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Carro: Crédito + D. Prazo ou comprar a pronto

28 publicações neste tópico

Vou comprar carro em breve e tenho o capital suficiente para o comprar a pronto. No meu banco propuseram-me que em vez disso, fizesse antes um crédito e aplicasse o dinheiro em depósitos a prazo. Apesar do juro do depósito ser mais baixo, e de todos os encargos do crédito, com a acumulação do juro a render no depósito, eu acho que compensa no final dos 4 anos (prazo sugerido pelo banco). E compensa largamente, mesmo baixando as taxas de depósito nos anos seguintes.

Aqui existem alguns problemas. A taxa do crédito é fixa, enquanto a do depósito não. E exige a disponibilidade no orçamento familiar para o valor da mensalidade, mas isso julgo que será suportável com alguma ginástica. Em caso de algum problema dessa ordem, liquida-se o crédito.

Aparte: Esquecendo o carro, fazendo um crédito pessoal (vamos supor que compensa), podemos usar o dinheiro no que entendermos. E se o colocarmos a render num depósito a prazo? No final do depósito, o lucro são os juros que obtivemos, muito maiores porque começámos um depósito com um montante emprestado e enorme.

Isto pode parecer um pouco insano, ter para comprar pronto e fazer um crédito. Mas bem vistas as coisas pode não ser.

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Vou comprar carro em breve e tenho o capital suficiente para o comprar a pronto. No meu banco propuseram-me que em vez disso, fizesse antes um crédito e aplicasse o dinheiro em depósitos a prazo.

Eu ficava admirado era se dissessem o contrário :D

Apesar do juro do depósito ser mais baixo, e de todos os encargos do crédito, com a acumulação do juro a render no depósito, eu acho que compensa no final dos 4 anos (prazo sugerido pelo banco). E compensa largamente, mesmo baixando as taxas de depósito nos anos seguintes.

Preciso de contas para me convencerem... Nessas contas não te esqueças de incluir, no cenário em que não pedes crédito, o investimento do equivalente ao valor das prestações num depósito a prazo.

Aqui existem alguns problemas. A taxa do crédito é fixa, enquanto a do depósito não. E exige a disponibilidade no orçamento familiar para o valor da mensalidade, mas isso julgo que será suportável com alguma ginástica. Em caso de algum problema dessa ordem, liquida-se o crédito.

Podes fazer o mesmo tipo de ginástica para poupar mais dinheiro. E atenção - se já estás a pensar na ginástica que tens de fazer para pagar o crédito, talvez não seja uma boa opção ficar com essa obrigação.

Isto pode parecer um pouco insano, ter para comprar pronto e fazer um crédito. Mas bem vistas as coisas pode não ser.

Uma vez mais, só me convences com contas (nunca as fiz, por isso estás à vontade para me convencer). Até dou o tiro de partida:

Suponhamos que posso optar entre comprar um carro por 25000€ a pronto ou contrair um empréstimo. A taxa do empréstimo é de 9%, a 5 anos e os custos com a papelada toda devem ascender a 500€ (valores inventados - sente-te à vontade para substituir por valores mais realistas). Em paralelo tenho à minha disposição depósitos a prazo com taxas de 4,5%.

Quanto terei ganho ao fim dos 5 anos se investir o dinheiro do crédito num depósito a prazo (não esquecer de contar com o custo das prestações)? E quanto terei ganho se não optar pelo crédito e for investindo o dinheiro que pagaria pelas prestações?

Nunca fiz estas contas, mas fiquei curioso. Como tu é que tens o problema, queres tentar tu? Agora não tenho muito tempo... quaisquer que sejam as conclusões podes aproveitar e escrever tudo num artigo para mandar ao Pedro para por no blog. O dilema é interessante ;)

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Não resisti: nos primeiros 5 minutos que arranjei, peguei numa folha de Excel e fui colocando o saldo mensal das duas opções. Cheguei a uma conclusão muito interessante. Eis o que fiz:

* Numa primeira coluna coloquei o número do mês, de 0 (instante actual) até 60 (ao fim de 5 anos)

* Numa segunda coluna o saldo do empréstimo. Começa com -500 no mês actual (os custos do empréstimo) e todos os meses acrescento 518,96€ (valor da prestação, obtido com a calculadora de prestações do Blog)

* Na terceira coluna o saldo do depósito a prazo. Começa com 25000 euros no mês actual (o dinheiro que o banco me deu). Na célula seguinte acrescentei a fórmula =C1+C1*0,045/12*0,8 (fiz batota, assumi capitalização mensal de juros, para simplificar - a diferença de contas não será muito grande) e copiei a fórmula para os restantes meses.

