carlosramos

"O MUNDO ESTÁ MAL" , uma crise ...............................................

16 publicações neste tópico

Já me criticaram aqui neste blog várias vezes sobre a verdade das coisas que é preciso tratar como deve ser e não meter a cabeça na areia, mas agora sou eu proprio que fico alarmado quando hoje o Presidente da França (Sarkozy) afirma que as coisas estão muito mal  , pondo em perigo o futuro da humanidade. De facto uma declaração nunca vista.

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Já me criticaram aqui neste blog várias vezes sobre a verdade das coisas que é preciso tratar como deve ser e não meter a cabeça na areia, mas agora sou eu proprio que fico alarmado quando hoje o Presidente da França (Sarkozy) afirma que as coisas estão muito mal  , pondo em perigo o futuro da humanidade. De facto uma declaração nunca vista.

Viva Carlosramos!

Essa do futuro da humanidade em crise (???) é profunda! Em que contexto é o Presidente Sarkozy proferiu isso? Nalgum fórum antropológico?

Sem o conhecimento da notícia, o meu juízo sobre o Sr. Sarkozy, pelo que tem vindo a público, nos "media" em geral, é de que se trata de um egocêntrico de todo o tamanho e ao mesmo tempo, candidato a ficar na história, quanto mais não pelo seu já longo anedotário!

Lá que o homem tem informação priveligiada, não discuto!Mas, afirmar que "as coisas estão muito mal", a nível financeiro e económico, julgo que qualquer pessoa minimamente informada, o constata! É do senso comum! No entanto, a história da economia mundial está cheia de crises e apesar de tudo, sempre se regenerou!

Agora essa do perigo de extinção, deixa-me perfeitamente perplexo, tendo em conta o lugar que o Sr. Sarkozy ocupa, o papel de equilíbrio que, como presidente de um dos Estados âncora da U.E., deve mostrar perante os cidadãos de toda a União... Irra! Não tenho mais argumentos! Esgotei-me!...

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Num clima de <em>medo</em> e <em>incerteza</em> é sempre mais fácil convencer as pessoas a fazerem e acreditarem em coisas que em situações normais teriam grandes obstáculos.

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Já me criticaram aqui neste blog várias vezes sobre a verdade das coisas que é preciso tratar como deve ser e não meter a cabeça na areia, mas agora sou eu proprio que fico alarmado quando hoje o Presidente da França (Sarkozy) afirma que as coisas estão muito mal  , pondo em perigo o futuro da humanidade. De facto uma declaração nunca vista.

Ele tem razão e até vou mais além, estando em condições de afirmar que um dia o mundo tal como o conhecemos vai acabar. Vai explodir e toda a poeira daí resultante espalhar-se-á pelo universo.

E gostei dessa quando disses ..."agora sou eu próprio que fico alarmado"... é que ainda não vi tópicos teus que indiciassem o contrário.

De que vale esse teu pessimismo? Não é por isso que as coisas vão melhorar.

Relax

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Lá que o homem tem informação priveligiada, não discuto!Mas, afirmar que "as coisas estão muito mal", a nível financeiro e económico, julgo que qualquer pessoa minimamente informada, o constata! É do senso comum! No entanto, a história da economia mundial está cheia de crises e apesar de tudo, sempre se regenerou!

Pois, mas la porque sempre se regenerou nao quer dizer que um dia não aconteça o contrário. Não li a noticia nem ouvi o discurso mas dou razão ao senhor porque normalmente as pessoas so abrem os olhos quando realmente reparam que algo está mal. Uma afirmaçao dessas, tendo algum impacto poderá fazer com que alguma coisa mude mas tbm poderá nao fazer nada. Penso que muita gente devido as noticias que passam na tv e vêm nos jornais irão pensar... "este gajo é maluco, vai agr o mundo acabar...tao mas e se ele tem razao? porque e que ele veio a publico dizer aquilo?" já obrigará as pessoas a quererem saber mais portanto...

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Já me criticaram aqui neste blog várias vezes sobre a verdade das coisas que é preciso tratar como deve ser e não meter a cabeça na areia, mas agora sou eu proprio que fico alarmado quando hoje o Presidente da França (Sarkozy) afirma que as coisas estão muito mal  , pondo em perigo o futuro da humanidade. De facto uma declaração nunca vista.

