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Pena

Bancarrota como seria?

7 publicações neste tópico

Não querendo ser pessimista a este ponto e também porque não acredito que no futuro possa existir uma bancarrota em Portugal tenho a curiosidade tal como muitos portugueses como seria uma situação destas.

O que acontecia as nossas poupanças para quem as tem?

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estuda o que aconteceu na Argentina em finais da década de 90 e ficarás esclarecido.

Existem inúmeros artigos interessantes de autores brasileiros sobre isso, procura na net.

Mas, sucintamente, deveria acontecer algo como impossibilidade do Estado Português cumprir com os seus pagamentos ao exterior, saída do euro e desvalorização a pique da moeda (escudo...), consequente perca abrupta do poder de compra da população ( tudo o que vem do estrangeiro teria aumentos exponenciais e super-rápidos de preço - aliás, foi o que se passou muito recentemente na Islândia ) (os islandeses eram dos povos mais ricos e com maior bem estar do Mundo - carros de luxo importados, bens de consumo caros e de luxo importados, férias na Europa, na neve e na praia, etc. etc. ,  e de um momento para ou outro ficaram reduzidos a cinzas - e não me estou a referir ao vulcão...-  e a passar mal sem dinheiro para coisas básicas que importavam do estrangeiro, a racionar a carne e o peixe em casa, etc. - lê relatos da imprensa escrita estrangeira na net e informa-te, existem inúmeros), dificuldades para as empresas, entrega a estrangeiros das nossas melhores empresas, bancos e instituições, etc, etc, etc.

Aliás, vê também o que se passou nos países de Leste depois da queda do comunismo, é mais ou menos o mesmo: dificuldades extremas para todos - excepto para meia dúzia de especuladores, oportunistas e homens do aparelho...

Não queiras - não queiramos, nunca - estar debaixo de um cenário destes, seria o pior que nos poderia acontecer - na minha modesta opinião.

Remédio para isso: trabalhar muito e conter espíritos consumistas acima das nossas possibilidades. Boa governança do Estado. Poupança de particulares e do Estado. Consciência de que não podemos viver acima daquilo que produzimos. Parece fácil, mas é de muito difícil execução - seja para as famílias seja para o Estado - infelizmente.

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Creio que o que se passou na Argentina, se sucedeu em 2001. Portanto, ainda não há muito tempo!...  :o

No entanto, parece-me que Portugal ainda não está próximo da situação de bancarrota. O problema que se pôe actualmente, é como travar os "especuladores" que querem ganhar dinheiro à custa da falência de um país!...

Por enquanto a dívida ainda pode ser comprada por qualquer investidor, mas os "especuladores" sabem que podem ganhar muito mais pelo outro processo!...

Entretanto a bolsa portuguesa enfrenta perdas na casa dos 5%!...  :o

Se estamos no EURO.em principio, nenhum membro quer que alguêm vá à falência, dai que seja necessário dar sinais positivos para o exterior!...  ;)

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Creio que o que se passou na Argentina, se sucedeu em 2001. Portanto, ainda não há muito tempo!...  :o

No entanto, parece-me que Portugal ainda não está próximo da situação de bancarrota. O problema que se pôe actualmente, é como travar os "especuladores" que querem ganhar dinheiro à custa da falência de um país!...

Por enquanto a dívida ainda pode ser comprada por qualquer investidor, mas os "especuladores" sabem que podem ganhar muito mais pelo outro processo!...

Entretanto a bolsa portuguesa enfrenta perdas na casa dos 5%!...  :o

Se estamos no EURO.em principio, nenhum membro quer que alguêm vá à falência, dai que seja necessário dar sinais positivos para o exterior!...  ;)

JRibeiro

Vê o que se está a passar com a Alemanha relativamente á ajuda á Grécia, primeiro era todo muito bonito e agora esta de dia para dia com mais dúvidas.

A questão dos especuladores é muito pertinente mas a partir do dia em que começarem a levar por tabela aprendem a lição, no entanto acho muito difícil alguém tocar nestes meninos porque pertencem a uma classe social que baptizei de "intocáveis".

Quanto a questão de estarmos na zona euro e dizeres que nenhum membro querer que outro vá a falência já pensaste que este caso da Grécia pode ser único porque não acho que as maiores potencias da zona euro estejam dispostas a suportam nos seus bolsos os erros dos outros, por outro lado enquanto estar zona euro obriga a algumas obrigações e um exemplo disso foi a verba despendida por Portugal para ajudar os Gregos.

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JRibeiro

Vê o que se está a passar com a Alemanha relativamente á ajuda á Grécia, primeiro era todo muito bonito e agora esta de dia para dia com mais dúvidas.

