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José Ribeiro

Produtos financeiros complexos!

10 publicações neste tópico

No seguimento de uma troca de impressões aqui no fórum/blog entre pessoas que afirmavam ter o conhecimento de produtos cuja rentabilidade era de 5, 6, 7% liquidos mas que só informariam estabelecendo contacto directo por email, divulgo um produto, de forma clara e directa, que me parece ser do mesmo tipo com a diferença de que este trás informação!...

Montepio Cabaz Ouro e Petróleo: https://net24.montepio.pt/cwsint/imagens/35/TNPIOPS01155.pdf

No cenário 1 podemos obter quase 26%. Já no cenário 3 podemos obter 4%.

É deveras complexo e arriscado, ou não será?

Para quem estiver interessado e tenha perfil para tal, aqui fica a informação!...  ;)

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Para quem apresenta um produto que dá uma rentabilidade mensal igual à que esse dá por ano, e que tens o dinheiro sempre disponivel a qualquer momento.... não é bem a mesma coisa.

Não sabes qual é... simples, pergunta que possivelmente obtens uma resposta.

Cada empresa terá a sua politica de publicidade, as melhores são certamente aquelas que apenas alguns conhecem.

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Confesso que não vou muito á bola com esse tipo de produtos  ;D existe outros tipos de investimento nomeadamente em fundos de investimento que com um pouco de conhecimento de causa se pode traduzir em rentabilidades interessantes e sem um risco elevado.

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Boas...

Faz lembrar os produtos estruturados do BPI... e eu fujo deles!!!!

Daqui a 4 anos era bom alguém escrever que este produto deu mais de 4%!

Fiquem bem! ;)

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Com a maioria dos bancos a remunerarem os depósitos abaixo de 1%, desconfie de propostas superiores a 2 por cento.

A PROTESTE POUPANÇA analisou a publicidade a produtos financeiros e encontrou casos que induzem o consumidor em erro. A DECO já denunciou a situação ao Banco de Portugal e à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.

Os depósitos bancários estão sujeitos a regras apertadas desde 2009. Mas outros produtos, como as obrigações de caixa e os seguros de capitalização, continuam a ter grande margem de manobra na publicidade. Podem anunciar uma taxa atractiva, ainda que não corresponda ao rendimento efectivo da aplicação.

Há várias formas de fabricar um número para as campanhas. Alguns bancos destacam a taxa de um só período ou apresentam o rendimento bruto acumulado em vários anos e não anualizado. Mas também é frequente substituírem a taxa por um número com referência aos meses e não ao rendimento ou usarem um valor anual para depósitos de muito curto prazo.

A DECO não compreende a dualidade de exigências legais para os vários produtos. A BPI Farmacêuticas 24%, por exemplo, é uma obrigação que usa a taxa bruta acumulada a 3 anos indicada no nome. O mais provável é nunca ser alcançada, pois depende de um cabaz de acções. Se fosse vendida sob a forma de depósito, não poderia fazê-lo.

Se quer evitar surpresas desagradáveis, leia a ficha técnica do produto.

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Ingleses venderam esquema de fraude fiscal em Portugal

Nasceu em duas empresas inglesas: "the scheme". Bancos portugueses adaptaram a fraude fiscal como "produto financeiro".

O esquema internacional que fez o fisco português perder centenas de milhões de euros nasceu em Inglaterra e a sua autora original é a consultora Calbourn Investments, Ltd.

A Calbourn, que chegou a ter escritório em Lisboa, inventou um esquema complexo (chamava-lhe mesmo "the scheme") que passava obrigatoriamente por sociedades com sede no Reino Unido e administrações no Panamá. Através de facturações sucessivas a sociedades criadas ou especialmente usadas para o efeito, gerava-se uma margem sobre as prestações de serviços ou de trading (compras) que era devolvida à empresa portuguesa compradora com as comissões já retiradas na origem e livre de impostos.

Advogados compram esquema, bancos executam-no. Outras empresas destacavam-se no complexo "scheme", que a Calbourn aplicava aos seus clientes e que chegou a vender directamente a duas das maiores sociedades de advogados portuguesas, como documentam os autos da Operação Furacão, que entretanto foram divididos em vários processos.

Entre as empresas inglesas mais usadas nos esquemas de fraude fiscal estão a Treatbase Ltd, a Norex Associated Ltd, a Matthew Edward & Cie, a Overseas Corporate Services, Ltd, a Mees Pierson Trust a Bell House e a William Jeffry.

