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qual o melhor caminho a seguir?

14 publicações neste tópico

Estou a planear avançar com a construção da minha moradia unifamiliar, mesmo sem ter já vendido o meu apartamento…

A ideia inicial seria, pedir um novo crédito que cobrisse o capital actualmente em divida no CH do apartamento e que desse também para construir… Desta forma, ficaria a habitar o apartamento enquanto a moradia estivesse a ser construída… e ficaria só com um CH… Depois, poderia optar por alugar o apartamento ou (se entretanto) vendesse, tanto melhor!

Para facilitar a aprovação do novo crédito, consegui que um familiar me emprestasse o valor necessário para a amortização total do CH actual!

Só que ainda tenho dúvidas e receios quanto a este método… nomeadamente, em relação a cuidados com impostos (IRS, IMI do apartamento…)

_ Quanto a este assunto (impostos), disseram-me que não teria problemas com as finanças (já que há entrada de receitas…) desde que, logo que fizesse a amortização, comunicasse ao banco e às finanças de que este apartamento deixou de ser Habitação Própria e Permanente... Será isto possível? Não terei que declarar a entrada (empréstimo familiar) de receitas no meu IRS e de ser tributado? E o meu Banco (Montepio) não terá que informar o Banco de Portugal e/ou consequentemente as Finanças da entrada desse dinheiro na minha conta?

_ E, relativamente a CH’s… Há 2 meses atrás, conseguia um Spread de 0.6% no Deutsche Bank… agora (pelas simulações) o mínimo para o valor que pretendo (166M €) é 1.20%... e as Taxas Euribor ameaçam subir… o que pode dificultar a aprovação do crédito, porque a taxa de esforço (acho) será calculada com base na 1.ª prestação da simulação (certo?)…

O que acham que devo fazer? Amortizar já o CH actual e pedir já o novo CH? Ou utilizar o dinheiro de empréstimo de familiar para iniciar construção e só depois pedir novo CH?

Procuro as melhores ideias e orientações (possíveis)!...

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Eu só avançava com a construção, depois de ter arrumado o assunto do apartamento. Boa sorte 8)

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A ideia inicial seria, pedir um novo crédito que cobrisse o capital actualmente em divida no CH do apartamento e que desse também para construir…

Estás a dizer que se deves 50 e precisas de 100 para constuir vais pedir 150? Não sei se o banco vai nessa...  :-\

_ Quanto a este assunto (impostos), disseram-me que não teria problemas com as finanças (já que há entrada de receitas…) desde que, logo que fizesse a amortização, comunicasse ao banco e às finanças de que este apartamento deixou de ser Habitação Própria e Permanente... Será isto possível? Não terei que declarar a entrada (empréstimo familiar) de receitas no meu IRS e de ser tributado? E o meu Banco (Montepio) não terá que informar o Banco de Portugal e/ou consequentemente as Finanças da entrada desse dinheiro na minha conta?

Quanto a isso, se o familiar for ascendente, descendente ou o cônjuge não há pagamento de imposto sobre doações de dinheiro.

Noutros casos eu perguntaria às Finanças... tudo bem que o dinheiro não é uma doação, é para devolver, mas provavelmente não vai ser devolvido todo de uma vez e como dizes, se houver alguma comunicação às Finanças, sabe-se lá se não te vêm bater à porta...

_ E, relativamente a CH’s… Há 2 meses atrás, conseguia um Spread de 0.6% no Deutsche Bank… agora (pelas simulações) o mínimo para o valor que pretendo (166M €) é 1.20%... e as Taxas Euribor ameaçam subir… o que pode dificultar a aprovação do crédito, porque a taxa de esforço (acho) será calculada com base na 1.ª prestação da simulação (certo?)…

Pois é, os spreads continuam a subir...

Quanto à taxa de esforço, a maioria conta pelo valor da primeira prestação sim, mas tenho ideia de já ter lido algures uma referência à taxa de esforço calculada sobre o valor da taxa com mais 2% em cima... é uma questão de ler bem as condições da proposta primeiro...

O que acham que devo fazer? Amortizar já o CH actual e pedir já o novo CH? Ou utilizar o dinheiro de empréstimo de familiar para iniciar construção e só depois pedir novo CH?

Se tens boas condições no empréstimo actual, talvez não fosse má ideia mantê-lo mais uns tempos. Se podes ter dinheiro por outro lado mais barato do que estando a pagar juros a um banco, parece-me preferível ir gastando primeiro esse (claro que o teu familiar pode não achar tanta piada à ideia, pois o "risco" também será um pouco maior para o lado dele se for o dinheiro dele a avançar primeiro)

Já tens as questões todas de licenciamento tratadas e estás pronto a avançar com a construção? Isso também leva tempo... se calhar ainda vão passar vários meses antes de teres que tomar essa decisão...

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Quais são os valores envolvidos?

