Visitante MDiaz

Como poderei sair da situacao de FIADOR

27 publicações neste tópico

    havera alguma forma legal de sair como fiador de um credito a habitacao?

O credito em questao encontra se em dia.isto porque tenho pago as prestacoes dos ultimos 2anos ( o titular deste credito e um familiar directo )

Mas agora quero avançar para a compra de um imovel para mim,atraves de credito :(

Portanto as minhas questoes sao?

1. E possivel retirar me como fiador, de um credito ainda em cumprimento?

2. caso não seja possivel,havera alguma alternativa para que nunca venham atras dos meus bens/vencimento

( isto é,nao vejo o pagamento como alternativa )

3. terá o fiador direito ao imovel,quando é forçado a assumir o pagamento de um credito em incumprimento por parte do titular?

4. O que acontecerá ao imovel que pretendo aquirir através de credito?

Agradeço a vossa disponibilidade por ajudarem " O ZE POVINHO " ao prestarem este genero de serviço de informaçao,porque todas as instituiçoes fazem exatamente o oposto.

Obrigado,

MDiaz

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- O fiador é a pessoa que dá garantias pessoais ao pagamento de uma dívida de um terceiro (o devedor), sob a forma de fiança. A fiança é a garantia pela qual o fiador se compromete, perante o banco, a pagar a prestação de crédito, caso o devedor não o faça na devida altura.

- Os fiadores reforçam pessoalmente (com o seu património) a operação de crédito, em caso de incumprimento. Assim, estes serão chamados a efetuar o pagamento das prestações de crédito quando ocorra incumprimento por parte do devedor e este não tenha na sua esfera patrimonial qualquer possibilidade de o realizar.

Ou seja:

1- É possível com o acordo do Banco, mas dificilmente o Banco aceitará...

2- O teu património responde pela divida

3- Não, a casa será sempre do devedor

4- Não entendi a pergunta

Ser fiador de alguém é colocar a cabeça no cepo...

guilhotina.jpg

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1 - se arranjarem outro fiador, de preferência que ainda ofereça melhores garantias que tu. Mas, para além de arranjar esse pato personagem, como disse o Klab, é preciso que o banco esteja de acordo também.

2 - Não tens como fugir às tuas responsabilidades - se não conseguires pagar os teus bens podem ser penhorados, sim. Mas podes exercer o teu direito ao benefício de excussão e indicar primeiro os bens do devedor para serem penhorados (a casa inclusive). Só depois de ele não ter nada é que podem vir atrás dos teus sem teres como te opor.

3 - Não, a casa é dele. Mas tu tens o direito de retorno, isto é, a exigir dele o pagamento de todos os montantes que tu pagaste em seu nome. Claro que se ele não os conseguiu pagar em primeiro lugar...

4 - O mais provável é que não consigas que nenhum banco te empreste dinheiro. Para todos os efeitos este empréstimo entra nas tuas responsabilidades de crédito tal e qual como se fosses tu o devedor principal. Ou seja, tens que ter uns rendimentos bem jeitosos para que o banco esteja disposto a arriscar que tenhas dois créditos ao mesmo tempo (de qualquer forma vai depender dos montantes envolvidos e da análise que o banco fizer). Mas o mais provável é que a casa seja comprada por outro...

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Se ficares desempregado e fizeres o banco saber da tua situação o mais provável é o banco pedir ao devedor outro fiador, ou arranjar um fiador mais atractivo financeiramente para o banco...

Caso contrário, nenhum banco irá abrir mão de um fiador.

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sou fiador de um credito pessoal, a minha questao e se o titular morrer tenho k asumir o restante valor do enprestimo?

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sou fiador de um credito pessoal, a minha questao e se o titular morrer tenho k asumir o restante valor do enprestimo?

depende se o crédito pessoal em questão tem associado um seguro para essas coisas.

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Boa tarde

A minha questão é muito idêntica à primeira deste tópico.

Daqui a 1/2semanas vou com a minha namorada ao banco tentar sair do empréstimo, mas queria pedir as vossas opiniões para na hora H saber ter uma melhor argumentação e se possível uns trunfos na manga.

Então é o seguinte:

A uns anos atras a minha acorrentou-se (como fiadora) a um empréstimo de 50.000€ de uma familiar para a CONCLUSÃO de obras de uma habitação (não foi para aquisição do imóvel).

Está tudo a correr bem e o devedor nunca falhou uma prestação, mas mesmo assim ela queria desvincular-se deste empréstimo para poder-mos juntar os nossos trocos e comprar a nossa própria habitação sem ter receio de vir a ficar sem a casa para pagar dividas dos outros.

