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Direito de acompanhamento aos utentes nos serviços de urgência

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DIREITO DE ACOMPANHAMENTO AOS UTENTES NOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA

SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE

Como talvez já seja do conhecimento de todos vós, a partir de Julho de

2009 é permitido a qualquer Cidadão acompanhar os seus Pais, Filhos, Familiares e Amigos dentro dos Hospitais, mais precisamente, nos Serviços de Urgência do Serviço Nacional de Saúde, conforme consta no Diário da República nº. 134 - 1ª. Série de 14 de Julho de 2009 (Dec. Lei nº. 33)

Existem muitos “Seguranças” que se encontram à porta de diversas Urgências dos Hospitais deste País, que continuam a barrar o acesso aos Familiares de Doentes que entram nas Urgências o que não pode acontecer... por isso, se possível, andem sempre com uma cópia deste Dec. Lei na vossa carteira.

Assim, todos nós ficamos a saber que ninguém ficará abandonado numa maca de um qualquer Hospital deste País e/ou num qualquer corredor de Hospital, sem a devida assistência.

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Existem muitos “Seguranças” que se encontram à porta de diversas Urgências dos Hospitais deste País, que continuam a barrar o acesso aos Familiares de Doentes que entram nas Urgências o que não pode acontecer...

Talvez estejam a pensar neste artigo, que podem invocar enquanto não estiver tudo ok:

«Artigo 5.º

Adaptação dos serviços

As instituições do SNS que disponham de serviço de

urgência devem, no prazo de um ano a partir da data de

publicação desta lei, proceder às alterações necessárias

nas instalações, organização e funcionamento dos respectivos

serviços de urgência, de forma a permitir que os

doentes possam usufruir do direito de acompanhamento

sem causar qualquer prejuízo ao normal funcionamento

daqueles serviços.

E, como sabes, ainda não passou um ano. Talvez a partir de Julho de 2010 as coisas melhorem.

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DIREITO DE ACOMPANHAMENTO AOS UTENTES NOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA

SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE

Como talvez já seja do conhecimento de todos vós, a partir de Julho de

2009 é permitido a qualquer Cidadão acompanhar os seus Pais, Filhos, Familiares e Amigos dentro dos Hospitais, mais precisamente, nos Serviços de Urgência do Serviço Nacional de Saúde, conforme consta no Diário da República nº. 134 - 1ª. Série de 14 de Julho de 2009 (Dec. Lei nº. 33)

Existem muitos “Seguranças” que se encontram à porta de diversas Urgências dos Hospitais deste País, que continuam a barrar o acesso aos Familiares de Doentes que entram nas Urgências o que não pode acontecer... por isso, se possível, andem sempre com uma cópia deste Dec. Lei na vossa carteira.

Assim, todos nós ficamos a saber que ninguém ficará abandonado numa maca de um qualquer Hospital deste País e/ou num qualquer corredor de Hospital, sem a devida assistência.

Não há bela sem senão. Imaginem que para atender um paciente este venha acompanhado por 3 ou 4 familiares. Faz sentido encher os corredores de familiares a "entupir" a passagem dos profissionais de saúde que estão a fazer o seu trabalho?

Com a quantidade de bactérias e afins que por lá "pululam" em vez de terem um paciente/doente passarão a ter "n" pacientes/doentes porque podem ser contaminados com as "doenças" que por lá andam. Os profissionais estão protegidos. Os acompanhantes/familiares, só querem o melhor para os seus e verificar se são atendidos!...

Se todos pensarem assim, imaginem o que não será no futuro! Todos dentro porque têm direito a estar com o paciente que ainda nem foi atendido!...

Mas devo dizer que concordo que deveria de haver pelo menos 1 (e apenas 1, que se pode ir reservando com outro) familiar, para o paciente/doente não se sentir desamparado. Isto no caso de situações mais complicadas. Agora para aqueles casos menos urgentes, só deveria entrar o paciente/doente e os familiares/acompanhantes deveriam aguardar na sala de espera.

É uma questão de bom senso. Os seguranças desempenham a função deles. Por vezes em excesso de zelo (faz sentido um segurança entrar na sala de operações porque vai acompanhar o doente/paciente e ficar lá a assistir? Para mim, não faz!) leva a situações extremadas, mas assim que este decreto-lei entrar em vigor eles terão forçosamente de mudar de atitude. E também não os podemos meter a todos no mesmo "saco" pois também os á muito competentes!...  ;)

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Aqui fica a Lei completa para consulta.