Sem querer pôr em causa a veracidade do que dizes, onde ouviste ou leste essa declaração? É estranho que o presidente da França e actual presidente em exercício da União Europeia diga uma coisa dessas, em primeiro lugar, e que os media não tenham dado repercussão a isso, em segundo lugar. Eu pelo menos não ouvi nem li nada relativamente a isso, portanto deve ter sido uma notícia sem grande seguimento. O Sr. Sarkozy pode ser muita coisa e ter imensos defeitos, mas não deixa de ser um dos maiores protagonistas na ordem política mundial. Não é como o Sr. Joaquim da esquina que diz aos amigos da taberna que a humanidade está em risco com esta crise. Acho muito estranho ele ter dito isso e ter passado despercebido. Desculpa estar a levantar estas dúvidas se o ouviste ao vivo ou coisa que o valha, mas parece-me estranho.

De qualquer maneira, tão errado é pôr a cabeça dentro da areia e não abrir os olhos para a realidade como o é ultra dimensionar essa mesma realidade.

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Presidente da França (Sarkozy) afirma que as coisas estão muito mal  , pondo em perigo o futuro da humanidade.

Já nem vou dormir só a pensar nisso!...

Haja bom senso. O problema é que há pessoas que ocupam cargos de elevada responsabilidade e não têm pergaminhos nem estofo para tal.

Infelizmente, na Europa, faltam lideres carismáticos como no passado...e ainda por cima temos de ouvir estas sandices...

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Num clima de <em>medo</em> e <em>incerteza</em> é sempre mais fácil convencer as pessoas a fazerem e acreditarem em coisas que em situações normais teriam grandes obstáculos.

Com esta frase foi tudo dito! A palavra de ordem do momento é manipular as massas.

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Foi depois de um discurso dizendo que o país estava de tanga que os portugueses se resignaram a acatar certas medidas sem barafustar muito... e essa estratégia já foi repetida várias vezes desde então.

Sarkozy é um político e, como tal, tem que aproveitar as alturas para dizer certas coisas para conseguir fazer outras (ou ganhar protagonismo, que mais não seja).

Dito isto, dou-lhe uma certa razão - tempos difíceis estão para vir ainda, o pior pode ainda não ter passado. Talvez até estalem guerras em resultado desta crise, não digo que não...

Agora, daí a estar em perigo o futuro da humanidade, acho que ainda vai uma longa distância...

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Ele tem razão e até vou mais além, estando em condições de afirmar que um dia o mundo tal como o conhecemos vai acabar. Vai explodir e toda a poeira daí resultante espalhar-se-á pelo universo.

E gostei dessa quando disses ..."agora sou eu próprio que fico alarmado"... é que ainda não vi tópicos teus que indiciassem o contrário.

De que vale esse teu pessimismo? Não é por isso que as coisas vão melhorar.

Relax

Hi... chi! Queres ver que vamos ter outro "Big Bang?!...

Concordo em absoluto com quem disse, que a melhor forma de acomodar as massas, é falar de coisas como o apocalipse!

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Hi... chi! Queres ver que vamos ter outro "Big Bang?!...

Concordo em absoluto com quem disse, que a melhor forma de acomodar as massas, é falar de coisas como o apocalipse!

golpe de estado europeu" de Sarkozy 

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Finantial Times escreveu:

Sarkozy’s attempted EU coup fails – for now

By Wolfgang Münchau

Published: October 26 2008 19:15 | Last updated: October 26 2008 19:15

Largely unnoticed, there was an attempted coup d’état of sorts in Europe last week. Nicolas Sarkozy, the French president, let it be known that he wants to remain in his role of “president of Europe” for another year. No, he will not prevent the Czechs and the Swedes from assuming the European Union’s rotating six-month presidency during 2009. But since the two countries are not members of the eurozone, Mr Sarkozy wants to remain the de facto president of the eurozone until the end of 2009 when Spain, a eurozone country, takes over from Sweden.

President of what? It would be too easy to dismiss this as yet another example of Mr Sarkozy’s hyperactive grandstanding – and, believe me, I am sorely tempted. But we should not dismiss it as a mere stunt because events are moving in his favour. Germany was never keen on what the French call gouvernement économique, which is what this is all about. But I am no longer so sure whether the immovable obstacle of Angela Merkel, the German chancellor, will be able to withstand the irresistible force of Mr Sarkozy for much longer. I can think of six reasons why Mr Sarkozy might prevail in the end.

First, last week’s stock market rout may serve as a reminder, if any was needed, that the financial crisis is not yet over, and that the transatlantic economy is in the middle of a long and painful recession. The new US administration and the newly elected Congress will almost certainly endorse a substantive stimulus plan early next year, which will put Europe under pressure to do the same. This will probably require another eurozone summit to draw up the ground rules for national implementation.