Ps.:

- Penso que imóvel onde foram investidos os 50.000€ não está no empréstimo como garantia em caso de incumprimento.

- A devedora casou recentemente e sei que o marido repartiu os bens antes de casar mas ainda ficou com um terreno pequeno e uma casa pequena e velha.

Agradeço desde já a vossa disponibilidade em responder

Obrigado

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A minha questão é muito idêntica à primeira deste tópico.

...

Agradeço desde já a vossa disponibilidade em responder

Qual era a questão? ;D

É que a resposta provavelmente também é idêntica às que já foram dadas - é possível mas é pouco provável que o banco esteja disposto a isso...

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É esta:

   

O credito em questao encontra se em dia.isto porque tenho pago as prestacoes dos ultimos 2anos ( o titular deste credito e um familiar directo )

Mas agora quero avançar para a compra de um imovel para mim,atraves de credito :(

Portanto as minhas questoes sao?

1. E possivel retirar me como fiador, de um credito ainda em cumprimento?

2. caso não seja possivel,havera alguma alternativa para que nunca venham atras dos meus bens/vencimento

( isto é,nao vejo o pagamento como alternativa )

Mas o caso da minha manorada é um bocado diferente porque

Ps.:

- Penso que imóvel onde foram investidos os 50.000€ não está no empréstimo como garantia em caso de incumprimento.

- A devedora casou recentemente e sei que o marido repartiu os bens antes de casar mas ainda ficou com um terreno pequeno e uma casa pequena e velha.

Cumps

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Mas o caso da minha manorada é um bocado diferente porque

E porque é que isto torna o teu caso diferente?

Não te basta apresentar factos ao banco, tens de explicar porque é que esses factos corroboram a tua pretensão (na tua opinião).

Mais uma vez, podes ter todos os esquemas do mundo. A última palavra para trocar de fiador é sempre a do banco e provavelmente só vai na cantiga se lhe apresentarem uma situação que seja mais vantajosa para o banco...

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Peço desculpa, não me expliquei bem.

O que queria dizer era, será que é possível o banco aceitar se a minha namorada juntamente com o devedor propusessem  a saída como fiador e colocassem o imóvel (ou os bens do atual marido da devedora) como garantia.

Obrigado

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O que queria dizer era, será que é possível o banco aceitar se a minha namorada juntamente com o devedor propusessem  a saída como fiador e colocassem o imóvel (ou os bens do atual marido da devedora) como garantia.

Tudo é possível. Desde que o banco esteja de acordo. (não quero parecer chato, mas isto já foi repetido várias vezes - não há lei que obrigue o banco a mudar de fiador, por isso só depende mesmo da vontade do banco).

Porque não sugerem que o marido passe a ser o fiador? Talvez o banco até preferisse essa situação...

Seja como for, julgo que seria interessante depois passares por cá a dizer qual foi o resultado, talvez sirva para ajudar outras pessoas.

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Ola boa noite. Sou fiador de um imóvel juntamente com a minha ex. mulher. Depois de me divorciar a 5 anos a minha ex. tem como habitação permanente esse imóvel juntamente com seus familiares (donos do imóvel). Sera que eu posso desvincular de fiador tento o imóvel 3 pessoas a ganhar para o mesmo ? Obrigado pela ajuda.

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Olá, eu sou fiadora juntamente com o meu ex-marido, na altura eramos casados, de uma irmã do meu marido na compra de uma casa. Ao fim de 2 anos ela divorciou-se e deixou de pagar a casa, e esteve desde 2008 até 2013, sem permitir deixar a casa ir para o banco, nem a pagava e conseguiu adiar o máximo possível em tribunal a passagem da casa para o banco, acontece que o processo arrastou-se durante estes anos todos e o valor em divida após a venda da casa é enorme. Todas as cartas enviadas para mim iam para uma morada de uma casa de habitação do meu ex. marido e nunca para a minha residência, eu nunca tive a tal morada e acontece que não soube nada do processo, pois o meu ex. marido dizia que não me informava para não me preocupar, pois ele iria resolver o assunto. Em Setembro de 2013 recebo na minha entidade patronal uma carta de penhora do meu salário em 1/3, no valor de 46.000€,carta esta enviada pela solicitadora, esse valor é o resultado do valor fixado em divida menos o valor da venda do imóvel, sendo este apenas vendido em Julho de 2013, acontece que eu e o meu ex.marido fomos falar com o banco a propor o pagamento desse valor para podermos sair como fiadores e o banco não aceitou e remeteu um oficio à solicitadora a mencionar que o valor em divida era de 87.000€, pois acrescia o valor dos juros e despesas ao longo destes anos todos. A minha pergunta é a seguinte pode o banco, acrescentar estas despesas todas isso é legal? Para além disso a solicitadora alertou-nos que o valor está sempre aumentar pois vence juros diariamente. Eu tb tenho de pagar a minha casa de habitação e tenho despesas fixas mensais com a casa de 700€, neste momento após a penhora só recebo 900€, só me sobram para comer, despesas com o carro e com a minha filha de 200€, fiz um pedido ao tribunal de redução de penhora para 1/6, para conseguir viver minimamente e conseguir pagar a minha casa, e a decisão do juiz foi que deveria deixar de pagar a minha casa, e que primeiro vencia a 1ª penhora e depois vinham as seguintes.

