BlueSara

Dia Mundial da Poupança (Dia 31/10/2008)

15 publicações neste tópico

Para comemorar o Dia Mundial da poupança os bancos lançam produtos, para nos incentivarem a melhorias neste campo. A CGD, por exemplo, lança “Caixa PopNet Especial Poupança”, a Edição Especial do Depósito on-line Caixa PopNet apresenta as seguintes características diferenciadoras face ao produto actualmente em vigor:

Remuneração: Taxa actualmente praticada para o PopNet em oferta permanente (Euribor 6 meses base 360), acrescida de um prémio de 0,4% nos primeiros 181 dias do depósito;

Período de subscrição exclusivo dia Mundial da Poupança 2008: de dia 31/10/2008 a dia 03/11/2008 inclusivé

Realmente parece-me atractivo, ainda não consegui perceber quais serão as causas e respectivas consequências do produto.

O que acham destes produtos que lançam nestes dias? Isto faz-me lembrar o dia dos Namorados, o dia da Criança, o dia do .... em que nos "sentimos obrigados" a comprar ou fazer algo para comemorar o dia...

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Sim é verdade, só está disponível para jovens até aos 28 anos. Mas faz-me confusão como é que é o único senão de um produto financeiro, certamente n será o único... pois, estamos em crise financeira e estão a "dar" um produto com boa qualidade, aparentemente.

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Quer dizer, há alguns produtos de outros bancos que talvez tenham uma taxa mais interessante, mas a verdade é que este produto é muito interessante, até porque é da CGD (o que dá uma confiança adicional). Às vezes há mesmo produtos bons :)

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Até podes ter razão, mas tendo em conta o período que estamos a atravessar o Dia Mundial da Poupança deveria ser motivo para reflexão.

Tendo em conta a dificuldade que muitos portugueses enfrentam para conseguir amealhar algum dinheiro e, como se tem constatado, a taxa de poupança tem diminuído nos últimos anos.

Poupar é abdicar de consumir hoje para beneficiar desse adiamento no futuro, pelo que deveríamos seguir uma estratégia que, no mínimo, garanta a manutenção do poder de compra.

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Estava eu a "fazer publicidade" neste fórum a esse produto em resposta a posts antigos e afinal já a Sara aqui tinha dado nota deste verdadeiro depósito em forma de promoção, que é, no mínimo, original e invulgar!

se alguém souber de outros produtos concorrentes, de outras instituições, creio que seria também muito interessante que pudesse divulgar por aqui!

já agora deixo uma dica: se alguém tiver irmãos mais novos(mesmo que menores), pode colocar o dinheiro em nomes deles, colocando-se também como autorizado na conta! Pais com filhos a cargo, que queiram aproveitar o depósito, poderão também um esquema semelhante, por vezes tb nas poupanças é preciso alguma...criatividade! :)

Eu por mim só lamento mesmo o limite dos 5000 €, por isso vou aproveitar ao máximo

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Mas para quem realmente quer começar a poupar mensalmente algo e constituir uma conta poupança pode aderir ao poupança banif que agora esta com uma taxa de 6.35% brutos, ou seja liquidos são 5,08% de rendimento, tendo a vantagem que os juros podem ser capitalizados na conta.

Poupança Banif

A Poupança Banif é um aplicação a prazo que se destina a promover o aforro, permitindo investir de forma gradual e periódica. Com um montante mínimo de constituição de 250 Euros e possibilidade de entregas programadas ou pontuais de apenas 50 Euros, este produto de poupança destina-se a todos os Clientes do Banif que pretendam beneficiar de uma atractiva taxa de juro de 6,35% (TANB) e estabelecer o seu próprio plano de poupança.

Constitua aqui a sua Poupança Banif

Características

Constituição

Através do Serviço Banif@st, Agências Banif ou Centros Banif Privado

Destinatários

Clientes Particulares

Taxa (TANB)

     

      Serviço Banif@st                              Agências Banif

                                                        ou Centros Banif Privado

    181 dias - 6,35%                      181 dias - 6,225%

    366 dias - 6,35%                      366 dias - 6,225%

           

Montante

Mínimo de 250,00 Euros

Renovação

Constituição via Banif@st - automática

Constituição via Agências Banif ou Centros Banif Privado - Automática ou não automática

Juros

Constituição via Banif@st - creditados na conta a prazo

Constituição via Agências Banif ou Centros Banif Privado - creditados na conta à ordem ou na conta a prazo

Reforços

(exclusivo Agências e Centros Banif Privado)

Pontuais: mínimo 50 euros

Programadas: mínimo mensal de 50 euros

Prazo

de 181 a 366 dias

Movimentação antecipada

Permitida, podendo o Banif aplicar uma penalização sobre o montante de juros a receber pelo Cliente. A penalização é calculada em função da percentagem do tempo decorrido da poupança:

Tempo decorrido          % penalização de juros

    até 25%                              100%

entre 26% e 50%                        75%

entre 51% e 75%                        50%

entre 76% e 90%                        25%

entre 91% e 100%              sem penalização

Só serão permitidas desmobilizações desde que os saldos remanescentes não sejam inferiores ao mínimo estabelecido para a abertura.

