Eurico, o presbítero

Aplicar 125 mil euros esta semana

32 publicações neste tópico

Esta última sexta-feira venceu uma aplicação no montante de 125 mil euros que eu tinha em obrigações.

Procuro agora um produto financeiro (ou produtos) onde possa aplicar aquele valor. Não prevejo necessitar do dinheiro no curto prazo. No entanto, dada a volatilidade da atual conjuntura, penso que não será muito prudente fazer aplicações a longo prazo. Pelo menos é o que me parece... daí não pretender renovar o investimento em obrigações de larga maturidade.... (posso estar errado, mas vocês mo dirão)

Valorizo a garantia do capital e, naturalmente, a melhor remuneração possível.

Poderão dar-me, por favor, a vossa opinião sobre a melhor forma de aplicar aquele capital?

Muito obrigado.

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Isto do longo prazo tem algo que se lhe diga.

Para obrigações é realmente arriscado, já que não se sabe se iremos passar pelo mesmo que a Grécia (com o perdão de 50%).

Quanto a depósitos a prazo, tendo em conta que o banco de Portugal está a tentar controlar as subidas das taxas, talvez fosse uma boa altura para apostar em longo prazo nestes produtos. A meu ver, as taxas vão manter-se ou mais provavelmente descer.

Noutro tópico falamos de certificados de depósito, que parecem ser boas alternativas para investimento a médio e longo prazo, tendo a garantia do FGD. É pena já estarmos mesmo no fim de Outubro. Mesmo mexendo-nos muito depressa já deve ser difícil apanhar o barco dos bons DPs.

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Com 125 mil euros facilmente consegue depósitos a prazo acima de 6% em vários bancos. Mas o melhor é colocar só 100 mil e os outros 25 mil meter noutro banco. É que o FGD só cobre até 100 mil. É melhor não arriscar.

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Na passada semana fiz "negociação" para uma taxa de juro a 6 meses com vários bancos (para o montante de 120 mil euros) e a melhor taxa que consegui foi de 6,40% brutos (5,024% líquidos).

Mas a maior parte desses bancos (principalmente os "on-line" como o Best, BIG, ActivoBank) aconselharam-me comprar Obrigações do Tesouro 2012 (vencem a 15/06/2012) que garante, segundo me disseram, uma taxa líquida superior a 9%.

Ora esta proposta (de compra das OT 2012 e a taxa que "oferecem") fez-me balançar...

Daí a minha dúvida.... Onde aplicar (com juízo) estes 125 mil euros... (???)

Agradeço sugestões.

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Eu cá não me metia em Obrigações do Tesoura. A taxa pode ser muito atrativa, mas calha o Governo mudar as regras a meio e podes perder dinheiro. Há grande possibilidade de mexerem nas regras caso vejam que não conseguem pagar.

Imagine-se o cenário actual: acho que uma UP vale 1€. Uma pessoa investe 50.000€. Daqui a uns meses o Governo como se vê a rasca diz que a UP vai passar a valer 0,50€. Resultado: quem resgatar perde 50%. Penso que este cenário não será de todo impossível.

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Esta última sexta-feira venceu uma aplicação no montante de 125 mil euros que eu tinha em obrigações.

Procuro agora um produto financeiro (ou produtos) onde possa aplicar aquele valor. Não prevejo necessitar do dinheiro no curto prazo. No entanto, dada a volatilidade da atual conjuntura, penso que não será muito prudente fazer aplicações a longo prazo. Pelo menos é o que me parece... daí não pretender renovar o investimento em obrigações de larga maturidade.... (posso estar errado, mas vocês mo dirão)

Valorizo a garantia do capital e, naturalmente, a melhor remuneração possível.

Poderão dar-me, por favor, a vossa opinião sobre a melhor forma de aplicar aquele capital?

Muito obrigado.

Para pouco mais de metade desse montante consegui ha 15 dias 6,25% para um dp 18 meses com vencimento de juros de 6 em 6 meses, ou seja ao fim de 6 meses tenho juro e capital livre no banco popular.

um abraço

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Eu só pedi cotações para taxas de juros (a 6 meses e montante 125 mil euros) nos 7 bancos em que tenho contas (3 dos quais bancos "on-line"). Não tenho conta no Banco Popular...

Foram esses bancos "on-line" que me quiseram vender OT 2012, com o prazo a vencer-se a 15 de Junho de 2012. A taxa, mais coisa menos coisa, anda à volta dos 9,5% líquidos.

Há algo risco não negligenciável de, neste curto prazo de tempo (8 meses), o estado português entrar em default? Incorro num risco sério se comprar estas OT 2012? Se sim, então nem devo pensar nas OT 2013, 2014, 2015... [Já agora, tive uma "oferta" para as OT Outubro 2015 a uma taxa líquida próxima dos 13%...]

Estou com imensas dúvidas...