Esta decisão deixou-me completamente atónica, pois eu iria arranjar dois problemas sérios para a minha vida, e chegava a o fim só tinha dividas infindáveis e ficaria sem a casa de habitação. iria pagar durante uma vida dividas aos bancos para ficar sem nada.

Esta é a justiça deste pais, incentivar ao incumprimento.

Andamos à cerca de 6 meses a tentar negociar com o banco, para sairmos de fiadores pagando a verba em falta de 46.000€, e eles não querem sentar connosco para chegarmos a um acordo, e todas as propostas enviadas vêm recusadas. Não sei mais o que fazer. Não há possibilidades de fazer parar os juros? Pois eu não vejo saida para a minha vida. O que mais me custa é que essa ex.cunhada pediu-me para ajudar e disse-me que nunca me deixaria ficar mal, pois eu avisei-a que não tinha possibilidades de pagar duas casas. Ajudar pessoas é destruir a nossa vida.

O facto de eu nunca ter recebido as cartas na minha morada poderei alegar nulidade por falta de citação?. Agradecia a vossa ajuda no esclarecimento dos factos

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Olá, eu sou fiadora juntamente com o meu ex-marido, na altura eramos casados, de uma irmã do meu marido na compra de uma casa. Ao fim de 2 anos ela divorciou-se e deixou de pagar a casa, e esteve desde 2008 até 2013, sem permitir deixar a casa ir para o banco, nem a pagava e conseguiu adiar o máximo possível em tribunal a passagem da casa para o banco, acontece que o processo arrastou-se durante estes anos todos e o valor em divida após a venda da casa é enorme. Todas as cartas enviadas para mim iam para uma morada de uma casa de habitação do meu ex. marido e nunca para a minha residência, eu nunca tive a tal morada e acontece que não soube nada do processo, pois o meu ex. marido dizia que não me informava para não me preocupar, pois ele iria resolver o assunto. Em Setembro de 2013 recebo na minha entidade patronal uma carta de penhora do meu salário em 1/3, no valor de 46.000€,carta esta enviada pela solicitadora, esse valor é o resultado do valor fixado em divida menos o valor da venda do imóvel, sendo este apenas vendido em Julho de 2013, acontece que eu e o meu ex.marido fomos falar com o banco a propor o pagamento desse valor para podermos sair como fiadores e o banco não aceitou e remeteu um oficio à solicitadora a mencionar que o valor em divida era de 87.000€, pois acrescia o valor dos juros e despesas ao longo destes anos todos. A minha pergunta é a seguinte pode o banco, acrescentar estas despesas todas isso é legal? Para além disso a solicitadora alertou-nos que o valor está sempre aumentar pois vence juros diariamente. Eu tb tenho de pagar a minha casa de habitação e tenho despesas fixas mensais com a casa de 700€, neste momento após a penhora só recebo 900€, só me sobram para comer, despesas com o carro e com a minha filha de 200€, fiz um pedido ao tribunal de redução de penhora para 1/6, para conseguir viver minimamente e conseguir pagar a minha casa, e a decisão do juiz foi que deveria deixar de pagar a minha casa, e que primeiro vencia a 1ª penhora e depois vinham as seguintes.

Esta decisão deixou-me completamente atónica, pois eu iria arranjar dois problemas sérios para a minha vida, e chegava a o fim só tinha dividas infindáveis e ficaria sem a casa de habitação. iria pagar durante uma vida dividas aos bancos para ficar sem nada.

Esta é a justiça deste pais, incentivar ao incumprimento.

