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Pagamento de Iva

10 publicações neste tópico

Boa noite a todos,

Trabalho por conta própria e no próximo mês de Agosto terei que liquidar o Iva relativo ao 2º trimestre de 2011. O problema é que infelizmente por factores anormais nas minhas cobranças com os meus clientes terei dificuldades em liquidar o imposto apurado. Alguém sabe se é possível pagar o IVA em 2,3 ou 4 vezes?? É que até hoje nunca foi necessário recorrer a expedientes destes e antes de ir a Repartição de Finanças gostaria de esclarecer quais são as regras em caso de não se entregar o valor total do imposto apurado. Se alguém tiver conhecimentos sobre o procedimento nestes casos, agradeço que me esclareça.

Cumprimentos a Todos

1 Ab.

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Boa noite a todos,

Trabalho por conta própria e no próximo mês de Agosto terei que liquidar o Iva relativo ao 2º trimestre de 2011. O problema é que infelizmente por factores anormais nas minhas cobranças com os meus clientes terei dificuldades em liquidar o imposto apurado. Alguém sabe se é possível pagar o IVA em 2,3 ou 4 vezes?? É que até hoje nunca foi necessário recorrer a expedientes destes e antes de ir a Repartição de Finanças gostaria de esclarecer quais são as regras em caso de não se entregar o valor total do imposto apurado. Se alguém tiver conhecimentos sobre o procedimento nestes casos, agradeço que me esclareça.

Cumprimentos a Todos

1 Ab.

No próximo dia 15 d Agosto deve de entregar a Declaração Periodica de IVA.

Tendo IVA a pagar este tem de er luquidado até as 23:59 do dia 15/08/2011

Se não pagar, e enviar a respectiva declaração, a administração fiscal vai processar uma coima por falta de pagamento... por norma é 21% do imposto a pagar + custas + juros de mora.

Só quando rceber esta notificação é que tem 10 dias para se pronunciar, aí sim, poderá pedir o pagamento em prestações.

Pelo meio poderá haver mais umas coimas e/ ou custas.

Exemplificando:

Tem 1.000€ de iva a pagar

Envia a declaração mas não paga.

É notificado onde é informado que devido ao não pagamento tem uma coima de 210€ + juros de mora + uns trocos

Poderá com a notificação derigir-se á repartição de finanças e pedir o pagamento prestacional.

De um grosso modo, no fim irá pagar os 1.000€ + 210€ + custas + juros de mora + ...

Há várias maneiras de dividir o mal pelas aldeias...

;)

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Mesmo assim eu iria às Finanças - essa história de não pagar primeiro só para ter acesso a um regime de pagamento em prestações parece-me perigosa... De certeza que há formas de o fazer sem ter que vir a pagar multa por isso...

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Mesmo assim eu iria às Finanças - essa história de não pagar primeiro só para ter acesso a um regime de pagamento em prestações parece-me perigosa... De certeza que há formas de o fazer sem ter que vir a pagar multa por isso...

Exacto. Especialmente no caso do IVA, que é um imposto legalmente repercutido em terceiros e em que as condições para aceder ao pagamentos prestacional são especialmente rigorosas (artigo 196.º e seguintes do CPPT).

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 Pois é verdade. O IVA cobrado é das Finanças e não do cobrador que o cobra.

 Aliás, sendo o IVA do Estado, ninguém se pode aproveitar desse dinheiro, pois quem empresta dinheiro são os Bancos e não o Estado.

 Eu também cobro o IVA e sei que estou a cobrar IVA que terei sempre de entregar ao Estado que é o seu dono.

 Esta é a regra. Tudo o mais é conversa fiada...

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O meu conselho é que faça das tripas coração para não deixar de pagar o IVA, pois caso contrário vai ter bastantes problemas. Na empresa onde trabalho não pagaram 2500,00 de IVA, na altura devida e depois tiveram de pagar quase 5000,00 (juros+coimas, etc).

