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Juros da dívida Grega (discussão)

3 publicações neste tópico

Boa noite

Gostaria de abrir aqui a discussão sobre o futuro que nos poderá esperar (a nós pequenos aforradores) se chegarmos a uma situação idêntica á Grega. Quais as implicações nas nossas poupanças que esta situação poderá acarretar? Serão aconselháveis depósitos ou outros investimentos por largos periodos de tempo mesmo com promessas de rentabilidade por volta dos 6%?

Um abraço

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=472047

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Boa noite

Gostaria de abrir aqui a discussão sobre o futuro que nos poderá esperar (a nós pequenos aforradores) se chegarmos a uma situação idêntica á Grega. Quais as implicações nas nossas poupanças que esta situação poderá acarretar? Serão aconselháveis depósitos ou outros investimentos por largos periodos de tempo mesmo com promessas de rentabilidade por volta dos 6%?

Um abraço

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=472047

Ou dos 10%, ou dos 12%!...

Gostaria de chamar a atenção a dois pontos.

Alguêm do Governo, já veio dizer que os juros da divida estão muito elevados. Basta um tremelique (moção de censura, por exemplo) e lá vão eles!...

Certificados de aforro. Tinham uma grande rentabilidade, mas os da série 3, vieram por ai abaixo porque "alguêm" (governo) decidiu mudar as regras do jogo. Quando assim aconteceu, o mesmo poderá acontecer com os CT que agora tanto se fala!...

Mas estes dois pontos, foram aqueles que me vieram assim de repente à memória!...  :P

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Alguêm do Governo, já veio dizer que os juros da divida estão muito elevados. Basta um tremelique (moção de censura, por exemplo) e lá vão eles!...

Certo. Pode por isso estar iminente o recurso a ajuda externa, o que eventualmente fará baixar os juros das OTs, o que por sua vez fará baixar os juros dos CTs a subscrever no mês seguinte, ou até terminar a venda desse produto. No entanto, os CTs já subscritos têm as taxas definidas para os 10 anos.

Certificados de aforro. Tinham uma grande rentabilidade, mas os da série 3, vieram por ai abaixo porque "alguêm" (governo) decidiu mudar as regras do jogo. Quando assim aconteceu, o mesmo poderá acontecer com os CT que agora tanto se fala!...

A Resolução do Conselho de Ministros n.º 40/2010, que define os CTs, inclui o seguinte número

15 - Garantir que as condições de remuneração dos CT vigentes à data da respectiva subscrição não podem ser alteradas em sentido desfavorável ao aforrador durante o prazo de 10 anos contado a partir da data de subscrição das respectivas unidades.

Em relação à questão original, estaremos mais protegidos investindo em prazos mais curtos? Não será já durante os próximos 6 ou 12 meses que "algo" poderá acontecer?

Pessoalmente opto por não viver no medo do que poderá acontecer com uma intervenção externa. Por outro lado, a ideia de investir (em DPs) a 4% ou 5%, quando podia ter investido (em CTs) a mais de 7% é algo que me perturba. ;)

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