* Numa quarta coluna somo a segunda com a terceira, dando-me o saldo deste meu investimento a cada mês.

* Finalmente, numa outra coluna, acrescentei a fórmula seguinte para o mês 1: =518,96+F1+F1*0,045/12*0,8 e copiei-a por ali abaixo. Isto representa a solução em que não opto pelo crédito: Todos os meses meto os tais 518,96€ que não estou a gastar no pagamento de um empréstimo num depósito a prazo com as mesmas condições do caso anterior. No caso anterior não vou investindo mais capital porque já para pagar as prestações preciso de fazer alguma ginástica orçamental quanto mais para investir.

Os resultados, ao fim dos tais 60 meses são os seguintes:

* Total de despesas com o crédito: -31637,60€

* Saldo total do depósito: 29922,37€

* Saldo deste investimento: -1715,23€

* Saldo do depósito a prazo onde fui investindo o dinheiro que não estou a gastar com o crédito: 34060,18€

* A título comparativo, caso não investisse mas também não gastasse o mesmo dinheiro num depósito a prazo: 518,96 * 60 = 31137,60€

Conclusões:

1. No primeiro cenário gasta-se mais dinheiro a pagar o empréstimo do que o que se tem de saldo no depósito a prazo. É normal, uma vez que a taxa do empréstimo é mais alta.

2. Num segundo cenário, se se investir todos os meses o valor que se "poupa" ao não pagar a prestação do empréstimo, ganha-se quase 3000€ só em juros. Mais (e esta foi a parte que eu achei interessante) - ao fim dos 5 anos, tem-se dinheiro para comprar um carro ainda melhor ;D

3. Mesmo que não se investisse este dinheiro, ficava-se com um saldo de 31137,60€. Em qualquer caso, muito melhor do que perder os 1715,23€ do primeiro cenário.

4. Muda urgentemente de gestor de conta! Espero que não lhe andes a pagar por conselhos desses...

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Mas o gestor de conta trabalha para o cliente ou trabalha para o banco? Quem lhe paga o ordenado e os prémios?

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Houve alguem que me disse ha já alguns  anos: "Quando tiveres dinheiro para comprar a pronto COMPRA, NUNCA peças CRÉDITO" lol, eu não perco muito tempo a fazer as contas, mas levo um pouco isto á letra, quando se tem para comprar a pronto é a melhor opção, mesmo que venham com a lenga lenga de se por em depósitos a prazo, as contas estão feitas pelo pauloaguia, acho que não deixam margem para dúvidas :):)

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E ninguém sabe como andaram as taxas dos depósitos daqui a 2 anos. Bom, obrigado pelo esclarecimento.

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Houve alguem que me disse ha já alguns  anos: "Quando tiveres dinheiro para comprar a pronto COMPRA, NUNCA peças CRÉDITO" lol, eu não perco muito tempo a fazer as contas, mas levo um pouco isto á letra, quando se tem para comprar a pronto é a melhor opção, mesmo que venham com a lenga lenga de se por em depósitos a prazo, as contas estão feitas pelo pauloaguia, acho que não deixam margem para dúvidas :):)

Eu subscrevo, a menos que os créditos tenham uma TAEG 0%... ::)

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Pois CS  ;D não estava a contar com esses.

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Este último comentário sobre a TAEG 0 fez-me ir rever as contas. E realmente, depois de uma boa noite de sono, salta à vista que o meu raciocínio está errado.

No primeiro cenário considerei o saldo entre o que se tem depositado ao fim dos 5 anos e o montante que se pagou para amortizar o empréstimo. No segundo cenário só considerei o valor depositado. Naturalmente, para a comparação ser justa, tenho que descontar os montantes que fui depositando, ou seja, este saldo final para este cenário será de 34060,18 - 31337,60 = 2722,58€

Porque a verdade é que no primeiro cenário, ao fim dos 5 anos também se tem dinheiro pra comprar um novo carro - o empréstimo está amortizado e o nosso "património" são os quase 30000€ que temos no depósito, não há mais dívidas. Apenas não se consegue comprar um carro tão bom (cerca de 4000€ de diferença).