Mais vale pedir um emprestimo e pagar mesmo o IVA.

Aliás quem tem uma empresa deve ter em conta, que ao Estado não deve ficar a dever, pois em caso de divida o Estado, vai aos bens pessoais do devedor cobrar a divida, tipo venda de casas, carros, etc. È preferivel ficar a dever a outros fornecedores, pois estes nunca podem ir aos seus bens pessoais.

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Aliás quem tem uma empresa deve ter em conta, que ao Estado não deve ficar a dever, pois em caso de divida o Estado, vai aos bens pessoais do devedor cobrar a divida, tipo venda de casas, carros, etc. È preferivel ficar a dever a outros fornecedores, pois estes nunca podem ir aos seus bens pessoais.

Salvo erro podem tanto como o Estado. A diferença é que o Estado sabe quais são esses bens, e os outros fornecedores nem sempre os conhecem...

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Ao Estado NINGUÉM deve.

No dia em que deverem ao Estado vão-se lembrar que "Ao Estado ninguém deve".

;)

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Salvo erro podem tanto como o Estado. A diferença é que o Estado sabe quais são esses bens, e os outros fornecedores nem sempre os conhecem...

Não é assim, os socios das empresas só são responsaveis pelo valor da sua quota. Perante os privados só sáo responsaveis pelo valor que la meteram ao criar a empresa. Imaginemos uma sociedade unipessoal de capital social de 5000,00. O dono para criar a empresa teve de depositar no banco este valor. Se a empresa for á falencia o dono da empresa, só fica sem  este valor que pos na empresa para a criar. Nem trabalhadores nem outras entidades privadas podem exigir ao dono quaisquer bens pessoais. Somente se existirem avais pessoais é que podem ir ao bem pessoal do dono. Por exemplo os bancos muitas vezes para conceder emprestimos ás empresas exigem o aval pessoal do dono. (neste caso em podem ir aos bens pessoais do dono, pois este deu o seu aval. Serve na pratica como fiador da empresa).

Aliais a diferenca maior em relacão a um empresario em nome individual e uma empresa é que na primeira em caso de falencia entram os bens pessoais do dono e na segunda só entra os bens da empresa.

Por isso, nos tempos que correm é preferivel abrir uma empresa do que ser empresario em nome individual. Se for empresario em nome individual deve-se sempre pagar ao Estado, sobe pena de ver todos os seus bens penhorados e vendidos em hasta publica.

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Não é assim, os socios das empresas só são responsaveis pelo valor da sua quota. Perante os privados só sáo responsaveis pelo valor que la meteram ao criar a empresa. Imaginemos uma sociedade unipessoal de capital social de 5000,00. O dono para criar a empresa teve de depositar no banco este valor. Se a empresa for á falencia o dono da empresa, só fica sem  este valor que pos na empresa para a criar. Nem trabalhadores nem outras entidades privadas podem exigir ao dono quaisquer bens pessoais. Somente se existirem avais pessoais é que podem ir ao bem pessoal do dono. Por exemplo os bancos muitas vezes para conceder emprestimos ás empresas exigem o aval pessoal do dono. (neste caso em podem ir aos bens pessoais do dono, pois este deu o seu aval. Serve na pratica como fiador da empresa).

Aliais a diferenca maior em relacão a um empresario em nome individual e uma empresa é que na primeira em caso de falencia entram os bens pessoais do dono e na segunda só entra os bens da empresa.

Por isso, nos tempos que correm é preferivel abrir uma empresa do que ser empresario em nome individual. Se for empresario em nome individual deve-se sempre pagar ao Estado, sobe pena de ver todos os seus bens penhorados e vendidos em hasta publica.

Essa é a regra geral (o património do devedor - empresa - é que responde pelos créditos), contudo quando se fala de dívidas ao Estado a coisa pode mudar de figura, uma vez que o gerente pode ser chamado a pagar, sob certas condições. Em concreto é o que se denomina de responsabilidade subsidiária.

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