Pedro Pais

Taxa fixa ou variável?

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Parece que são poucos os que optam pela taxa fixa nos créditos habitação. Porquê? Porque se prefere os créditos de taxa variável? Gostava de vos <em>ouvir</em> falar sobre esta temática.

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Parece que são poucos os que optam pela taxa fixa nos créditos habitação. Porquê? Porque se prefere os créditos de taxa variável? Gostava de vos <em>ouvir</em> falar sobre esta temática.

È facil entender tal como a bolsa tem altos e baixos e paralelamente a economia mundial tambem as taxas para fumentar a economia tem que baixar e por arrastamento as taxas a pagar dos creditos varios têm o mesmo caminho.
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Parece que são poucos os que optam pela taxa fixa nos créditos habitação. Porquê? Porque se prefere os créditos de taxa variável? Gostava de vos <em>ouvir</em> falar sobre esta temática.

Isso têm a ver com a mesma razão pela qual as pessos, regras geral, falham na bolsa, têm demasiado esperança que coisas boas aconteçam e fazem por esquecer o risco que correm.

Quando as taxas estiveram em valores mínimos, aí sim era de optar por uma taxa fixa.

Agora que estamos em valores históricos é mais provável que as subidas sejam raras e muito ligeiras, para estabilizar a inflação, e a apartir daí um novo ciclo de descida.

Quem tiver possibilidade pode criar uma taxa fixa (hedge) através da tomada de posições longas no ETF DB-X EONIA.

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Basicamente, sim porque esta é uma pergunta que nunca poderá ter uma forma directa e única de ser apresentada, concordo com o comentário do pedro pais na sua ´página inicial: será melhor apostar na taxa fixa se a pessoa que tem o crédito não tem possibilidades de cumprir com as suas obrigações caso a taxa de referência volte a subir; caso contrário não será a altura mais apropriada para correr este risco, visto que ao nível que estão as taxas neste momento elas só devem ter tendência para baixar, é um caso de tempo... e nestas circunstâncias um crédito asociado a uma taxa variável poderá ter alguma probabilidade de baixar...

É sempre uma escolha difícil para o devedor e difícil de explicar a razão da escolha de qualquer uma delas (fixa ou variável), tamanha é a sua volatilidade e incerteza.....

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Basicamente, sim porque esta é uma pergunta que nunca poderá ter uma forma directa e única de ser apresentada, concordo com o comentário do pedro pais na sua ´página inicial: será melhor apostar na taxa fixa se a pessoa que tem o crédito não tem possibilidades de cumprir com as suas obrigações caso a taxa de referência volte a subir; caso contrário não será a altura mais apropriada para correr este risco, visto que ao nível que estão as taxas neste momento elas só devem ter tendência para baixar, é um caso de tempo... e nestas circunstâncias um crédito asociado a uma taxa variável poderá ter alguma probabilidade de baixar...

É sempre uma escolha difícil para o devedor e difícil de explicar a razão da escolha de qualquer uma delas (fixa ou variável), tamanha é a sua volatilidade e Se Fincerteza.....

Se Fôr um credito por meio ano ainda é vantajoso taxa fixa , mas se Fôr por mais tempo é quase certo que a taxa variavel trará mais vantagem
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Quem tiver possibilidade pode criar uma taxa fixa (hedge) através da tomada de posições longas no ETF DB-X EONIA.

Eu diria que isso já é demasiado avançado para o comum dos mortais, como eu :)

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Outra hipótese a ponderar é a prestação fixa (diferente de taxa fixa), em que o valor da prestação se mantém e o prazo do empréstimo aumenta ou diminui consoante as taxas de juro aumentam ou diminuem, respectivamente.

Parece-me uma boa solução para os tempos que correm e para quem não quer correr riscos.

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Outra hipótese a ponderar é a prestação fixa (diferente de taxa fixa), em que o valor da prestação se mantém e o prazo do empréstimo aumenta ou diminui consoante as taxas de juro aumentam ou diminuem, respectivamente.

