Su77

Quanto gastam em alimentação?

17 publicações neste tópico

Aqui podes poupar escolhendo marcas brancas ( que podem ate ser bem melhores que os ditos de marca).

Antes de ir as compras fazer uma lista detalhada do que realmente precisa ( antes deve fazer uma especie de inventario ao que tem em casa) e compra unica e exclusivamente o que está na lista.

Promoções só vale a pena aderir se o produto mesmo que tenha em casa estiver a um preço bem abaixo do habitual e desde que tenha bastante prazo de validade.

Não va com fome as compras , compra-se sempre aqui que não se quer comprar e que é prefeitamente dispensavel ( chocolates, bolos, bolachas rsrrsr).

Acima de tudo convem pesquisar os preços antes de comprar algo.

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Fazendo as contas por alto, gasto em média à volta de 120€/mês, para uma pessoa.

Para além de comprar muitos dos produtos em supermercados “low cost”, onde se podem adquirir produtos de excelente qualidade a baixo custo. Frutas e legumes, compro directamente aos produtores regionais, pode-se sempre negociar uns trocos a menos, iogurtes também os faço em casa, para as sobras de comida, uso a imaginação… 

Ah, e nunca vou às compras com fomeca.

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Algumas coisas trago do terreno dos meus pais :)

Não sei os gastos especificamente com comida porque tenho uma rubrica genérica de supermercado (que inclui toda uma série de artigos de drogaria para além da comida). Mas acho que a parte da comida deve rondar os 100€ por mês, mais ou menos (1 pessoa).

Normalmente faço as compras no Pingo Doce (ex Plus) que me fica a caminho de casa (claro que nesse dia não posso vir de bicicleta pro emprego :P) ou então no Jumbo que também não fica muito longe (para aquelas compras do mês em que trago mais coisas). Tento ter uma ideia de quanto é que custam as coisas nos dois lados para saber onde comprar (ou seja, mesmo que não esteja na lista, vou espreitar o preço dos artigos mais comuns).

Antes de tirar o produto da prateleiro comparo sempre os preços (ao quilo ou ao litro, de preferência para os casos em que há produtos com capacidades diferentes). Resultado, acabo quase sempre por trazer marcas ditas brancas (um dia alguém me disse que a minha dispensa parecia um stand de promoção ao Polegar :D) Tipicamente só evito o mais barato quando já tive uma má experiência e/ou a qualidade é bastante inferior a outro produto idêntico.

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Por experiencia propria só descobri que poupo muito dinheiro se não comprar gelados, sumos, sobremesas, etc. Os legumes e alguma fruta tambem trago de casa dos meus pais, mas nem toda a gente pode fazer o mesmo.

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eu os legumes trago sempre das frutarias de bairro, ao pe da minha casa existe uma que tem produtos regionais muito bons e os legumes e fruta são de boa qualidade e a preços bem inferiores aos dos hipermercados.

agora para quem usa muitas ervas aromaticas e dado o preço exorbitante dos hipermercados, uma sugestão é na varanda caso tenham colocar vasos com essas ervas, estilo salsa, coentros, mangericão, tomilho. ganham no custo e na qualidade.

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agora para quem usa muitas ervas aromaticas e dado o preço exorbitante dos hipermercados, uma sugestão é na varanda caso tenham colocar vasos com essas ervas, estilo salsa, coentros, mangericão, tomilho. ganham no custo e na qualidade.

Eu tenho salsa na varanda (embora, mais uma vez, a pudesse trazer dos meus pais). Tirando o facto de ter que ser regada quase diariamente, até me dá menos trabalho que algumas das outras plantas... :)

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Aqui esta um artigo que é bastante completo foi tirado do site: http://saberpoupar.com/artigos/como-poupar-supermercado

Sejam compras diárias, semanais ou do mês, as contas do supermercado somadas representam sempre uma fatia significativo do orçamento financeiro de qualquer pessoa. Ora se por um lado os alimentos e outros bens pessoais e domésticos são imprescindíveis, saiba que existem várias maneiras de reduzir as despesas de supermercado sem esvaziar muito o carrinho de compras, nem a carteira. Junte o útil ao agradável com estas dicas!

