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Crédito de habitação negociado

15 publicações neste tópico

Tenho um CH, que por diversas adversidades económicas que me aconteceram desde o final do ano 2009, este ano ainda não consegui pagar uma prestação, ou seja, já tenho 3 mensalidades atrasadas. No entanto, como é minha intenção pagar o CH tenho estado em contacto com o banco, onde comecei por pedir um acordo para fazer a amortização da divida em conjunto com as prestações seguintes. Mas esta situação continua a deixar o meu fiador numa situação delicada, pois tem negócios que depende da regularização total do meu incumprimento.

Voltei a falar com o banco, mas agora com um Sr. da secção de recuperação de crédito, onde sugeriu que se renegociasse o crédito, passando de 30 para 50 anos, incluindo o valor da divida. Em que com esta solução, passaria a ter um prestação mensal mais baixa, desbloqueava mais rapidamente os negócios que o fiador tem com o banco (não quais são) e ficaria com o meu nome no banco de Portugal limpo mais cedo do que indo pelo processo de acordo (para poder pedir um eventual crédito). O meu problema é que o fiador diz que assinou um contrato (escritura/crédito) para 30 anos e não para 50 anos, não parecendo estar disposto a ajudar-me a solucionar esta situação que a meu ver será benéfica para ambos. Ameaçou-me que irá accionar os "mecanismos" de fiador.

Preciso de saber se ele se pode recusar a assinar esta alteração de 30 para 50 anos e preciso de saber que mecanismos são estes a que ele se refere, tendo em conta que estou a tentar encontrar soluções viáveis para ambos e quero resolver a situação da melhor forma para todos os intervenientes. Que riscos corro eu e a minha família?

Peço que alguém me responda a estas questões e me digam como me posso e devo defender.

Cumprimentos a todos. ??? :-\

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Tenho um CH, que por diversas adversidades económicas que me aconteceram desde o final do ano 2009, este ano ainda não consegui pagar uma prestação, ou seja, já tenho 3 mensalidades atrasadas. No entanto, como é minha intenção pagar o CH tenho estado em contacto com o banco, onde comecei por pedir um acordo para fazer a amortização da divida em conjunto com as prestações seguintes. Mas esta situação continua a deixar o meu fiador numa situação delicada, pois tem negócios que depende da regularização total do meu incumprimento.

Voltei a falar com o banco, mas agora com um Sr. da secção de recuperação de crédito, onde sugeriu que se renegociasse o crédito, passando de 30 para 50 anos, incluindo o valor da divida. Em que com esta solução, passaria a ter um prestação mensal mais baixa, desbloqueava mais rapidamente os negócios que o fiador tem com o banco (não quais são) e ficaria com o meu nome no banco de Portugal limpo mais cedo do que indo pelo processo de acordo (para poder pedir um eventual crédito). O meu problema é que o fiador diz que assinou um contrato (escritura/crédito) para 30 anos e não para 50 anos, não parecendo estar disposto a ajudar-me a solucionar esta situação que a meu ver será benéfica para ambos. Ameaçou-me que irá accionar os "mecanismos" de fiador.

Preciso de saber se ele se pode recusar a assinar esta alteração de 30 para 50 anos e preciso de saber que mecanismos são estes a que ele se refere, tendo em conta que estou a tentar encontrar soluções viáveis para ambos e quero resolver a situação da melhor forma para todos os intervenientes. Que riscos corro eu e a minha família?

Peço que alguém me responda a estas questões e me digam como me posso e devo defender.

Li na diagonal o relato que fez e parece-me que o seu fiador está desconfiado da situação dai não querer "aderir" ao plano de alterar o seu crédito de 30 para 50 anos.

Caso ele adira, eventualmente vocês começaram a pagar as prestações em falta mas nada garante que num cenário de subida de juros o possam fazer, dai que ele como fiador ficará com um encargo não por 30 anos mas por 50 anos!...

E se ele tem relações com a mesma entidade bancária, não sei se é o caso, concerteza que se pode ver num "aperto" para pagar os vossos compromissos!...

Outras opiniões haverá concerteza.