Parece-me uma boa solução para os tempos que correm e para quem não quer correr riscos.

O problema é que a maior parte dos créditos já <em>roça</em> a duração máxima e normalmente as condições associadas a esse tipo de produtos não é tão interessante. Mas é sempre boa ideia comparar.

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A mim parece-me que a hipótese de contratar um CH com taxa fixa poderá ser positiva para as famílias. Sobretudo quando é dada a possibilidade ao cliente de fixar a taxa durante um prazo de 3/5 e até 10 anos. Mas a questão que se levanta é a seguinte: quando optar por variável ou fixa? Para mim a resposta é simples: quanto mais perto a Euribor estiver da barreira dos 2%, melhor a hipótese de contratar à taxa fixa se revela, porque é exactamente esta taxa que o BCE (responsável pela política orçamental e monetária dos países da Zona Euro) definiu, no Plano de Estabilidade e Crescimento, como objectivo para os países membros (Portugal inclusive). Posto isto, entende-se que o BCE tentará situar a taxa de juro de referência da moeda única junto dos 2%, trazendo por arrasto a Euribor (taxa de juro de referência dos CH).

Por estas razoes, considero que para já não vejo a contratação de créditos com taxa fixa uma solução viável para os próximos tempos. Quem sabe dentro de 3/5 anos, quando a taxa de juro de referência na Zona Euro voltar aos níveis de 2005. Mas para já não!

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Para mim a resposta é simples: quanto mais perto a Euribor estiver da barreira dos 2%, melhor a hipótese de contratar à taxa fixa se revela, porque é exactamente esta taxa que o BCE (responsável pela política orçamental e monetária dos países da Zona Euro) definiu, no Plano de Estabilidade e Crescimento, como objectivo para os países membros (Portugal inclusive).

A questão é que mesmo nestas alturas, a taxa fixa não ronda os 2% - é bastante mais alta que a Euribor (os bancos não podem correr o risco de começar a subir por aí de repente e os cliente pagarem o empréstimo a preço de saldo). Ou seja, os clientes, como normalmente pensam é no imediato, não se sentem nada atraídos a optar pela taxa fixa porque é muito mais alta.

Mas mesmo assim, nessa altura era bem menor do que é hoje, isso sem dúvida. E quem contratou em empréstimo a taxa fixa há 2-3 anos hoje está bem mais descansado...

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Tens razão pauloaguia quando dizes que "mesmo nestas alturas, a taxa fixa não ronda os 2%". Tanto mais porque à que contar com o "spread" do banco. Porém, encaro este cenário como um sinal, como uma perspectiva de mercado futura. Foi exactamente o que sucedeu há 2-3 anos e, hoje, quem contratou um CH com taxa fixa está feliz da vida. Porém, durante um tempo andou a pagar mais que a maioria que opta por taxa variável: é o preço a pagar pela estabilidade futura!!!!

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A meu ver nesta altura do campeonato não é bom negócio contratar a taxa fixa, porque a mesma fica em níveis muito altos, quando a tendência pelo menos para o inicio do próximo ano é descer.

E também não deve ser contratada quando está a descer deve-se esperar um período de acalmia.

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E quem contratou em empréstimo a taxa fixa há 2-3 anos hoje está bem mais descansado...

E a poupar algum dinheiro também, mesmo que tenha perdido algum quando contratou a taxa fixa.

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Olá

Eu estou para adquirir casa! E fui fazer uma simulação e fiz com taxa fixa!

Pois na minha opinião acho que neste momento compensa bastante, pois as taxas não param de subir, e caso tenham visto as noticias vai ter tendência para aumentar até 2010.

A diferença que me fazia na simulação era que depois de 10 anos de taxa fixa aumentava-me a prestação de 100 euros.