No início, os clientes portugueses iam a Londres, algumas vezes com os seus advogados, e tratavam do assunto mandando constituir uma sociedade inglesa e uma offshore ou adquirindo as que a consultora já tinha para o efeito.

Rapidamente, porém, algumas sociedades de advogados passaram a oferecer o estratagema fiscal como uma espécie de "planeamento fiscal agressivo". Por pouco tempo. Porque os próprios bancos portugueses depressa criaram sociedades próprias para o efeito e passaram a oferecer aos seus clientes (empresas e particulares) o serviço completo: constituíam a sociedade inglesa ou offshore, recebiam as facturas reais dos produtos ou serviços adquiridos pelos seu clientes e facturavam eles próprios ou mandavam facturar a empresas offshore de que os próprios administradores eram "utilizadores/usufrutuários", como lhes chamam no processo da Operação Furacão (beneficial owners, no original). Posteriormente, vendiam o produto ou o serviço a um valor muito superior à empresa portuguesa, criando um acréscimo de despesa fictício e não sujeito a imposto. Quando recebiam o pagamento vindo da empresa portuguesa, retiravam uma comissão de 5% a 10% de cada factura e a restante margem era devolvida por cheque ou em dinheiro aos gestores da empresa portuguesa "tax free".

bancos acusados só em Portugal Como o i escreveu na semana passada, muitos dos grandes bancos portugueses serão acusados no âmbito da Operação Furacão. O processo relativo aos bancos foi autonomizado e o BCP, o BES, o BPN e o Finibanco vão responder por fraude fiscal, associação criminosa e, eventualmente, branqueamento de capitais. Relativamente ao Banif, porém, não há ainda certezas absolutas sobre se a instituição será ou não acusada, apesar de movimentos de clientes seus estarem a ser analisados no âmbito do processo.

A investigação foi conduzida em Portugal e no Reino Unido, uma vez que o Ministério Público e as Finanças obtiveram a colaboração de várias sociedades inglesas com o compromisso de que não seriam processadas em Portugal. Curiosamente, a colaboração entre o fisco português e o inglês fez-se ao abrigo da convenção sobre a dupla tributação e não, como seria normal, pelos meios de cooperação judiciária e da Eurojust. Ora, sendo manifesto que não havia nestes casos dupla tributação, mas sim evasão ou fraude fiscal, podemos questionar o que terá levado as autoridades a agirem desta forma.

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Recentemente deparei-me com este produto. Eis a análise!...

Euroinvest Fevereiro 2012

Depósito dependente do Eurostoxx 50. O rendimento bruto é igual à variação do índice entre 0 e 19%. Se em algum momento ultrapassar este valor, rende 1% brutos.

Características

Produto Financeiro Complexo (PFC) sob a forma de depósito constituído pelo prazo de 18 meses, não mobilizável antecipadamente. O capital está garantido apenas no vencimento.

• O montante mínimo exigido para subscrição é de 1000 euros. Disponível em qualquer agência da Caixa Geral de Depósitos até 30 de Julho.

Rendimento

A remuneração é variável e paga na data de vencimento. Equivale à performance do índice bolsista Eurostoxx 50, com um mínimo de 0% e um máximo de 19% para todo o prazo (9,9% anual líquida). Caso o índice supere este limite máximo, em algum momento, o rendimento será fixado em 1% bruto (0,5% anual líquido).

Conselho

Em termos de liquidez, não tem qualquer possibilidade de resgatar o montante antes do vencimento. Mas poderá efectuar um crédito, o que não se aconselha, pois acabará por pagar juros e terá custos.

Estes produtos estruturados dependem de índices bolsistas, e como não é possível prever o comportamento das bolsas no futuro, diria que é grande a probabilidade de obter menos de 1%! Ou seja, o mais provável será render menos do que a média dos depósitos “normais”.

Estes produtos são sempre um jogo arriscado e, por isso, optaria antes pelo melhor depósito a 12 meses. Por exemplo, o Depósito Ouro Plus 12 Meses, rende 3% a 12 meses - para novos capitais.

Dentro do Banco Popular, há outros depósitos a prazo designados Depósito Ouro que têm taxas próximas de 3%, ou seja, não são apenas para novos capitais e rendem mais a 12 meses do que um depósito a Taxa Crescente.