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A questão relacionada com o facto do meu cumprimento, já estive a pagar quase o dobro do que pago actualmente e cumpri, simplesmente neste caso sucedeu que a minha empresa em 2009 teve 2 projectos que saíram furados e no final do ano não consegui reunir verbas para fazer frente ao inicio de 2010 (o inicio de cada ano é sempre parado). Tive o cuidado e a honestidade de em Outubro passado alertar a nossa gestora de conta e os gerentes, para que em conjunto se encontrassem soluções (tanto na empresa como a nível pessoal) e alternativas, para que não se chegasse a este ponto de ruptura, em que corro o sério risco de ser despejada pelo meu fiador (construtor do prédio onde moro). No banco simplesmente nada fizeram para se encontrarem soluções e alternativas (empataram). O meu objectivo era fazer consolidações ou algo que me baixasse os encargos que tenho. Neste momento estão a assistir de plateia, a algo que poderiam ter dado sugestões ou soluções, para não chegar onde chegou.

Na empresa temos trabalho e ultrapassando esta situação eu consigo garantir que não vou falhar mais, pois mesmo que a mensalidade venha a subir (devido aos juros) certamente irá ter ao valor actual. E também já fiz ver ao Fiador que dentro de 10 a 15 anos (ou antes) quero sair daqui, logo não nos terá (como fiados) durante toda a vigência do contrato. E no que diz respeito à confiança que deposita em nós, em quase 8 anos só agora é que ouviu falar de nós, nem na altura em que as prestações estiveram altíssimas ele foi chamado. Neste momento tenho duas opções ou faço o acordo de pagamento do que está em falta, que (na pior hipótese) irá durar 10 meses (que não preciso da assinatura do Fiador, mas ele também não pode avançar com os projectos que tem com o banco, segundo diz o gerente) ou a alteração do contrato de 30 para 50 anos (que preciso da assinatura do Fiador, e ele já pode avançar com os projectos que tem).

Como devo agir, onde posso socorrer-me, o que devo fazer. Preciso que alguém me diga o que me espera e onde me devo dirigir, pois quero cumprir com a minha parte e não voltar a falhar.

Alguém me ajude e oriente. Preciso de soluções ou alternativas.

Cumprimentos

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Faz o acordo de pagamento do que está em falta. Esse, pelo menos, está ao teu alcance. E em 10 meses dificilmente se executa uma penhora...

Há uma coisa que me deixou confuso - o fiador opôs-se também a este acordo? Ou foi apenas o gerente do banco que disse que ele talvez não fosse gostar? É que se o fiador não se opôs, parece-me apenas que o banco te está a tentar impingir uma alternativa que te levará a pagar mais juros...

Outra opção é venderes alguma coisa de que não necessites ou cortar em algum gasto supérfluo e pagares os meses em falta quanto antes. Mas suponho que se isto fosse opção não terias ficado sem pagar em primeiro lugar...

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O fiador não se opõe ao acordo, ele só quer a situação resolvida para que desta forma consiga desbloquear negócios que estão pendentes desta situação (não tenho noção dos montantes em causa, mas pela fúria dele e sendo construtor estaremos certamente a falar de uns milhares largos, que estão bloqueados, devido à nossa situação). O Fiador não concorda e já disse que não assina a alteração do prazo de 30 para 50 anos.

O que se passa com a questão do acordo, segundo o gerente disse, o Fiador só terá a situação dele desbloqueada quanto tivermos tudo pago, ou seja no final do pagamento do acordo. (Isto é legal por parte do banco? Isto é se estivermos a cumprir podem continuar a bloquear o Fiador?

Quanto a cortes só se vier alguma entidade ou alguém ver onde posso cortar mais, pois depois de muitas voltas dar e analisar já não sei onde cortar mais. Na empresa o que tenho é necessário, para que consiga gerar "riqueza" e tenho acordos e praticamente tudo renegociado. A nível pessoal já não tenho um fundo maneio nem onde cortar, pois tem sido o estritamente necessário. E como outro diria não sou rica e não ganhei na lotaria. A maior riqueza que tenho  é a saúde, vontade  e corpo para trabalhar com dignidade e uma família unida e feliz e isto não se vende nem se negoceia.

A minha única opção será atrasar e negociar outros pagamentos que tenho e abater o mais possível no valor em divida.

