davidmleal

Governo e Banco de Portugal preparam nova forma de poupança para famílias

28 publicações neste tópico

Noticia 28-02-2011

http://economico.sapo.pt/noticias/governo-e-banco-de-portugal-preparam-nova-forma-de-poupanca-para-familias_112186.html

Será lançado a "muito breve prazo" um novo instrumento de poupança para as famílias, anunciou hoje Teixeira dos Santos.

O ministro, que falava numa conferência Reuters/TSF em Lisboa sobre a crise da dívida soberana, sublinhou que a medida deverá ser apresentada "a muito breve prazo" e que o seu objectivo será "estimular a poupança nacional" de forma a contribuir "para a redução do défice externo". Contudo, não adiantou ainda qualquer pormenor sobre as características deste novo instrumento.

Teixeira dos Santos frisou que para ultrapassar a crise será preciso desenvolver "esforços de desalavancagem", ou seja, redução da dependência do crédito, e que para isso é fundamental que a banca opte pela "alienação de activos não fundamentais" ou que crie "condições para uma melhor captação de depósitos".

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Vamos lá ver o que o que o tempo nos trará... Os certificados de tesouro, até agora, têm sido uma agradável surpresa.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Vamos lá ver o que o que o tempo nos trará... Os certificados de tesouro, até agora, têm sido uma agradável surpresa.

Se altura do lançamento dos certificados do tesouro, o ministro referiu os CT com um produto para as familias para um periodo de longo prazo (5 a 10 anos)

Eu vejo duas possibilidades:

- Um produto de curto/médio prazo: alteração sobre os certificados de aforro.

- Um produto de longo prazo: por exemplo um produto de divida perpetua que possa ser vendida.

É verdade que taxas OT portuguesas tem sido muito atacadas nos ultimos meses, mas os CT impulsionaram os bancos a subirem as suas taxas de juro DP, mas ao mesmo tempo os depositos a prazo de 5 anos tem sido substituidos por DP de 3 a 4 anos, ou seja, os bancos tem evitado aplicações com os mesmos periodos dos CT para que não sejam comparadas.

Espero que o novo produto do Estado venha aumentar a remuneração dos aforradores, mas ao mesmo incentive um aumento da concorrência dos bancos pelos depositos dos seus clientes.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Qualquer dia falta recursos para investir em tão boas ofertas que se advinham não se pode ir a todas.

Cordialmente

PNogueira

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Ainda está no segredo dos deuses esse novo "produto"??

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Será que a nova forma de poupança é o pagamento do subsidio de férias e o 13ª mês em Certificados de Aforro?...

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Eles podiam era deixar ao critério daqueles que no irs tem a receber, o receberem como certificados do tesouro...

Quanto aos subsidios da função publica nos casos em que ainda ganham acima de 1500 euros deveriam sim pagar com certificados do tesouro. Com a situação em que portugal está já deveriam o ter feito, só não o fazem por medo de perder votos.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Eles podiam era deixar ao critério daqueles que no irs tem a receber, o receberem como certificados do tesouro...

Quanto aos subsidios da função publica nos casos em que ainda ganham acima de 1500 euros deveriam sim pagar com certificados do tesouro. Com a situação em que portugal está já deveriam o ter feito, só não o fazem por medo de perder votos.

Concordo plenamente.

Cordialmente

PNogueira

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Estar a pagar o 13º mês em géneros não acho correcto. Se os outros recebem em dinheiro, porque razão os da função pública recebem em certificados de aforro? Qualquer dia pagam a retribuição em batatas e cenouras...

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

não é totalmente incorrecto na medida em que quem está em dificuldades financeiras é o "patrão Estado" e não o meu patrão: se o meu patrão entrar em dificuldades faz o mesmo na sua empresa cortando onde pode e fazendo uma coisa que o patrão Estado não faz : dispensando pessoal...ou então negociando reduções salariais em troca de manutenção de postos de trabalho...ou não ?

aliás devo dizer-te que não é a 1ª vez que isso acontece: no período pós-revolução de Abril, quando Portugal entrou em sérias dificuldades, o 1º Ministro da altura, Mário Soares, pagou um 13º mês em Certificados de Aforro, a minha mulher é professora e recebeu dessa forma. Foi uma poupança forçada mas o certo é que ainda temos esse certificado, já vale 6.200 euros e na altura valia um ordenadozito mixuruca de professora jovem...na altura tínhamos uns 25 anos mais ou menos...

portanto.... olha, em tempo de guerra não se limpam armas, como se costuma dizer...