Vantagem: ao fim de um ano, renova à melhor taxa do mercado. Além disso, são de esperar subidas nas taxas de juro para os próximos tempos!...  ;)

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Obrigações DB Cabaz Global

Capital não está garantido

Produto financeiro complexo com um prazo de três anos. O montante mínimo exigido para subscrever é de 1000 euros, o valor nominal de cada título.

• O capital não está garantido, pelo que poderá perder todo o investimento. É um produto que terá pouca liquidez, caso necessite do capital antes da maturidade. Nesse caso, terá de vender o título em Bolsa ou ao banco à cotação de mercado.

China, Brasil e Zona Euro

O rendimento depende da evolução dos índices Hang Seng (china), Euro Stoxx 50 (zona euro) e do fundo ETF iShares MSCI Brazil. O produto pagará, trimestralmente, um juro de 2% caso durante os três meses anteriores em nenhuma sessão bolsistas qualquer destes três activos tenha desvalorizado mais de 40% face ao valor inicial.

• Já o reembolso será efectuado ao valor nominal se, em qualquer momento do tempo, nenhum dos três activos subjacentes tenha desvalorizado mais de 40%. Caso essa situação tenha ocorrido, o reembolso será efectuado ao valor nominal menos a desvalorização do activo quem mais tenha perdido valor entre os três subjacentes ao produto.

Risco elevado, potencial de ganho limitado

• É um produto com um forte risco de perda e um potencial de ganho limitado.

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6 regras para investir em "exchange traded funds"

Os fundos cotados compram-se e vendem-se na bolsa como se fossem acções. Actualmente, há mais de seis mil ETF nas bolsas de todo o mundo, de acordo com a base de dados da Bloomberg. Um quarto desses instrumentos são de fácil acesso aos investidores portugueses, já que se encontram nos mercados Euronext (embora a bolsa de Lisboa não tenha ETF listados) e nas praças norte-americanas.

A maioria dos aforradores portugueses confia nos fundos de investimento geridos e comercializados no seio dos bancos para bater o mercado, ou seja, para alcançar um desempenho superior a um índice de referência.

John Bogle, o pai dos fundos de índice, estima que apenas 4% dos fundos tradicionais consegue ultrapassar a rendibilidade do índice que elegeu seguir. "Aposte em números e não em pessoas", aconselha o autor do livro "The Little Book of Common Sense Investing". O Vanguard 500 Index Fund, lançado a meio da década de 1970 por John Bogle, rendeu 2.637% ao seguir de perto o índice Standard & Poor's 500, o equivalente a ganhar 10,3% por ano. É um feito de que poucos gestores se podem orgulhar.

Vantagens dos fundos cotados em bolsa:

- baratos,

- flexíveis,

- transparentes e

- bastante diversificados.

Contudo, antes de apanhar o comboio da indexação dos investimentos, há seis coisas fundamentais que deve saber sobre o universo dos ETF.

1. Corte nas comissões

É verdade que os ETF são os instrumentos de investimento colectivo mais baratos. As comissões de gestão podem descer abaixo de 0,10% por ano. Nesses casos, isso quer dizer que a entidade gestora lhe cobra menos de um milésimo do seu património por ano. É o caso do Vanguard Total Stock Market ETF, que investe em cerca de 3.380 acções norte-americanas. Como controla uma das maiores carteiras do mundo - avaliada em mais de 110 mil milhões de euros, cerca de 10 vezes o valor dos fundos mobiliários geridos em Portugal -, a Vanguard pode dar-se ao luxo de apenas cobrar 0,07% por ano aos investidores.

A comissão média de gestão dos ETF de acções é de cerca de 0,40%, o que significa são quase quatro vezes mais baratos do que os fundos tradicionais. Além disso, essas comissões são normalmente cobradas numa base diária, o que quer dizer que os investidores nem sentem a sua cobrança.

No entanto, é preciso estar atendo. Quanto mais específico for o ETF, mais os gestores se afastam da comissão média de gestão. É o exemplo do PowerShares Middle East North Africa Nasdaq OMX, um fundo cotado em Paris que aplica o dinheiro nos mercados accionistas do Médio Oriente e de África: a comissão anual aproxima-se de 1 por cento.