Mas volto a perguntar o banco pode privar o Fiador de dar seguimento aos negócios que têm em comum, em durante a existência do meu acordo, caso eu opte pelo acordo de pagamento? Ou será casmurrice do gerente ou do banco?

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A questão relacionada com o facto do meu cumprimento, já estive a pagar quase o dobro do que pago actualmente e cumpri, simplesmente neste caso sucedeu que a minha empresa em 2009 teve 2 projectos que saíram furados e no final do ano não consegui reunir verbas para fazer frente ao inicio de 2010 (o inicio de cada ano é sempre parado).

Tive o cuidado e a honestidade de em Outubro passado alertar a nossa gestora de conta e os gerentes, para que em conjunto se encontrassem soluções (tanto na empresa como a nível pessoal) e alternativas, para que não se chegasse a este ponto de ruptura, em que corro o sério risco de ser despejada pelo meu fiador (construtor do prédio onde moro).

No banco simplesmente nada fizeram para se encontrarem soluções e alternativas (empataram).

O meu objectivo era fazer consolidações ou algo que me baixasse os encargos que tenho. Neste momento estão a assistir de plateia, a algo que poderiam ter dado sugestões ou soluções, para não chegar onde chegou.

Na empresa temos trabalho e ultrapassando esta situação eu consigo garantir que não vou falhar mais, pois mesmo que a mensalidade venha a subir (devido aos juros) certamente irá ter ao valor actual.

E também já fiz ver ao Fiador que dentro de 10 a 15 anos (ou antes) quero sair daqui, logo não nos terá (como fiados) durante toda a vigência do contrato. E no que diz respeito à confiança que deposita em nós, em quase 8 anos só agora é que ouviu falar de nós, nem na altura em que as prestações estiveram altíssimas ele foi chamado.

Neste momento tenho duas opções ou faço o acordo de pagamento do que está em falta, que (na pior hipótese) irá durar 10 meses (que não preciso da assinatura do Fiador, mas ele também não pode avançar com os projectos que tem com o banco, segundo diz o gerente) ou a alteração do contrato de 30 para 50 anos (que preciso da assinatura do Fiador, e ele já pode avançar com os projectos que tem).

Como devo agir, onde posso socorrer-me, o que devo fazer. Preciso que alguém me diga o que me espera e onde me devo dirigir, pois quero cumprir com a minha parte e não voltar a falhar.

Alguém me ajude e oriente. Preciso de soluções ou alternativas.

Agora que conta um pouco mais do seu problema, creio que há por ai alguma promiscuidade e pouco interesse em lhe resolver o problema. Veja-se alguns casos aqui apresentados: http://www.pedropais.com/forum/index.php/topic,1706.0.html

Parece-me também que já deveria ter pedido ajuda há mais tempo, isto partindo do princípio que sabia de antemão que o princípio do ano é mau para a sua empresa.

Não sei de que zona geográfica de Portugal é mas aconselhava-a a ler com atenção este tópico: Crédito ao Consumo – Cuidados a Observar: http://www.pedropais.com/forum/index.php/topic,1901.0.html e seguir alguns conselhos que lá são referidos, nomeadamente recorrer ao GOEC (tem os contactos lá) e/ou à DECO, pois eles têm um gabinete próprio para estes casos (encontra aqui uma lista de moradas e contactos: http://www.deco.proteste.pt/credito/contra-o-sobreendividamento-s542241/dos/542311.htm).

Pode também recorrer ao livro de reclamações e ao Banco de Portugal (tem o contacto num tópico relacionado com bancos aqui no forum, basta efectuar uma pesquisa rápida). Pode ler também o teor desta informação: http://clientebancario.bportugal.pt/pt-PT/DireitosdosClientes/Paginas/default.aspx, visto que lhe estão a protelar o prazo e não lhe arranjam soluções!...

Espero que consiga dar a volta e disponha!...  ;)

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Relativamente ao pedido de ajuda e de soluções, desde de Outubro passado que ando de volta da gestora de conta, do gerente e do sub-gerente (mais cedo que isto acho que é difícil, pois em 2008 em que tínhamos um bom ranking empresarial, resolviam as nossas coisas em menos de 2 semanas - em 2009 passamos "de bestiais a bestas", para os Srs. do banco).