Vá sempre com uma lista. Prepare, com alguma antecedência, uma lista das coisas que tem de comprar no supermercado, verificando frigorífico, congelador, armários e despensa para não se esquecer de nada. Se sabe exactamente o que precisa e se se guiar exclusivamente por essa lista, corre menos riscos de comprar produtos desnecessários e, muitas vezes, caros. Se conhece bem o supermercado onde vai, tente organizar a lista conforme a disposição dos produtos na loja (da esquerda para a direita, por exemplo) – assim, vai ainda poupar tempo e evitar andar para trás e para a frente!

Orçamento definido. Quando for fazer as compras mensais, e tendo em conta as experiências do passado, estipule um orçamento. À medida que for colocando os produtos no carrinho faça contas: por exemplo, se algo custa €1.75 | R$4.33 arredonde para €2 | R$5 e assim sucessivamente. Será mais fácil ir somando e não tem de andar no supermercado de calculadora! Esta é uma boa dica porque, para além de ajudá-lo a manter-se fiel à sua lista de compras inicial, evita compras completamente desnecessárias e a sua carteira agradece!

A outra lista. Quando acabar alguma coisa – pasta de dentes, molho de tomate ou esparguete – anote, de preferência num bloco de notas próximo da despensa ou colado ao frigorífico. Assim, sempre que for às compras, metade da lista já está pronta! Se tiver de sair de casa cada vez que se lembra que não tem ovos ou leite, os seus gastos – tempo, combustível e até do próprio produto (se o comprar num mini-mercado ou loja do posto de abastecimento) vão aumentar substancialmente!

Folhetos publicitários. Analise os folhetos publicitários que recebe diariamente na caixa de correio, comparando preços. Para além de o ajudar a planear e até a dividir as suas compras entre duas ou mais lojas, é uma excelente forma de estar atento e, consequentemente, aproveitar as promoções. Depois das compras, guarde os recibos para poder fazer comparações adicionais entre os vários supermercados, apontando, definitivamente, os mais económicos.

Compre em grandes quantidades. Se o papel higiénico, as pilhas, as lâmpadas e outros produtos que não têm prazo de validade estiverem em promoção, aproveite os preços baixos e faça um bom stock lá em casa. Estes não se estragam de certeza! O mesmo aplica-se a alimentos com prazos de validade longos, caso do leite, cereais e enlatados. No que toca aos outros alimentos, é para isso que serve o congelador (ver em baixo)!

Concentre as compras. É claro que existem alguns alimentos, nomeadamente os frescos como fruta e vegetais que precisam de ser adquiridos com mais frequência, no entanto, os restantes produtos podem ser comprados em sessões de compras únicas – uma vez por mês ou então de dois em dois meses. Sim, vai carregar muitos mais sacos, mas em contrapartida vai poupar tempo e dinheiro (principalmente combustível!) do que se fosse mais frequentemente ao supermercado.

Evite a “comida de plástico”. Resista à compra de refeições pré-preparadas, pré-congeladas, a dita “comida de plástico” e ainda as guloseimas que enchem prateleira atrás de prateleira nas lojas. A relação entre o valor nutricional e o valor financeiro deste tipo de produtos é nulo e até bastante negativo se pensarmos exclusivamente em termos de saúde. Claro que uma guloseima ocasional é permitida e bem-vinda, mas faça isso a excepção e não a regra!

Beba água. Troque os sumos, iced teas e refrigerantes por água. Para além de o H2O ser mais barato, é mais saudável!

Carne e peixe. Estes dois alimentos são dos mais caros que existem e aqueles que mais consumimos… então, como contornar a situação? Tente reduzir e/ou alternar o seu consumo com pratos vegetarianos, massas ou pizzas feitas em casa. Não parece tentador?

Diga sim às marcas brancas. A proliferação de marcas brancas (normalmente com o nome do supermercado que representam) veio para ficar! Significativamente mais económicos face às “marcas de nome”, renda-se à competição, mesmo que comece apenas por experimentar um ou outro produto. Vai surpreender-se com o resultado: menos dinheiro e a mesma (ou melhor!) qualidade parece um motivo mais que válido!

Prazos de validade. Mantenha-se sempre atento aos prazos de validade dos diferentes produtos, colocando aqueles cujo prazo é mais curto à frente dos restantes. Assim, será mais fácil controlá-los e evitar que acabem no caixote do lixo. O mesmo aplica-se aos restos de comida que vão acumulando das diferentes refeições: utilize-os mal possa, ora para confeccionar uma nova refeição, ora mesmo como sobras aquecidas para o almoço do dia seguinte. Afinal, se a comida é assim tão cara, não vamos passar a vida a deitá-la fora, pois não?

Congelador: um aliado. Um congelador espaçoso é um excelente aliado quando a missão é reduzir os custos de supermercado. Porquê? Pode aproveitar ainda mais promoções – de carne, peixe e vegetais – e congelá-los, mantendo sempre um stock recheado. É ainda ideal para congelar comida, ou seja, se confeccionou demais, congele e evite as sobras que muitas vezes não chegam a ser consumidas.

Sacos reutilizáveis. Se o supermercado que frequenta exige o pagamento de sacos plásticos, leve de casa os seus próprios sacos – podem ser de plástico ou (preferencialmente!) de pano – poupa dinheiro e o meio ambiente!

Cupões & Cartões. Nos dias que correm quase todos os supermercados têm algum tipo de cartão ou cupões que beneficiam os seus clientes com descontos directos em centenas de produtos. Habitue-se a andar com eles na carteira para poder usufruir das várias poupanças disponíveis cada vez que for ao supermercado. Pode parecer pouco dinheiro inicialmente, mas ao longo de um ano inteiro, é muito significativo!

Barriga cheia. Nunca vá às compras com fome: está mais do que provado que quem for, não conseguirá resistir ao impulso de comprar mais do que devia e, muitas vezes, apenas junk food! Até o seu subconsciente consegue gastar dinheiro!

Data e hora marcada. Procure saber em que dias é que o seu supermercado recebe a fruta e os legumes e programe as compras para essa altura – vai gastar dinheiro, mas ganhar em qualidade e frescura! Procure fazer as compras nas horas de menos tráfego – de manhã mal abra as portas, à hora do almoço, do jantar ou à noite antes de fechar – para além de ser mais fácil manobrar o carrinho das compras, será uma experiência menos stressante. E como é menos stressante, não vai fazer as compras a correr pelo supermercado, agarrando a primeira coisa que aparecer à sua frente, sem consultar preços… só porque quer fugir de uma loja superlotada!

Vá com tempo. As compras avultadas exigem tempo e paciência para que possa avaliar bem as dez marcas de limpa vidros e de café que tem à sua disposição: a diferença de preços, tamanhos, eventuais promoções… E quem diz limpa vidros e café, diz basicamente tudo o resto!

Crianças não entram. Ainda no que concerne ao tema de compras pouco stressantes, o ideal é deixar as crianças sempre em casa. Terá de concentrar-se em duas tarefas exigentes em simultâneo, para não falar na mil e uma coisas que elas vão querer comprar ou que vão atirar para dentro do carrinho e que você vai acabar por adquirir só porque já está cansado de os ouvir!

Olhos abertos. Quando estiver a pagar, esteja atento aos preços que estão a ser marcados. Se estiver muito ocupado a colocar as compras nos respectivos sacos, guarde 5 minutos para, no final, rever com atenção o talão de compra. É natural que, no meio de milhares de produtos, existam erros de preço, no entanto, é por isso mesmo que tem de manter os olhos bem abertos! Se verificar alguma anomalia, dirija-se de imediato ao balcão de apoio ao cliente. Um engano hoje, outro amanhã… dá dinheiro no final do ano!

Espero que estas dicas sejam bastante uteis.

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A forma que eu uso para poupar no super... é não comprar. Isso mesmo. Faz sentido comprar sumos, bolos, sucatas, etc... e depois pagar para ter que ir ao ginásio/natação? Porque não cortar o mal pela raíz e fazer antes uns sumos naturais ou bolos caseiros. Em minha casa bebidas só água e vinho.

Até porque os gulosos (como eu), tem essa experiência: quanto mais houver, mais se come. Naquele ataque da noite ao frigo, naquela ceia até mais tarde no sofá em frente à TV.

É uma boa forma de poupar e também de não comer sucatas, e logicamente de não engordar. É melhor antes uns frutos secos e um cálice de um qualquer digestivo, de preferência caseiro.

Além disso, como tenho uma horta e crio galinhas. Logo, evito comer muita carne de vaca (é muito cara e é difícil arranjar boa).

Não crio as galinhas por ser mais barato, mas sim pela qualidade (quem diz que um frango assado de aviário é bom, obviamente nunca provou um caseiro). E algumas dão muitos ovos. Mas a maior parte da alimentação delas são restos e couves criadas em quintais.

Resumindo, o meu orçamento alimentar baseia-se mais na qualidade do que na quantidade. E apesar de por vezes gastar mais dinheiro em certos ingredientes (peixe fresco do mar, cogumelos frescos, etc), por outro lado não compro produtos pré-cozinhados (mt caros), essas coisas.

Não tanto pela saúde, mais pelo gosto de bem comer.

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Como já foi aqui sugerido, antes de ir ao hiper/super, aponto o que necessito num papelinho.

Por vezes misturo marcas brancas com produtos de marca, não é alimentação mas serve como exemplo, costumo comprar 3 marcas diferentes de produtos para limpar o chão de madeira: bufalo, Cif e Continente, em casa, misturo ,previamente, os 3 em partes iguais numa embalagem.

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Pipocas,

Para quê essa mistura? Não tens confiança nos produtos de marca branca?

Eu uso imensos produtos de marca branca e sinceramente acho que não ficam a dever nada aos de marca.

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faço minha a pergunta da fatima,

Pipocas,

Para quê essa mistura?

tratando-se de produtos com composições diferentes não sei até que ponto será boa ideia mistura-los.

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Fátima :)

O Cif de camomila deixa um cheirinho muito bom mas é caro e mais liquido, o Bufalo pela confiança, mas tb é caro, o do Continente por ser mais barato...pronto, podia só misturar dois... são manias ;D

Não tenho confiança em todos os produtos de marca branca.

Faço distinção entre produtos de marca branca do Continente e do Mini-Preço, por exemplo.

Para além disso:

-uso apenas marcas brancas nos artigos: Papel higienico, guardanapos, gel para lavar as mãos, bolachas maria,etc

-uso apenas marcas nos artigos: gel duche corporal, champô, dentifricos, gelatina, iogurtes, margarina,etc.

-uso marcas brancas alternadas com marcas: detergente roupa, detergente roupa, detergente lava tudo, barras cereais, gelados, etc

Ultimamente, tenho comprado alguns produtos Ecológicos da marca Ecover.

http://www.ecover.com/pt/en/Products/

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Gasto cerca de €100/mês em alimentação para uma pessoa e faço os seguintes exercícios para poupar:

(1) supermercados hard-discount: aqui em Itália existem duas cadeias de supermercados que batem a concorrência em preços, que são o LIDL e a Coop (um supermercado destinado à distribução de produtos de cooperativas agricolas). Estes supermercados têm preços imbatíveis e, surpreendentemente, produtos de qualidade. Os iogurtes, queijos, salsichas e alguns fumados do LIDL são dos melhores que há no mercado; na Coop temos produtos dos melhores produtores italianos.