Regime Fiscal

IRS/IRC 20%

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Os bancos não brincam e viva os produtos que nos fazem abrir os olhos e andar atentos, o banco best não ficou indiferente aqui está o Depósito Especial Crescente 7% - 6 meses é uma solução de investimento com garantia de capital e rendimento, sem risco. Este depósito especial visa premiar a estabilidade dos investimentos através da atribuição de taxas crescentes. Com crédito de juros mensal, proporciona elevada liquidez dado que não penaliza mobilizações no final de cada mês.

Montante

A partir de 1.000 EUR e até 250.000 EUR (montante máximo de investimento por cliente e conta à ordem onde o mesmo participe).

Prazo

180 dias (6 meses).

Remuneração

Juros creditados mensalmente na conta à ordem.

Taxas crescentes com atribuição de taxa especial no último mês.

1º mês 2º mês 3º mês 4º mês 5º mês 6º mês

4,00%*    4.25%*      4,75%*      5,25%*      5,75%*      7,00%*

* Taxa anual nominal bruta atribuída no final de cada mês. Taxa de rentabilidade média anual bruta para a totalidade de 6 meses de 5,17%.

Período de comercialização

Entre 21 de Outubro e 4 de Novembro de 2008.

Renovação

Depósito não renovável no final do prazo de 6 meses.

Movimentação

Sem penalização nas datas de renovação mensais. Outras situações, de acordo com o preçário em vigor.

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Ok, o produto não é mau, mas a taxa média fica-se pelos 5,17%. Também é interessante, ainda assim.

De qualquer forma (e aos dias de hoje), acho que o produto da CGD é melhor, visto que tem uma taxa mais atractiva. O problema, claro está, é ó limite de investimento até €5000.

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Tenho de concordar que a CGD tem produtos muito atractivos, mas existem sempre pequenos senãos... nem que seja a falta de esclarecimento acerca dos produtos que promovem.

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bom entao reza a historia assim:

o meu avô guardava o dinheiro debaixo do colchão, quando precisava ia lá buscar, quando mudava o colchão apareciam uns tostoes, perdidos, eram os juros!!!

e como veem nao desvalorizava, de tempos em tempos ate valorizava alguma coisa!

agora com os bancos a historia é outra, um pouco como diz o Ricardo Araujo Pereira:

Visao

Boca do Inferno - Ricardo Araújo Pereira - Sexta-feira, 17 de Outubro de 2008

Opinião: A banca nacionalizou o Governo

A troco de apenas algum dinheiro, os bancos emprestam-nos o nosso próprio dinheiro para que possamos fazer com ele o que quisermos.

A nobreza desta atitude dos bancos deve ser sublinhada

Quando, no passado domingo, o Ministério das Finanças anunciou que o Governo vai prestar uma garantia de 20 mil milhões de euros aos bancos até ao fim do ano, respirei de alívio. Em tempos de gravíssima crise mundial, devemos ajudar quem mais precisa. E se há alguém que precisa de ajuda são os banqueiros. De acordo com notícias de Agosto deste ano, Portugal foi o país da Zona Euro em que as margens de lucro dos bancos mais aumentaram desde o início da crise. Segundo notícias de Agosto de 2007, os lucros dos quatro maiores bancos privados atingiram 1,137 mil milhões de euros, só no primeiro semestre desse ano, o que representava um aumento de 23% relativamente aos lucros dos mesmos bancos em igual período do ano anterior. Como é que esta gente estava a conseguir fazer face à crise sem a ajuda do Estado é, para mim, um mistério.