Inclusivamente, após inúmeros telefonemas e email trocados, a falar do assunto, só quando ameacei que faria uma reclamação por escrito, por ver tanta passividade, se dignaram a marcar uma reunião, onde estivemos 2 horas a ser literalmente empatados. Pediram para fazer um plano do que tinha a entrar a pagamento e caso fosse cedido um empréstimo ou livrança, o que fosse, dizer a forma como poderia paga-lo. Sai dessa reunião e fiz o que me pediram, apenas por descargo de consciência, pois sai de lá com a clara sensação de que estavam ali a fazer o favor de me receber só para que eu no futuro não dissesse que não me receberam, mas sabia e vi na cara deles que nem iriam olhar para o plano que fiz.

Por isso digo que neste momento estão a assistir de plateia e certamente (sinto) estão a sentir alguma satisfação. (isto é um desabafo de quem passou o ultimo mês a negociar prazos e formas de pagamento de tudo o que tenho atrasado, na empresa, e quando chego ao que é mais importante - a casa - corro o risco de ficar sem ela, por causa de uma situação que de certeza, com boa vontade dos Srs. do banco, teria sido evitada ou contornada).

Agradeço os links que me enviou, mas tenho um sério problema, é que estas entidades tratam apenas de assuntos relacionados com famílias, consumidores finais. Não consideram as micro-empresas (enquanto consumidoras) consumidores finais. E como já devem ter reparado, a minha vida pessoal e financeira funde-se com a da empresa, ou seja, se estiver a facturar de forma saudável (tal como já começou) tudo irá ao seu lugar, mas enquanto as coisas tentam voltar ao seu ritmo normal, gostaria de saber quem me pode ajudar e orientar. Por exemplo: tenho 2 rentings (uma viatura e uma fotocopiadora-se alguém quiser faço a cedência de titularidade) que gostaria de eliminar da empresa, mas para isso tenho de pagar 90% do valor em divida, se tivesse esse dinheiro, não os tentava devolver, como é lógico... são questões como estas e outras que tenho de resolver, mas não tenho conhecimentos legais para o fazer e neste momento também não tenho dinheiro para pagar a um advogado.

Desviei-me um pouco do assunto inicial (a casa), mas é para que possam perceber melhor do que estou a falar é que quando tento resolver assuntos pessoais, quase sempre tenho de o fazer primeiro na empresa, pois é daqui que sai o meu sustento.

Pelo que já me apercebi julgo que não existe nenhum gabinete equiparado à DECO ou à GOEC, mas para micro-empresas, se souberem da existência de algum digam-me, por favor.

As micro-empresas precisam de ter um gabinete que as apoiem nestas coisas, pois normalmente são empresas familiares, em que tal como eu, são o seu principal sustento e quando consomem bens ou serviços, também são consumidores finais.

O meu pedido de ajuda começou pela casa, que é muito importante para a minha família, e onde de momento me sinto encurralada, pergunto se alguém já fez alguma reclamação no livro de reclamações de um banco e se obteve algum resultado? Foi positivo?

Por vezes, quando estamos na mó de baixo, teme-se pelas represálias, apesar de não estar numa situação fácil, mas tenho medo de ficar pior, peço a vossa opinião.

Pergunto de novo se eu fizer o acordo de pagamento em prestações, do que devo, o banco pode (é legal) inibir o Fiador de dar seguimento aos projectos que tem com o banco?

Cumprimentos  ??? ??? ::) ::) ??? ???

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...

Por isso digo que neste momento estão a assistir de plateia e certamente (sinto) estão a sentir alguma satisfação. (isto é um desabafo de quem passou o ultimo mês a negociar prazos e formas de pagamento de tudo o que tenho atrasado, na empresa, e quando chego ao que é mais importante - a casa - corro o risco de ficar sem ela, por causa de uma situação que de certeza, com boa vontade dos Srs. do banco, teria sido evitada ou contornada).