Ainda há a opção "dos correios", os Certificados do Tesouro que rendem 5,3% líquidos ao ano se aplicar entre 5 a 9 anos...

Sinto-me como um "doido no meio da ponte", sem saber exatamente o que fazer. E queria aplicar o dinheiro já amanhã, pois isto de ter o dinheiro na conta "à ordem", não dá com nada...

Agradeço um conselho concreto.

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Eu não sou entendido na matéria, mas prefiro apostar na banca do que no Estado. Acho preferível uma TANB de 6% segura, com o capital coberto pelo FGD, do que apostar em OT's a alguns anos e meter-me numa grande alhada. Acho muito complicado o Estado conseguir pagar juros de 13%...

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O montante que eu quero aplicar são 125 mil euros, portanto já ultrapassa o "fundo de garantia". Por outro lado, segundo li, esse fundo deixa de vigorar no final do ano e ainda não se sabe, em concreto, como será esse novo "fundo de garantia" a estabelecer a partir de 2012.

Quando faço aplicações, vem-me sempre à cabeça a história dos "ovos" e dos "cestos"... Será que aplicar todo o capital (125 mil euros) num depósito a prazo ou em OT não será pouco razoável?

Não seria mais avisado da minha parte repartir esse montante por várias aplicações?

Mas quais?....

Podem dar-me a vossa opinião?

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sinceramente, foi dito que o limite é de 100.000 euros até ao final do ano e depois é de 25K apenas.

No site do Fundo de garantia, o limite depois de 2011 é 100K mas ainda nao foi transporto para legislação isso e tanto que a CGD, BCP e afins ainda tem essa menção.

Mais que 100K nao colocava, agora, metia era algo até final de 2011 nem que fosse no big a 1 mes e renovava mais 1 mes e depois via como era as condicoes e

avaliava o mercado novamente.

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Podes abrir uma conta num banco com 100.000€ e outra com 25.000€ noutro. Podes perder um pouco, mas fica tudo coberto pelo FGD.

Mesmo que eles mudem as regras do FGD, podes sempre resgatar o capital e aplicar de outra forma, desde que te metas em depósitos em que a mobilização seja permitida a qualquer altura. Aliás, eu nem me ia meter nesta altura em depósitos sem possibilidade de mobilização antecipada.

Até poderias aplicar o capital noutro tipo de produtos, mas é questão de saber a tua disposição em arriscar. Neste momento, os depósitos a prazo parecem-me ser a opção mais segura. Muita gente confia cegamente nas OT's, mas eu sou exactamente o contrário, confio muito pouco e não coloco lá um cêntimo. As taxas podem ser muito apetecíveis, mas deixa muitas dúvidas.

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Hoje em dia o melhor menos é a diversidade. Certificados do Tesouro a 5 anos 25 % 50% deposito a prazo de 6 meses a um ano e outros 25 de 1 a 3 anos.

EM que banco tens conta se é que podes dizer?

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Concordo com o gupi quando diz que o melhor é diversidade. Agora se calhar em vez de escolher certificados de tesouro, optava pelas tais OTs com maturidade em 2012. Dessa forma acho que se aproveita o melhor de dois mundos.

Quanto ao resto, supostamente para um DP, é preciso ter em linha de conta que só tem um dia até final de Outubro. Tendo em conta que não é facil mobilizar instantaneamente tanto dinheiro entre bancos, a constituição dos depósito deve arrastar-se para Novembro. Logo todas estas taxas de >6% que se têm conseguido podem deixar de existir de um dia para o outro. Tenha cuidado com isso antes de decidir. Se o banco onde tiver o dinheiro neste momento também lhe der uma taxa desse nível, fique-se com esse.

A maior parte das FINs que tenho visto têm validade só até 31 de Outubro.

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Tenho conta nos principais bancos portugueses e em 3 "on-line" (big, best e activobank/millenium).

O problema da diversificação e de fracionar o investimento, é que as taxas (dos DP) baixam. Estamos a falar de taxas negociadas, que foram sujeitas a uma aprovação superior (uns pontos acima do que é praticado ao balcão ou na net), e portanto, ao estar a reduzir os montantes, as taxas baixam também.

A melhor oferta que eu tenho, 6,40% brutos, é para 120 mil euros. Se forem 100 mil a taxa é de 6,25% (4,91% liq.) e se 50 mil a taxa baixa para 5,85% (4,59% liq.).

Se fraciono muito, a rendibilidade desce...

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Pois, mas arriscas que o banco feche a porta e lá se vão 25 mil à vida  ;D

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O cenário está assim tão ruim?

Será que em 6 meses pode acontecer uma tragédia dessas? Um banco português não honrar um Depósito a Prazo?

Hoje em dia, que tipo de investimento é verdadeiramente seguro?

Estão a deixar-me bastante apreensivo...

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SE tem 6 contas em 6 bancos, eu escolhia 5 desses bancos, ou seja, excluía o que tem a pior proposta, e fazia 5 DP no valor de 125 mil euros cada.assim acautelava a questão da diminuição do fundo de garantia para 25 mil.