A negrito a resposta ao teu post. É uma pessoa apenas, não a famelga toda!!  ;D

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Lei n.º 33/2009

de 14 de Julho

Direito de acompanhamento dos utentes dos serviços de urgência do Serviço Nacional de Saúde (SNS)

A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:

Artigo 1.º

Direito de acompanhamento

É reconhecido e garantido a todo o cidadão admitido num serviço de urgência do Serviço Nacional de Saúde (SNS) o direito de acompanhamento por uma pessoa indicada nos termos do artigo 2.º

Artigo 2.º

Acompanhante

1 — Todo o cidadão admitido num serviço de urgência tem direito a ser acompanhado por uma pessoa por si indicada e deve ser informado desse direito na admissão pelo serviço.

2 — Os serviços de urgência devem, através de serviços técnicos adequados, promover o direito referido no número anterior sempre que a situação clínica do doente não per-mita a declaração da sua vontade, podendo para esse efeito os serviços solicitar a demonstração do parentesco ou da relação com o paciente invocados pelo acompanhante, mas não podem impedir o acompanhamento.

Artigo 3.º

Limites ao direito de acompanhamento

1 — Não é permitido acompanhar ou assistir a intervenções cirúrgicas e outros exames ou tratamentos que, pela sua natureza, possam ver a sua eficácia e correcção prejudicadas pela presença do acompanhante, excepto se para tal for dada autorização expressa pelo clínico responsável.

2 — O acompanhamento não pode comprometer as condições e requisitos técnicos a que deve obedecer a prestação de cuidados médicos para que estes sejam eficazes.

3 — Nos casos previstos nos números anteriores, compete ao profissional de saúde responsável pela execução do acto clínico em questão — exame, técnica ou tratamento — informar e explicar ao acompanhante os motivos que impedem a continuidade do acompanhamento.

Artigo 4.º

Direitos e deveres do acompanhante

1 — O acompanhante tem direito a informação ade-quada e em tempo razoável sobre o doente, nas diferentes fases do atendimento, com as excepções seguintes:

a) Indicação expressa em contrário do doente; B) Matéria reservada por segredo clínico.

2 — O acompanhante deve comportar-se com urbanidade e respeitar e acatar as instruções e indicações, de-vidamente fundamentadas, dos profissionais de serviço.

3 — No caso de violação do dever de urbanidade, de-sobediência ou desrespeito, os serviços podem impedir o acompanhante de permanecer junto do doente e determinar a sua saída do serviço de urgência, podendo ser, em sua substituição, indicado outro acompanhante nos termos do artigo 2.º

Artigo 5.º

Adaptação dos serviços

As instituições do SNS que disponham de serviço de urgência devem, no prazo de um ano a partir da data de publicação desta lei, proceder às alterações necessárias nas instalações, organização e funcionamento dos res-pectivos serviços de urgência, de forma a permitir que os doentes possam usufruir do direito de acompanhamento sem causar qualquer prejuízo ao normal funcionamento daqueles serviços.

Artigo 6.º

Regulamentos

O direito de acompanhamento nos serviços de urgência deve estar consagrado no regulamento da respectiva insti-tuição de saúde, o qual deve definir com clareza e rigor as respectivas normas e condições de aplicação.

Aprovada em 22 de Maio de 2009.

O Presidente da Assembleia da República, Jaime Gama.

Promulgada em 2 de Julho de 2009. Publique-se.

O Presidente da República, ANÍBAL CAVACO SILVA. Referendada em 3 de Julho de 2009.

O Primeiro-Ministro, José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa.

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... até porque nos tempos que correm, andam por ai umas gripes que gostam muito de se meter com os utentes deste tipo de serviços... 

;)

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Para não ferir susceptibilidades, independentemente das razões que assistem para deixarem ou não entrar um familiar acompanhante, deve ser referido que essa recusa do segurança, é no cumprimento de ordens, que recebem dos seus superiores, que por sua vez são transmitidos a estes pelas administrações dos hospitais.

Como tal a reclamação a existir nunca deve ter como alvo o segurança, isto claro em meu entender.

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Como tal a reclamação a existir nunca deve ter como alvo o segurança, isto claro em meu entender.

Évidemment!

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Mas para que nada vos falte na eventualidade de necessitarem de acompanhar alguêm, aqui fica uma notícia fresquinha: "soutien convertível em máscara" - http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Mulher-inventa-soutien-convertivel-em-mascara-anti-gas.rtp&headline=20&visual=9&article=300093&tm=7

Também deve proteger dos virus que por ai andam, até porque as máscaras mexicanas são muito mais frágeis que estas!...  :D

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