José Ribeiro

O Cérebro – cuidado com as ondas más!

9 publicações neste tópico

Vivemos rodeados de radiação electromagnética, mas pouco se sabe sobre os efeitos adversos desses campos no cérebro.

Anatomia (do grego antigo ἀνατομή [anatome], "seccionar"), é o ramo da biologia no qual se estudam a estrutura e organização dos seres vivos, tanto externa quanto internamente. Alguns autores usaram este termo incluindo na anatomia igualmente o estudo das funções vitais (respiração, digestão, circulação sanguínea, etc) para que o organismo viva em equilíbrio com o meio ambiente. Segundo esta definição, mais lata, a anatomia é de certa forma o equivalente à morfofisiologia (do grego morphe, forma + logos, razão, estudo).

Não vou detalhar a anatomia humana, pois pode ser fastidioso para o fim em causa. Resumidamente, o corpo humano tem massa e é constituido por diferentes grupos regionais que por sua vez são irrigados por diferentes sistemas, desde o cardiovascular ao respiratório. Possui orgãos internos com funções especificas para o bom funcionamento do corpo humano e que são comandados pelo cérebro. 

O organismo humano funciona graças a minúsculas tensões e correntes eléctricas. Existe toda uma estrutura bioeléctrica que o faz trabalhar. Numa pessoa sadia, o seu potencial eléctrico pode variar entre 1,5 mV e 4,5 mV. A actividade eléctrica do cérebro é modulada em amplitude (voltagem) e em frequência (ciclos por segundo ou hertz). A sua variação depende dos estados mentais e das actividades em que estivermos envolvidos.

Ondas Alfa e Beta

Quando estamos acordados e activos o cérebro emite sobretudo ondas Beta, de alta frequência (13 a 30 ciclos/segundo). Quando estamos em repouso, relaxados e com os olhos fechados predominam as ondas Alfa (8 a 13 ciclos/seg). As ondas Teta (3 a 7 ondas/seg) ocorrem quando a pessoa está sonolenta ou ligeiramente adormecida.

Quando atingimos um estado de sono profundo estabelecem-se as ondas Delta (0,5 a 3 ciclos/seg). Em certas situações patológicas (crises convulsivas, distúrbios do sono, hiperactividade, alterações vasculares, etc) a frequência eléctrica do cérebro pode sofrer alterações significativas. A medição das ondas eléctricas que varrem o cérebro a cada instante faz-se através de aparelhagem de electroencefalografia (EEG).

Na nossa sociedade vivemos rodeados de radiação electromagnética, desde aquela que recebemos directamente do sol à que nos atinge através dos telemóveis. Esta radiação representa a emissão de energia através do espaço, na forma de ondas. Linhas de alta tensão, antenas de rádio, televisão, telemóveis, aparelhos de raios X, aparelhos electrodomésticos e computadores, todos eles geram campos de radiação.

Ainda não se sabe muito sobre os efeitos adversos desses campos sobre o cérebro. Eles dependerão de diversos factores, em especial da sua intensidade e frequência. O uso intensivo que hoje damos aos telemóveis tem levantado algumas interrogações. Será que as suas radiações podem interferir no equilíbrio electroquímico do cérebro?

Excesso de radiação electromagnética

Um estudo conduzido pelo Instituto de Farmacologia e Toxicologia da Universidade de Zurique demonstrou que uma exposição de 30 minutos aos campos electromagnéticos com metade da potência máxima permitida por lei para os telemóveis é capaz de alterar os resultados de um electroencefalograma. Que consequências podem advir deste tipo de interferência?

Os cientistas estão divididos quanto a esta matéria. Não se sabe ainda exactamente que efeitos nefastos ou lesões podem provocar. Na falta de certezas, os médicos aconselham alguma prudência na utilização dos telemóveis, especialmente pelas crianças pequenas.

Como se pode analisar, o cérebro, apesar de constituir uma das grandes maravilhas da Natureza, pode ser altamente prejudicado por uma diversidade imensa de elementos, desde o vulgar mas perigoso stress até às doenças e aos acidentes. E quando o cérebro é penalizado, perdendo vigor e equilíbrio, as consequências podem ser devastadoras.

