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Penhora - Negociação com Banco

11 publicações neste tópico

Olá,

A historia, infelizmente, é simples.

Os meus pais compraram um terreno à 10 anos, à 5 anos fizemos uma casa e só à 4 anos puderam fazer a escritura.

Aí verificaram que este estava penhorado, o vendedor assegurou-nos que o problema ia ser resolvido, mas até hoje nada.

Agora o banco que possui a divida quer executar a penhora. Deram-nos 20 dias para ir a leilao, recorremos e agora segundo os meus pais, não temos mesmo outra hipótese a não ser pagar a divida.

O valor original era 17000€, mas agora com os juros já vai em 40000€.

Pelo que tive a ver o problema todo foi assinarem a escritura com a penhora, nesse momento a divida passou para nós. E não actuarmos a tempo util, total desconhecimento dos procedimentos.

O banco está disposto a negociar a divida, agora pergunto qual será a melhor maneira ?

Aconselham a levar um advogado para a negociação.?

Agradeço a vossa ajuda já que este problema caiu-nos como uma bomba...

Obrigado

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Compraram um terreno com escritura?

Escritura notariada e tudo?

Isso é muito estranho...

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Compraram um terreno com escritura?

Escritura notariada e tudo?

Isso é muito estranho...

Já estamos mentalizados que vamos ter que pagar a divida, mesmo que esta nem seja nossa.

A questão imediata é mesmo como negociar com o Banco, tendo em conta que a divida inicial era 17000€ e agora vai nos 40000€.

Será que eles estão disponiveis em receberem 20000€ a pronto e diminuir os juros ?

Qual é a vossa experiencia com estes casos.

Obrigado

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Gostaria apenas que respondesse à pergunta...

Isto porque, caso tenha a escritura notariada, não são vocês que têm de pagar a divida.

O banco não pode vender/colocar a leilão uma coisa que não pertence à pessoa que tem a divida.

O que eu penso sinceramente é que o Banco só quer o dinheiro, mesmo que o vá buscar ás pessoas que não têm nenhuma culpa da situação.

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já me informei melhor da situação.

houve uma fase em que era possível fazer um tal de "embargo de terceiros", infelizmente o nosso advogado "não se lembrou" desse pedido.

Pensamos que deve ter sido de propósito, já que tinhamos o mesmo advogado que o Devedor ...

Lá diz o ditado, um azar nunca vem só.

Amanhã vamos negociar a divida, será que o banco é capaz de reduzir os juros ?

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O banco só pode levar a leilão o terreno, as benfeitorias, neste caso, a casa, não pode ser vendida. São coisas distintas.

Assim, a casa pertence aos seus pais. Se alguém arrematar o terreno, que duvido, terá que posteriormente pagar a casa ou os seus pais pagarem o terreno.

Nesta situação, diz-me a experiência que tem mais trunfos os seus pais que o banco!

Não deviam era ter arranjado um advogado "manhoso"! Infelizmente proliferam!

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Peço desculpa, mas enganei-me.

Quando construimos a casa, o terreno ainda estava no nome do Devedor, isto porque era um bairro que ainda não estava lega.

Depois da casa estar pronta, foi colocada uma penhora.

Ou seja, sobre o terreno e a casa, penso que foi o caso já que o valor que estão a pedir no leilão anda na ordem dos 200.000€

Vamos negociar com o banco, ver se conseguimos que reduzam os juros em troca do pronto pagamento.

Temos que pedir ajuda a amigos e familiares, mas só queremos ultrapassar este problema :(

Agradeço a vossa ajuda

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Já agora aproveito para perguntar se existe alguma alternativa ao "embargo de terceiro". Este foi indiferido pelo tribunal por ultrapassar os prazos (por ignorancia nossa e por incompetencia do advogado)

Só o 4º advogado é que se lembrou desta ação de "embargo de terceiro", infelizmente foi tarde de mais.

Haverá outras alternativas ?

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Boas, me digam se entendi bem? Voçes construiram uma casa num terreno que não estava legalizado, ou seja pagaram o terreno construiram uma casa «não sei como se pode construir uma casa num terreno em nome de outra pessoa» peço desculpa, mas parece um caso muito complicado.

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Não tenho bem a certeza, mas penso que o que aconteceu foi a celebração de um contrato promessa compra-venda à mais de 10 anos.

Entretanto construimos a casa.

Só recentemente é que o bairro foi legalizado e só nessa altura se fez a escritura. Altura em que já estava uma penhora sobre o terreno.

Sim, não é tão simples como parece  ???

Já sabemos o que fizemos mal (não agirmos rapidamente, e pensávamos que o problema se resolvia), agora resta olhar para o futuro para tentar resolver a situação.

Vamos ter de negociar e de pagar uma divida ao banco, que não é nossa, e depois vamos ter de pedir algo ao verdadeiro Devedor ...

Infelizmente, o Devedor já está marcado em todos os meios, e já nem tem bens em seu nome, um artista portanto ...

Pelo menos aprendemos a lição, nestas situações nunca confiar em ninguém (advogados e devedores). E ter um advogado de confiança e competente (no nosso caso só ao 4º se lembrou do embargo).

Já agora, é possivel fazer uma queixa à Ordem dos Advogados contra um advogado que não defendeu correctamente um cliente ?

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Não tenho bem a certeza, mas penso que o que aconteceu foi a celebração de um contrato promessa compra-venda à mais de 10 anos.

Entretanto construimos a casa.

Só recentemente é que o bairro foi legalizado e só nessa altura se fez a escritura. Altura em que já estava uma penhora sobre o terreno.

Sim, não é tão simples como parece  ???

Já sabemos o que fizemos mal (não agirmos rapidamente, e pensávamos que o problema se resolvia), agora resta olhar para o futuro para tentar resolver a situação.

Vamos ter de negociar e de pagar uma divida ao banco, que não é nossa, e depois vamos ter de pedir algo ao verdadeiro Devedor ...

Infelizmente, o Devedor já está marcado em todos os meios, e já nem tem bens em seu nome, um artista portanto ...

Pelo menos aprendemos a lição, nestas situações nunca confiar em ninguém (advogados e devedores). E ter um advogado de confiança e competente (no nosso caso só ao 4º se lembrou do embargo).

Já agora, é possivel fazer uma queixa à Ordem dos Advogados contra um advogado que não defendeu correctamente um cliente ?

Pode, de facto, apresentar queixa ao Conselho distrital da OA a que o "artista" pertencer. Esclareço que os ilustres tem, quase sempre, um seguro de responsabilidade civil para o caso de provocarem prejuízos aos clientes.

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