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Rebelo de Sousa desafia Vitorino a convencerem PS e PSD a fazerem "pacto" de gov

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Rebelo de Sousa desafia Vitorino a convencerem PS e PSD a fazerem "pacto" de governação

Marcelo Rebelo de Sousa desafiou hoje Antonio Vitorino para que ambos, como "senadores" do PSD e do PS respectivamente, convençam os dois partidos a acordarem um "pacto de convergência política, económica e financeira".

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Lusa

Marcelo Rebelo de Sousa desafiou hoje António Vitorino para que ambos, como "senadores" do PSD e do PS respectivamente, convençam os dois partidos a acordarem um "pacto de convergência política, económica e financeira".

"Tenho a certeza de que António Vitorino, um senador, um pai da pátria no PS e no país, com a minha modesta ajuda de senador no PSD, em conjunto, consigamos convencer as lideranças dos dois partidos, e sobretudo explicar à opinião pública portuguesa, a importância da convergência num momento em que em Portugal, como em Espanha, a clivagem é a tentação mais sedutora", afirmou em Madrid.

"Fazer clivagem, fizemos quando éramos jovens. Um sinal de maturidade política é fazer convergência. Aposto nas convergências em Portugal, entre Portugal e Espanha", disse num almoço promovido pela Câmara Hispano-Portuguesa (CHP).

O comentador considerou que quer Portugal quer Espanha têm hoje "condições únicas para pactos envolvendo as várias forças partidárias, com uma perspectiva de reajuste económico e financeiro". Para Rebelo de Sousa trata-se de uma responsabilidade compartida dos partidos no Governo e dos principais partidos, alternativa, na oposição "convergirem num pacto a médio prazo, a 4-5 anos".

"Um pacto de reajuste no défice público, um pacto quanto às principais políticas financeiras económicas e sociais, nas relações no quadro da UE. É muito importante para a credibilidade dos dois países, que esses pactos sejam feitos e que esses pactos tenham sucesso", sublinhou.

Apesar dessa oposta, Rebelo de Sousa admitiu que a luta eleitoral - "pós-eleitoral no caso português, pré-eleitoral no caso espanhol" - é "sempre uma má conselheira em relação a pactos políticos, económicos e financeiros".

Marcelo Rebelo de Sousa defendeu que "o interesse nacional, o interesse ibérico e o interesse europeu" impõem que tanto Portugal como Espanha possam dar já sinais claros dessa convergência nos debates e aprovação dos Programas de Estabilidade e Crescimento. "E que seja possível aprovar esses programas com uma ampla convergência nacional ate ao verão de 2010. A partir daí tudo será mais fácil", disse.

Declarando-se "um optimista", tal "como António Vitorino", Rebelo de Sousa admite que continua confiante no sucesso dessa convergência. "Talvez por sermos optimistas o nosso futuro político tem sido menos bom que o nosso futuro intelectual. Ele é um voluntarista, eu sou um voluntarista", disse.

Qualidades, que segundo Marcelo Rebelo de Sousa, justificam os esforços de colaboração que podem ter na busca do acordo de convergência. Marcelo Rebelo de Sousa e António Vitorino participaram hoje num almoço-colóquio organizado pela Câmara Hispano-Portuguesa (CHP) em Madrid. 

http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=410775

Acho que seria uma boa solução não sei é se aguentava tanto tempo ;)

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Independentemente da duração diria que urge que haja pactos. Na minha opinião, ninguém fica bem na fotografia. Aliás, não é preciso que seja esse Sr "iluminado" a dizê-lo.

As partidarices não deixam ver o País real, pois está cada um, egoisticamente,  virado para a sua quintinha!

Apoio totalmente o diálogo  :D

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Eles falam, falam,... e não dizem nada!... haaapppp  :P

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Concordo plenamente, sou militante de um desses partidos mas acho que de facto a questão de só olharem para o seu umbigo tem feito muito mal a Portugal. Porque pelo facto de sermos militantes de um ou de outro não significa que não possamos ter opinião. ;)

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Concordo plenamente, sou militante de um desses partidos mas acho que de facto a questão de só olharem para o seu umbigo tem feito muito mal a Portugal. Porque pelo facto de sermos militantes de um ou de outro não significa que não possamos ter opinião. ;)

Ora nem mais, isso é o que se chama democracia.

Nesta fase penso que os partidos só atrapalham! As desavenças dos nossos políticos, no poder e fora dele, só estão a  prejudicar-nos....

Esperemos que valores mais altos se levantem  :)

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Ora nem mais, isso é o que se chama democracia.

Nesta fase penso que os partidos só atrapalham! As desavenças dos nossos políticos, no poder e fora dele, só estão a  prejudicar-nos....

Esperemos que valores mais altos se levantem  :)

Nem mais!

Até porque consultando a carta dos Direitos Humanos, se pode ler o seguinte:

"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade."

.

.

.

"Todos temos direito a organização popular, sindical e politica."

...

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