Andamos à cerca de 6 meses a tentar negociar com o banco, para sairmos de fiadores pagando a verba em falta de 46.000€, e eles não querem sentar connosco para chegarmos a um acordo, e todas as propostas enviadas vêm recusadas. Não sei mais o que fazer. Não há possibilidades de fazer parar os juros? Pois eu não vejo saida para a minha vida. O que mais me custa é que essa ex.cunhada pediu-me para ajudar e disse-me que nunca me deixaria ficar mal, pois eu avisei-a que não tinha possibilidades de pagar duas casas. Ajudar pessoas é destruir a nossa vida.

O facto de eu nunca ter recebido as cartas na minha morada poderei alegar nulidade por falta de citação?. Agradecia a vossa ajuda no esclarecimento dos factos

Começando pelo fim: comunicaste ao banco o divórcio e/ou a alteração de morada? Se não, vai ser difícil levar a bom porto uma queixa de falta de avisos. O banco não adivinha onde as pessoas estão se estas não lho disserem...

Não faço ideia do contexto em que te disseram aquilo no tribunal mas no fundo há ali uma certa razão também. A primeira penhora é a que tem prevalência. E se mudares para uma casa mais pequena, eventualmente até arrendada, ficas com menos custos e despesas. Tens bens (a casa) e não queres prescindir deles para pagar as dívidas... Se estivesses tu no papel do credor, certamente não irias ficar muito satisfeita com essa atitude também...

Quanto ao banco poder acrescentar os juros, naturalmente que pode. Há uma dívida que enquanto não for paga vai acumulando juros. É muito habitual os valores das penhoras que os solicitadores pedem no início serem ajustados em função dos juros que entretanto vão vencendo. É impossível à partida saber quando é que a dívida vai estar paga, quais os juros que vão existir no entretanto (muitas vezes indexados à Euribor e assim).

A única coisa que não referiste é se tentaste invocar ou não o benefício da excussão. Segundo este, tu tens o direito de te opor à penhora dos teus bens indicando os bens da devedora principal que devem ser penhorados em primeiro lugar.

Também me parece estranho que o banco não queira aceitar os 46.000€. Façam essa proposta junto da solicitadora, ela certamente pensará de outra forma. Isso não vos liberta do resto da dívida, mas certamente iriam pagar muito menos juros sobre o que ainda falta.

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Olá, boa tarde

Relativamente à morada, desde que fui fiadora até ao momento vivi sempre na mesma casa, nunca mudei de morada, quando me divorciei, eu continuei e continuo na mesma casa apenas o meu ex.marido é que saiu da casa. Não sei porque razão enviaram as cartas para a segunda habitação do meu marido na altura.

Segundo aspecto, desde 2011 tenho a minha casa à venda juntamente com um pequeno terreno que ainda é meu e do meu ex. marido, mas até ao momento ainda não surgiu nenhuma proposta de compra, sendo assim como posso eu ir para uma casa alugada, se não consigo vender a casa onde moro. Para além disso a casa onde moro está ainda a ser paga ao banco e o valor em divida é de 110.000€.

Quanto ao pedido de beneficio  excussão relativamente à minha ex-cunhada é como dar um tiro no escuro pois ela não tem nada em nome dela, tudo o que tem está em nome dos pais, não trabalha (propositadamente) e pediu insolvência pessoal. Não sei bem o que significa, mas penso que ao fim de algum tempo ela pode retomar a sua vida e provavelmente nada lhe acontece. Não sei bem como se processa neste caso e o que poderei fazer, pois sei que um dia ela irá ter bens para herdar. Posso neste caso pedir o beneficio?

Já falei com a solicitadora, relativamente ao pagamento dos 46.000€, mas como é óbvio esse valor é para sairmos de fiadores, pois para conseguirmos dar esse dinheiro teremos que pedir ajuda aos amigos e familiares, e teremos que o pagar, com uma atenuante não tem juros  e pagamos consoante as nossas possibilidades.

A meu ver a única coisa que tenho em meu nome e do meu ex. e está paga é o pequeno terreno. Será que o banco poderá aceitar esta proposta?

Quanto à casa não me parece que o banco queira a penhora de algo que ainda não está pago.

O ex marido da minha ex.cunhada (ambos os proprietários da casa) neste momento tb o salário dele está a ser penhorado, juntamente com os nossos (meu e do meu ex.marido), mas quanto eu sei tb não tem nada em nome dele, apenas um dia irá herdar dos pais. Nesse caso terei que esperar para fazer o pedido de beneficio de excussão?

A solicitadora diz sempre que só o banco é que poderá aceitar qualquer condição, ela pouco ou nada poderá fazer e que normalmente os bancos chegam  a um acordo com os fiadores.

