beta68

Vitima de fraude informática no homebanking

34 publicações neste tópico

Boa tarde,

Fui vitíma no início de Julho de uma fraude informática através do homebanking BPI. Fui informada pelo próprio banco de haver suspeitas de ter havido uma fraude no dia seguinte à ocorrência da mesma, foram-se "roubados" da conta 498 euros... Apresentei queixa na PJ, já prestei declarações 2 vezes. Recebi uma 1º carta do banco quase 2 meses depois da ocorrência, alegando não se responsabilizar pelo sucedido. Contestei, através de carta registada com aviso de receção e não obtive qualquer resposta. Só depois de ter ido falar pessoalmente com o meu gestor de conta, recebi uma carta do banco SEDE , que no essencial, refere apenas que não sendo responsável pelo sucedido, aguarda pela conclusão do inquérito. O que como sabemos neste neste país pode demorar anos! Soube que no mesmo dia houve outro tipo de fraudes no mesmo banco, daí ter dado conta da minha situação. O que devo faber para reaver o meu dinheiro?

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Podes tentar reclamar para o BdP mas duvido que adiante - até agora, o único comportamento passível de ser corrigido foi o atraso na resposta à carta inicial... Aliás teve mesmo um comportamento pro-ativo, alertando-te para a situação e, imagino eu, ajudado a resolver a quebra de segurança.

Por acaso foste responsável pela falha de segurança? Na esmagadora maioria dos casos a responsabilidade é do cliente, mesmo que não se tenha apercebido disso na altura...

Seja como for, insiste e não desistas - se há um inquérito em curso há que apurar de quem foi a responsabilidade - mesmo que venha parar a ti, tens o direito de saber...

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Boas, é sempre bom postarem estes exemplos, mas no teu caso, poderias deixar aqui mais pormenores do que realmente aconteceu, para que outros useres saibam e não cometam o mesmo erro, é verdade que eu tambem utilizo este sistema de homebanking e agora até me assustei, quer dizer que se sair dinheiro indevido da nossa conta ninguem se responsabliza? obrigado

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Se a culpa for do cliente é normal que o banco não se responsabilize. Um exemplo disso são os casos de Phishing.

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Tenho a certeza que nunca fiz um uso indevido dos meus códigos, sou bastante cuidadosa e ninguém os conhecia (nem mesmo o meu marido!) entrei sempre pelo modo de segurança, ou seja pelo BPI e não pelo google. Claro que fui apanhada num momento qualquer....O curioso é que se sabe quem é o autor da transferência, que por acaso até foi interbancária, o.s. da minha conta BPI para outra conta BPI no mesmo balcão... Logo que o dinheiro entrou na conta desse cliente, foi diretamente tranferido para uma conta de câmbios e o dinheiro voou para o estrangeiro! Sabem quem fez, quando o fez, são eles a alertar-me da fraude e simplesmente agora desresponsabilizam-se! Claro que não vou desistir da queixa na PJ, já me dirigi também ao provedor do banco por e-mail (estão supostamente a averiguar a situação!) Talvez o Banco de Portugal não seja má ideia, sempre é mais um alerta que chega ao banco por outra via! Enfim... de qualquer modo tenham cuidado! Pessoalmente, deixei de usar o homebanking, simplesmente!

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Eu utilizo o homebanking BPI e nunca tive qualquer problema. O que se pode ter passado é ter no computador algum vírus que capte as passwords e códigos. O banco como é óbvio não tem culpa disso.

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O curioso é que se sabe quem é o autor da transferência, que por acaso até foi interbancária, o.s. da minha conta BPI para outra conta BPI no mesmo balcão... Logo que o dinheiro entrou na conta desse cliente, foi diretamente tranferido para uma conta de câmbios e o dinheiro voou para o estrangeiro!

o que é uma conta de cambios?

e já agora pq foram transferidos 498€ e não outra quantia? era o dinheiro disponível na altura?

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Vamos lá ver, para se transferir dinheiro para outra conta é necessário saber-se todas as coordenadas do cartão matriz ou com muita sorte só algumas. Se quem fez a transferência se autenticou com o código de acesso e indicou a coordenada correcta do cartão matriz, para o banco, essa pessoa é a cliente legítima.

Se alguém que não a cliente tem as coordenadas do cartão, ou obteve-as directamente partir da cliente, ou então arranjou um esquema que leve a cliente a indicar essas coordenadas. Se a cliente tem um vírus no PC, que faz phishing ao site do banco e pede as coordenadas todas e essas são inseridas, a culpa não é do banco.

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Talvez seja culpa do banco pois, provavelmente, não aferiu se o cliente tinha segurança no seu computador ou sequer se sabia mexer nele.

Aliás, qual a razão para se um cliente for roubado, cedendo os códigos do MB, o banco ter um seguro para tal e no caso da internet ele não existir?

Pessoalmente tenho uma forma pouco ou muito prática mas que apliquei depois de ter "problemas":

Quando uso o homebanking é uma vez e em seguida bloqueio os códigos, depois é preciso ir ao balcao buscar novos para utilizar.

- mas cuidado - o Totta já permite re-activação sem ser preciso ir ao balcao.

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Talvez seja culpa do banco pois, provavelmente, não aferiu se o cliente tinha segurança no seu computador ou sequer se sabia mexer nele.

Aliás, qual a razão para se um cliente for roubado, cedendo os códigos do MB, o banco ter um seguro para tal e no caso da internet ele não existir?

Pessoalmente tenho uma forma pouco ou muito prática mas que apliquei depois de ter "problemas":

Quando uso o homebanking é uma vez e em seguida bloqueio os códigos, depois é preciso ir ao balcao buscar novos para utilizar.

- mas cuidado - o Totta já permite re-activação sem ser preciso ir ao balcao.

Neste caso ninguém apontou uma pistola à cliente para facultar os códigos, logo não tem nada a ver. Se quiseres um termo de comparação, seria como alguém que estivesse ao pé de ti visse marcares o código e por azar te esquecesses do cartão no Multibanco. Logo ias ver se o banco pagava alguma coisa.

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Num caso em que se coloca um teclado falso no MB e um sistema de prender o cartão lá dentro, sem que apareça ninguém, o seguro entra em acção.

Creio que pela net o furto é similar, mas desde 2009 que os bancos não querem responsabilidades no campo da net, isto segundo a PJ

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Eu ainda não usei esse sistema até porque tenho o balcão do banco quase ao pé de casa e as caixas que lá estão dão para fazer tudo a qualquer hora.

No entanto posso dizer que já recusaram dar-me informações ao balcão dizendo-me para ir à net.

Será legitima esta atitude?

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Num caso em que se coloca um teclado falso no MB e um sistema de prender o cartão lá dentro, sem que apareça ninguém, o seguro entra em acção.

Creio que pela net o furto é similar, mas desde 2009 que os bancos não querem responsabilidades no campo da net, isto segundo a PJ

Só seria similar se o MB estivesse dentro da tua loja... Estando num sítio público o cliente não tem como saber se alguém meteu um teclado falso no MB ou não... Agora, estando o PC em sua casa, é suposto controlar o que por lá anda - e se não o faz ou não sente segurança no seu PC não o deve usar para aceder a informação sensível como a do banco...

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Acho curioso como se compreende melhor a falha de segurança ou de proteção aos clientes, por parte do banco do que a criação de meios melhores por parte daqueles que nos guardam o dinheiro.

Além disso, um seguro seria uma solução viavel, creio que a maioria iria aceitar.

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Acho curioso como se compreende melhor a falha de segurança ou de proteção aos clientes, por parte do banco do que a criação de meios melhores por parte daqueles que nos guardam o dinheiro.

Além disso, um seguro seria uma solução viavel, creio que a maioria iria aceitar.

Falta de segurança porquê? O banco atribui ao cliente uma senha de acesso e um cartão matriz. Sempre que se abre o BPI Net aparece logo um aviso para nunca indicar todas as coordenadas do cartão matriz. Se o cliente não tem cuidado e mete vírus no seu computador que depois captam a senha e as coordenadas, que culpa tem o banco?

Na agência do BPI aqui mais perto tem uma máquina com acesso ao BPI Net e lá é seguro, ninguém consegue ir lá meter vírus.

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Eu utilizo o homebanking BPI e nunca tive qualquer problema.

Se algum dia tiver, mudará de opinião.

Estando num sítio público o cliente não tem como saber --- estando o PC em sua casa, é suposto controlar o que por lá anda

A internet é um sitio publico.

Sabem quantos casos de Phishing existem? e as formas de o fazer?

Os esquemas que envolvem as operadoras de telemoveis e os bancos? os esquemas cartão matriz?

Algum funcionário de banco, quando vos entregou os códigos ou o cartão vos disse que o perigo reside aqui e ali, naquele ou outro procedimento? ou que já aconteceu e para terem cuidado?

Ou melhor: que medidas tomou o banco para anular essa "porta"?

O totta demorou anos a assumir que tinha uma "porta" aberta e só mudou o sistema quando imensos clientes denunciaram a situação, mas só a alguns devolveu o que foi retirado.

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A internet é um sitio publico.

