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Nacionalização da banca?

17 publicações neste tópico

Boa noite,

Gostaria de saber quais as consequencias duma eventual nacionalização da banca?

Obrigado

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Do ponto de vista de quem?

Por exemplo o BPN foi nacionalizado e está em vias de ser vendido outra vez e, que eu saiba, a maior parte dos seus clientes nem deu pela diferença...

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Por exemplo, do ponto de vista de quem tem acções do BCP

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Apesar de não vir muito a proposito gostaria de ser esclarecido sobre o seguinte:

1- Em caso de incumprimento por parte de um dos grandes da banca portuguesa comercial, qual o valor previsto na lei com direito a indemnização ( será o valor final por  nºconta e só em relação ao 1º titular ou por titular(s) dessa conta - nº de titulares vezes o valor de indemnização?)

2- No caso de bancos estrangeiros a operar em Portugal (ex barclays) será uma situação similar?

Agradeço informação sobre o assunto pois parece-me haver alguma (grande) falta de esclarecimento por quem deve informar.

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Agradeço informação sobre o assunto pois parece-me haver alguma (grande) falta de esclarecimento por quem deve informar.

Por acaso nem concordo - essa informação está cada vez mais acessível, já diversos meios de comunicação social fizeram reportagens sobre esse tema e tudo. Agora não pode é andar sempre a aparecer como notícia de abertura, até porque nem estamos perante um cenário que justifique o recurso a esse tipo de mecanismos...

Suponho que estejas a falar sobre coisas como o Fundo de Garantia de Depósitos ou o Sistema de Indemnização aos Investidores, não?

A resposta às questões, nestes casos, é idêntica, mas aqui ficam as referências para os sites de quem deve informar ;)

http://clientebancario.bportugal.pt/pt-PT/DireitosdosClientes/GarantiadeDepositos/Paginas/Garantias.aspx

http://www.fgd.pt/pt-PT/FAQs/Paginas/default.aspx

http://www.cmvm.pt/CMVM/Sistema%20Indemnizacao%20Investidores/Faq/Pages/faq.aspx

Relativamente aos bancos estrangeiros, para operarem em Portugal, ou aderem aos fundos de proteção de cá ou então descontam para os fundos dos seus países de origem - única condição: que esses fundos dos países de origem dêem as mesmas garantias que os de cá ;)

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Caro Paulo aguia:

Obrigado pelos esclarecimentos. No entanto no site do Banco de Portugal fico pouco esclarecido com os exemplos dados ou ainda mais baralhado.Os exemplos não são felizes. Isto porque eu chamo nº de conta a uma unica existencia junto do banco. A minha duvida continua a prender-se com o valor de indemnização a que tem direito cada um dos titulares dessa mesma conta (independentemente de ela conter DO, DP, CPH, PPR ou mesmo Fundo de obrigações). Se existirem outra ou outras no mesmo banco e com os mesmos titulares (ou por ordem inversa dos mesmos), será que tambem há lugar a nova indemnização ou não?. Se puder agradecia esclarecimento.

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Obrigado pelos esclarecimentos. No entanto no site do Banco de Portugal fico pouco esclarecido com os exemplos dados ou ainda mais baralhado.Os exemplos não são felizes. Isto porque eu chamo nº de conta a uma unica existencia junto do banco. A minha duvida continua a prender-se com o valor de indemnização a que tem direito cada um dos titulares dessa mesma conta (independentemente de ela conter DO, DP, CPH, PPR ou mesmo Fundo de obrigações). Se existirem outra ou outras no mesmo banco e com os mesmos titulares (ou por ordem inversa dos mesmos), será que tambem há lugar a nova indemnização ou não?. Se puder agradecia esclarecimento.

??? Os exemplos 2, 3, 4 e 5 vão justamente ao encontro de cenários com múltiplas contas... O que conta é a totalidade do património que aquele cliente tem junto do banco, não interessa se numa ou várias contas.

Se apresentares um exemplo com números concretos dá para esclarecer melhor. Assim sendo, nem sequer percebi a dúvida, depois daqueles exemplos... :-\

Só mais uma coisa: referes aí uma série de produtos que não são abrangidos pelos exemplos que estiveste a ver. O FGD apenas cobre DO e DP.

CPH não estão cobertos por nenhum fundo de garantia (é uma dívida que tens ao banco, queres ser indemnizado de quê?) Naturalmente que se o banco entrar em falência, por exemplo, alguma outra instituição irá comprar os direitos sobre esse crédito e ficarás a pagar a essa nova instituição...

Quando aos Fundos de Obrigações, julgo que são cobertos pelo Sistema de Indemnização aos Investidores (sempre no caso do banco não conseguir pagar. A desvalorização do fundo pode ser natural, dependendo dos ativos que o compõem e essa não é naturalmente coberta por este sistema).

Quanto ao PPR julgo que depende da natureza do mesmo...

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Caro pauloaguia.

Continuo a agradecer os seus doutos conhecimentos

Como não fiquei esclarecido ai vai  mais um pedido de esclarecimento (agora com estes simples exemplos):

1)banco X, conta yyyyyy, Titulares A (1º) e B(2º)

Constituição da conta- DO, DP, PPR, Fundo de tesouraria, fundo de obrigações, seguro de capitalização.

Valor global: 600.000 euros

Valor de indemnização, em caso de incuprimento.? 

outo exemplo:

2) banco x, conta zzzzzz, Titulares A, B, C(filho), D (filho)

Constituição de conta- semelhante á 1ª

valor global- 150.000  euros

Valor de indemnização em caso de incuprimento?