O que está mais a custar,  eu  estou a pagar a maior quantia mensal,  e ela é familiar direta do meu ex.marido, pois eu só fui fiadora pq era casada com ele. E claro está mencionei várias vezes à minha ex.cunhada que não tinha possibilidades para pagar duas casas, ela jurou que nunca me iria deixar ficar mal.

Até neste caso acho injusto pois deviamos pagar todos por igual...

No nosso caso eles nunca aceitam proposta alguma só dizem que o valor em divida é de 87.000€ passível de actualização.

O contexto em que o tribunal proferiu a decisão foi que eu mencionei quais as minhas despesas fixas mensais, pagamento da prestação da casa, seguros, contas água, luz, gás e telefone, e todas as despesas associadas à minha filha. De facto o Juiz verificar que o valor restante é pouco para viver, daí que me aconselhou a não pagar a minha casa. O que faz extrapolar os meus problemas, penso que seria muito mais razoável pagar a penhora em 1/6. Assim conseguia pagar as duas coisas (penhora + prestação da minha casa).

Enfim é a justiça deste país!!!

Obrigado pelos esclarecimentos,

C/ melhores cumprimentos,

Isabel Costa

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pelo menos estes tópicos vem esclarecer uma coisa muito importante. nunca ser fiador na vida.

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Parece-lhe justo o banco receber duas vezes o valor da mesma casa, pois é disso que se trata

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Parece-lhe justo o banco receber duas vezes o valor da mesma casa, pois é disso que se trata

São os juros dos atrasos. É que a partir do momento em que falha uma prestação, começam-se a pagar juros sobre juros e a coisa dispara...

Parece-lhe justo estar tantos anos sem pagar e a dívida continuar igual? Pois é disso que se trata...

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Hoje em dia só se coloca nessa situação de fiador quem for incrivelmente ingénuo.

Mas o fiador também devia ter mais informação do que se está a passar em tempo útil, no primeiro mês de incumprimento já devia receber uma notificação a informar de tal situação, a fim de tomar medidas atempadamente.

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Mas o fiador também devia ter mais informação do que se está a passar em tempo útil, no primeiro mês de incumprimento já devia receber uma notificação a informar de tal situação, a fim de tomar medidas atempadamente.

Isso também concordo. Mesmo sem fiadores os bancos deixavam muitas vezes arrastar os atrasos de pagamento antes de passar a medidas mais severas - claro que nessa altura já a dívida era muito maior...

Houve alterações recentemente no sentido de obrigar os bancos a mexerem-se mais depressa. Por acaso gostava de saber de que forma isso afeta os fiadores...

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IG

Isabel, infelizmente estás metida num molho de brócolos, não se pode ser bom :(

É mesmo assim, os bancos são ladrões autorizados, eles não vão aceitar a proposta porque vão buscar muito mais que os 46000€ da dívida, tens que pagar despesas disto, despesas daquilo, juros sobre juros, penalizações, etc eles têm 3 vencimentos penhorados e vão sugar até ao último €

A tua ex-cunhada está bem aconselhada e tratou de tirar o corpo fora(sem bens, sem rendimentos e com um pedido de insolvência, dali o banco não leva nada), deves procurar aconselhamento legal para fazer o mesmo, porque caminhas a passos largos para a insolvência, tens que pensar no teu futuro e da tua filha.

Boa Sorte

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Boa tarde!

Tenho uma questão.

O meu namorado tem um credito de 25000 euros e a irmã e o cunhado são fiadores. Quando o meu namorado pediu so tinha rendimentos dele, agora vamos casar e eu queria saber se ha possibilidade de alterações a nivel do contrato.Ou seja, gostava de saber como vamos ter um agregado familiar se da para eu me juntar a ele no credito e deixar de haver fiadores.

Obrigada

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O meu namorado tem um credito de 25000 euros e a irmã e o cunhado são fiadores. Quando o meu namorado pediu so tinha rendimentos dele, agora vamos casar e eu queria saber se ha possibilidade de alterações a nivel do contrato.Ou seja, gostava de saber como vamos ter um agregado familiar se da para eu me juntar a ele no credito e deixar de haver fiadores.

Quem tem a resposta é o banco... renegociações do contrato são sempre possíveis, basta as duas partes estarem de acordo.

Vejam lá o que vos pedem em troca, pode não valer a pena...

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É possível sim, para isso você vai precisar de alguém para ser o novo fiador e dependerá da concordância do banco.

E se não tem como pagar você também pode exercer o seu direito ao benefício de excussão sendo primeiro os bens do devedor para serem penhorados. Caso ele não tenha o suficiente para terminar a divida dai será colocado os seus bens para penhor.

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