A internet sim. Tal como a rua... Não é bem isso que está em causa, mas reconheço que me expressei mal.

Já que estamos numa de analogias, vamos lá fazer uma com deve de ser com o phishing:

Se eu comprar uma casa na aldeia, a pintar de cor de rosa, puser um letreiro a dizer Millennium na porta, as pessoas (se calhar legitimamente) acham tratar-se um banco... Até posso oferecer serviços de deixar lá abrir contas e aceitar os depósitos que me levem lá.

Passado uma semana desapareço e levo o dinheiro todo comigo. Pergunto-me se o Millennium indemnizaria alguma das pessoas que tinha sido lesada com esta fraude... e se alguém acharia que era dever do banco fazê-lo...

Sabem quantos casos de Phishing existem? e as formas de o fazer?

Os esquemas que envolvem as operadoras de telemoveis e os bancos? os esquemas cartão matriz?

Não os conheço a todos mas conheço muitos. E também admito que alguns deles estão fora do alcance de deteção para o comum dos mortais.

Algum funcionário de banco, quando vos entregou os códigos ou o cartão vos disse que o perigo reside aqui e ali, naquele ou outro procedimento? ou que já aconteceu e para terem cuidado?

Ou melhor: que medidas tomou o banco para anular essa "porta"?

Não posso falar por todos os bancos mas, por exemplo, no caso do Millennium, até pecam por excesso. Já perdi a conta à quantidade de mails deles que recebi a dizer para nunca abrir links a partir de emails, guardar os códigos em sítio seguro, etc. Ao fim de 2 ou 3, as pessoas simplesmente deixam de os ler. Se vier uma recomendação nova, azar - mas lá está, o banco avisou...

Que não pareça que acho que a culpa é dos clientes... só que às vezes não é de nenhum dos dois - e se o banco fizer esforços razoáveis para evitar este tipo de situações, também não me parece lícito exigir-se-lhe alguma coisa quando estas situações ocorrem...

O totta demorou anos a assumir que tinha uma "porta" aberta e só mudou o sistema quando imensos clientes denunciaram a situação, mas só a alguns devolveu o que foi retirado.

Isto também não me parece lícito.  >:(

Das duas uma: ou não foram todos burlados da mesma maneira ou então espero que os que não viram o dinheiro de volta tenham avançado com algum processo contra o banco...

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O curioso é que se sabe quem é o autor da transferência, que por acaso até foi interbancária, o.s. da minha conta BPI para outra conta BPI no mesmo balcão... Logo que o dinheiro entrou na conta desse cliente, foi diretamente tranferido para uma conta de câmbios e o dinheiro voou para o estrangeiro! Sabem quem fez, quando o fez, são eles a alertar-me da fraude e simplesmente agora desresponsabilizam-se!

Então se já sabem isso tudo, em que pé está o processo? O banco já disse de que forma essa pessoa teve acesso ao dinheiro? Foi usando os códigos ou foi de outra forma?

E o que vai o banco fazer para reaver o dinheiro? Ou está à espera que o cliente tome a iniciativa de o reclamar?

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Não os conheço a todos mas conheço muitos. E também admito que alguns deles estão fora do alcance de deteção para o comum dos mortais.

Sem os enunciar, tenho a certeza que o banco nos email's e afins nunca o avisou da maioria desses esquemas. Mais, tenho a convição que pode avisar quem tem milhares ou milhoes, mas quem lida com dezenas ou centenas de euros jamais é avisado da mesma forma: gestor de conta com cor azul.

Só tenho pena é que as pessoas deixem de reclamar a responsabilidade do banco num processo onde ele dispoem de todos os dados possiveis e inimaginários.

Para a pessoa burlada: Vá todos os dias à agencia, chateie, insista, faça reclamações diárias no livro de reclamações, faça de tudo para que eles não a suportem mais... depois aguarde, que um dia alguém ira pedir para ter uma reunião. Aí, alguém vai conversar e negociar a devolução dos euros a troco de silencio/assumir da culpa.

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Então e como é que o banco sabe se a cliente foi burlada? Eu agora podia fazer uma transferência para alguém para pagar alguma coisa e depois dizia ao banco que me roubaram o dinheiro e quero de volta, e ficava-me a rir. Se a transferência foi feita com todos os códigos necessários, tem valor. A questão é que eles avisaram que foi uma transação estranha, logo algo os fez pensar isso. Era bom era pegar por aí.