Agradeço os links que me enviou, mas tenho um sério problema, é que estas entidades tratam apenas de assuntos relacionados com famílias, consumidores finais. Não consideram as micro-empresas (enquanto consumidoras) consumidores finais. E como já devem ter reparado, a minha vida pessoal e financeira funde-se com a da empresa, ou seja, se estiver a facturar de forma saudável (tal como já começou) tudo irá ao seu lugar, mas enquanto as coisas tentam voltar ao seu ritmo normal, gostaria de saber quem me pode ajudar e orientar. Por exemplo: tenho 2 rentings (uma viatura e uma fotocopiadora-se alguém quiser faço a cedência de titularidade) que gostaria de eliminar da empresa, mas para isso tenho de pagar 90% do valor em divida, se tivesse esse dinheiro, não os tentava devolver, como é lógico... são questões como estas e outras que tenho de resolver, mas não tenho conhecimentos legais para o fazer e neste momento também não tenho dinheiro para pagar a um advogado.

Desviei-me um pouco do assunto inicial (a casa), mas é para que possam perceber melhor do que estou a falar é que quando tento resolver assuntos pessoais, quase sempre tenho de o fazer primeiro na empresa, pois é daqui que sai o meu sustento.

Pelo que já me apercebi julgo que não existe nenhum gabinete equiparado à DECO ou à GOEC, mas para micro-empresas, se souberem da existência de algum digam-me, por favor.

As micro-empresas precisam de ter um gabinete que as apoiem nestas coisas, pois normalmente são empresas familiares, em que tal como eu, são o seu principal sustento e quando consomem bens ou serviços, também são consumidores finais.

O meu pedido de ajuda começou pela casa, que é muito importante para a minha família, e onde de momento me sinto encurralada, pergunto se alguém já fez alguma reclamação no livro de reclamações de um banco e se obteve algum resultado? Foi positivo?

Por vezes, quando estamos na mão de baixo, teme-se pelas represálias, apesar de não estar numa situação fácil, mas tenho medo de ficar pior, peço a vossa opinião.

A casa está no nome da empresa e esta é que a comprou tendo como fiador o próprio vendedor ou a empresa é o sustento para pagar a casa?

Já falou com alguma das entidades que indiquei? Pelo que me parece, está habituada a falar com as pessoas e como tal não perde nada em falar com mais algumas, nomeadamente aquelas que indiquei, de preferência presencialmente!...

Normalmente quem recorre ao livro de reclamações é porque tem motivos para tal. Não tem motivos, datas e nomes de intervenientes para apresentar num pequeno texto que já pode levar escrito, no livro de reclamações?

Habitualmente quando se pede o livro de reclamações é quando começam a resolver o problema e se já vem arrastando o problema desde Outubro, parece-me que tem motivo para o fazer!...

Se se quer desfazer de algum património, pode colocar anúncios de forma gratuita em vários locais, inclusive neste.

Cuidado com entidades e/ou particulares que publicitam ajuda às microempresas e apenas pretendem "espoliar" por tuta e meia!...

As entidades que referi são por demais conhecidas e sérias no mercado. Se não podem tratar do seu problema indicam soluções, mas como disse anteriormente convém que se dirija a elas presencialmente (tal como aconselha alguêm a falar directamente com não sei quem, num outro tópico)!...

Nada como ter uma atitude positiva como já revelou que tem não só neste tópico como noutros!...  ;)

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O vendedor foi o construtor e o nosso Fiador e a casa está em nome do meu marido. A empresa é onde ambos trabalhamos e tiramos o nosso sustento.

Ainda não falei com as entidades que referiu, porque só hoje é que vi a sua mensagem, mas irei fazê-lo na 2ª Feira.

Relativamente a documentos escritos, tenho os email que troquei com os Srs. do banco, servem para acrescentar à reclamação?

Na sua opinião, acha que resulta e irei colher alguns "frutos", ao fazer a reclamação? Costuma ser para melhor?

JRibeiro, ponho estas questões, porque tal como já reparou estou muito habituada a falar, a "dar a cara" e a negociar (e renegociar). Mas este ponto (a casa) bateu-me de forma forte e sinto-me encurralada, especialmente por estar numa situação que está a afectar um 3º (o Fiador, que é a última pessoa que queria ver atingida com tudo o que me está a acontecer, mas infelizmente foi inevitável). Sinto-me triste e impotente e ao mesmo tempo furiosa por ver aqueles Srs. do banco a assistirem a tudo isto e da forma mais passiva que se pode imaginar. A verem o "barco a afundar" e sem dizerem façam desta forma ou daquela, para não chegarem acolá, mas não, tanta vez disse, vocês é sabem e conhecem os produtos que têm, arranjem-me uma alternativa ou uma solução e nada....