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Ora, mas os grandes sugadouros de dinheiro do Estado, que são os salários milionários da RTP, empresas e institutos públicos, a esses altos cargos, não pagam eles em certificados de aforro.

O Estado está em dificuldades porque é tudo a roubar e ninguém a controlar. O que interessa é ir sempre buscar ao empregado que nada pode fazer. Os grandes ficam intocáveis.

não é totalmente incorrecto na medida em que quem está em dificuldades financeiras é o "patrão Estado" e não o meu patrão: se o meu patrão entrar em dificuldades faz o mesmo na sua empresa cortando onde pode e fazendo uma coisa que o patrão Estado não faz : dispensando pessoal...ou então negociando reduções salariais em troca de manutenção de postos de trabalho...ou não ?

aliás devo dizer-te que não é a 1ª vez que isso acontece: no período pós-revolução de Abril, quando Portugal entrou em sérias dificuldades, o 1º Ministro da altura, Mário Soares, pagou um 13º mês em Certificados de Aforro, a minha mulher é professora e recebeu dessa forma. Foi uma poupança forçada mas o certo é que ainda temos esse certificado, já vale 6.200 euros e na altura valia um ordenadozito mixuruca de professora jovem...na altura tínhamos uns 25 anos mais ou menos...

portanto.... olha, em tempo de guerra não se limpam armas, como se costuma dizer...

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

mas isso eu concordo contigo: existe uma discussão muito profunda a fazer em Portugal sobre a dimensão do sector público e sobre as empresas desse sector: quais são necessárias e quais devem desaparecer ou passar a privadas.

mas, relativamente a salários, já não concordo tanto: os empregados do Estado (incluindo cargos políticos) nunca, em país nenhum, ganharam mais do que os do sector privado, quero dizer na América, p.ex., o Obama também ganha MUITO menos do que o presidente da Ford ou da GM ou de qualquer grande empresa. Isso é assim em todo o mundo. Ainda há dias li um artigo sobre professores na Noruega e aparecia uma senhora professora, norueguesa, que se queixava do baixo salário comparado com o sector privado. Talvez a troca seja a estabilidade de emprego.

Por outro lado a RTP (o exemplo que deste) pode ser pública mas rege-se por princípios privados: tu não podes ter uma "estrela" tipo Judite de Sousa ou José Alberto Carvalho paga pelo preço de um locutor "sem sal" e que não faz audiência: são regras incontornáveis e não há como fugir-lhes.

A discussão pode ser outra: necessitamos nós de uma rádio e tv públicas ? Eu sou dos que acham que sim, necessitamos, mas repara que até na BBC há estrelas que ganham mais do que os outros, essa também é uma regra universal e os regimes em que eram "todos iguais" infelizmente faliram e caíram de podres: por muito idealismo que tenhamos a realidade não é assim, há que encontrar a bissectriz, penso eu... posso estar errado, mas ...o facto de forçarmos a que "todos sejamos iguais" por decreto leva a que os que têm mais mérito - seja em que área for, desde o cavador ao cirurgião - se desmotivem e deixem de produzir, estudar e progredir e a longo prazo leva à "morte social" , não há sociedade que aguente isso, entra em estagnação.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Obviamente que não digo que a Judite de Sousa quisesse ficar na RTP a receber tuta e meia, os privados devem apresentar propostas milionárias. Mas eles pagam o que querem e ninguém tem nada com isso. Agora essa Sra. e outros a receber dezenas de milhares de euros mensalmente com o dinheiro dos meus impostos é que não. Eles que vão para a SIC e a TVI. Se a RTP perde audiências? Perde, mas a RTP não deve servir para andar em guerra com o sector privado. O serviço público não é assim. Mesmo com a guerra de audiências e as estrelas todas, a RTP dá prejuízo.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

nesse ponto a minha opinião é diferente da tua.

a RTP em 2010 apresentou resultados positivos

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=449717

a Taxa de Radio Difusão que nós pagamos mensalmente na electricidade eu, por mim, pago-a de bom grado pois desejo ter uma rádio e tv públicas - estive cerca de 4 anos fora de Portugal e era-me muito grato e muito importante para mim chegar a casa ao fim do dia e poder ver alguma televisão portuguesa e só quem esteve nesta situação sabe o prazer que isso dá: existem milhões de portugueses espalhados pelo Mundo, o português é uma das línguas mais faladas no Mundo, eu dou grande importância a que a tv e rádio portuguesas cheguem às nossas comunidades espalhadas pelo globo e pago a taxa de rediodifusão com todo o gosto.

