davidmleal

Noticia do SOL : Governo 'ataca' PPR para pagar dívida

7 publicações neste tópico

http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=17561

Executivo quer convencer o sector financeiro a canalizar a maior parte dos fundos dos Planos Poupança Reforma para investimentos em títulos soberanos. Mas a ideia não está a ser bem acolhida pelos bancos

A necessidade aguça o engenho. Prova disso é a nova iniciativa do Governo para tentar mais angariar fontes de financiamento da dívida soberana. Segundo o SOL apurou, o Executivo quer convencer as sociedades gestoras de Planos Poupança Reforma (PPR) a investirem mais em títulos da República Portuguesa, mas a ideia não estará a ser bem acolhida pelas instituições.

Segundo informações recolhidas junto de fontes próximas do processo, os trabalhos de discussão estão a ser conduzidos pelo Instituto de Gestão e Crédito Público (IGCP) e pelo Ministério das Finanças, que estará a fazer uma ronda de contactos com bancos e seguradoras.

A ideia do Governo - que tem de assegurar o refinanciamento de 4,9 mil milhões de euros até 15 de Junho - é que as sociedades gestoras apliquem a maioria dos activos dos fundos associados aos actuais PPR em dívida soberana portuguesa, invertendo a actual proporção. Por regra, os fundos investem entre 30% e 40% em acções, outros 20% a 30% em obrigações de empresas e o restante em títulos soberanos nacionais ou internacionais.

O objectivo do Executivo, que não estará a ser bem acolhido pelos responsáveis do sector financeiro, é que as sociedades se desfaçam rapidamente da maior parte do investimento corporativo e canalizem as verbas para o financiamento da República, de modo a que esta fracção represente entre 60 e 70%, contra os habituais 30%.

Os agentes do sector consideram que esta decisão de investimento tem duas desvantagens. «Dada a actual crise da dívida soberania, isto afectaria drasticamente a credibilidade do produto [PPR] junto dos clientes, dificultando a sua venda», considera um banqueiro ouvido pelo SOL. Outro gestor de fundos alerta para os riscos que «tal injecção de acções e obrigações poderia ter no mercado».

Segundo o Instituto de Seguros de Portugal (ISP), existiam 3,2 mil milhões de euros aplicados em PPR no final de 2010 - uma subida de 3,6% face ao ano anterior. Segundo a Marktest, deverão existir 1,2 milhões de portugueses com estes produtos. Ainda segundo o ISP, a rendibilidade média anual dos PPR foi de 2,44%, existindo cerca de 70 produtos diferentes no mercado.

tania.ferreira@sol.pt  * Com João Paulo Madeira

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http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=17561

Executivo quer convencer o sector financeiro a canalizar a maior parte dos fundos dos Planos Poupança Reforma para investimentos em títulos soberanos. Mas a ideia não está a ser bem acolhida pelos bancos

A necessidade aguça o engenho. Prova disso é a nova iniciativa do Governo para tentar mais angariar fontes de financiamento da dívida soberana. Segundo o SOL apurou, o Executivo quer convencer as sociedades gestoras de Planos Poupança Reforma (PPR) a investirem mais em títulos da República Portuguesa, mas a ideia não estará a ser bem acolhida pelas instituições.

Segundo informações recolhidas junto de fontes próximas do processo, os trabalhos de discussão estão a ser conduzidos pelo Instituto de Gestão e Crédito Público (IGCP) e pelo Ministério das Finanças, que estará a fazer uma ronda de contactos com bancos e seguradoras.

A ideia do Governo - que tem de assegurar o refinanciamento de 4,9 mil milhões de euros até 15 de Junho - é que as sociedades gestoras apliquem a maioria dos activos dos fundos associados aos actuais PPR em dívida soberana portuguesa, invertendo a actual proporção. Por regra, os fundos investem entre 30% e 40% em acções, outros 20% a 30% em obrigações de empresas e o restante em títulos soberanos nacionais ou internacionais.

O objectivo do Executivo, que não estará a ser bem acolhido pelos responsáveis do sector financeiro, é que as sociedades se desfaçam rapidamente da maior parte do investimento corporativo e canalizem as verbas para o financiamento da República, de modo a que esta fracção represente entre 60 e 70%, contra os habituais 30%.

Os agentes do sector consideram que esta decisão de investimento tem duas desvantagens. «Dada a actual crise da dívida soberania, isto afectaria drasticamente a credibilidade do produto [PPR] junto dos clientes, dificultando a sua venda», considera um banqueiro ouvido pelo SOL. Outro gestor de fundos alerta para os riscos que «tal injecção de acções e obrigações poderia ter no mercado».

