jorge96

BES, BCP e BPI estão cada mais perto da fusão

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É um cenário cada vez mais próximo de se tornar uma realidade. A crise bancária na Europa e também em Portugal vai provocar movimentos de concentração nunca vistos. O i sabe que BES, BCP e BPI podem fundir-se e dar lugar a um grande banco privado português. Mais do que isso:nas negociações em curso, acompanhadas de perto pelo Banco de Portugal, Ricardo Salgado, actual presidente do BES, será o grande patrão da nova organização bancária, com Fernando Ülrich, presidente-executivo do BPI, em lugar de destaque na administração.

Ontem foi o próprio Fernando Ülrich que defendeu a fusão, com estas palavras: “Há demasiada oferta bancária, e em Portugal também.” E explicou o que queria dizer ao falar de consolidação e reestruturação da banca. “Estou a falar de fusões, fechar balcões e recuar custos” e de consolidação dos “grandes com os grandes, porque cria mais valor. Os pequenos são muitos pequenos”.

A fusão dos três bancos privados portugueses reduzirá muito a oferta no mercado nacional. O novo banco terá como concorrentes a Caixa Geral de Depósitos e o Santander Totta, sendo possível a curto prazo verificarem-se outros movimentos tendo em vista os bancos mais pequenos, como o Banif e o próprio Montepio Geral.

A situação europeia e o plano de recapitalização da banca em curso estão a acelerar esta fusão, que ficará na história da banca portuguesa. Longe vão os tempos em que a OPA do BCP ao BPI foi recusada e a fusão entre os dois rejeitada. Isto para não falar da fusão entre o BES e o BPI.

in Fonte: i

http://www.ionline.pt/dinheiro/bes-bcp-bpiestao-cada-mais-perto-da-fusao

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Ricardo Salgado afasta fusão do BES, BCP e BPI

Operação implicaria destruição de empregos, avisa

O presidente do Banco Espírito Santo afastou esta quinta-feira um cenário de fusão entre os três grandes bancos privados portugueses: BCP, BPI e o próprio BES, avançado pelo jornal «i».

Ricardo Salgado afirmou tratar-se de «especulação» e garantiu que a notícia «não tem fundamento nenhum».

Fundir os bancos não só «não é necessário», como «seria muito mau para o sistema bancário português, pela destruição de postos de trabalho que representaria», disse.

Além disso, o banqueiro afirmou ainda ter «dúvidas que a concorrência aprovasse» uma operação do género.

O presidente do BES, que se deslocou esta tarde à Presidência do Conselho de Ministros, onde esteve reunido o Governo para aprovar o Orçamento do Estado, preferiu destacar a «resiliência» da banca europeia e da portuguesa em particular, durante a crise da dívida pública que assola a zona euro.

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Por outro lado, com uma fusão dessas, os clientes iriam certamente perder, visto que um super-banco desses teria tantos clientes que podia dar-se ao luxo de não ter grandes produtos.

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Boas,

A questão de fusões, não é de todo impossivel, contudo há que considerar uma serie de prós e contras:

Prós:

1- O mercado iria ficar menos concorrêncial;

2- Os bancos reduziriam os seus custos fixos, essencialmente com fecho de balcões e redução de back-offices;

3- A médio prazo maior potencial de rentabilidade;

4- Uma possivel redução do risco (via concentração).

Contras:

1- Rácios a cumprim (Tier 1);

2- Afectação do capital/ necessidades de funding;

2- Carteiras (o grande receio é saber o que é que, o concorrente tem nas suas carteiras);

3- Maior exposição à divida de periférios;

4- Despedimentos colectivos;

5- Dispersão do capital accionista.

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Boas,

A questão de fusões, não é de todo impossivel, contudo há que considerar uma serie de prós e contras:

Prós:

1- O mercado iria ficar menos concorrêncial;

2- Os bancos reduziriam os seus custos fixos, essencialmente com fecho de balcões e redução de back-offices;

Não sei qual seria a vantagem do ponto 1 pois apenas ia existir aquilo a que se chama monopólio ou seja antes pelo contrário seria uma enorme desvantagem. Quanto ao ponto 2 ia ser outro desastre, o desemprego que iria causar.

Estes rumores não tem qualquer fundamento, os 5 maiores bancos portugueses já controlam a volta de 70% do mercado, se nos dermos ao trabalho de observar os outros países da Europa isso não acontece em nenhum. No máximo os 5 maiores bancos de cada país controlam mais ou menos 40% de mercado, fusões na banca em Portugal iria ser um total desastre para todos! A banca portuguesa precisa é de aliviar as carteiras de crédito e reforçar os depósitos e por fim solidificar os seus mercados core e tentar a expansão para países emergentes ou pré-emergentes.

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