A partir de agora, porém, o Governo disponibiliza aos bancos dinheiro dos nossos impostos. Significa isto que eu, como contribuinte, sou fiador do banco que é meu credor. Financio o banco que me financia a mim. Não sei se o leitor está a conseguir captar toda a profundidade deste raciocínio. Eu consegui, mas tive de pensar muito e fiquei com dor de cabeça. Ou muito me engano ou o que se passa é o seguinte: os contribuintes emprestam o seu dinheiro aos bancos sem cobrar nada, e depois os bancos emprestam o mesmo dinheiro aos contribuintes, mas cobrando simpáticas taxas de juro. A troco de apenas algum dinheiro, os bancos emprestam-nos o nosso próprio dinheiro para que possamos fazer com ele o que quisermos. A nobreza desta atitude dos bancos deve ser sublinhada.

Tendo em conta que, depois de anos de lucros colossais, a banca precisa de ajuda, há quem receie que os bancos voltem a não saber gerir este dinheiro garantido pelo Estado. Mas eu sei que as instituições bancárias aprenderam a sua lição e vão aplicar ajuizadamente a ajuda do Governo. Tenho a certeza de que os bancos vão usar pelo menos parte desse dinheiro para devolver aos clientes aqueles arredondamentos que foram fazendo indevidamente no crédito à habitação, por exemplo, e que ascendem a vários milhares de euros no final de cada empréstimo. Essa será, sem dúvida nenhuma, uma prioridade. Vivemos tempos difíceis, e julgo que todos, sem excepção, temos de dar as mãos. Por mim, dou as mãos aos bancos. Assim que eles tirarem as mãos do meu bolso, dou mesmo.

cumprimentos

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De todas as soluções até aqui apresentadas, penso que a do BANIF é de longe a melhor.

Senão vejamos:

Além de ter a taxa de juro mais alta, (6,35%) pode ser feita a um ano. O que é uma grande vantagem, pois durante o proximo ano as taxas directoras do BCE, vem por aí a baixo, já se fala que podem vir até 1,5%.

Além disso esta conta permite reforços. Assim, conforme formos poupando ao longo dos meses, vamos depositando nesta conta.

A maioria dos outros bancos apresenta boas taxas até 6 meses. Quer dizer, que o depositante recebe a taxa contratada durante os 6 meses, e depois dos 6 meses já não se consegue arranjar taxas parecidas com esta, devido entretanto à baixa de juros.

O BANIF pode ser contratado a 6 meses e a 1 ano. No meu caso pretendo o prazo mais longo possivel, no entanto posso sempre precisar do dinheiro mais cedo. Assim deliniei a seguinte estratégia:

-Abro 2 contas uma a 6 meses e outra a 1 ano.

-Na conta a 6 meses ponho a maior parte do dinheiro.

-Na conta a 1 ano ponho somente o valor minimo (250,00)

No final dos 6 meses, se não precisar do dinheiro, transfiro tudo para a conta de 1 ano, tendo assim os 6,35% durante um ano e não somente para o 6 meses.

Se esta conta se mantiver, vou abrindo novas contas com o valor minimo para ir assim transferindo o dinheiro e beneficiar de um prazo maior, com uma taxa de juro elevada.

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bom entao reza a historia assim:

o meu avô guardava o dinheiro debaixo do colchão, quando precisava ia lá buscar, quando mudava o colchão apareciam uns tostoes, perdidos, eram os juros!!!

e como veem nao desvalorizava, de tempos em tempos ate valorizava alguma coisa!

agora com os bancos a historia é outra, um pouco como diz o Ricardo Araujo Pereira:

Juros é dinheiro "novo" que surge, que o banco te paga por teres o teu dinheiro depositado ou investido. O colchão não paga juros, esses trocos fazem parte do capital.

Mesmo que se invista com taxas baixas, deve-se ter o dinheiro no banco para evitar que este desvalorize. Senão, todos os anos este fica a valer menos x% (o valor da inflacção nesse ano). Neste ano é de quase 3%. É como ter o dinheiro a render a -3%. Ao final de 30 anos, já viste quanto perdes?

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agora com os bancos a historia é outra, um pouco como diz o Ricardo Araujo Pereira:

Visao

Boca do Inferno - Ricardo Araújo Pereira - Sexta-feira, 17 de Outubro de 2008

Opinião: A banca nacionalizou o Governo

A troco de apenas algum dinheiro, os bancos emprestam-nos o nosso próprio dinheiro para que possamos fazer com ele o que quisermos.

A nobreza desta atitude dos bancos deve ser sublinhada

A partir de agora, porém, o Governo disponibiliza aos bancos dinheiro dos nossos impostos. Significa isto que eu, como contribuinte, sou fiador do banco que é meu credor. Financio o banco que me financia a mim. Não sei se o leitor está a conseguir captar toda a profundidade deste raciocínio. Eu consegui, mas tive de pensar muito e fiquei com dor de cabeça. Ou muito me engano ou o que se passa é o seguinte: os contribuintes emprestam o seu dinheiro aos bancos sem cobrar nada, e depois os bancos emprestam o mesmo dinheiro aos contribuintes, mas cobrando simpáticas taxas de juro. A troco de apenas algum dinheiro, os bancos emprestam-nos o nosso próprio dinheiro para que possamos fazer com ele o que quisermos. A nobreza desta atitude dos bancos deve ser sublinhada.