A questão dos especuladores é muito pertinente mas a partir do dia em que começarem a levar por tabela aprendem a lição, no entanto acho muito difícil alguém tocar nestes meninos porque pertencem a uma classe social que baptizei de "intocáveis".

Quanto a questão de estarmos na zona euro e dizeres que nenhum membro querer que outro vá a falência já pensaste que este caso da Grécia pode ser único porque não acho que as maiores potencias da zona euro estejam dispostas a suportam nos seus bolsos os erros dos outros, por outro lado enquanto estar zona euro obriga a algumas obrigações e um exemplo disso foi a verba despendida por Portugal para ajudar os Gregos.

Creio que não percebeste muito bem as ideias que quis transmitir!...

Argentina = bancarrota em 2001. Não houve contágio para os vizinhos!...

O que se passa em Portugal, é claramente o esgotamento do modelo de governação politica e "ataque" de "especuladores" (até podem ser portugueses, atravês das suas acções/obrigações/fundos e afins) como forma de rentabilizar os seus lucros!...

A finalidade da entrada de Portugal no EURO (já houve outras designações, mas não é isso que está em causa agora) foi a criação de uma moeda única, forte para "combater" de igual para igual com outros mercados competitivos.

Em principio, os membros do EURO, deviam proteger-se uns aos outros. Dai que Portugal se vá endividar ainda mais para ajudar às contas públicas da Grécia, mas viu-se o que aconteceu, em 2008/2009, em que mais parecia o salve-se quem puder!...  :o

Gostaria de sugerir a leitura do texto que escrevi aqui:  http://www.pedropais.com/forum/index.php/topic,1742.18.html

Responder #31 em: Outubro 05, 2009 e seguintes (Responder #41 em: Janeiro 22, 2010, Responder #42 em: Fevereiro 15, 2010,...), pois podem ajudar a compreender o que se advinhava que viria por ai e o que ainda há-de vir a seguir!...  :o

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CRÉDITO FLEXIBOM – O CRÉDITO QUE FAZ ACONTECER!

Desde crédito automóvel, passando pelo crédito formação, crédito obras, crédito mobiliário, até às mais diversas finalidades que pode utilizar com o crédito pessoal, a Flexibom tem vindo a inovar com novas soluções de financiamento que se adaptam às mais variadas situações.

Para os projectos mais diversos, e utilizando os processos mais simples e transparentes, o crédito Flexibom, foi criado para simplificar a sua vida.

Estamos ao seu lado para, de forma responsável e em conjunto consigo, avaliar as melhores opções e dar o melhor caminho aos seus projectos.

AS NOSSAS SOLUÇÕES :

    * Crédito Pessoal Flexibom

    * Crédito Automóvel

    * Crédito Mobiliário e Decoração

    * Crédito Electrodomésticos

    * Crédito Informática e Multimedia

    * Crédito Férias

    * Crédito Festas e Eventos

    * Crédito Carta de Condução

Este tipo de "publicidade", também não ajuda nada a economia portuguesa. Continuam a trabalhar da mesma forma como se nada se passasse! E quem diz estes, diz também uma panóplia de bancos na nossa praça!...  :o

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Parece-me que é de esperar a escalada das dificuldades para Portugal no futuro próximo

Na evolução das últimas 2 décadas, assistimos à desindustrialização da Europa (em especial de Portugal),  perda crescente do emprego no secundário e substituição da n/ produção por importação. Para filtrar esta situação, os últimos governos responderam com mais Estado Providência, de forma a suavizar as consequencias do desemprego ou do emprego precário: as pessoas acomodaram-se, o consumo cresceu e uma geração vai perdendo o ritmo do trabalho.

Olhamos à volta: a força textil do passado está patente no deserto industrial do Vale do Ave; o peso da exportação dos produtos de madeira dos anos 70 é hoje uma imagem esbatida; a reconhecida qualidade do calçado português definha face ao preço dos orientais, as máquinas ... (ainda se vende made in UE?)...

Se vendemos para os Palops, Brasil, China, Rússia, ..., os clientes locais suportam taxas elevadas de direitos alfandegários sobre os n/ produtos.

E nós europeus? - Há 30 anos as grandes empresas descobriram o el dorado da produção na China, enquanto que hoje assistimos à democratização da importação do país de Mao de tudo o que consumimos. Quanto pagam esses produtos à chegada às n/ fronteiras: praticamente nada!

Resultado: passamos a ser essencialmente importadores de desemprego.

Que tal começar por aí antes de aumentar IRS, IVA ou outros?

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