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Poupar em viagem [Carteira.pt]

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Férias em segurança

por Ana Pimentel

Os imprevistos acontecem! Saiba como fintar os acidentes da sua viagem sem contratar um seguro específico para as férias.

As viagens de férias, apesar de muito esperadas, nem sempre correm na perfeição. Uma queda ou um atraso na bagagem pode ser o suficiente para querer antecipar o regresso a casa. Se tal acontecer, saiba o que fazer para que o azar não lhe encareça a viagem nem o obrigue a contratar seguros específicos, quando não houver necessidade. A Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores, Deco, relembra-o de tudo o que não deve esquecer, quando estiver a fazer as malas para as suas próximas férias.

Em caso de doença

Se tiver algum problema de saúde dentro da União Europeia, recorra ao serviço de assistência em viagem do seu seguro automóvel, caso o país em que se encontra não pagar a totalidade das despesas de tratamento. “A assistência em viagem é válida mesmo para quem não viaja de carro”, diz a associação de consumidores. Assim, se adoecer ou tiver um acidente, este serviço paga-lhe as despesas médicas e farmacêuticas, suplementares de deslocação, estada ou repatriamento. Se não tiver um seguro automóvel, então a Deco aconselha-o a fazer um de viagem.

Verifique as coberturas e capitais seguros. “As seguradoras oferecem vários pacotes, mas os mais baratos têm, em regra, capitais reduzidos”, acrescenta a associação no seu sítio online. Certifique-se também de que lhe é garantido o pagamento de cirurgias de urgência e diária do hospital. Analise os limites para as despesas com prolongamento da estada, acompanhamento de familiar, deslocações, entre outros.

A cobertura de assistência médica e hospitalar deverá ser mais elevada nos países que não são abrangidos pelo Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD). Pode pedir este cartão o serviço de segurança social onde está inscrito ou na loja do cidadão. Além de gratuito, garante assistência médica em caso de acidente ou doença durante 3 anos. Ao viajar com toda a família, peça um cartão para cada membro. Com o CEDS, pode aceder de igual forma aos cuidados médicos do país de acolhimento. Assim, não precisa de se preocupar com medicamentos, tratamentos, urgências, taxas moderadoras ou outras despesas em caso de acidente, doença ou maternidade. Este cartão é válido na União Europeia, Islândia, Noruega e Suíça.

Caso não tire o CEDS antes de partir, nenhum país lhe negará cuidados médicos, mas terá de pagá-los. Neste caso, peça os comprovativos de todas as despesas e peça um reembolso à Segurança Social, quando voltar. Se o seu destino estiver fora dos limites da União Europeia, contacte a embaixada e procure saber se já algum acordo de protecção na saúde. Se viajar com a sua família através de um pacote turístico de uma agência de viagens, certifique-se de que este não inclui já um seguro de viagem. Verifique também que seguros vêm associados ao seu cartão de crédito. Muitos dos cartões de credito comercializados em Portugal possuem coberturas deste tipo.

Ásia, África ou América do Sul

Se o seu próximo destino for exótico, aposte na prevenção. Antes de se deslocar, marque uma consulta de medicina das viagens, para que tome todas as vacinas que precisa. Também pode ser visto pelo seu médico de família, que pode medicá-lo contra a malária ou administrar a vacina para a febre-amarela. Estes passos poderão ajudá-lo a obter o certificado internacional de saúde, exigido nalguns países.

Na verdade, só quando viaja para estes destinos por iniciativa própria, é que a associação o aconselha a contratar um seguro de viagem. Quando viaja através de um pacote turístico, pode não ser necessário. “A maioria das coberturas do seguro de viagem está prevista noutros produtos ou serviços. É o caso do seguro de vida, que a maioria dos consumidores contrata no crédito à habitação, cartão europeu de seguro de doença, gratuito e válido na maioria dos países do Velho Continente, assistência em viagem do seguro automóvel e cartão de crédito. Para evitar a duplicação de coberturas, certifique-se de que não está já protegido antes de contratar”, alerta a Deco.

A escolha certa para a Deco

No passado mês de Abril, a associação dos consumidores portugueses pediu às 19 seguradoras que comercializam seguros de viagem a respectiva apólice e preçário. Obteve 13 respostas. A Deco simulou o custo anual para 3 destinos fora da Europa e 50 mil euros na cobertura de morte e invalidez permanente, fazendo variar também o número de pessoas seguras e respectiva duração da viagem. “Sem a cobertura de assistência em viagem, as apólices mais baratas são da Axa, Mútua de Pescadores e Real Seguros. Com aquela cobertura, a Mapfre e a Victoria cobram menos”, explica a associação no artigo publicado na Dinheiro&Direitos de Agosto de 2009. Na viagem para a Índia, a seguradora Mapfre é a que disponibiliza o custo anual mais económico, chegando a poupar 194 euros face à oferta mais cara, segundo as contas da Deco. “Na Mapfre, nossa escolha acertada, uma viagem de 12 dias aos Estados Unidos e Canadá, para 2 pessoas, custa 58,45 euros”, acrescenta. Na Generali, fica-lhe 100 euros mais cara.

Já agora, o CESD também se pode pedir aqui: https://www.seg-social.pt/consultas/ssdirecta/

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Já agora, achei curiosa a utilização do seguro de assistência em viagem do automóvel. Algum agente de seguros por aí confirma isto?

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