A verdade é que o Sr. Ricardo Araújo Pereira "muito se engana". De facto, os contribuintes emprestam o seu dinheiro aos bancos, mas estes bancos têm de pagar comissões para usufruir dessa garantia. Alguém no seu perfeito juízo daria uma garantia destas sem exigir uma contrapartida que fosse? É certo que não sabemos qual é o montante dessas comissões (ou juros ou o que lhe queiram chamar), mas o que é certo é que não é "sem cobrar nada". Existem contrapartidas.

Lei Nº60-A/2008, de 20 de Outubro - Garantias do Estado no âmbito do sistema financeiro

agora com os bancos a historia é outra, um pouco como diz o Ricardo Araujo Pereira:

Visao

Boca do Inferno - Ricardo Araújo Pereira - Sexta-feira, 17 de Outubro de 2008

Opinião: A banca nacionalizou o Governo

A troco de apenas algum dinheiro, os bancos emprestam-nos o nosso próprio dinheiro para que possamos fazer com ele o que quisermos.

A nobreza desta atitude dos bancos deve ser sublinhada

Quando, no passado domingo, o Ministério das Finanças anunciou que o Governo vai prestar uma garantia de 20 mil milhões de euros aos bancos até ao fim do ano, respirei de alívio. Em tempos de gravíssima crise mundial, devemos ajudar quem mais precisa. E se há alguém que precisa de ajuda são os banqueiros. De acordo com notícias de Agosto deste ano, Portugal foi o país da Zona Euro em que as margens de lucro dos bancos mais aumentaram desde o início da crise. Segundo notícias de Agosto de 2007, os lucros dos quatro maiores bancos privados atingiram 1,137 mil milhões de euros, só no primeiro semestre desse ano, o que representava um aumento de 23% relativamente aos lucros dos mesmos bancos em igual período do ano anterior. Como é que esta gente estava a conseguir fazer face à crise sem a ajuda do Estado é, para mim, um mistério.

(...)

Tendo em conta que, depois de anos de lucros colossais, a banca precisa de ajuda, há quem receie que os bancos voltem a não saber gerir este dinheiro garantido pelo Estado. Mas eu sei que as instituições bancárias aprenderam a sua lição e vão aplicar ajuizadamente a ajuda do Governo. Tenho a certeza de que os bancos vão usar pelo menos parte desse dinheiro para devolver aos clientes aqueles arredondamentos que foram fazendo indevidamente no crédito à habitação, por exemplo, e que ascendem a vários milhares de euros no final de cada empréstimo. Essa será, sem dúvida nenhuma, uma prioridade. Vivemos tempos difíceis, e julgo que todos, sem excepção, temos de dar as mãos. Por mim, dou as mãos aos bancos. Assim que eles tirarem as mãos do meu bolso, dou mesmo.

cumprimentos

É engraçado ver como a Banca em geral serve sempre de saco de boxe para quem defende no geral uma ideologia mais esquerdista. Eu sei que os lucros dos maiores bancos em Portugal dispararam nos últimos anos, mas porque é que são sempre os bancos os visados da ironia ou da discórdia daqueles que não concordam com o sistema capitalista? Será que não haverá para aí indústrias em que os lucros sejam ainda maiores? Será que a Banca nacional é o supra-sumo das indústrias em Portugal?

Muito provavelmente será porque a Banca simboliza o sistema capitalista e então atacando a banca, está-se implicitamente a enviar uma mensagem de que o sistema capitalista não é o correcto, porque quem detém o capital é sempre favorecido e bajulado e quem não o tem é sempre prejudicado e explorado.

A Banca é um dos pilares da economia de mercado que temos. É uma indústria, um negócio, em que o objecto de negócio não são parafusos, automóveis ou bebidas mas sim o dinheiro, nada mais. Os bancos têm de fazer aquilo que lhes compete fazer. Se alguma coisa anda mal, então têm de ser as entidades que regulam o sector e quem produz as leis que se aplicam ao sector que têm a responsabilidade de actuar.

Até parece que viveríamos melhor se não existissem bancos ou se a Banca em Portugal não tivesse tido o progresso que teve nos últimos 20 anos...

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