(2) fazer lista e cingir-se à lista: evitemos coisas desnecessárias; façamos uma lista do que verdadeiramente necessitamos e cinjamo-nos ao que precisamos. Verdadeiramente podemos passar sem muitas das coisas que nos impingem.

(3) comprar sumos concentrados: adoro acompanhar a refeição com qualquer coisa para beber (nunca gostei apenas de água) e descobri que posso poupar imenso dinheiro comprando sumos concentrados. Esses sumos custam em regra €2.5 e dão para cerca de 15L de bebida. Imagine-se quanto é que se tem que gastar para comprar a quantidade equivalente de Coca-Cola, Ice-Teas e afins.

(4) comprar marcas brancas:: outra coisa que me surpreendeu foi a qualidade das marcas brancas. Fiquei a saber que os supermercados compram os excendentes às cooperativas e vendem aquilo sob a marca do supermercado. Ora frequentemente compram às mesmas cooperativas do que as grandes marcas que vendem a um preço muito mais caro! Portanto comprar marca branca permite poupar imenso dinheiro e ter a mesma qualidade.

(5) fazer alguns dos próprios produtos: isto apenas para quem tem tempo e gosta de cozinha. Um dia visitei um casal belga cuja mulher adorava ocupar-se de trabalhos domésticos. Ao jantar constatei que a mulher fazia a própria cerveja (deliciosa por sinal) ficando a uma fracção do preço de uma cerveja normal. Descobri também que fazia o próprio pão, mayonaise e manteiga. Tudo somado ficava muito mais barato e ela sempre se ocupava a fazer as coisas. Para quem quiser aprender fica uma referência para truques domésticos: http://www.wikihow.com/Main-Page

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yehudin,

As tuas dicas são muito fixes e interessantes. Só fico um pouco de pé atrás com os sumos concentrados, tenho algumas dúvidas sobre se não serão prejudiciais para a saúde, numa perspectiva de consumo de longo prazo.

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yehudin,

As tuas dicas são muito fixes e interessantes. Só fico um pouco de pé atrás com os sumos concentrados, tenho algumas dúvidas sobre se não serão prejudiciais para a saúde, numa perspectiva de consumo de longo prazo.

Depende daquilo com que se compara. Os sumos frescos e acabados de fazer são melhores, claro. Mas comparando com um Ice Tea ou uma garrafa de Cola, acho que não é preciso pensar muito para saber qual o mais saudável.

Na dúvida olha-se para a lista de ingredientes...

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Depende daquilo com que se compara. Os sumos frescos e acabados de fazer são melhores, claro. Mas comparando com um Ice Tea ou uma garrafa de Cola, acho que não é preciso pensar muito para saber qual o mais saudável.

Na dúvida olha-se para a lista de ingredientes...

Para quem gosta de sumos frescos e acabados de fazer tem sempre a alternativa de fazer os próprios sumos que ficam a uma fracção do preço do supermercado. A minha Mãe comprou uma batedora e faz muito frequentemente desses sumos. Mesmo se adicionarmos o preço da batedora ao preço dos frutos constatamos que recuperamos rapidamente o investimento em relação à compra num supermercado (já para não falar no sabor acrescido e benefícios para a saúde que justificam inteiramente o preço adicional)!

Em todo o caso existem sumos concentrados com sabor bastante agradável e isentos de substâncias químicas nocivas. Estou a pensar nomeadamente na Groselha e no Capilé, sumos que compro há anos embora o seu consumo tenha caído completamente em desuso. Além de serem baratos e darem para fazer muito sumo ainda damos uma ajuda à indústria nacional! Não nos esqueçamos que da sobrevivência da indústria nacional pode depender o nosso emprego pelo que indirectamente é uma forma de poupança!   

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