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O cérebro acidentado

Os acidentes domésticos, rodoviários e de trabalho constituem três das causas mais frequentes de lesões cerebrais superficiais ou profundas.

Também os acidentes que provocam traumatismos cranioencefálicos estão na origem de graves incapacidades e transtornos cognitivos e emocionais. Hoje em dia, os acidentes rodoviários, os acidentes de trabalho e os acidentes domésticos constituem três das causas mais frequentes de lesões cerebrais mais ou menos profundas.

Anualmente, mais de 1,2 milhões de pessoas morrem em todo o mundo devido a acidentes nas estradas. Outras 20 a 50 milhões ficam feridas ou incapacitadas. Se o panorama não se modificar, a Organização Mundial de Saúde estima que, em 2020, a sinistralidade rodoviária será a terceira causa de morte no mundo.

Também os acidentes de trabalho afectam cerca de 250 milhões de pessoas anualmente, 2 milhões das quais acabam por falecer. Finalmente, em casa, são sobretudo as crianças e os idosos aqueles que mais sofrem acidentes (quedas, choques eléctricos, queimaduras, intoxicações, etc).

As consequências dos traumatismos cranioencefálicos podem ser as mais diversas, incluindo o coma e a morte, dependendo de inúmeros factores: localização e gravidade do traumatismo, estado de saúde da vítima, etc.

Funções afectadas e alterações mais comuns:

• Atenção - perda da atenção selectiva, incapacidade de concentração;

• Processamento - perturbações do pensamento, dificuldade em planificar actividades, perda de iniciativa;

• Memória - amnésia póstraumática, amnésia anterógrada, amnésia retrógada;

• Linguagem - disartria (dificuldade na dicção e na articulação de palavras);

• Motricidade - lentificação dos movimentos, apraxias (dificuldade em coordenar movimentos voluntários);

• Vida emocional - frequentes mudanças de humor, labilidade emocional, perturbações de ansiedade, hipersensibilidade, egocentrismo exacerbado, reacções agressivas, baixa tolerância à frustração, diminuição da capacidade de autocrítica, apatia, depressão, ausência de consciência das deficiências adquiridas.

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O Senado dos EUA está a investigar os efeitos secundários das radiações emitidas pelos aparelhos, depois da Environmental Working Group (EWG) ter concluído que a radiação emitida pelos aparelhos não é inofensiva, avança esta terça-feira o jornal «i».

O relatório do EWG alerta para o perigo de crianças e jovens, principalmente, poderem vir a padecer de doenças graves.

A discussão já não é nova e vários especialistas apontam para o perigo de sofrer, a longo prazo, de cancro no cérebro, nas glândulas salivares, enxaquecas e vertigens e problemas de comportamento.

Desta investigação pode sair agora a alteração dos limites legais da radiação emitida pelos telemóveis que a EWG considera «obsoletos».

Portanto, cuidado com o uso excessivo dos Telemóveis...  :o

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Até 2040 faremos upload (enviar informações da mente para o computador) do próprio cérebro

Ray Kurzweil, futurologista e cientista americano, acredita que as modificações genéticas farão com que o ser humano seja capaz de transferir dados directamente do cérebro para a Internet, por exemplo, e até mesmo a possibilidade de viver para sempre.

O cientista defende que seremos capazes de enviar informações da mente humana para um computador, incluindo memória, habilidades específicas e a nossa história, usando máquinas não biológicas que coexistirão com os humanos de forma harmoniosa.

in «The Independent»

Cuidado com as ondas. Elas andam ai!...  :

:)

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Telemóvel deve matar mais que o cigarro dentro de poucos anos!

O uso do telemóvel deve matar mais do que o tabaco dentro de poucos anos, afirma Vini Khurana, um neurocirurgião que recebeu 14 prémios em 16 anos. O especialista pede à população que use o aparelho o mínimo possível, principalmente quando se trata de crianças, citado pelo jornal «The Independent».

