linha

reta, do fogo em causa e que implique a mudança da

habitação permanente do agregado familiar;

ii) Situação de desemprego do mutuário ou de outro

membro do agregado familiar;

B) No âmbito da renegociação contratual decorrente

do divórcio, separação judicial de pessoas e bens, dissolução

da união de facto ou falecimento de um dos

cônjuges quando o empréstimo fique titulado por um

mutuário que comprove que o respetivo agregado familiar

tem rendimentos que proporcionem uma taxa de

esforço inferior a 55 %, ou 60 % no caso de agregados

familiares com dois ou mais dependentes.

2 — A prova da mudança do local de trabalho a que

se refere a subalínea i) da alínea a) do n.º 1 é efetuada

pela exibição do respetivo contrato de trabalho ou de

declaração do empregador para o efeito.

3 — Para efeitos da subalínea i) da alínea a) do n.º 1

considera -se estar em situação de desemprego quem,

tendo sido trabalhador por conta de outrem ou por conta

própria, se encontre inscrito como tal em centro de

emprego há mais de três meses.

4 — A prova da situação de desemprego a que se

refere o número anterior é efetuada pela exibição pelo

mutuário de declaração comprovativa do Instituto do

Emprego e Formação Profissional.

5 — É condição de aplicabilidade da proibição prevista

no n.º 1 que daqueles contratos de arrendamento conste:

a) Menção expressa a que o imóvel se encontra hipotecado

em garantia de um crédito para a aquisição,

construção ou realização de obras de conservação ordinária,

extraordinária e de beneficiação de habitação

própria permanente do mutuário;

B) Obrigação do arrendatário depositar a renda na

conta bancária do mutuário associada ao empréstimo.

6 — O contrato de arrendamento previsto na alínea a)

do n.º 1 cessa com a venda executiva ou dação em cumprimento

do imóvel hipotecado fundada em incumprimento

do contrato de empréstimo pelo mutuário, salvo

se o banco e o mutuário tiverem, com fundamento no

arrendamento, acordado na alteração das condições do

crédito à habitação.in http://dre.pt/pdf1sdip/2012/11/21700/0648106490.pdf

Boas Leituras - (aconselho a negociarem muito bem)

Assistente Técnico na Administração Pública

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Boa tarde, estou divorciado a 3 anos, a casa fico comigo e juntos temos um emprestimo e uma conta conjunta, quero q ela tira o nome dela do emprestimo e da conta conjunta. Fui ao banco e eles pediram para fazer uma carta de exoneração para tira o nome dela de ambas as coisas eu faço uma e assino e ela faz outra. Porém nunca fiz isso e se for possivel gostaria q me mandasse um modelo de como fazer. Obrigado

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Boa tarde, estou divorciado a 3 anos, a casa fico comigo e juntos temos um emprestimo e uma conta conjunta, quero q ela tira o nome dela do emprestimo e da conta conjunta. Fui ao banco e eles pediram para fazer uma carta de exoneração para tira o nome dela de ambas as coisas eu faço uma e assino e ela faz outra. Porém nunca fiz isso e se for possivel gostaria q me mandasse um modelo de como fazer. Obrigado

Não seria melhor pedir isso ao banco? Afinal, este é que vai ter de apreciar a carta e saberá o que quer que conste da mesma...

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Paula Matos 03-03-2016

 

Estou numa situação de divórcio também, no entanto, o  ex quer assumir a divida do crédito de habitação mas até há um mês estava desempregado, agora iniciou atividade por conta própria, a minha pergunta é se é possível conseguir a passagem da divida para ele, na medida que embora eu seja funcionária pública com ordenado compatível não estou interessado nessa situação mas sim vender o imóvel! Qual a opinião?

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a minha pergunta é se é possível conseguir a passagem da divida para ele, na medida que embora eu seja funcionária pública com ordenado compatível não estou interessado nessa situação mas sim vender o imóvel! Qual a opinião?

Quanto a isso, só o banco saberá dar certezas - porque só depende da vontade deles...

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Boa tarde

 

Pode o banco alterar um contrato de crédito jovem bonificado para um credito regime geral sem assinatura dos dois mutuários? Mutuários à data da alteração já divorciados.

obg

 

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há 5 horas, Visitante mlive disse:

Pode o banco alterar um contrato de crédito jovem bonificado para um credito regime geral sem assinatura dos dois mutuários? Mutuários à data da alteração já divorciados.

Em princípio diria que não. Mas vocês ainda cumprem os requisitos para o bonificado? E como soubeste que houve uma alteração?

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