Desde já os meus agradecimentos

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Quanto é que está investido em cada tipo de produto?

Se no exemplo 1 só 10.000€ estiverem em depósitos a prazo ou à ordem, por exemplo, é só isso que o FGD vai cobrir...

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Por exemplo, do ponto de vista de quem tem acções do BCP

As condições iam ser naturalmente fixadas no decreto de nacionalização. Imagino que houvesse a hipótese de serem pagas as ações aos investidores a preços de mercado (ou eventualmente ocm um desconto sobre esse preço) ou mesmo nem sequerem serem pagas de todo. Tudo depende dos motivos da nacionalização e das condições que tivessem levado a esse ponto. Por exemplo, quando o BPN foi nacionalizado acho que nada foi pago aos acionistas. O banco tinha tantos prejuízos que as ações nem isso valiam...

Já agora, aquilo que anda aí nos páginas dos jornais, sobre os bancos recorrerem ao fundo de capitalização do FMI, corresponde a o Estado entrar com dinheiro nos bancos para aumentar o seu capital social. Assim sendo, pode-se dizer que está a comprar uma parte do banco (parte essa que é criada nessa altura; por exemplo o BES já anunciou que não vai recorrer a esse dinheiro mas vai fazer um aumento de capital - também vai criar uma parte adicional, a diferença é que são os privados que vão entrar com o dinheiro e não o Estado).

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Caro Pauloaguia:

Vamos então discriminar:

Conta p/ 2 titulares A e B

Por exemplo:

DO- 3000€

DP - 97.000€

Seguro de capitalização 25.000€

PPR- 25.000€

fundo de tesouraria- 25.000€

obrigações ou fundos de obrigações- 425.000 €

Não sei realmente o que poderá estar coberto porque até á data não tive esclarecimento por parte de alguem entendido do que está e do que não está.

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Não sei realmente o que poderá estar coberto porque até á data não tive esclarecimento por parte de alguem entendido do que está e do que não está.

Ler aqueles links que coloquei mais acima ajuda a perceber o que está, pelo menos ;)

Ler as fichas de informação dos produtos ajuda a perceber antes mesmo de os subscrever.

Perguntar ao gestor de conta, no banco, ajuda a perceber relativamente ao seu caso pessoal.

Sobre o exemplo em concreto:

* O Fundo de Garantia de Depósitos cobre o DO e o DP. Estão investidos 127.000€ nestes produtos. A dividir pelos dois titulares dá 63.500€ a cada um. Como fica abaixo do limite seria isso que cada um dos titulares teria direito a receber por esta via.

* O Sistema de Indemnização aos Investidores cobre o fundo de tesouraria e de obrigações num máximo de 25.000€ por titular. Por isso, apesar de estar investido nestes produtos um montante bastante superior, este seria o montante que cada um teria direito a ver de volta.

* O Seguro de Capitalização tem como garantia as reservas de capital da seguradora. Não sei bem como funciona mas imagino que se esta for à falência o titular deste produto seja um credor como outro qualquer, e o dinheiro que verá de volta depende de quanto renda a venda dos ativos da seguradora... Assumamos, a título de exemplo, que conseguem recuperar 2.500€ deste dinheiro.

* Quanto ao PPR julgo que também depende do tipo de produto. Se estiver assente sobre um seguro de capitalização será como no ponto anterior; se estiver assente sobre um fundo de ações ou outros títulos eventualmente estará coberto pelo SII (mas aqui já se tinha atingido o limite máximo de indemnização mesmo).

Ou seja, neste exemplo concreto, os dois titulares conseguiriam reaver 179.500€ no total... Isto, claro, no caso de impossibilidade do banco de pagar os montantes (falência), não tem nada a ver com nacionalizações - aqui, como disse, provavelmente os clientes não sentiriam nada...

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Na questão dos seguros de capitalização, pelo que foi discutido aqui no fórum, as reservas matemáticas das seguradoras devem cobrir a totalidade dos produtos que têm, caso contrário não podem comercializar mais nenhum produto financeiro.

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Alguem me pode informar ou esclarecer o seguinte.

Tenho reformulado as minhas poupanças e diversifiquei as contas e o modo de aplicação. No entretanto tenho ainda um "valor" discriminado" que não se encaixa na reformulação feita.

Será que é seguro/rentável fazer aquisição de obrigações alemãs 2012/2014? Será que em caso de incumprimento não serei penalizado? E o seu resgate, no caso de ser necessario, é facil?Penso poderem ser vendidas á cotação do dia. Não será assim?

Numa determinada conta estas obrigações estão cobertas pelo fundo de resgate?

Em caso de duvidas/incertezas gostaria de saber alternativas seguras para o restante da minha poupança. Quem pode esclarecer?Obrigado

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Obrigações alemãs são do mais seguro que há. Por alguma razão se mede o risco das obrigações soberanas de vários países comparando as yields em relação à Alemanha.

Por esse motivo, são também do menos rentável que há. Apostar em obrigações alemãs é perder dinheiro para a inflação. É quase como meter dinheiro debaixo do colchão. Fica seguro caso a banca colapse, mas vai perdendo valor real.

Penso que a melhor protecção para o dinheiro continua a ser Depósitos a Prazo nacionais. Muitos estão com uma taxa de juro superior à inflação e continuam a ser mais seguros do que a maior parte das restante aplicações, tendo o FGD por trás.

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