hsfarao

PPRs do Estado

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Como este é um novo produto e tem a garantia do Estado, que penso eu já teve melhores dias, gostava de abrir um debate sobre esta nova forma de investimento, onde fossem debatidos todos os prós e contras.

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Há dias ouvi uma reportagem sobre os certificados de aforro em que se dizia que os portugueses estavam a trocar a "segurança" do estado pela rendibilidade oferecida pelos bancos. Agora leio aqui que os novos PPR do estado têm a "garantia do Estado"

Ora, antes do comentário aos PPR propriamente ditos, quero aproveitar comentar estas afirmações: como se pode dizer que um produto tem a garantia do estado ou é seguro por ser um produto do estado quando este muda as regras a seu bel prazer? Veja-se o que se passou com os certificados de aforro - as alterações afectaram mesmo as subscrições anteriores. Quem subscreveu o produto sob um determinado conjunto de pressupostos, de repente viu esses pressupostos serem alterados e não pode fazer nada por isso. Por comparação, se um banco tentasse mudar as regras de um dos seus produtos, caíam-lhe logo os clientes todos em cima, o Banco de Portugal, a DECO e sei lá mais o quê... e ainda se arriscava a um processo. Por tudo isto, estou em crer que hoje em dia os bancos oferecem até mais segurança que o Estado, esse não deve ser o factor determinante ao decidir onde investir o dinheiro.

De volta aos PPR do Estado - pelo que li na lei (e não sendo especialista nestas matérias) o produto parece-me mais ou menos bem construído. Em resumo:

  • PRO Ajuda a poupar

- Para aquelas pessoas que são do tipo "chapa ganha / chapa gasta" este tipo de produtos pode ser a única forma de garantir que vão ter uma poupança quando chegarem à reforma - pelo menos não lhe podem tocar antes.

  • PRO Tem uma rendibilidade razoável, quando comparado com os demais PPR - claro que rendibilidades passadas não são garante de rendibilidades futuras, mas à partida é um bom sinal. Claro que o facto dos custos de subscrição ser mais baixo também contribui para este factor
  • CONTRA É um PPR - e como tal não terá uma rendibilidade por aí além. Hoje em dia, alguns depósitos a prazo oferecem rendibilidades idênticas (ou melhores) que muitos PPRs e não nos obrigam a ficar com o dinheiro preso numa aplicação que só poderemos levantar na idade da reforma
  • PRO Permite acumular os benefícios fiscais. Na verdade, este parece-me ser o principal atractivo deste tipo de produtos. Mas, uma vez mais, a longo prazo, talvez o dinheiro rendesse mais noutros sítios...
  • CONTRA Tem a "garantia" do Estado - Como referi, se um banco tentar mudar as regras do meu PPR vai ter que se haver comigo. Se o estado mudar as regras destes produtos pouco ou nada poderei fazer
  • CONTRA(?) Não me lembro agora da legislação toda, mas penso não ter lido nada sobre a possibilidade de levantar o dinheiro em situações de desemprego de longa duração, ao contrário do que acontece com os PPRs privados... mas esta afirmação carece de confirmação...

Se entretanto me lembrar de mais pros e contras eu escrevo... assim de repente foi o que me lembrei...

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PRO: Quando se atingir a reforma, pode-se receber sob a forma de renda vitalicia.

CONTRA: se morrer a partir dos 68 todo o valor poupado reverte para o estado.

CONTRA: nos PPR privados pode-se receber a partir dos 60 anos e no estado só quando se conseguir a rforma (provávelmente 65 ou mais anos).

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Eu continuo na dúvida em relação aos PPR do Estado. Há muita informação e muita contra-informação e ainda não tive a disponibilidade mental de me sentar, com calma, a perceber exactamente as condições.

As questões que me levantam mais dúvidas são como funciona o retorno do investimento e algumas condições de excepção. Se alguém entretanto quiser dar mais informação...

Já agora, onde é que se subscreve?

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https://www.seg-social.pt/consultas/ssdirecta/

Caso ainda não estejas registado no site da Segurança Social deves começar por o fazer (ver Link acima), isto se pretenderes subscrever on-line ou então nos balcões da Segurança Social ou através do n.º de telefone 808 020 020.

Independente do sistema de protecção social que cada um tenha (por exemploo: Caixa Geral de Aposentções, Caixa de Previdência dos Engenheiros) ou outro qualquer é também na Segurança Social que trata de tudo, através dos canais acima mencionados.

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Not for me!!!

Rentabilidade baixa....

Comissões altas!!

E fico preso até aos 60.

Não obrigado

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Olhando com alguma distância para este produto encontro dois pontos a assinalar que o demarcam dos restantes PPR: 1 a favor e outro contra.

A favor vejo a qualidade da gestão: entre 1 de Março e 11 de Novembro o fundo rendeu 3,2%, enquanto a restante classe de PPR foi a sangria que já se conhece. E a razão é simples: uma estratégia conservadora. Aliás, nesta data, todo o portefólio do fundo esteve alocado em depósitos a prazo, evitando assim a volatilidade dos mercados. Mais uma curiosidade. Dentro de todos os produtos financeiros à venda em Portugal, o produto do Estado foi uma das poucas excepções que nunca adquiriu qualquer tipo de activos tóxicos (CDO, CBO, SIV, ..., activos esses que estiveram na base de toda a crise).

Como contra, encontro a forma de resgate. O facto de só se poder resgatar o dinheiro após entrar na reforma e apenas sob a forma de renad vitalícia. Ou seja, caso aconteça uma infelicidade e no primeiro dia como reformado faleça, a poupança de uma vida fica retida nos cofres do Estado. Ao contrário dos PPR privados que poderão ser resituidos sob a forma de renda mas também de uma só vez!

;)

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Como contra, encontro a forma de resgate. O facto de só se poder resgatar o dinheiro após entrar na reforma e apenas sob a forma de renad vitalícia. Ou seja, caso aconteça uma infelicidade e no primeiro dia como reformado faleça, a poupança de uma vida fica retida nos cofres do Estado. Ao contrário dos PPR privados que poderão ser resituidos sob a forma de renda mas também de uma só vez!

;)

Os PPR também permitem receber em forma combinada, renda + a pronto.

Além disso os certificados do Estado não são de capital garantido.

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