Para anunciar o que tenho para vender posso por a marca, modelo e valores?

Quanto ao fiador, se o meu acordo de pagamento for a avante, é legal ou legitimo o banco não dar andamento aos projectos dele?

Cumprimentos e obrigada pela força e apoio.

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Lual conheço uma pessoa que viveu um problema muito parecido com o teu.

A unica diferença é que era só ele que estava com mora no Banco de Portugal, (não haviam fiadores) e claro que isso lhe trouxe problemas para a empresa.

Pelo que sei, passados 30 dias de fazer novo acordo com o banco ficou com o nome "limpo" no BP, mas o banco passou-lhe logo uma declaração a dizer que o cliente xxxxx tinha a situação com o banco regularizada, o que lhe permitiu resolver os problemas antes dos 30 dias.

Boa Sorte!

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Peço que alguém me diga se é legal e correcto, após eu realizar o acordo de pagamento em prestações do que lhes devo, "bloquear" os projectos do Fiador???????

Peço que alguém me responda a esta questão, por favor.

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Peço que alguém me diga se é legal e correcto, após eu realizar o acordo de pagamento em prestações do que lhes devo, "bloquear" os projectos do Fiador???????

Esta não percebi!

Arranjas um acordo de pagamento com o banco e bloqueias os projectos do Fiador????

Quando muito, assim que puderes, mudas de "armas e bagagens" para outras paragens, em termos habitacionais e bancárias!...

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Mas, JRibeiro, apesar de eu própria consirar que isto é ilegal ou não me parece legitimo, é o que o Gerente do banco CGD diz que aconecerá - "enquanto se mentiver o meu incumprimento, o fiador fica com a situação dele bloqueada".

Podem ou não fazer isto?

É legal ou não?

Tal como já se apercebeu eu trato de acordos com várias entidades e quando se chega a acordo, estando este a ser cumprido, deixa de existir incumprimento. Só na CGD, me parece que o acordo, vale apenas para não penhorarem a casa, pois segundo eles, mesmo com o acordo a ser cumprido estou em incumprimento. Isto é mesmo assim ?

Já percebi que está por dentro deste assunto, para além de uma eventual reclamação que venha a fazer, mas antes disso como me posso defender ?

Cumprimentos

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Mas, JRibeiro, apesar de eu própria consirar que isto é ilegal ou não me parece legitimo, é o que o Gerente do banco CGD diz que aconecerá - "enquanto se mentiver o meu incumprimento, o fiador fica com a situação dele bloqueada".

Podem ou não fazer isto?

É legal ou não?

Tal como já se apercebeu eu trato de acordos com várias entidades e quando se chega a acordo, estando este a ser cumprido, deixa de existir incumprimento. Só na CGD, me parece que o acordo, vale apenas para não penhorarem a casa, pois segundo eles, mesmo com o acordo a ser cumprido estou em incumprimento. Isto é mesmo assim ?

CGD, era a "key Word" em falta em toda a sua exposição!...

Como já deve ter reparado, as opiniões em relação a esta instituição bancária não são muito abonatórias. Ás vezes tem dias em que se é bem atendido e outras em que não!...

Não me parece uma prática leal por parte da CGD mas como já disse, umas mensagens atrás, dirija-se pessoalmente às entidades que referi (DECO e GOEC) e exponha toda a sua situação tal como fez aqui. Até pode, entretanto, escrever um texto com os assuntos principais para que na devida altura não se esqueça de referir nada. Se puder levar contrato e demais provas seria uma mais valia!...  ;)

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O gerente parece que conseguiu convencer o fiador a fazer a alteração do prazo, mas aconselhou logo a quando a nossa vida melhorar reduzir o prazo, para que não estejamos a pagar tantos juros.

Quando este assunto estiver resolvido, vou analisar as medidas que irei tomar. Ou seja, durante a resolução, para depois as colocar em prática...

Obrigada pelas dicas e Boa Páscoa  :)

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