Second, the failure to provide money market insurance as part of the recent rescue packages will need to be fixed. After the last agreement, money market interest rates did come down initially, including the all-important three-month euro interbank offered rate, to which many European mortgages are linked. It fell a notch below 5 per cent last week. But so far the money market rates have fallen by less than the 0.5 percentage point cut in the European Central Bank’s benchmark repurchase rate. This means that the tensions have not eased at all.

Third, I would expect the existing bank recapitalisation schemes to be in need of revision and a eurozone-level agreement might well be necessary to do that. In Germany, for example, the only banks that have so far applied are publicly-owned banks. The trouble with the German scheme is that it sets the wrong incentives because it is voluntary, and imposes a strict salary cap of €500,000 ($632,000, £397,000) a year. Bank executives therefore have an incentive to reduce credit for companies and consumers rather than crawl to the government for help. The scheme will therefore fail in its main goal – to recapitalise the banking sector. The need for an effective eurozone-wide scheme is as apparent today as it was three weeks ago.

The fourth reason is the failure of the eurogroup to provide leadership during this crisis. The eurogroup is an informal group of the eurozone’s finance ministers in which governments discuss issues of mutual concern. But it has been largely absent during this crisis. I understand the latest meetings were unusually bitter and hostile. But you would expect the eurozone’s only political co-ordinating group to make some positive contribution in a crisis of such scale. Mr Sarkozy is right in pointing out that the finance ministers could never have mobilised €1,800bn for a bank rescue package. In other words, the eurogroup may be necessary but not sufficient.

Reason number five is that Germany is fast losing allies in its fundamentalist opposition to economic governance beyond the stability and growth pact. The Spanish and the Italians favour it, and even the Dutch have been proposing a eurozone-wide action plan. Now that the crisis has hit eastern Europe, I would expect Austria, Slovenia and Slovakia to demand solidarity from within the eurozone too.

The sixth reason is continued uncertainty over the Lisbon treaty. The treaty would establish a permanent presidency of the European Council, which could deal with crises beyond a six-month horizon. Many shudder to think of what would have happened if the europhobic Czech government had been in the EU’s driving seat during the present half-year. For as long as the treaty is unratified, EU leaders have no choice but to go outside it in dealing with crises.

Will Mr Sarkozy succeed? Ms Merkel will probably continue to boycott any French efforts in this direction for a while. German officials have developed a habit of reacting negatively in anticipation of what the French might propose. But Mr Sarkozy has been pushing Ms Merkel into a corner. I doubt she will be able to say nein forever without making positive contributions of her own.

For now, Mr Sarkozy will remain president of France alone. But if, or rather when, the crisis deteriorates, his coup d’état may well succeed.

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golpe de estado europeu" de Sarkozy   

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Finantial Times escreveu:

Sarkozy’s attempted EU coup fails – for now

By Wolfgang Münchau

Published: October 26 2008 19:15 | Last updated: October 26 2008 19:15

Largely unnoticed, there was an attempted coup d’état of sorts in Europe last week. Nicolas Sarkozy, the French president, let it be known that he wants to remain in his role of “president of Europe” for another year. No, he will not prevent the Czechs and the Swedes from assuming the European Union’s rotating six-month presidency during 2009. But since the two countries are not members of the eurozone, Mr Sarkozy wants to remain the de facto president of the eurozone until the end of 2009 when Spain, a eurozone country, takes over from Sweden.

President of what? It would be too easy to dismiss this as yet another example of Mr Sarkozy’s hyperactive grandstanding – and, believe me, I am sorely tempted. But we should not dismiss it as a mere stunt because events are moving in his favour. Germany was never keen on what the French call gouvernement économique, which is what this is all about. But I am no longer so sure whether the immovable obstacle of Angela Merkel, the German chancellor, will be able to withstand the irresistible force of Mr Sarkozy for much longer. I can think of six reasons why Mr Sarkozy might prevail in the end.

First, last week’s stock market rout may serve as a reminder, if any was needed, that the financial crisis is not yet over, and that the transatlantic economy is in the middle of a long and painful recession. The new US administration and the newly elected Congress will almost certainly endorse a substantive stimulus plan early next year, which will put Europe under pressure to do the same. This will probably require another eurozone summit to draw up the ground rules for national implementation.

Second, the failure to provide money market insurance as part of the recent rescue packages will need to be fixed. After the last agreement, money market interest rates did come down initially, including the all-important three-month euro interbank offered rate, to which many European mortgages are linked. It fell a notch below 5 per cent last week. But so far the money market rates have fallen by less than the 0.5 percentage point cut in the European Central Bank’s benchmark repurchase rate. This means that the tensions have not eased at all.

