pedro75

Duvida sobre IRS

25 publicações neste tópico

Venho aqui expor a minha situação pessoal que é claramente injusta, levando me á conclusão que trabalhar nao compensa....

vejamos sou trabalhador dependente categoria A no entanto tenho duas entidades patronais qualquer uma delas faz-me as deduções especificas pelo maximo permitido por lei, no entanto ao estado isso nao interessa ou seja pega nos meus 2 rendimentos e junta-os num só criando um rendimento global ficando desde logo com uma taxa de irs de 34% como nao tenho filhos dependentes, nao tenho grandes despesas de saude nem nenhum credito habitação nao obtenho nenhuma dedução especifica de relevo isto é resumindo tenho cerca de 3000€ de irs para pagar e os meus dois subsidos de ferias nao chegam para pagar este "roubo" agora a parte curiosa é, se só tivesse apenas 1 emprego em qualquer um dos casos recebia sempre do estado cerca de 600€.

Deixo aqui esta minha situação pessoal na tentativa de obter da parte de algum dos intervenientes deste forum alguma opinião, ou alguem que esteja na mesma situação e que me possa ajudar

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De facto não ha muito a fazer, como tem dois empregos logo na Declaração de IRS terá de declarar o rendimento desses dois empregos, a soma dos dois rendimentos ao cair no intervalo de 17.043 € a 39.197 € fez com que fosse aplicada a taxa de 34%, e como não tem despesas relevantes não houve deduções á colecta, apenas de 221,25 € de mínimo, mas concerteza que aquilo que descontou serviu para abater ao imposto liquidado fazendo porventura com que pagasse menos.

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O IRSé um imposto directo e progressivo pelo que quem ganha mais paga mais. E, em princípio quem tem 2 empregos deverá ganhar mais.

A dedução específica da categoria A é aplicada uma única vez embora os rendimentos da categoria A provenham de 2 lados.

Não tem crédito à habitação, não dispende muito dinheiro em saúde (ainda bem!), não é casado (suponho) nem tem filhos.

Assim, é difícil não pagar.

Aliás....se calhar, se não pagasse é que era injusto!

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Venho aqui expor a minha situação pessoal que é claramente injusta, levando me á conclusão que trabalhar nao compensa....

não deixas de ter alguma razão... neste país está-se a dar mais regalias e direitos aos que não querem trabalhar. E, claro está, para que isso aconteça há que ir sacar à massa aos que vergam a mola independentemente de terem um ou dois empregos. O Guterres é que sabia: é a vida!  :)

Haja saúde...!

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agora a parte curiosa é, se só tivesse apenas 1 emprego em qualquer um dos casos recebia sempre do estado cerca de 600€.

Se bem percebi esta é que é a fonte da indignação. Mas vamos a ver se te faço perceber que tu até sais a ganhar e não a perder como parece à primeira vista. Vamos comparar o meu caso com o teu (hipoteticamente)

Tu tens duas fontes de rendimento. Os teus patrões, e muito bem, fazem retenção na fonte de parte do teu rendimento para efeitos de IRS. Cada um deles calcula essa retenção com base naquilo que te paga - como não é uma quantia muito alta, a percentagem a reter é relativamente baixa.

Por outro lado, eu tenho um rendimento total idêntico ao teu mas apenas de um único patrão. Vou cair num escalão bem mais elevado e o montante da retenção na fonte é bem maior do que a soma das duas parcelas de retenção que tu tens actualmente.

Quando no ano seguinte o estado calcula o IRS, naturalmente fá-lo com base no rendimento bruto (que é idêntico e, portanto, é-nos aplicada a mesma taxa) e desconta os montantes que os nossos patrões retiveram e pagaram ao estado a título de adiantamento. Só que como esses montantes foram maiores no meu caso, eu fico a dever muito menos ao estado, eventualmente até ainda tenho algum a receber. Como a soma dos valores que te foram retidos é mais baixa que a minha, tu pagarás mais no acerto de contas que eu. Mas ambos teremos pago ao Estado o mesmo dinheiro (isto é a soma das minhas retenções com o que eu pago no fim é igual à soma das tuas retenções com o que tu pagas)

MAS... tu, como leitor assíduo deste fórum, sabes que deves por o dinheiro a render. O facto de descontares menos todos os meses para o Estado faz com que fique mais dinheiro do teu lado. Se puseres esse dinheiro de lado a render, quando chegar a altura do acerto de contas com o Estado não só tens o dinheiro para pagar, como ainda tens os juros que entretanto conseguiste arrecadar. E que serão bem maiores que os juros que eventualmente eu tenha arrecadado também, porque eu entreguei mais dinheiro adiantado ao Estado.

Tens razão, realmente trabalhar não compensa... trabalhar a dobrar é que sim ;)

(NOTA: as diferenças por causa dos juros são mínimas... o que interessa é que não estás a ser injustiçado como te parece à primeira vista)

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pauloaguia,

bom post!!! ;)

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Caros membros:

Hoje venho expor-vos uma situação que me anda a martelar na cabeça e ainda não descobri como a resolver. Mas também me não aconselhei com ninguém.  Passo a explicar: A minha filha, de 22 anos, que este ano finalizou a sua licenciatura, esteve ao meu cargo até ao mês de Julho do ano corrente. Em Agosto, começou a trabalhar e inscreveu-se na Segurança Social. Agora preciso saber como é que devo proceder quando no próximo ano entregar a declaração de IRS.

Alguma alma caridosa cá fórum me dá uma dica e informa como devo proceder?

Agradecia…

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A minha filha, de 22 anos, que este ano finalizou a sua licenciatura, esteve ao meu cargo até ao mês de Julho do ano corrente. Em Agosto, começou a trabalhar e inscreveu-se na Segurança Social. Agora preciso saber como é que devo proceder quando no próximo ano entregar a declaração de IRS.

No próximo ano ela mete o IRS independentemente do teu (vosso). As despesas em nome dela (propinas eventualmente pagas este ano, por exemplo) vão entrar na declaração dela também.

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No próximo ano ela mete o IRS independentemente do teu (vosso). As despesas em nome dela (propinas eventualmente pagas este ano, por exemplo) vão entrar na declaração dela também.

Quem pagou as propinas fui eu e ela é que as mete no IRS dela? Esteve completamente ao meu encargo até fim de Julho...

Mas se dizes que é como escreveste...

Sendo assim, já não a posso mencionar como fazendo parte do meu agregado familiar, mesmo tendo ela vivido comigo durante 7 meses do corrente ano?

Não percebo nada disto...

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Quem pagou as propinas fui eu e ela é que as mete no IRS dela?

Pedes-lhe que te pague as propinas de volta, é justo. E assim vai aprendendo a ter responsabilidades ;D

Se parece confuso para ti imagina como será para ela, que vai preencher o IRS pela primeira vez...

Eu penso que é como te disse. O que conta é a situação do contribuinte no dia 31 de Dezembro e nessa data ela já não é tua dependente pois já não está a estudar. E pensa assim - ia ser bem mais confuso se tivesses que preencher declarações parcelares relativas a alguns meses do ano - tinhas que discriminar os rendimentos por mês, fazer o mesmo com as despesas, uma confusão... até porque as entidades (patrão, banco, etc) mandam-te uma única declaração com os totais anuais, como é que ias documentar isso tudo?

Mas há por aí quem perceba mais de IRS do que eu... aguarda por outra opinião.

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Pedes-lhe que te pague as propinas de volta, é justo. E assim vai aprendendo a ter responsabilidades ;D

Era o que faltava! :) Quero é que ela se desenrasque sozinha e veja na minha casa o seu porto de abrigo para quando as trovoadas surgirem. Sim, há contar sempre com as trovoadas porque elas existem.

Quanto à declaração vou fazer como dizes. Acho que é a forma mais simples.

Obrigado pela informação.

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É sempre bom sermos independentes mas saber que os pais estão disponíveis para qualquer eventualidade. :)

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Pedes-lhe que te pague as propinas de volta, é justo. E assim vai aprendendo a ter responsabilidades ;D

Se parece confuso para ti imagina como será para ela, que vai preencher o IRS pela primeira vez...

Eu penso que é como te disse. O que conta é a situação do contribuinte no dia 31 de Dezembro e nessa data ela já não é tua dependente pois já não está a estudar. E pensa assim - ia ser bem mais confuso se tivesses que preencher declarações parcelares relativas a alguns meses do ano - tinhas que discriminar os rendimentos por mês, fazer o mesmo com as despesas, uma confusão... até porque as entidades (patrão, banco, etc) mandam-te uma única declaração com os totais anuais, como é que ias documentar isso tudo?

Mas há por aí quem perceba mais de IRS do que eu... aguarda por outra opinião.

É exactamente como escreve aqui o paulaguia. Conta a situação do agregado familiar a 31 de Dezembro do ano para preenchimento da declaração modelo 3 do IRS. Assim, a 31/12, a filha já não é considerada dependente pois é maior de 18 e já não está inscrita numa instituição do sistema nacional de educação. Para além disso tem rendimentos próprios.

Faça como o pauloaguia escreveu não porque é mais simples, mas porque é obrigatório face á lei (CIRS).

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Obrigado a todos! :)

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Pedes-lhe que te pague as propinas de volta, é justo.

Antes que alguém fique indignado - eu estava a gozar, acho que todos perceberam... (só para esclarecer)

Quero é que ela se desenrasque sozinha...

Já lhe ensinaste o URL do fórum, certo? ;)

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Já lhe ensinaste o URL do fórum, certo? ;)

Sinceramente ainda não o tinha feito, mas vou fazê-lo agora. :)

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Aqui fica, para alguém que venha a precisar, uma informação complementar acerca da minha situação face ao próximo IRS:

Desloquei-me às Finanças e fui informado que:

a) No próximo ano, a minha filha, efectivamente, já não constará na minha declaração como dependente. Ela própria terá de entregar a sua declaração de IRS.

B) Quanto às despesas de educação (propinas, transporte, senhas de refeição, fotocópias, etc.) mesmo tendo sido emitidas em seu nome, até à data em que ela finalizou o curso, serão apresentadas por mim.

Bem me parecia que algo não batia certo. :)

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Ainda bem

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Bom, parece-me que não terás sido bem informado.

Ao preencheres o anexo H da mod. 3, quando indicas o valor das despesas de educação, terás de indicar o nº de dependentes a cargo, obrigatóriamente.

No entanto, na própria mod.3 (rosto), irás indicar 0 dependentes, dada a situação a 31 de Dezembro.

Ao validares a declaração, quase de certeza,  vai dar erro, pois o sistema vai detectar incoerência no preenchimento.

A alternativa que eu vejo é indicares o valor, como se fossem do próprio sujeito passivo, e esperar para ver. ;)

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Girassol :)

Pois eu penso que provavelmente não vai dar erro nenhum. Tenho mais um filho de 17 anos a estudar, portanto vou indicar um dependente. Mas a tua observação tem toda a lógica. Obrigado.

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Antes de mais peço desculpa por colocar a minha dúvida em forma de "resposta", mas ainda não sei mexer muito bem nisto!

É o seguinte - O meu pai faleceu há 3 anos. Ele viveu durante algum tempo com uma amante (sem se divorciar da minha mãe), e sabemos que sustentou a senhora e lhe comprou casas. Eu e a minha mãe somos as suas herdeiras, sendo a herança basicamente constituída por uma casa e terrenos. Ele teve  "problemas" :-\ com o IRS, de modo que após a sua morte já tivemos que pagar algumas dívidas - dívidas essas que na altura a repartição de finanças nos assegurou estarem completamente liquidadas. Agora apareceu uma nova dívida, de 14 000 euros  :o !

Gostaria de saber o seguinte: 1) Nós continuamos reponsáveis pela dívida?

                                        2) Se sim, durante quanto tempo me podem aparecer surpresas?

                                        3) Se existirem valores ainda em nome dele (mesmo fora do país)

                                            podem ir buscá-los preferencialmente?

                                        4) Se existirem dívidas fora do país, podem vir cobrá-las a mim??

Agradeço todos os esclarecimentos que me possam facultar !

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rapunzel :)

Código Civil

Encargos da herança

  Artigo 2068.º

(Responsabilidade da herança)

A herança responde pelas despesas com o funeral e sufrágios do seu autor, pelos encargos com a testamentaria, administração e liquidação do património hereditário, pelo pagamento das dívidas do falecido, e pelo cumprimento dos legados.

Artigo 2071.º

(Responsabilidade do herdeiro)

1. Sendo a herança aceita a benefício de inventário, só respondem pelos encargos respectivos os bens inventariados, salvo se os credores ou legatários provarem a existência de outros bens.

2. Sendo a herança aceita pura e simplesmente, a responsabilidade pelos encargos também não excede o valor dos bens herdados, mas incumbe, neste caso, ao herdeiro provar que na herança não existem valores suficientes para cumprimento dos encargos.

Em caso de dúvidas o melhor é consultar um advogado.

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Antes de mais peço desculpa por colocar a minha dúvida em forma de "resposta", mas ainda não sei mexer muito bem nisto!

É o seguinte - O meu pai faleceu há 3 anos. Ele viveu durante algum tempo com uma amante (sem se divorciar da minha mãe), e sabemos que sustentou a senhora e lhe comprou casas. Eu e a minha mãe somos as suas herdeiras, sendo a herança basicamente constituída por uma casa e terrenos. Ele teve  "problemas" :-\ com o IRS, de modo que após a sua morte já tivemos que pagar algumas dívidas - dívidas essas que na altura a repartição de finanças nos assegurou estarem completamente liquidadas. Agora apareceu uma nova dívida, de 14 000 euros  :o !

Gostaria de saber o seguinte: 1) Nós continuamos reponsáveis pela dívida?

                                        2) Se sim, durante quanto tempo me podem aparecer surpresas?

                                        3) Se existirem valores ainda em nome dele (mesmo fora do país)

                                            podem ir buscá-los preferencialmente?

                                        4) Se existirem dívidas fora do país, podem vir cobrá-las a mim??

Agradeço todos os esclarecimentos que me possam facultar !

Quanto à divida supostamente paga e que os herdeiros pagaram de novo, o melhor é junto do Serviço de Finanças da área fiscal, verificar se houve duplicação na cobrança. Se foi o caso, pede informação vinculativa. Os  vários Códigos Fiscais, regulam nomeadamente, que as restituições a fazer, em caso de duplicação, são de carácter oficioso (por iniciativa da Administração Fiscal). Inclusivamente a LGT (lei Geral Tributária), veio reforçar as garantias dos contribuintes! Contudo, muitas vezes não o fazem com celeridade e são sempre os contribuintes a "puxar" pela Administração Fiscal, para que resolvam a situação! Em caso afirmativo, reclama e em última análise, expõe a situação ao Ministro das Finanças (última instância)!

Quanto ao ponto 1, aqueles dois artigos do Código Civil que o Pipocas cita, sobretudo o que está em destaque, é isso mesmo: os encargos (passivo da relação de bens) só pode ter resposta pelos bens relacionados no activo da mesma. Após a morte do teu pai, respondem pela dívida dele, os herdeiros, correspondendo a cada um, a quota parte que tiverem nos bens.

Quanto ao ponto 2, as surpresas surgirão até à caducidade do imposto (fase de cobrança voluntária - 4 anos) ou até à prescrição das dívidas (fase executiva ou coerciva - 8 anos).

Quanto ao ponto 3, a lei civil difere muitas vezes da lei fiscal, sobretudo na fase executiva. Enquanto que na lei civil, o juíz pode nomear bens à penhora (escolher), na lei fiscal há mais flexibilidade. No que se refere a bens situados fora do país, depende do tipo de bens.

Quanto ao ponto 4, em regra, aplica-se a lei do país em questão. Da análise comparada que tive oportunidade de estudar enquanto estive a trabalhar lá, a lei é muito parecida em certos países e diferente noutros.

Quero fazer uma ressalva, face a tudo o que disse: na interpretação dos factos, tanto na lei civil como na fiscal, por vezes, a forma como "lemos" o que nos é exposto, pode diferir ou induzir em erro, porque há muitos "ses", e naquilo que li, depreendi que há ou poderá haver variáveis em certos pontos!

A contactar um advogado, contacta um fiscalista(se a situação já estiver em execução fiscal), porque por conhecimento próprio (a minha área era a das execuções fiscais) quem não é fiscalista, nos impostos sobre o rendimento e sobre a despesa, nomeadamente, tem grandes dificuldades! Sobretudo na área das execuções, os meios de defesa (oposiçôes, embargos de terceiros, recursos...), não são apresentados por qualquer advogado. É por norma um bom fiscalista, já que há muita juridisprudência associada à lei propriamente dita, para além da experiência que esses profissionais têm! Mas cuidado, fazem-se pagar normalmente por 30% ou 40% da quantia exequenda (quantia que se está a impedir que o Fisco cobre) Se o problema está ainda na fase não executiva, eu iria por um advogado experiente, com conhecimentos razoáveis de fiscalidade.O problema é que há em Portugal, poucos advogados razoáveis na matéria, dada a sua complexidade!

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Boa tarde. Eu tenho um emprego de ordenado minimo logo nao ha retencao na fonte para IRS.

Agora tenho oferta de outro emprego que me ira pagar um pouco menos k ordenado minimo.

A minha pergunta é ao fazer irs no proximo ano vai ser calculado o total dos 2 empregos e aí terei eu que pagar IRS visto vir a receber no total cerca de 850€ mensais dos 2 empregos. Certo?

Como nao foi retido na fonte em nenhum dos empregos (visto ordenado ser inferior) eu é k ficarei com uma boa quantia a pagar? Alguem m sabe dizer +- quanto devo pagar?

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Boa tarde. Eu tenho um emprego de ordenado minimo logo nao ha retencao na fonte para IRS.

Agora tenho oferta de outro emprego que me ira pagar um pouco menos k ordenado minimo.

A minha pergunta é ao fazer irs no proximo ano vai ser calculado o total dos 2 empregos e aí terei eu que pagar IRS visto vir a receber no total cerca de 850€ mensais dos 2 empregos. Certo?

Sim, simplificando é mais ou menos isso.

Como nao foi retido na fonte em nenhum dos empregos (visto ordenado ser inferior) eu é k ficarei com uma boa quantia a pagar? Alguem m sabe dizer +- quanto devo pagar?
Que eu saiba ainda não há simuladores para a declaração a entregar no próximo ano (provavelmente só começarão a aparecer mais para o fim do ano ou, pelo menos, depois de passar o stress da entrega das declarações deste ano). Mas se quiseres ficar com uma ordem da grandeza do valor, podes usar um simulador com as regras do ano passado - se fores o único elemento do agregado familiar não deve haver grandes diferenças; se houver dependentes até é provável que o valor venha a ser inferior ao que pagarias se a situação ocorresse no ano passado; por isso não perdes nada em fazer uma simulação com um simulador "antigo", mesmo sabendo que as regras estão a mudar este ano.
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