Eu no meu ver taxa fixa acaba por ser melhor, porque como neste momento está sempre a subir, assim temos uma despesa que sabemos que é aquilo e aquilo mesmo. Enquanto se for variável estamos sempre sujeitos a altos e altos, porque baixos não me acredito lá muito

E lembrem -se de uma coisa os bancos são os maiores ladrões, por isso nunca ficam a perder ;)  ::)

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Julgo que se se tem uma "almofada", pronta intervir, caso as taxas subam, a taxa variável é mais sedutora!

Caso contrário, a fixa, dá-nos o conforto de saber que a prestação é aquela que se contratou! Se o Banco vai ter prejuízos futuros, problema deles!

No entanto, há Bancos (quase todos que têm um misto fixa/varíável (por exemplo é fixa a 5 anos e passa a variável após esse prazo)! É uma hipótese a considerar, se bem que acredite, que daqui a 2 anos, tudo já estará nos "eixos" (optimista que eu sou)!

De qualquer forma não há respostas fáceis a perguntas difíceis!

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Eu tambem estou a pensar em meter taxa fixa a 2 anos.

Dá uma diferença de menos 100€ no empréstimo por mês.

E duvido que as coisas acalmem durante os próximos 2 anos ao ponto das taxas descerem abaixo dos 3,9%

Os bancos estão a aliviar para as pessoas pagarem os empréstimos visto estarem a ficar entupidos com casas devolvidas.

Mas não devem baixar assim tanto...

De qualquer maneira devo de fazer a escritura em Janeiro e isso vai dar-me tempo para examinar o mercado e tomar uma decisão mais acertada.

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A questão é que mesmo nestas alturas, a taxa fixa não ronda os 2% - é bastante mais alta que a Euribor (os bancos não podem correr o risco de começar a subir por aí de repente e os cliente pagarem o empréstimo a preço de saldo). Ou seja, os clientes, como normalmente pensam é no imediato, não se sentem nada atraídos a optar pela taxa fixa porque é muito mais alta.

Mas mesmo assim, nessa altura era bem menor do que é hoje, isso sem dúvida. E quem contratou em empréstimo a taxa fixa há 2-3 anos hoje está bem mais descansado...

Paulo, não posso concordar contudo o que escreveste.

Acredito que nunca baixarão a 2 pontos, mas que podem pontualmente encontrar-se abaixo das suas congéneres indexadas à Euribor, não me restam duvidas.

Ainda hoje tive a prova de que o credito com tx fixa era "mais barato" que com tx variável (comparando TAEG).

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Paulo, não posso concordar contudo o que escreveste.

Acredito que nunca baixarão a 2 pontos, mas que podem pontualmente encontrar-se abaixo das suas congéneres indexadas à Euribor, não me restam duvidas.

Ainda hoje tive a prova de que o credito com tx fixa era "mais barato" que com tx variável (comparando TAEG).

Eu continuo a concordar com o que escrevi, pode é ter outras interpretações ;)

Eu quis dizer é que quando as Euribor andarem pelos 2%, a taxa fixa estará bem mais alta; não quis dizer que ela estará sempre bem mais alta. Aliás, ainda há pouco tempo as Euribor estavam nos 5% e a taxa SWAP abaixo delas...

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Sim, ninguém espere fixar uma taxa pelos valores mínimos de uma Euribor.

As taxas fixas irão cair, mas não tanto como a Euribor.

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Eu estou num dilema...

Vou-me meter numa casa e tenho a opção da taxa fixa a 2 anos (TAE 5.585%) e a Euribor 3M (TAE 5.609%). Estes valores são relativos ao 2º ano (no 1º à uma taxa promocional por causa dos seguros).

Fazendo as contas pago menos 136.53€ com a taxa fixa a 2 anos... Mas a Euribor está a cair!!!

Eu devo fazer a escritura em Janeiro/Fevereiro... Compensará optar pela taxa fixa?

Obrigado a todos.

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Eu estou num dilema...

Vou-me meter numa casa e tenho a opção da taxa fixa a 2 anos (TAE 5.585%) e a Euribor 3M (TAE 5.609%). Estes valores são relativos ao 2º ano (no 1º à uma taxa promocional por causa dos seguros).