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Estás a dizer que se deves 50 e precisas de 100 para constuir vais pedir 150? Não sei se o banco vai nessa...  :-\

... pelo que me disseram em 3 bancos diferentes, quanto a isso não será problema... o importante é já ter pago o CH anterior...

Quanto a isso, se o familiar for ascendente, descendente ou o cônjuge não há pagamento de imposto sobre doações de dinheiro.

Noutros casos eu perguntaria às Finanças... tudo bem que o dinheiro não é uma doação, é para devolver, mas provavelmente não vai ser devolvido todo de uma vez e como dizes, se houver alguma comunicação às Finanças, sabe-se lá se não te vêm bater à porta...

o familiar é meu Tio... o dinheiro será para devolver até final da construção...

Se tens boas condições no empréstimo actual, talvez não fosse má ideia mantê-lo mais uns tempos. Se podes ter dinheiro por outro lado mais barato do que estando a pagar juros a um banco, parece-me preferível ir gastando primeiro esse (claro que o teu familiar pode não achar tanta piada à ideia, pois o "risco" também será um pouco maior para o lado dele se for o dinheiro dele a avançar primeiro)

Já tens as questões todas de licenciamento tratadas e estás pronto a avançar com a construção? Isso também leva tempo... se calhar ainda vão passar vários meses antes de teres que tomar essa decisão...

Já estou na fase de orçamentos.. depois de escolher o empreiteiro (meados/finais de Outubro) poderei meter o projecto à camara... e, como se trata de uma construção num loteamento já licenciado, poderia iniciar logo a construção... mas o mais certo é só iniciar em Janeiro de 2011!...

Será que compensará perder 1 ano de beneficios fiscais e a isenção de IMI para poupar 3 meses de juros?...

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Quais são os valores envolvidos?

Saldo em divida no CH actual: 65.145,82€

Emprestimo Familiar (Tio): 60.000,00€

Valor do novo CH: 166.000,00€

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Será que compensará perder 1 ano de beneficios fiscais e a isenção de IMI para poupar 3 meses de juros?...

Pelo que percebi não está em causa uma mudança de domicílio fiscal já a correr pois não? Enquanto a tua morada fiscal continuar a ser a da casa antiga não perdes a isenção de IMI...

Quanto ao facto de deduzires o empréstimo no IRS isso só podes fazer enquanto o empréstimo disser respeito à casa actual, sim. Aí és capaz de ter razão - supondo que descontas o máximo sempre são quase 600€... dificilmente consegues uma diferença de prestação tão grande por apenas 3 meses

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Pelo que percebi não está em causa uma mudança de domicílio fiscal já a correr pois não? Enquanto a tua morada fiscal continuar a ser a da casa antiga não perdes a isenção de IMI...

Quanto ao facto de deduzires o empréstimo no IRS isso só podes fazer enquanto o empréstimo disser respeito à casa actual, sim. Aí és capaz de ter razão - supondo que descontas o máximo sempre são quase 600€... dificilmente consegues uma diferença de prestação tão grande por apenas 3 meses

acho que não me fiz entender bem... a duvida é: _ Se eu fizer a amortização total do crédito (com dinheiro emprestado por um Tio) não terei problemas com as finanças, quando declarar os beneficios fiscais deste ano?

Não será melhor mudar a residendia fiscal e informar o banco de que o apartamento já não é Habitação Propria e Permanente para que não seja emitida declaração dos juros e amortizações deste ano e/ou que não seja feita alguma comunicação às finanças?

Se eu seguir este procedimento nesta altura do ano, será que compensará, já que vou perder os beneficios fiscais deste ano e a isenção do IMI (só para poupar 3 meses de juros e amortizações)?

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acho que não me fiz entender bem... a duvida é: _ Se eu fizer a amortização total do crédito (com dinheiro emprestado por um Tio) não terei problemas com as finanças, quando declarar os beneficios fiscais deste ano?

Não tens problema nenhum, a amortização de um empréstimo habitação sobre a habitação própria e permanente é aceite como benefício fiscal.

Não será melhor mudar a residendia fiscal e informar o banco de que o apartamento já não é Habitação Propria e Permanente para que não seja emitida declaração dos juros e amortizações deste ano e/ou que não seja feita alguma comunicação às finanças?

De todo... tu vais querer essa declaração. Acho que mesmo que o fizesses agora o banco iria sempre enviar-te a declaração sobre as prestações já pagas até agora, enquanto a casa era habitação própria e permanente...

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Não tens problema nenhum, a amortização de um empréstimo habitação sobre a habitação própria e permanente é aceite como benefício fiscal.

Mas como é que justificaria às finanças a amortização total de um credito habitação (66M€) com um Rendimento Bruto Anual de 15M€?