O médico analisou cerca de cem trabalhos científicos publicados sobre o tema para chegar às suas conclusões. Segundo ele, há oito estudos clínicos que indicam uma ligação entre o uso de telemóveis e certos tipos de tumor no cérebro.

há previsões de que esse perigo tenha mais ramificações para a saúde pública do que o amianto ou o fumo. «Isso gera preocupações para todos nós, especialmente com a geração mais nova», afirma Khurana, que é professor de neurocirurgia na Faculdade Nacional de Medicina da Austrália, no estudo.

A comparação entre as mortes causadas por cigarro e por telemóvel deve-se ao facto de cerca de 3 bilhões de pessoas usarem esses aparelhos, número três vezes maior ao de fumadores, afirmou.

Khurana explica que ainda não há mais dados sobre o assunto pelo facto de a intensificação no uso dos telemóveis ainda ser recente. Sobretudo tendo em conta que o período de «incubação», tempo entre o início da utilização do aparelho e o diagnóstico do cancro em um indivíduo, dura de 10 a 20 anos.

«Entre 2008 e 2012 teremos atingido o tempo apropriado para começar a observar definitivamente o impacto dessa tecnologia global nos índices de cancro no cérebro»,explica.

Medidas para evitar o problema:

- as pessoas devem evitar ao máximo o uso do telemóvel, dando preferência ao telefone fixo.

- moderação no uso de Bluetooth e de headsets sem fio.

- usar o sistema alta voz para falar, mantendo o telemóvel a pelo menos 20 cm da cabeça.

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Primeiro Humano Infectado com Vírus Informático

Um cientista Inglês, Mark Gasson foi o primeiro ser humano infectado com um vírus informático.

É verdade os vírus dos computadores chegaram às pessoas de carne e osso!

Mark Gasson inseriu na sua mão um chip parecido com os que se põe nos animais como p. ex. os chips para identificar os cães. Mas este chip permitia ser remotamente programado.

Foi injectado código no chip com características de vírus ou seja código que tinha a capacidade de se propagar a outros chips e assim multiplicar-se tal como fazem os vírus Informáticos e humanos.

O cientista com esta demonstração alerta a comunidade para os riscos inerentes à utilização de dispositivos dentro do nosso corpo cada vez mais complexos.

Tal como os computadores em primeiro lugar, e agora os telemóveis e outros gadgets foram infectados com vírus, um ser humano com um implante, num futuro muito próximo estará vulnerável a um ataque informático.

Esta experiência faz-nos pensar duas ou mil vezes antes de inserirmos um chip no nosso corpo, tal como se anda a tentar impor na sociedade para meterem chips nas crianças para elas não se perderem ou não serem raptadas.

Será que isto é uma tentativa inocente?

Não será uma manobra para controlar a sociedade no futuro?

Implantes podem ser inevitáveis para continuarmos vivos, mas chips de localização e coisas  similares, não nos fazem falta nenhuma.

É que um chip no corpo que possa ser controlado, pode fazer muita coisa, como abrir portas para vírus biológicos mortais, provocar reações químicas que matem, ou ponham a pessoa maluca.

O que acham de meter um chip GPS dentro do corpo dos nossos filhos?

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Tecnologias capazes de ler o pensamento dos utilizadores

O «Research Day», um evento anual da Intel, realizado no final de Junho, vai apresentar tecnologias da empresa que são capazes de ler gestos de utilizadores e até responder a pensamentos, além de um carro inteligente baseado em computação em nuvem com recursos para prevenção de acidentes, informa o «IDG News Service».

O evento realiza-se a 30 de Junho no Computer History Museum, em Mountain View, na Califórnia.

A Intel vai demonstrar um robot capaz de reconhecer fala, assim como dispositivos móveis equipados com uma câmara capazes de reconhecer gestos.

A companhia vai apresentar também um computador que reconhece e responde a ondas cerebrais quando um utilizador pensa em controlar um determinado dispositivo.