No entanto isso é uma coisa, outra é ter prejuízos sistemáticos e estar sempre a contar com o "ovo no cú da galinha" : isso eu estou contigo, não concordo e quando assim é devem ser tomadas medidas correctivas pois o contribuinte não pode estar a pagar más gestões.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Deve ser com a implementação destas medidas que o Governo e Banco de Portugal preparam nova forma de poupança para famílias!...  :o

Governo anuncia novos cortes

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/financas/medidas-de-austeridade-crise-da-divida-teixeira-dos-santos-medidas-adicionais-crise-agencia-financeira/1238684-1729.html

P.S. - Recordo-me que não há muito tempo foi apresentado com "pompa" ao fim de 100 dias de governação, o cheque bébé!...  :P

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

O que não vejo aí são os cortes nos carros de alta cilindrada com motorista à disposição, telemóveis sem limites de saldo, cartões de crédito...

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Segundo as últimas notícias, parece tratar-se de um plano de "poupanças automáticas", sugerindo a aplicação (alegadamente voluntária) de parte do vencimento em produtos de poupança. Discute-se a possibilidade do 13º ou 14º mês pago em Certificados de Tesouro, mas para já é só um boato.

Se for realmente voluntário, parece-me que só terá adesão se incluir algum tipo de bonificação, tal como é feito para o pagamento do subsídio de refeição em vales. Ou talvez um benefício fiscal, mas esses estão agora tão limitados...

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Poupar? Como? Não brinquem comigo! Qual será a substância que os nossos políticos andam a tomar? Depois dos impostos, as pessoas já quase não têm dinheiro para géneros alimentícios e para pagar a factura da electricidade aos ladrões da EDP.

Instrumentos de poupança? Para quê, para mudarem as regras do jogo a meio...como é costume.

Os criadores do "instrumento" que invistam as respectivas poupanças.

Então, estrangularam as deduções nos PPR e agora vão criar "instrumentos de poupança"? Não é preciso criar coisa nenhuma, os instrumentos já existem, o Governo é que deu cabo deles.

Em bom rigor, julgo que uma proposta deste tipo numa altura destas, só pode ser classificada como um "atestado de burrice" emitido a favor dos portugueses.

Os nossos governantes que se deixem de malabarismos. Criem condições para as pessoas poderem amealhar, e então depois criem os instrumentos de poupança.

Como diria o grande comediante brasileiro Jo Soares, tenho nariz de palhaço, tenho cara de palhaço, mas eu não sou palhaço!

Bom fim-de-semana para todos.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Mais algumas novidades, que devem ficar aprovadas até ao fim de Março 2011

Promoting domestic savings and reducing households’ indebtedness

An important component of the strategy to decrease external indebtedness is to narrow the gap between investment and domestic savings. The savings rate has decreased quite considerably since mid 80s and more abruptly during the 90s, following the drop in interest rates that took place during the convergence process associated to the euro adoption, and the much easier access to bank credit. In this context, and in addition to the effect of fiscal consolidation in increasing public savings, we will contribute to the recovery of the private sector savings rate by implementing a comprehensive set of measures.

These measures, resulting from joint technical work by the Ministry of Finance and Banco de Portugal, will involve (i) promoting financial education and literacy, including by bringing together all the involved public and private entities and by ensuring coherence between the individual initiatives in this area; (ii) facilitating savings decisions, including by encouraging households’ automatic savings; (iii) upgrading the attractiveness and promoting the access to the existing financial savings products and the supply of new ones; and (iv) incentivizing households’ and financial institutions towards prudent management of indebtedness, thus also contributing to financial stability.

These measures will be approved by the end of March 2011.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

"promoting financial education and literacy" se apostarem forte neste item daqui a 2 décadas temos os nossos problemas financeiros resolvidos, o resto é treta.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Olhe que não acho. Dependendo da maneira como usam o dinheiro.

Se for para construir escolas é para esquecer, basta fazer uma pesquisa no google para ver que as escolas modernizadas têm mais problemas que as antigas. A minha escola por exemplo está a espera a 6 meses que venha um tecnico de lisboa para arranjar os problemas nos postes de basket e muitos outros que a minha escola tem.