Third, I would expect the existing bank recapitalisation schemes to be in need of revision and a eurozone-level agreement might well be necessary to do that. In Germany, for example, the only banks that have so far applied are publicly-owned banks. The trouble with the German scheme is that it sets the wrong incentives because it is voluntary, and imposes a strict salary cap of €500,000 ($632,000, £397,000) a year. Bank executives therefore have an incentive to reduce credit for companies and consumers rather than crawl to the government for help. The scheme will therefore fail in its main goal – to recapitalise the banking sector. The need for an effective eurozone-wide scheme is as apparent today as it was three weeks ago.

The fourth reason is the failure of the eurogroup to provide leadership during this crisis. The eurogroup is an informal group of the eurozone’s finance ministers in which governments discuss issues of mutual concern. But it has been largely absent during this crisis. I understand the latest meetings were unusually bitter and hostile. But you would expect the eurozone’s only political co-ordinating group to make some positive contribution in a crisis of such scale. Mr Sarkozy is right in pointing out that the finance ministers could never have mobilised €1,800bn for a bank rescue package. In other words, the eurogroup may be necessary but not sufficient.

Reason number five is that Germany is fast losing allies in its fundamentalist opposition to economic governance beyond the stability and growth pact. The Spanish and the Italians favour it, and even the Dutch have been proposing a eurozone-wide action plan. Now that the crisis has hit eastern Europe, I would expect Austria, Slovenia and Slovakia to demand solidarity from within the eurozone too.

The sixth reason is continued uncertainty over the Lisbon treaty. The treaty would establish a permanent presidency of the European Council, which could deal with crises beyond a six-month horizon. Many shudder to think of what would have happened if the europhobic Czech government had been in the EU’s driving seat during the present half-year. For as long as the treaty is unratified, EU leaders have no choice but to go outside it in dealing with crises.

Will Mr Sarkozy succeed? Ms Merkel will probably continue to boycott any French efforts in this direction for a while. German officials have developed a habit of reacting negatively in anticipation of what the French might propose. But Mr Sarkozy has been pushing Ms Merkel into a corner. I doubt she will be able to say nein forever without making positive contributions of her own.

For now, Mr Sarkozy will remain president of France alone. But if, or rather when, the crisis deteriorates, his coup d’état may well succeed.

Cimeira da ASEM 2008-10-24 11:40

Sarkozy diz que crise põe em perigo futuro da humanidade.

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse hoje que "o mundo está mal" e que se vive "uma crise sem precedentes" que "põe em perigo o próprio futuro da humanidade".

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E não se esqueçam que o dia 21-12-2012 está cada vez mais próximo!!!...

É aproveitar enquanto a coisa não rebenta....

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Não nos fiemos em tempo, mas sim tentar resolver e organizar a vida ...

Viva o cofre mais antigo  ???

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Leio diariamente jornais ingleses e vejo também diariamente a Sky News e a BBC. Não me apercebi, francamente, de tal notícia ter tido eco nos "media" ingleses! Mas se é uma citação do Finantial Times, tudo bem, não duvido! Só me pergunto, porque não teve então esta notícia, eco?

Quanto à notícia em si, só consigo "ler" uma coisa: a luta pelo "poleiro" na UE, está aí com toda a força! A teoria a que o jornalista alude de tentativa de golpe de Estado, sobretudo quando desenvolve a notícia, só vem reforçar a ideia! Há, na minha opinião, uma necessidade de protagonismo pessoal  de Sarkozy e da França, porque não dizê-lo, na busca da influência perdida nos fins dos anos 70!

Quando Sarkozy refere que "o mundo está mal" acho que se refere ao seu mundo neo-liberal, onde tão bem se move (ele, Merkel e tantos outros neste  mundo ocidental). Mundo esse, cuja teoria económica se baseou nas ideias ultra liberais de Milton Frideman e seus seguidores (como Grienspan), que nos levou à situação que hoje vivemos, infelizmente!

Eu não digo, que está mal, digo que está defunto!

Agora daí a concluír que a sua crise (dele Sarkozy e de todos os seus "compagnons de route" neo-liberais) e por tabela a nossa, em que mergulhámos, ponha em risco o futuro da Humanidade, vai uma grande distância. A Humanidade, no século passado, conseguiu levantar-se após duas guerras mundiais atrozes, porque não poderá levantar-se após esta mini-crise, se comparada com as duas hecatombes que referi atrás? Tenho a firme certeza, que as sociedades humanas, se regeneram, com custos, dificuldades, maiores ou menores! 

Posso ser apelidado de optimista, mas acho que a natureza humana, se "reinventa" após cada crise de identidade! Afinal, como dizia  António Gedeão "... o mundo pula e avança"!

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