Fazendo as contas pago menos 136.53€ com a taxa fixa a 2 anos... Mas a Euribor está a cair!!!

Eu devo fazer a escritura em Janeiro/Fevereiro... Compensará optar pela taxa fixa?

Obrigado a todos.

Eu, provavelmente, não optava por taxa fixa, durante um curto prazo, nesta altura do campeonato.

Ao faze-lo, optaria por fixa-la por longos períodos, provavelmente por 30 anos.

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Saiu na edição escrita de há um par de dias...

Basicamente diz que a taxa fixa a "compensar" só se for a de 30 anos.

Taxas fixas de poucos anos nesta altura tudo indica que será mau negócio

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Eis o que  hoje o Jornal de Negócios online diz sobre o tema:

Taxa fixa ou variável? Vai valer a pena indexar o crédito à Euribor?

As taxas de juro estão em queda. A Euribor já está aos níveis de 2006. Compensa indexar o empréstimo a uma taxa variável? As nossas contas dizem que sim.

"......Esta é uma questão que muitas vezes se coloca quando se decide contrair um empréstimo para comprar habitação. Regra geral, em altura de descida das taxas de juro as taxas variáveis, como a Euribor, tendem a compensar. Mas em época de subidas de juros, como se verificou nos últimos três anos, a taxa fixa é mais compensadora.

Se vai contrair um empréstimo este ano, tenha em atenção que as taxas fixas praticadas actualmente pelos bancos estão mais altas que as médias das taxas Euribor. O que significa que um empréstimo indexado a uma taxa fixa é actualmente mais caro. Por isso, nesta altura o melhor será optar por indexar o empréstimo à taxa Euribor. Mas gaste algum tempo a comparar para tentar poupar dinheiro.

O Negócios fez os cálculos. Quem contrair um empréstimo de 100 mil euros, a 30 anos, com um "spread" de 0,7% e optar por indexar o seu crédito à Euribor a seis meses vai pagar, em Janeiro, 481,17 euros, considerando a média mensal da Euribor de Dezembro (mês de referência para o cálculo dos juros no primeiro mês do ano). A revisão deste empréstimo ocorrerá em Julho e, segundo os juros contratados pelos bancos entre si nos mercados internacionais para o futuro, a Euribor a seis meses deverá rondar os 2,195%. Este valor corresponde a uma prestação de 415,96 euros.

No acumulado, em 12 meses uma família que tenha um empréstimo nestas condições pagará 5.382,78 euros (excluindo outros custos).

Já as taxas fixas a cinco anos praticadas pelos bancos, estão acima destes valores.Considerando a taxa fixa a cinco anos praticada pela CGD, que se encontra em 3,75%, um empréstimo nas condições anteriormente descritas corresponde a uma prestação mensal de 503,72 euros. Isto é, ao longo do ano, o encargo com o crédito seria de 6.044,64 euros, mais 661,86 euros , ou 12,3%, do que o empréstimo indexado à Euribor a seis meses......"

Da minha autoria é somente o "negrito"! Não fiz qualquer cálculo, pelo que espero que estes estejam certos!

Para quem quiser/precisar de mais informações: http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=348002

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Eu não discordo do que está publicado nesse artigo (e, aliás já foi colocado noutros tópicos aqui no fórum, pelos vistos é o assunto que está mais na ordem do dia :))

Mas há uma coisa a que eles dão pouco ênfase: hoje as taxas fixas são efectivamente mais altas que as variáveis. Mas e daqui a 3, 4, 10 anos? Será que vão estar sempre mais baixas? E, havendo oscilações, a partir de que valores é que começaria a compensar ter escolhido hoje uma taxa fixa?

Não quer dizer que recomende uma ou outra modalidade. Mas se uma pessoa está disposta a empenhar-se a 40 anos, porque é que as análises hão de ser feitas apenas aos valores dos dias de hoje? (sabendo à partida que é impossível fazer grandes previsões a 40 anos).

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