Como são negociados nas bolsas como se fossem acções, há outro nível de comissionamento que é preciso observar: as comissões do intermediário financeiro. Os investidores que querem consolidar os seus pés-de-meia no mundo dos fundos cotados devem investigar e seleccionar os bancos ou corretores mais económicos. Avalie o efeito no seu património das comissões de bolsa, de custódia de títulos e, eventualmente, de pagamento de dividendos.

2. Confirme que segue o índice

A maioria dos fundos cotados tenta replicar um índice, embora haja alguns que adoptam posições mais activas (o que invariavelmente significa comissões mais elevadas). Embora se esforcem por dar aos investidores o retorno do índice de referência deduzido da comissão de gestão, nem sempre isso acontece. Há várias técnicas para copiar o desempenho de um índice (como comprar uma carteira idêntica ou usar o mercado de instrumentos derivados), mas o funcionamento não é garantido. Por essa razão, vale a pena verificar se o ETF conseguiu aproximar-se da sua referência.

Embora o Lyxor ETF MSCI Greece tenha perdido praticamente o mesmo valor que o índice de acções gregas no último ano, cerca de 44%, o Amundi ETF MSCI India, o fundo cotado que mais rendeu na Europa no último ano ao investir na bolsa indiana, ficou longe da sua referência: a sua valorização de 128% fica três pontos abaixo do índice, quando a comissão anual de gestão é de 0,80%.

3. Há alguém no mercado?

É importante que o fundo cotado que quer adquirir tenha diariamente muitos interessados. Se isso não acontecer, corre o risco de um dia querer desfazer-se da sua participação e não conseguir um bom preço.

Em muitos casos não tem de se preocupar, porque os volumes são gigantescos. É o caso do SPDRS&P500ETF,que acompanha o principal índice de acções norte-americanas: negoceiam-se cerca de 250 milhões de títulos por sessão bolsista, que somam mais de 22 mil milhões de euros, cerca de 20 vezes o valor transaccionado diariamente em todo o mercado à vista da Euronext lisboeta.

Os investidores mais cuidadosos devem evitar os fundos que estão várias horas (ou, mesmo, dias) sem transaccionarem. É o caso, por exemplo, do norte-americano ProSharesUltra MSCI Mexico, que negociou uma média de 400 títulos por dia nos últimos três meses. Os sítios na Internet das bolsas e das sociedades gestoras fornecem muita ajuda preciosa nesta área.

4. Evite a comissão oculta

Além das comissões de bolsa e da comissão de gestão da sociedade gestora do fundo, os investidores devem ter cuidado com outro custo implícito na transacção de ETF: a diferença entre os preços de compra e de venda. Nos negócios de bolsa, as operações só se realizam se o preço mais elevado proposto por um comprador ("bid") iguala o preço mais baixo proposto por um vendedor ("ask"). Enquanto não se "casam" ordens, o "spread bid-ask" mede a diferença percentual entre as melhores propostas de compra e venda. Do ponto de vista do investidor, quanto maior o "spread" mais arriscado é o negócio.

Em Amesterdão, quando a sessão de bolsa que antecedeu o Dia de Portugal ia a meio, um investidor que comprasse o ETFX DAXglobal Gold Mining, que reúne as maiores companhias mineiras do mundo, gastaria 34,17 euros ("ask") por título. Contudo, se quisesse garantir que o venderia logo a seguir, apenas receberia 29,71 euros ("bid" na mesma altura). Esta perda hipotética de 13% é uma medida de risco: quando o investidor quiser se desfazer da posição que adquiriu poderá não conseguir um bom preço.

5. Não pague um prémio pelo seu fundo

Pela mesma altura, depois de transaccionar mais de 110 mil euros, o Lyxor ETF Euro Corporate Bond negociava-se a 114,26 euros na bolsa parisiense. O preço até parecia "normal": estava em linha com o valor das últimas operações e o número de ordens de compra e de venda ultrapassavam o milhar.

No entanto, quem comprasse uma unidade do fundo a 114,26 euros estaria a pagar mais do que obteria efectivamente. Segundo as contas da entidade gestora, nessa altura o valor líquido dos activos por unidade do fundo era de 113,76 euros. Logo, o preço na bolsa estava quase meio ponto percentual acima do valor justo. Para alguns investidores, meio ponto percentual pode ser irrisório, mas se se fizerem muitas operações de bolsa a pagar prémios então o prejuízo já se pode tornar substancial.

