adec

Nib e levantamentos indevidos

12 publicações neste tópico

Boa noite, um familiar meu foi contactado por telefone para aderir a um seguro; o operador sabia o nome completo da pessoa e respetiva morada; a dada altura o operador pede de forma insistente o nib, o que foi liminarmente recusado pelo familiar.

É possivel a partir do nib proceder a débitos automaticos não autorizados? Qual o perigo se o tivesse fornecido pelo telefone?

O banco deverá ser avisado, de qualquer forma?

Obrigado

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O banco não pode autorizar débitos directos apenas com o NIB, é sempre necessária a assinatura reconhecida do cliente. Outra forma que dispensa assinatura é activando o débito directo no Multibanco, mas aí é necessário ter o cartão de débito associado à conta.

Uma vez sucedeu-me uma história "engraçada" com o Montepio. Tinha um débito directo activo com o Clix, que alterou o nome para Optimus e por sua pediu ao banco para passar a utilizar uma nova referência. O banco autorizou sem me consultar e colocou sem limite de movimento, quando eu tinha um limite imposto no débito directo do Clix. Foi uma das coisas que me chateou no Montepio e ajudou a sair de lá.

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Sim pode. A mim aconteceu-me o mesmo, eu dei o NIB pelo telefone, não assinei nada e garantiram-me que nada debitariam sem a minha autorização e que o NIB apenas seria usado para fazerem transferência para a minha conta no caso de eu participar algum sinistro nos 2 meses que a seguradora estava a oferecer gratuitamente. Passados esses dois meses eu seria contactada novamente para confirmar se queria continuar com o seguro ou não. (Garantia dada por quem me contactou)

Ora, eu como não queria aderir a esse seguro e já estava de pé atrás, estive sempre atenta à conta e passados os dois meses, sem qualquer aviso prévio, lá estava a informação de débito direto na minha conta. Fiz logo a anulação do débito e enviei e'mail ao banco para que não autorizasse qualquer débito na minha conta.

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Sim pode. A mim aconteceu-me o mesmo, eu dei o NIB pelo telefone, não assinei nada e garantiram-me que nada debitariam sem a minha autorização e que o NIB apenas seria usado para fazerem transferência para a minha conta no caso de eu participar algum sinistro nos 2 meses que a seguradora estava a oferecer gratuitamente. Passados esses dois meses eu seria contactada novamente para confirmar se queria continuar com o seguro ou não. (Garantia dada por quem me contactou)

Ora, eu como não queria aderir a esse seguro e já estava de pé atrás, estive sempre atenta à conta e passados os dois meses, sem qualquer aviso prévio, lá estava a informação de débito direto na minha conta. Fiz logo a anulação do débito e enviei e'mail ao banco para que não autorizasse qualquer débito na minha conta.

O teu banco não poderia fazer isso. É questão de apresentar reclamação no livro e no Banco de Portugal.

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Provavelmente não pode, mas a verdade é que fazem e não é só o meu banco. Conheço várias pessoas a quem aconteceu o mesmo e em bancos diferentes.

Realmente não fiz nenhuma reclamação mas tens razão, deveria tê-lo feito.

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O teu banco não poderia fazer isso. É questão de apresentar reclamação no livro e no Banco de Portugal.

Actualmente, a gravação da chamada com os dados da pessoa, substituiu a formalidade da assinatura de um documento escrito.

Não sei se será de todo legal, mas é concerteza distante de uma legitimidade comercial digna desse nome e é cada vez mais uma prática usada por este tipo de empresas que vendem através do "outbound" telefónico.

A única defesa contra isso é, por um lado, não aceitar este tipo de propostas à primeira chamadas e, por outro, cancelar logo a ADC assim que dela tenhamos conhecimento.

(no caso da C.G.D., por ex, antes de debitarem qualquer quantia eles têm o cuidado de enviar uma carta onde informam que foi constituída a autorização e o n.º e empresa envolvida)

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Actualmente, a gravação da chamada com os dados da pessoa, substituiu a formalidade da assinatura de um documento escrito.

Se não estiver contemplada na legislação em vigor, não tem de todo qualquer validade.

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todos os débitos directos podem ser revertidos muito fácilmente em qualquer caixa multibanco até 30 dias após o débito... daí que é muito fácil reverter (o dinheiro entra de volta na nossa conta de imediato) qualquer débito indevido...

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eu tenho conta nos 3  e todos 5 estrelas .bigoline mais fiavel e rentavel para investimentos não só depositos a praso mas tambem obrigações de compra direta , boas comissões ect. , b best o melhor em termos de custos conta á ordem 0 cartão de debito e credito 0 muito bom neste sector , finalmente o b. investe o melhor em termos de depositos a praso

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Através do fornecimento do NIB é possível uma entidade ou empresa efectuar débitos na conta de uma pessoa. Não vale a pena apresentar queixa no banco de portugal ou do banco porque garantidamente não há nada de ilegal nisso. Uma entidade que faz isso é por exº a DECO :-), uma entidade cuja razão de existência é precisamente a defesa do consumidor:-). Se a pessoa não quiser que esses débitos ocorram, deve contactar a entidade que faz o débito e indicar que não pretende que esses débitos continuam a ocorrer (de alguma forma a pessoa deve ter dado autorização que esse débitos ocorram, nem que tinha sido um "sim" por telefone). Pode-se ainda junto do banco dar uma ordem para que não sejam autorizados débitos a favor da entidade em questão.

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lol

se isso fosse assim era uma maravilha... o que nao corresponde á verdade.

Basta verem o post de Lvsitano em Fevereiro 17, 2012, 14:13:49

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Obviamente que não é um particular que sabendo o NIB de outra pessoa, que consegue que sejam efectuados débitos na conta a que pertence um o NIB. Mas fazendo protocolos para utilização de serviços de cobranças com bancos, uma empresa pode efectuar débitos nas contas dos seus clientes para cobrança de serviços prestados. Para esse efeito pode bastar um contacto telefónico em que a pessoa aceita aderir a um serviço e fornece o NIB. Mas é claro que se a pessoa não pretender que esse débito ocorra poderá sempre dar uma ordem para cancelamento desses débitos e contactar a empresa a indicar que não pretende continuar a usufruir dos serviços que lhe estão a ser prestados.

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