Como funciona ao certo a dedução deste beneficio fiscal? Será que o valor deduzido é sempre igual (600-700€) independentemente do valor declarado como juros/amortizações pagas? Isto é, ninguém irá reparar no valor declarado como juros/amortizações pagas, porque o beneficio fiscal será sempre igual?...

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apesar de ainda não ter certezas quanto às implicações deste processo, fomos hoje realizar a transferência bancária do empréstimo familiar, para a minha conta... e fomos logo ao meu balcão (do Montepio) para tentar saber que implicações eu teria ao receber este dinheiro emprestado para amortização total do meu CH actual...

se já estava confuso... com mais incertezas fiquei...

Foi-me dada a informação de que não teria problemas com a entrada desse dinheiro na minha conta... que o mais correcto seria ir às finanças e informar do recebimento deste dinheiro (emprestado a custo zero de juros!) pagando IS sobre esse valor (60M€)... e desaconselharam-me a efectuar a amortização total do CH actual, uma vez que a intenção de vender o imovel ao manter-se iria ter complicações/custos agravados com mais-valias quando vendesse...

segundo o funcionário, se efectuar agora a amortização total do CH, quando vender, as finanças poderão considerar como lucro (mais-valias) o valor total da venda... (???)

Foi-me sugerido o seguinte.

Abrir uma conta a prazo em nome do meu Tio e solicitar novo CH para construção, apresentando como segurança a conta a prazo do meu Tio... Continuaria a pagar o CH actual mais os juros do(s) montante(s) disponiblizado(s) no novo CH... até que vendesse ou apresentasse prova de aluguer deste apartamento... com a salva guarda da nova conta a prazo do meu Tio (novo cliente, como fiador...).

No fundo, no final da construção, se ainda não tivesse vendido ou alugado o apartamento seria então opção utilizar o tal dinheiro dessa conta a prazo para amortizar o CH deste apartamento... sujeitando-me então às tais implicações com as mais-valias quando depois vendesse...

O que mais me deixa incredulo é esta questão das mais-valias... porque, imaginemos que não tinha CH associado à compra deste apartamento... imaginemos que tinha poupanças na altura e que tinha pago à cabeça o apartamento... se eu vendesse agora o apartamento, a mais-valia não seria 50% da diferença entre o valor de compra e o valor de venda?

Ou, imaginemos que até já tinha na altura o dinheiro necessário para a compra do apartamento e que optei à mesma por solicitar um CH... mas que agora decidi acabar com esse CH... quando vender, a mais-valia não será à mesma 50% da diferença entre o valor de compra e o valor de venda?

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será que esta falta de participação neste tópico quer dizer que eu estarei a fazer "uma tempestade num copo de água"?...

não haverá por aqui alguém que me possa orientar e/ou esclarecer?

É que a solução/proposta do funcionário do banco... pode até ser uma boa solução... mas logo à partida dá-me a entender que este pretende acumular pontos dentro dos objectivos que lhe são exigidos no banco...

Com esta solução/proposta, ele angaria uma nova abertura de conta poupança (novo cliente), mantem o meu CH actual e contrata um novo CH para construção (prendendo-me para realizar lá o novo CH)...

No fundo, não é isso que me interessa... Só não quero correr o risco de, no final do periodo de carência para construir, não vendendo o partamento, ter que pagar duas prestações de 2 CH...

Continuo com receios... porque sei que o legal talvez seria declarar e pagar Imposto de Selo sobre os 60.000€... para justificar os valores pagos com juros e amortizações neste ano, a declarar na próxima declaração de IRS... _ Ou, eu posso deixar de declarar/utilizar esses beneficios fiscais, para não dar nas vistas?...

FAÇAM PARTE!!!

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Olá,

Não é falta de participação. È que não entendo nada desse assunto.Mas uma coisa é certa :Há que desconfiar sempre dos bancos. Eles não tem interesse em que vc quite a sua dívida...

Speedbird

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Olá,

Não é falta de participação. È que não entendo nada desse assunto.Mas uma coisa é certa :Há que desconfiar sempre dos bancos. Eles não tem interesse em que vc quite a sua dívida...

Speedbird

... pois, essa é realmente a impressão que fico; não lhes interessa que eu acabe com este crédito...

mas o meu problema e receio é mais com as implicações fiscais... o orçamento já é apertado... se vierem surpresas das finanças, pode deitar a perder este meu projecto... (pelo menos abala e de que maneira!)

para não ter que pagar IS deste emprestimo pessoal, pensei em incluir o meu Tio como 3.º titular na minha conta à ordem. Alguém sabe se isso será possivel e se será solução? (esta conta à ordem está associada ao actual CH e já tem 2 Titulares...)

Depois, amortizando totalmente o CH actual... serei obrigado a declarar na proxima declaração de IRS 2010? poderei deixar de declarar/utilizar os valores pagos como juros e amortizações pagas, para não mais usufruir de beneficios fiscais?

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