Já agora, se o crédito tivesse TAEG 0% e se se assumisse um valor de depósitos mensais para o segundo cenário igual às prestações deste crédito (416,67€), então rendia mais pedir o empréstimo.

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Os valores de referência que eu usei foram um carro de 25000€, crédito 4 anos com taxa nominal 6,0 e TAEG 7,039.

Mensalidade: (610,71 + 20,83 seguro de vida ) * 48 meses

Custo total do crédito: 29594,84 (inclui 281 de despesas)

Depósito a prazo:

4,6 liq - 5,75 tanb 1º ano

4, - 5 tanb 2ª ano

3,7 - 4,6 tanb 3ª ano

3,2 - 4 tanb

Totaliza 35320 de juros no final dos 4 anos. Capitalização no final de cada ano e voltando a investir no ano seguinte.

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Será melhor fazer um depósito a prazo a 30 dias para investir o juro, ou a 365 dias e conseguir um juro mais alto?

Mais uma vez o Excel é nosso amigo.

Num depósito 25000€ a 5,5% num ano dá 1100€ liquidos.

Num depósito 25000€ 30 dias aplicados consecutivamente dá 1103,71 liquidos. Desta forma tem-se a vantagem de ter o dinheiro mais disponível, mas não se sabe se a taxa poderá baixar. Ou até quem sabe subir. Isto é tudo um grande jogo  ;)

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Totaliza 35320 de juros no final dos 4 anos. Capitalização no final de cada ano e voltando a investir no ano seguinte.

Será melhor fazer um depósito a prazo a 30 dias para investir o juro, ou a 365 dias e conseguir um juro mais alto?

Como chegaste aos 35320€? (suponho que não seja de juros, mas sim o saldo do depósito). Não consigo chegar a esses valores e devias achar suspeito o facto de um depósito a prazo a taxas mais baixas que a taxa do empréstimo acabar por render mais.

Quanto à opção entre os 30 dias ou 365, normalmente o facto de se reinvestir os juros não conduz a uma diferença muito significativa na taxa efectiva. Em princípio optar pelos 365 dias ocm uma taxa de juro mais elevada renderia mais. Mas é uma questão de fazeres as contas...

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Enganei-me completamente nas contas.

Refiz as contas a 5,5% tanb, que é algo disponível actualmente.

Tudo valores líquidos:

1000,0 1º ano

1040,0 2º ano

1041,6 3º ano

1041,7 4º ano

4123,3 total 4 anos

29123,3: Total

_________________________

Dados do crédito:

28314: Juro

999,84: Seguro de vida, o banco pode não cobrar mediante fidelizacação de certos produtos

281: despesas

29594,84: Total

Paulo, acho que desta fiz as contas certinhas  :D Nunca pensei que o Excel fosse tão bom para este tipo de coisas!

_________________

De facto não compensa. Mesmo retirando os 1000€ do seguro de vida, compensa por muito pouco e estamos a assumir uma taxa de juro muito alta para 4 anos.

Estes valores são meramente indicativos, quem me dera ter 25000€ a pronto para comprar um carro  ;D

Meus amigos, disseram-me para ter cuidado com o gestor que me propôs isto. Pois bem, foi um gerente de um banco. É preciso ter os olhos bem abertos, eles andem aí!

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elbmurcs  :)

Eu "sofro" do mesmo que o D@vid, se tenho o dinheiro para comprar a pronto, compro, detesto ficar a dever. O crédito à habitação já me faz uma "comichão"...mas tem de ser...

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O crédito à habitação já me faz uma "comichão"...mas tem de ser...

Não concordo com esta última parte... Não tem de ser... Mas essa discussão pertence a outro tópico ;)

Quanto a optar por pedir ou não um empréstimo, a regra é mais ou menos esta: se se conseguir um empréstimo com uma taxa (TAEG) mais baixa do que os investimentos que se tem disponíveis, então pode-se ganhar mais dinheiro fazendo o empréstimo e pondo o dinheiro a render à tal taxa melhor.

Agora, é preciso é não se descontrolar e não acumular uma série de prestações que depois não se possa vir a pagar. É que se se precisar de tirar o dinheiro da tal poupança onde está a render para pagar as prestações, lá se vai a rendibilidade para o espaço.

Quem tem uma boa disciplina orçamental, pode tentar fazer a experiência. Para os outros o melhor é pagar a pronto... e pronto! :)

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Pois mas Paulo, com as taxas actuais do crédito entre os 6/7, é difícil arranjar algum investimento que dê uma margem compensadora. Convém ser algo garantido ou então pouco volátil.

Para comparação com o juro do crédito, o que conta é o juro líquido da aplicação/depósito. Supondo uma de 5% líquidos, julgo que é impossível neste momento fazer um crédito (nem com muitos produtos fidelizados) abaixo desse valor. Depois entram os seguros e as comissões, etc.

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Estás a pensar só no carro. Mas eu estava-me a referir a qualquer empréstimo. Há muitas campanhas de venda de electrodomésticos com 0% de juros, por exemplo. Nestes casos é que pode valer a pena pensar no assunto. Mas só compensa se se investir o dinheiro que não se gasta no imediato com a compra...

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pauloaguia  :)

No meu caso concreto, tem mesmo de ser.

Sou um bocado adversa a empréstimos, já assisti a várias situações de compras com empréstimos que deram para o torto. Os devedores faleceram e os herdeiros é que ficaram com as chatices... :P

Em contrapartida, conheço um caso de um empréstimo, na Singer (acho que agora pertence à Bliss), o devedor faleceu e o electrodoméstico em questão ficou automaticamente liquidado. :)

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Eu neste aspecto concordo com a nossa amiga Pipocas.

Por uma questão de educação, só recorro ao crédito quando tem mesmo de ser e não tenho alternativa: posso dizer que até agora o único crédito que contraí foi o de habitação.

Todos os meus outros bens: mobiliário, electrodomésticos, viajens, carros, tem sido sempre a pronto.

Como se diz em minha casa: "não há dinheiro, não há palhaços".

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Em contrapartida, conheço um caso de um empréstimo, na Singer (acho que agora pertence à Bliss), o devedor faleceu e o electrodoméstico em questão ficou automaticamente liquidado. :)

Ficou automaticamente liquidado? Explica lá melhor isso.

_

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elbmurcs  :)

A pessoa tinha comprado um electrodoméstico a prestações, entretanto faleceu.

Bastou entregar a cópia da certidão de óbito para os herdeiros não terem de pagar mais prestações e ficarem com o bem.

Mas a certidão de óbito não foi entregue na SINGER, foi entregue à entidade financiadora do bem. Ou seja, apesar do bem ter sido comprado na SINGER, existia um protocolo financeiro entre a SINGER e essa entidade. Acho que estes contratos de financiamento têm seguros associados, para o caso de surgir esta situação ou outras. Penso que no fim, a seguradora é que liquidou a divida à financiadora.

Posso perguntar qual foi a financiadora se quiseres.

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elbmurcs  :)

A pessoa tinha comprado um electrodoméstico a prestações, entretanto faleceu.

Bastou entregar a cópia da certidão de óbito para os herdeiros não terem de pagar mais prestações e ficarem com o bem.

Mas a certidão de óbito não foi entregue na SINGER, foi entregue à entidade financiadora do bem. Ou seja, apesar do bem ter sido comprado na SINGER, existia um protocolo financeiro entre a SINGER e essa entidade. Acho que estes contratos de financiamento têm seguros associados, para o caso de surgir esta situação ou outras. Penso que no fim, a seguradora é que liquidou a divida à financiadora.

Posso perguntar qual foi a financiadora se quiseres.

Não vale a pena perguntar.

Então e a entidade financiadora ficou a arder com as prestações?

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elbmurcs :)

elbmurcs  :)

Penso que no fim, a seguradora é que liquidou a divida à financiadora.

As financiadoras nunca ficam a arder com as prestações, pelo menos é esta a ideia que tenho.

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elbmurcs :)

As financiadoras nunca ficam a arder com as prestações, pelo menos é esta a ideia que tenho.

Pois, então algo está mal contado nessa história correcto?

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Pois, então algo está mal contado nessa história correcto?

Não vejo porquê: a seguradora paga à financiadora. Quando muito a seguradora é que fica a arder com o dinheiro. Mas o objectivo do seguro é mesmo esse - além disso por cada seguro em que eles chegam efectivamente a ter que pagar há centenas ou milhares de outros em que só embolsam o dinheiro - é esse o negócio das seguradoras...

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