O director de tecnologia da Inter Labs, Manny Vara, promete sistemas mais interessantes que procuram analisar ondas cerebrais para obter informações sobre os pensamentos dos utilizadores. «As máquinas precisam entender como os humanos trabalham e não o oposto», afirmou.

A interacção está a ser melhorada com a ajuda de sensores já existentes, de acordo com o executivo.

Robots, por exemplo, estão a receber uma sensibilidade ao toque aprimorada, inspirada em tubarões. Os tubarões podem sentir campos electromagnéticos em redor do nariz, transmitindo-lhes a ideia do que estão a morder.

Os investigadores da Intel estão a tentar equipar robots com sensores na ponta dos dedos, para determinar se um objecto é feito de plástico ou vidro e qual o formato, de modo a saber a força necessária para o segurar. Essas tecnologias podem ajudar em diversas aplicações industriais.

Se for utilizado para o bem da humanidade, é uma boa notícia!...  ;)

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Apareceu um conjunto de documentos a alertar para o seguinte:

ATENÇÃO: A tarifa bi-horária, tri-horária (e sei lá mais o que eles irão inventar) é uma manobra para aliciar as pessoas a mudar, de modo a instalarem os contadores inteligentes. A alteração, tudo indica, levará você a receber um contador inteligente enquanto está distraído com a ideia de poupança. Este aliciar materializa uma das maiores premissas da sua introdução, a modificação e o controlo sobre o comportamento das pessoas. O seu benefício é mera propaganda, você não existe na equação...

Uma forma de baixar os custos de transmissão para os operadores trazendo a emissão de radiação cada vez mais próximo do consumidor, ainda por cima sem nenhum benefício para este. Recordo que o perigo da radiação electromagnética em foco aumenta imenso com a proximidade à fonte emissora. Numa rede Mesh você está no caminho das correntes de transmissão de dados. Entre a multidão de contadores, alguns deles emitirão mais por serem hierarquicamente importantes no controlo do fluxo de informação.

a exposição a radiações eletromagnéticas prolongada nunca deve superar 1 miliwatt/m2.

Quais as evidências que os contadores inteligentes são inócuos para a saúde? Nenhumas... existem imensas fontes que demonstram de forma convincente que a exposição prolongada a níveis elevados de radiofrequências aumentam a taxa de cancro, os danos no sistema nervoso, nomeadamente gerando electrosensibilidade, interfere com o sistema reprodutivo e várias outras alterações orgânicas.

O governo suíço dá preferência à tecnologia de comunicação por fios, evitando ao máximo o uso de sistemas sem fios porque os estudos que têm feito revelam a existência de efeitos adversos significativos.

Num telemóvel, o perigo é já relevante mas quando estamos expostos a sistemas que geram emissões constante de radiação, 24 horas por dia, como é o caso das torres de retransmissão da rede móvel de TLM's ou Internet, os telefones sem fios (DECT), Wi-Fi e naturalmente os contadores inteligentes, as consequências ganham outra dimensão.

As autoridades de saúde suíças declaram que o princípio da precaução deve ser tomado em relação a PC's portáteis, PDA's e telemóveis com Internet, uma vez que o seu uso implica uma grande proximidade com o corpo. A preocupação é tão grande que acabam de patentear uma base de Wi-Fi que não emite radiação nos momentos em que não está a ser necessário.

Talvez fosse inteligentes seguir o caminho dos suíços.

A evolução de um país ou povo mede-se pelos índices de desenvolvimento humano e saúde da população, nunca pela suposta inovação que faz dos cidadão uma cobaia de laboratório.

Agora percebo, passados alguns anos, porque motivo algumas pessoas se recusam a mudar para a tarifa bi-horária!...  :o

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Basta colocar o nosso corpo em frente a uma antena ou a cabeça entre as antenas da tv para começar a ouvir/sentir coisas estranhas.

Estamos a ser bombardeados de radiação (WI-FI, Ondas rádio, telefones, etc). Tudo isso, daqui a alguns anos...

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