Se for para dar novos sistemas de ensino por mim tudo bem, a dinamarca e a holanda têm sistemas praticos e teoricos para o ensino, já em Portugal todos os alunos têm de saber o mesmo apesar das diferentes capacidades que podem atingir.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Mais alguma novidades

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=474661

Governo lança plano de auto-poupança para a função pública

De forma a incentivar o aforro, o Executivo pretende criar o “Plano de Auto-Poupança Individual” para quem recebe um rendimento do Estado. A adesão será voluntária.

O reforço da poupança interna é um das reformas estruturais defendidas pelo Governo na actualização do Programa de Estabilidade e Crescimento. Neste âmbito pretende “criar condições para tirar partido do comportamento de inércia no acto de poupar”.

A solução proposta leva o nome de “Plano de Auto-Poupança Individual”. De acordo com o plano, todos os trabalhadores, pensionistas e beneficiários de subsídios pagos pelo Estado passam a dispor da possibilidade de aplicar, de forma automática e periódica, uma parte da remuneração, da pensão de reforma ou do subsídio em “produtos de poupança à sua escolha”.

A adesão ao Plano será voluntária e depende de uma contractualização dos produtos de poupança escolhidos. O universo de produtos que poderão ser subscritos neste âmbito fica dependente da definição das características que os tornam elegíveis.

O Governo espera ainda que “ao incentivar a concorrência entre as instituições que oferecem produtos de poupança” a medida tenha um “impacto positivo sobre a remuneração” dos mesmos.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

  Só me custa ver os comentários enraivecidos dos leitores do JN on-line...como se fosse por aqui que o Governo, seja ele qual for, cometa um crime de lesa majestade para com os contribuintes...de resto não admira, quando a maior parte dos colunistas e editores do jornal não sabe tecer opinião sem ter de "malhar" (como diria o Ministro da Defesa) no Governo...

  Claro que aqui no nosso fórum também já se levantaram opiniões bem críticas da acção do actual executivo, de resto, perfeitamente aceitáveis e tolerantes..mas é só comparar entre a elevação do debate, regra geral, que aqui salutarmente travamos com a que é feita por essa web fórum para mais uma vez ficarmos satisfeitos para com o fórum que, cada um à sua maneira, todos ajudámos algum dia a construir enquanto espaço (in)formativo de literacia financeira prática!

  Dito isto, é claro que esta nova modalidade de poupança, seja ela proposta por que partido for (do BE ao CDS) só pode ser entendida como uma boa medida, por muito desastrosas que possamos entender o resto das políticas levados a cabo no contexto actual!

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Dito isto, é claro que esta nova modalidade de poupança, seja ela proposta por que partido for (do BE ao CDS) só pode ser entendida como uma boa medida, por muito desastrosas que possamos entender o resto das políticas levados a cabo no contexto actual!

Caro radical_pt, antes de cantar vivas ao pinoquio pela excelente iniciativa, considere quanto poupa, sabendo que nos bastidores o estado portugues se anda a endividar, em seu nome, à simpatica taxa de 7%.

convem tb nao esquecer que, das suas actuais poupanças, mais de 20 000 euros já nao lhe pertencem, como pode comprovar no link abaixo (datado de março de 2010).

em média, cada português deve 18,3 mil euros aos banqueiros estrangeiros, mais 1750 euros que há um ano. Ou, fazendo outras contas, só para "limpar" a dívida, os portugueses necessitavam de trabalhar um ano e 42 dias.

link

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Caro radical_pt, antes de cantar vivas ao pinoquio pela excelente iniciativa, considere quanto poupa, sabendo que nos bastidores o estado portugues se anda a endividar, em seu nome, à simpatica taxa de 7%.

convem tb nao esquecer que, das suas actuais poupanças, mais de 20 000 euros já nao lhe pertencem, como pode comprovar no link abaixo (datado de março de 2010).

link

É de facto uma outra forma de colocar o problema... de qualquer maneira, pessoalmente acho que as taxas praticadas no mercado de divida pública e a sucessiva descida do rating da República se devem mais à especulação do clima económico vigente (veja-se os outros exemplos da Irlanda e da Grécia que nem com FMI dentro conseguiram reduzir os níveis...) do que propriamente à actuação do Governo...

De resto, em relação a este tópico específico, acho que é uma medida de futuro, mais importante ainda do ponto de vista da filosofia de poupança que se quer presente nas gerações futuras!

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Este conteúdo terá de ser aprovador por um moderador

Visitante
Está a comentar como Visitante. Se já se registou, por favor entre com o seu Nome de Utilizador.
Responder a este tópico

×   Colou conteúdo com formatação.   Remove formatting

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor