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BES o banco que mais cobra em comissões!

10 publicações neste tópico

Maiores bancos arrecadam 7,7 milhões por dia em comissões

No primeiro semestre do ano, os cinco maiores da banca nacional arrecadaram 1,38 mil milhões de euros em comissões. Por outras palavras, 7,7 milhões por dia e «sem stresse», destaca o jornal i na edição desta quarta-feira.

O valor representa uma subida de 12,6% em termos homólogos, vo montante global de uma rubrica que continua a ser uma importante nos resultados dos bancos CGD, BCP, BES, Santander Totta e BPI, lista o diário.

O BCP lidera, com as comissões a ascenderem a 405 milhões de euros no período entre Janeiro e Junho, mais 16,8%. O BES surge na segunda posição com uma subida de 12,5%, para 389,6 milhões de euros.

Na terceira posição ficou a Caixa Geral de Depósitos (CGD), com 248,3 milhões de euros de comissões líquidas (+10,5%), seguida pelo Santander Totta com 182,6 milhões de euros (+9,6%) e pelo BPI com 158,3 milhões de euros (+9,1%), de acordo com os números do i.

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Mais uma prova que o BPI, dentro dos grandes, consegue ser aquele com menores custos.

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sim disso não há dúvida, mas penso que será por isso (e já não é pouco) que o BPI tem clientes muito fidelizados e quase todos falam bem do banco.

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Na linha deste tópico venho acrescentar que soube hoje que nas tais alterações de condições em que uns bancos são mais discretos que outros vim a saber que:

Domiciliar o ordenado que em todos os bancos, acima de 500€ é condição suficiente para isenção de despesas de manutenção da respectiva conta á ordem, já não é condição suficiente para o BES isentar esse cliente de despesas de manutenção da conta à ordem!

O BES exige para além de ter lá o ordenado, que sejam feitos pagamentos com o cartão de débito no montante de 50€ por mês!

O que gostaria de perguntar aos membros do fórum é se receberam informação no homebanking ou por carta destas alterações! Soubemos que o BPI alterou algumas condições e que os clientes foram devidamente informados tal como pude comprovar.

Peço aqui aos membros que me confirmem se receberam esta alteração que parecendo ligeira vai colocar muitas pessoas com débitos nas respectivas contas caso não cumpram a segunda condição e nesse caso aplica-se, por exemplo, a pessoas que recebem o salário no BES porque a entidade patronal assim exige.

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Daquilo que  tenho conheçimento...

Cuidado com o  Totta e o BCP a nível de comissões, estes actualmente são os mais caros (Não me refiro a outros aspectos...)

Quanto ao BES, não é o mais Barato está em se vires Bem... o Problema do BES é ter contas à ordem Pessoais com diferentes condições logo têm de se ter muito cuidado com o tipo de conta que cada pessoa têm, conforme o tipo, diferente é o preço, alguns exemplos(BES Benfica, BES UP, BES 360º , BES 100% , BES 100% Gold)

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Boa tarde,

Tenho conta nesse banco onde recebo o ordenado e recebi uma carta a informar-me para continuar a estar isento das despesas de manutenção teria que fazer despesas mensais no valor de 50€.

Mostrei o meu desagrado por via de um email e telefonicamente onde informei o meu desagrado e que iria fechar a conta mal as minhas aplicações terminassem(faltam 2 anos e tal).

Sempre gostei do banco e da maneira que me tratavam, até porque é um banco que só me serve para receber o ordenado, depois desta atitude será finito.

Como nem tudo é mau só tenho a dizer bem das pessoas do balcão de Queluz.

Cumps,

Goncalo Jesus

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Boa tarde, e em resposta

Durante este ano de 2010, infelizmente a Banca,  achou que deviam voltar a aumentar as comissões...

a comissão de Manutenção da conta, foi um desses exemplos embora o BES dependente do tipo de conta, ainda isenta, esta comissão e provavelemnte foi mesmo isso, nesse tipo de conta, que tens o BES achou à semelhança dos outros Bancos (Sei que o BCP aumentou recentemente as Despesas de Manutenção...) que devia aumenter o preçário  e enviou-te a carta... (Quando as DEspesas de Manutenção, aumentam, geralmente, é quando eles acabam com algumas isenções, ou obrigam a novos requesitos para ficar isento)

Sugiro que faças uma pesquisa nos sites dos Bancos, para veres aonde consegues ter o preçário melhor, isto se realamente quiseres mudar, algo que do ponto de vista geral até é positivo...

Podes tentar ver  BPI (como já foi aqui dito), bancos Online (o grupo do BES têm um!), e Bancos Espanhóis e CGD como sugestão geral...

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A GANÂNCIA TEM LIMITES! OS BANCOS COBRAM O INTOLERÁVEL!!

                              Carta de um cliente ao BES - Fantástico! - divulguem, p.f.

(Esta carta foi direccionada ao banco BES, porém devido à criatividade com que foi redigida, deveria ser direccionada a todas as instituições financeiras.) 

    Exmos. Senhores Administradores do BES 

Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina da v/. Rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da tabacaria, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia. 

Funcionaria desta forma: todos os senhores e todos os usuários pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, farmácia, mecânico, tabacaria, frutaria, etc.). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao utilizador. Serviria apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade ou para amortizar investimentos. Por qualquer outro produto adquirido (um pão, um remédio, uns litro de combustível, etc.) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até ligeiramente acima do preço de mercado. 

Que tal? 

Pois, ontem saí do BES com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e honestidade. A minha certeza deriva de um raciocínio simples. 

Vamos imaginar a seguinte situação: eu vou à padaria para comprar um pão. O padeiro atende-me muito gentilmente, vende o pão e cobra o serviço de embrulhar ou ensacar o pão, assim como todo e qualquer outro serviço. Além disso impõe-se taxas de. Uma 'taxa de acesso ao pão', outra 'taxa por guardar pão quente' e ainda uma 'taxa de abertura da padaria'. Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.

Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo no meu Banco. 

Financiei um carro, ou seja, comprei um produto do negócio bancário. Os senhores cobram-me preços de mercado, assim como o padeiro cobra-me o preço de mercado pelo pão.

Entretanto, de forma diferente do padeiro, os senhores não se satisfazem cobrando-me apenas pelo produto que adquiri. 

Para ter acesso ao produto do v/. negócio, os senhores cobram-me uma 'taxa de abertura de crédito'-equivalente àquela hipotética 'taxa de acesso ao pão', que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar

Não satisfeitos, para ter acesso ao pão, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente no v/. Banco. Para que isso fosse possível, os senhores cobram-me uma  'taxa de abertura de conta'.

Como só é possível fazer negócios  com os senhores depois de abrir uma conta, essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura de padaria', pois só é possível fazer negócios com o padeiro, depois de abrir a padaria.

Antigamente os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como 'Papagaios'. Para gerir o 'papagaio', alguns gerentes sem escrúpulos cobravam 'por fora', o que era devido. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu antecipar-se aos gerentes sem escrúpulos. Agora, ao contrário de 'por fora' temos muitos 'por dentro'.  Pedi um extracto da minha conta - um único extracto no mês - os senhores cobram-me uma taxa de 1 EUR. Olhando o extracto, descobri uma outra taxa de 5 EUR 'para manutenção da conta' - semelhante àquela 'taxa de existência da padaria na esquina da rua'. A surpresa não acabou. Descobri outra taxa de 25 EUR a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros mais altos do mundo. Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quente'. Mas os senhores são insaciáveis.  A prestável funcionária que me atendeu, entregou-me um desdobrável onde  sou informado que me cobrarão taxas por todo e qualquer movimento que eu fizer.  Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores se devem ter esquecido de cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de v/. Banco. Por favor, esclareçam-me uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?  Depois de eu pagar as taxas correspondentes talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que a v/. responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências legais, que os riscos do negócio são muito elevados, etc., etc., etc. e que apesar de lamentarem muito e de nada poderem fazer, tudo o que estão a cobrar está devidamente coberto pela lei, regulamentado e autorizado pelo Banco de Portugal. Sei disso, como sei também que existem seguros e garantias legais que protegem o v/. negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados.  Sei que são legais, mas também sei que são imorais. Por mais que  estejam protegidos pelas leis, tais taxas são uma imoralidade. O cartel algum dia vai acabar e cá estaremos depois para cobrar da mesma forma.

A REVOLUÇÃO APRÓXIMA-SE!!!

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A GANÂNCIA TEM LIMITES! OS BANCOS COBRAM O INTOLERÁVEL!!

                             Carta de um cliente ao BES - Fantástico! - divulguem, p.f.

(Esta carta foi direccionada ao banco BES, porém devido à criatividade com que foi redigida, deveria ser direccionada a todas as instituições financeiras.)  

    Exmos. Senhores Administradores do BES  

Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina da v/. Rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da tabacaria, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.  

Funcionaria desta forma: todos os senhores e todos os usuários pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, farmácia, mecânico, tabacaria, frutaria, etc.). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao utilizador. Serviria apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade ou para amortizar investimentos. Por qualquer outro produto adquirido (um pão, um remédio, uns litro de combustível, etc.) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até ligeiramente acima do preço de mercado.  

Que tal?  

Pois, ontem saí do BES com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e honestidade. A minha certeza deriva de um raciocínio simples.  

Vamos imaginar a seguinte situação: eu vou à padaria para comprar um pão. O padeiro atende-me muito gentilmente, vende o pão e cobra o serviço de embrulhar ou ensacar o pão, assim como todo e qualquer outro serviço. Além disso impõe-se taxas de. Uma 'taxa de acesso ao pão', outra 'taxa por guardar pão quente' e ainda uma 'taxa de abertura da padaria'. Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.

Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo no meu Banco.  

Financiei um carro, ou seja, comprei um produto do negócio bancário. Os senhores cobram-me preços de mercado, assim como o padeiro cobra-me o preço de mercado pelo pão.

Entretanto, de forma diferente do padeiro, os senhores não se satisfazem cobrando-me apenas pelo produto que adquiri.  

Para ter acesso ao produto do v/. negócio, os senhores cobram-me uma 'taxa de abertura de crédito'-equivalente àquela hipotética 'taxa de acesso ao pão', que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar

Não satisfeitos, para ter acesso ao pão, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente no v/. Banco. Para que isso fosse possível, os senhores cobram-me uma  'taxa de abertura de conta'.

Como só é possível fazer negócios  com os senhores depois de abrir uma conta, essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura de padaria', pois só é possível fazer negócios com o padeiro, depois de abrir a padaria.

Antigamente os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como 'Papagaios'. Para gerir o 'papagaio', alguns gerentes sem escrúpulos cobravam 'por fora', o que era devido. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu antecipar-se aos gerentes sem escrúpulos. Agora, ao contrário de 'por fora' temos muitos 'por dentro'.  Pedi um extracto da minha conta - um único extracto no mês - os senhores cobram-me uma taxa de 1 EUR. Olhando o extracto, descobri uma outra taxa de 5 EUR 'para manutenção da conta' - semelhante àquela 'taxa de existência da padaria na esquina da rua'. A surpresa não acabou. Descobri outra taxa de 25 EUR a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros mais altos do mundo. Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quente'. Mas os senhores são insaciáveis.  A prestável funcionária que me atendeu, entregou-me um desdobrável onde  sou informado que me cobrarão taxas por todo e qualquer movimento que eu fizer.  Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores se devem ter esquecido de cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de v/. Banco. Por favor, esclareçam-me uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?  Depois de eu pagar as taxas correspondentes talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que a v/. responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências legais, que os riscos do negócio são muito elevados, etc., etc., etc. e que apesar de lamentarem muito e de nada poderem fazer, tudo o que estão a cobrar está devidamente coberto pela lei, regulamentado e autorizado pelo Banco de Portugal. Sei disso, como sei também que existem seguros e garantias legais que protegem o v/. negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados.  Sei que são legais, mas também sei que são imorais. Por mais que  estejam protegidos pelas leis, tais taxas são uma imoralidade. O cartel algum dia vai acabar e cá estaremos depois para cobrar da mesma forma.

A REVOLUÇÃO APRÓXIMA-SE!!!

Excelente comparação,esses tipos geram uma crise profunda no país, são ajudados com o nosso € ( BPN) e ainda tem a lata de cobrar (roubar) à fartazana.

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essa carta é ralemente muito conhecida e está perfeita.

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