Ok, rende menos, mas à noite dormia descansado...

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Correcção: DP de 25 mil cada, claro!

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Como disse no início, não prevejo vir a precisar do dinheiro no curto prazo. Queria guardá-lo como um "pé de meia", para usá-lo numa necessidade.

Bem sei que a conjuntura é a que é, mas... os DP serão, para o meu caso, a melhor solução?

Tenho já algumas aplicações em fundos internacionais. Queria agora diversificar. No entanto, numa perspetiva conservadora, tal como exige o momento atual, pretendia efetuar uma aplicação segura, de baixo risco, mas que me desse um rendimento agradável, acima da inflação.

Após muito pensar, estou inclinado a fazer o seguinte "mixed" de:

- DP (45 mil);

- Certificados do Tesouro - subscritos nos ctt (40 mil);

- e, finalmente, OT 2012 (40 mil).

Que vos parece esta minha ideia?

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Como disse no início, não prevejo vir a precisar do dinheiro no curto prazo. Queria guardá-lo como um "pé de meia", para usá-lo numa necessidade.

Bem sei que a conjuntura é a que é, mas... os DP serão, para o meu caso, a melhor solução?

Tenho já algumas aplicações em fundos internacionais. Queria agora diversificar. No entanto, numa perspetiva conservadora, tal como exige o momento atual, pretendia efetuar uma aplicação segura, de baixo risco, mas que me desse um rendimento agradável, acima da inflação.

Após muito pensar, estou inclinado a fazer o seguinte "mixed" de:

- DP (45 mil);

- Certificados do Tesouro - subscritos nos ctt (40 mil);

- e, finalmente, OT 2012 (40 mil).

Que vos parece esta minha ideia?

Na minha modesta opinião, optaria por em vez dos CT adquirir mais obrigações de divida publica, directamente no banco (por ex. no BIG), de Portugal ou Irlanda, com uma maturidade inferior a 5 anos (por ex, 2014).

Rende mais que os CT e mais rapidamente e o risco é idêntico, permitindo uma gestão mais activa do investimento...

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Da nossa conversa, fiquei com a ideia que havia maior "proteção" no caso dos Certificados de Tesouro - destinados aos pequenos aforradores portugueses, ao Povo - do que no caso das Obrigações do Tesouro - mais dirigidas para "investidores capitalistas".

Não é assim? O risco é exatamente o mesmo, aplicar nos populares CT ou nas OT?

Preciso de saber isso ao certo, já que para igual risco, naturalmente, aplicarei o meu dinheiro no produto que me garantir melhor taxa.

Mas o risco dos 2 produtos será mesmo o ... mesmo?

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Da nossa conversa, fiquei com a ideia que havia maior "proteção" no caso dos Certificados de Tesouro - destinados aos pequenos aforradores portugueses, ao Povo - do que no caso das Obrigações do Tesouro - mais dirigidas para "investidores capitalistas".

Não é assim? O risco é exatamente o mesmo, aplicar nos populares CT ou nas OT?

Preciso de saber isso ao certo, já que para igual risco, naturalmente, aplicarei o meu dinheiro no produto que me garantir melhor taxa.

Mas o risco dos 2 produtos será mesmo o ... mesmo?

É muito difícil responder a estas questões na eventualidade de incumprimento ou renegociação da dívida. Eu também sou da opinião que, teoricamente, os investidores dos CT não deveriam ser penalizados nunca! Precisamente porque é uma dívida do estado que foi colocada à disposição propositada p procura interna, ao contrário da colocada nos leilões dos mercados financeiros internacionais.

Mas, de acordo com a natureza de ambos os produtos, dizem os especialistas que o risco é muito semelhante...

A grande desvantagem é que, para fazer sentido optar pelos CT, tem de assumir como prazo para o investimento, no mínimo, 5 anos, facto que me leva a sugerir investir directamente em obrigações de maturidades mais curtas e rentabilidades ainda, porventura, superiores!

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...

A grande desvantagem é que, para fazer sentido optar pelos CT, tem de assumir como prazo para o investimento, no mínimo, 5 anos, facto que me leva a sugerir investir directamente em obrigações de maturidades mais curtas e rentabilidades ainda, porventura, superiores!

Sim, a sua opinião faz todo o sentido.

Vou ler os jornais desta manhã (hoje é o dia mundial da poupança!) e ver se sugerem alguma aplicação interessante.

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Concordo plenamente...os ovos nunca devem ficar todos no mesmo cesto, pois se o cesto cai podemos ficar sem os ovos. Na minha opinião deveria ponderar dividir o dinheiro por mais que um banco e sinceramente em algo seguro nomeadamente depósitos a prazo.

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Invista em imobiliário para arredandamento uma boa fatia das poupanças, já que tem algumas poupanças extra.

É só mais uma sugestão.

Cumprimentos

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