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os meus dois Bancos ( BPI e CGD ) desde há muito que deixaram de usar os cartões-matriz para operações acima de determinado valor ( salvo erro 500 euros, mas não me lembro agora exactamente ) : acima disso para cada operação é enviado um código específico via sms para o meu telemóvel.

já me aconteceu estar a fazer uma operação dessas e não ter o telemóvel comigo.... e ficar "pendurado" ..!  É a vida mas oferece segurança.

eu conheço um amigo que a respectiva mulher, um dia, chegou ao emprego e foi fazer uma operação ( Montepio ) e apareceu-lhe um écran a solicitar códigos do cartão matriz: a "parvinha" deu-os e eles ficaram sem 2.000 euros na conta ! 

Portanto os Bancos não podem de facto ser responsáveis por todos os erros dos clientes - não se esqueçam de que existem milhões de clientes bancários em Portugal e a maior parte deve ser informático-excluído, ou seja sabe usar a coisa mas não sabe prevenir pishings e coisas do género.

Eu só sei que na minha empresa tenho um colega informático que sempre me diz que é necessário o máximo cuidado com o uso do homebanking e eu acredito nele, pois todos sabemos que o nosso computador pode estar a ser vigiado sem o sabermos. Na dúvida use o multibanco e fique com o talão, aí não pode haver fraudes... !

eu instalei, há bastante tempo, um software livre no meu pois esses softwares são muito mais seguros no que respeita a vírus e programas maliciosos do que o Windows, pela simples razão de que os vírus estão geralmente formatados para o Windows.

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para cada operação é enviado um código específico via sms para o meu telemóvel.

Se fosse um sistema seguro não havia fraudes, como aquelas, com pedidos de 2.ªs vias do cartão telemovel, nas quais as operadoras de telemoveis também tem conhecimento.

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esquece-se de um princípio elementar da vida: neste mundo em que vivemos nada é 100% seguro desde o nascimento até à morte: quantos bebes, em Portugal (para falarmos só em nós, que temos nessa área excelentes indicadores ) nascem com problemas devido a erros de prática médica (involuntários, evidentemente ) na acto de nascer ?  Vá ver a estatística, são poucos mas existem.

Quantos remédios e em que % em vez de curarem prejudicam determinado doente obrigando à sua imediata mudança ? Vá ver a estatística...

você já andou de avião ?  Acha seguro ?  Quantos % ?  E de carro ? acha seguro ? Em que % ?  Vá ver as estatísticas .

essa questão de solicitar uma 2ª via de cartões que coloca também não está colocada correctamente : se alguém solicita uma 2ª via de um cartão telefónico o operador envia-a para a morada do titular dessa conta, em 1º lugar, e cancela o cartão anterior, em 2º lugar : ou seja o titular legítimo, em caso de fraude, imediatamente dá por ela.

Não se esqueça de dois princípios básicos do nosso dia-a-dia:

1º) não existe nada neste Mundo 100% seguro   e, em

2º lugar) a nossa segurança depende em grande parte dos nossos próprios procedimentos e cautelas

agora o que nós não podemos é ser desleixados e inconscientes connosco próprios e com os nossos actos do dia-a-dia e lançar as culpas para cima dos outros não fazendo uma análise de consciência devida sobre a origem da falha e do erro e sobre a nossa % de culpa no mesmo.

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Beta 68, por acaso ao acederes ao serviço nunca te surgiu um quadro para introduzires os todos os dados do teu cartão matriz, por razões de segurança ou para actualização de dados? Ou não terás recebido um email para preencheres os dados do cartão matriz?

Muito provavelmente foste vitima de phishing, e só te movimentaram 498 € porque como não deves ter o sms token activo, o limite para transferências com cartão matriz no teu banco deve ser de 500 €.

Um conselho para ti e para todos os utilizadores de serviços de homebanking, adiram ao sms token, não introduzam o vosso numero de telemóvel em casos de solicitação de actualização de dados e nunca façam download de links para instalação de aplicações que sejam enviados por sms para os vossos telemóveis.

Tal como o Carlos 2008 escreveu no tópico dele "a nossa segurança depende em grande parte dos nossos próprios procedimentos e cautelas", duvido que o banco se responsabilize, agora depende daquilo que as autoridades consigam fazer com os registos que têm, mas pelos vistos o dinheiro deve ter sido enviado por um serviço de envio em minutos para o estrangeiro. Apanhar e deter o burlão e as pessoas envolvidas pode não ser fácil, mas provavelmente não foi a única vitimas dos burlões e a polícia pode até já ter várias pistas que os conduzam à captura dos burlões. Agora resta-lhe ir mantendo-se informada quer junto do banco quer junto das autoridades de como está a decorrer o processo...

Boa sorte

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beta68  será que é possivel explicar o que se passou realmente? Assim ajudava outras pessoas a não terem o mesmo problema...

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