Convém manter o valor líquido dos activos debaixo de olho antes de realizar uma operação sobre ETF. Regra geral, as sociedades gestoras publicam um valor no final da sessão de bolsa (chamado vulgarmente de NAV, de "net asset value") e indicadores intradiários (iNAV, de "indicative NAV"). As sociedades gestoras mais avançadas calculam e publicam o iNAV a cada 15 segundos ao longo das sessões bolsistas, de forma a que os investidores tenham sempre acesso actualizado ao valor de mercado das unidades do fundo. O seu intermediário financeiro pode ajudá-lo a desvendar este valor, bem como os sítios na Internet das sociedades gestoras e das bolsas.

6. Cuidado com os dividendos

O PowerShares High Yield Equity Dividend Achievers Portfolio parece ser o fundo ideal para o investidor que quer apostar nas melhores pagadoras de dividendos dos Estados Unidos da América. Os gestores adquirem acções das 50 melhores pagadoras que aumentaram o dividendo anual pelo menos nos últimos 10 anos. Contudo, o investidor que comprar este fundo terá uma surpresa mensal: este ETF distribui dividendos todos os meses. Para os pequenos aforradores portugueses, isso claramente não é o ideal, porque sempre que recebem um dividendo têm de pagar comissões de intermediação ao banco ou corretor e de ser taxados pelo rendimento.

Se não pretende receber dividendos, seleccione fundos cotados que não os distribuem, optando por capitalizar todas as suas receitas. A missão está longe de ser impossível: embora nos EUA a maioria faça distribuições trimestrais ou semestrais, nas bolsas europeias quatro em cada nove ETF são de capitalização.

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Dual Note Barclays ARMOUR Março 2015 II

A Note Barclays ARMOUR Março 2015 II é um título de dívida emitido pelo Barclays Bank PLC (AA- S&P / Aa3 Moody’s / AA- Fitch), a 4 anos, 6 meses e 4 dias, que garante ao investidor o reembolso do capital investido na Data de Vencimento.

Observações:

- Remuneração não garantida na componente Note;

- Não existe possibilidade de reembolso antecipado por opção do investidor na componente Note;

- A componente Depósito a Prazo permite liquidação antecipada, com penalização total sobre os

juros vencidos e não pagos, referentes ao montante liquidado.

Principais riscos:

- Remuneração nula na maturidade

Esta Note tem, além de outros, o risco de apresentar aos investidores uma remuneração nula na maturidade, 4 anos, 6 meses e 4 dias após a sua emissão.

- Conflito de Interesses

Existe também o risco de Conflito de Interesses, uma vez que o Índice ARMOUR EUR 10% Excess

Return é um índice concebido e gerido pelo Barclays Capital, o departamento de banca de

investimento do Barclays Bank PLC, emitente desta Note.

- Risco de Crédito

A Note foi emitida pelo Barclays Bank PLC (AA- S&P / Aa3 Moody’s / AA- Fitch), a partir de Inglaterra, ao abrigo do seu Programa de Global Structured Securities. Ao investir nesta Note, o investidor estará sujeito ao risco de crédito e à qualidade creditícia actual e futura do Emitente, que poderá afectar o valor de mercado da Note ao longo do tempo. Se o Emitente não cumprir com algum pagamento, os investidores poderão perder parte ou mesmo a totalidade do capital investido.

- Depósito

O Depósito a prazo será efectuado no Barclays Bank PLC, actuando através da sua sucursal em Portugal, logo acarretando o risco de crédito desta instituição.

- Risco de Liquidez

Encargos

comissão de distribuição pelo Emitente ao Barclays Bank PLC, actuando através da sua

Sucursal em Portugal. O montante desta comissão dependerá das condições de mercado, mas não se prevê que exceda 1,25% do capital em cada ano de vigência da Note.

A comissão de distribuição incluída no Preço de Subscrição, paga na Data de Liquidação Financeira, não é reembolsável na eventualidade de reembolso antecipado ou venda da Note em Mercado Secundário.

As transacções em Mercado Secundário poderão estar sujeitas a comissões de negociação ou outros encargos, ou a um spread para a negociação. Este produto, se adquirido durante o Período da Oferta e mantido até a maturidade, está isento dos encargos de compra e de depósito previstos no nosso preçário, disponível em www.cmvm.pt.

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