Segundo o Instituto de Seguros de Portugal (ISP), existiam 3,2 mil milhões de euros aplicados em PPR no final de 2010 - uma subida de 3,6% face ao ano anterior. Segundo a Marktest, deverão existir 1,2 milhões de portugueses com estes produtos. Ainda segundo o ISP, a rendibilidade média anual dos PPR foi de 2,44%, existindo cerca de 70 produtos diferentes no mercado.

tania.ferreira@sol.pt  * Com João Paulo Madeira

Alguém me sabe dizer se o Sócrates é descendente da D. Branca?

Parece...

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alguém me sabe dizer se o jornal SOL é de confiança e se as notícias que costuma dar são de acreditar ?

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Não sei se o Sol e as suas notícias são de confiança , mas o governo não é de certeza.

Speedbird

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talvez...estou de acordo

eu tenho 61 anos e já passei pelo Salazar, Marcelo Caetano,  Pinheiro de Azevedo, Vasco Gonçalves, Balsemão, Maria de Lurdes Pintassilgo, Mário Soares, Nobre da Costa, Sá Carneiro, Mota Pinto, Cavaco Silva, Guterres, Durão Barroso, Santana Lopes e José Sócrates.

Na minha família tenho 4 anciãos com mais de 92 anos : quer isto dizer que ainda tenho (gozo de boa saúde ) uns 30 a 35 anos de vida , ou seja ainda irei passar por  35/4 = 7 a 9 Governos e 1ºs Ministros. 

Por outro lado já o meu avô, que morreu com 94 anos, dizia que "governo e padres" quanto mais longe melhor.....talvez porque naquele tempo havia poucos jornais: hoje, com o advento de centenas de jornais e milhares de "comentadores" sábios e mentirosos eu, sinceramente, tenho mais confiança no Governo do que nos comentadores.

Ontem li que na Islândia estão a racionar (!!) lápis nas repartições públicas...

é a vida...

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talvez...estou de acordo

eu tenho 61 anos e já passei pelo Salazar, Marcelo Caetano,  Pinheiro de Azevedo, Vasco Gonçalves, Balsemão, Maria de Lurdes Pintassilgo, Mário Soares, Nobre da Costa, Sá Carneiro, Mota Pinto, Cavaco Silva, Guterres, Durão Barroso, Santana Lopes e José Sócrates.

Na minha família tenho 4 anciãos com mais de 92 anos : quer isto dizer que ainda tenho (gozo de boa saúde ) uns 30 a 35 anos de vida , ou seja ainda irei passar por  35/4 = 7 a 9 Governos e 1ºs Ministros.   

Por outro lado já o meu avô, que morreu com 94 anos, dizia que "governo e padres" quanto mais longe melhor.....talvez porque naquele tempo havia poucos jornais: hoje, com o advento de centenas de jornais e milhares de "comentadores" sábios e mentirosos eu, sinceramente, tenho mais confiança no Governo do que nos comentadores.

Ontem li que na Islândia estão a racionar (!!) lápis nas repartições públicas...

é a vida...

Creia que, espero, sinceramente, se confirme o seu ponto de vista! Eu tenho a sua idade, alguma experiência de vida, e não estou tão optimista. É que com tantos primeiros ministros que enumerou, nunca tivemos um com as caracteristicas deste espécimen chamado: Sócrates.

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OH....

não diga isso....

lembra-se do Salazar, o que se dizia dele ?  lembra-se do camarada Vasco, os ódios que chamava a si ?  lembra-se do Mário Soares e dos ódios por causa da descolonização ?  E acabou por ser um bom PR com volta de honra e corte de orelha ! ....    lembra-se do Cavaco Silva e dos ódios e antipatias que gerou...?  Estávamos todos fartos dele, o buzinão da ponte, os funcionários públicos todos mascarados em dia de Carnaval, etc ?  Lembra-se ?  É outro que, apesar disso tudo...lá o guindámos a PR e lá entrou com a família toda pela mão em Belém....e está com bons índices de popularidade apesar do seu aspecto esquálido (= a pálido e magro, pois também quer dizer outras coisas menos agradáveis..)  e de só comer iogurtes naturais !

isto só para falar nos casos mais paradigmáticos....

deixe estar, este é só mais um de uma longa lista - há que relativizar: como dizia à dias o Ramalho Eanes em entrevista televisiva, salvo erro à Fátima Campos Ferreira, "o homem tem defeitos mas também tem muitas qualidades, não percebo porque o diabolizam tanto" ....palavras de Ramalho Eanes - que eu subscrevo..temos que relativizar as coisas ! Sabe, estas coisas e estas antipatias passados meia dúzia de anos dão direito a ser PR ou comissário europeu, há que dar tempo ao tempo !

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