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J.Pinto

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18 publicações neste tópico

Boa tarde

Pretendo, em conjunto com uma colega, abrir um blog com temas muito interessantes e, se possível, ganhar dinheiro. Sei que não é facil e depende do número de visitas do blog. Como acredito no interesse e entusiasmo dos temas e acredito que será fácil divulgá-lo, gostaria que alguém me explicasse quais os passos necessários para constituir blog e ganhar algum dinheiro com ele......

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Dei uma voltinha pelo blog e vi logo erros! Ilegal comprar um veiculo ligeiro de passageiros? E nao referiu também, que existe TRIBUTAÇÃO AUTONOMA.

E não seria melhor deixar esse comentário no artigo do blog correspondente? ;)

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Caro Forreta

Em primeiro lugar deixe-me dizer-lhe que não ésse o blog que quero colocar publicidade.

Respondendo à sua pergunta, de certeza que não leu o que lá estava. Não sei se estava a referir a esta parte.

informacaofiscal.blog.pt

"É importante referir que esta prática é ilegal a partir do momento que a compra do carro não seja justificada ou justificável na prossecução da sua actividade"

Se fizer uma leitura normal verificará que eu não digo que é ilegal comprar uma viatura de passageiros; afirmo que é ilegal afectar uma viatura comprada para uso pessoal a uma ctividade. Isto é que é ilegal.

No que respeita à tributação autónoma é verdade que, para além das amortizações serem dedutíveis até ao valor anual de 7481,97 euros, ainda estão sujeitas a tributação autónoma.

O objectivo daquele post não foi o de tratar fiscalmente as amortizações de viaturas ligeiras de passageiros, mas advertir as pessoas para uma prática que é ilegal - afectação de uma viatura à empresa quando, na realidade, ela apenas serve os interesses pessoais.

Caro Forr€ta, para responder no blog não necessita de registo. Espero pelas suas críticas construtivas

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Olá caro Forr€ta

Então acha que se for empresário e comprar uma viatura para uso pessoal, mas afcectá-la ilegalmente à actvidade da empresa, estará a cumprir a lei? -  A resposta é óbvia.

O artigo 23º. do CIRC, que se estende às pessoas sujeitas a IRS abrangidas pelo regime da Contabilidade Organizada diz o seguinte:

Consideram-se custos ou perdas os que comprovadamente forem indispensáveis para a realização dos proveitos ou ganhos sujeitos a imposto ou para a manutenção da fonte produtora,

Continuo a dizer o que está patente do blog: o que é ilegal não é a compra de viaturas ligeiras de passageiros - só nos faltava essa, mas a penas a afectação falaciosa de qualquer carro a uma actividade, quando este é usado para fins meramente pessoais. Espero ter sido compreendido. ..

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A sua explicação foi perfeitamente clara. Não foi é convincente.E permita que lhe diga, está enganado. O que lhe pedi, -e volto a pedir- é fundamento legal para isso (não há).

Como socio gerente de uma qualquer firma, posso perfeitamente deliberar, que a mesma me oferece um carro, por exemplo. Ou que compra um carro pago pela firma para eu andar. É perfeitamente legal. ;)

Caro Forr€ta

Está a confundir coisas que são compltamente diferentes: a empresa pode dispor ao gerente uma viatura, estando no nome da empresa, para este andar, custos esses que, em princípio e dependendo de vários factores, poderão ser dedutíveis...

Sendo a viatura do gerente, a única forma de serem aceites como custo é através do pagamento ao sócio, pelo uso de viatura em nome da empresa - pagamento a km.

Mas qualquer das situações não invalida o que disse acima e no blog: desde que as despesas possam ser justificadas como imprescindíveis à actividade da empresa, tal como refere o artigo 23 do CIRC. Este é o artigo que nunca pode ser violado. Sabemos todos que alguns empresários afectam automóveis à actividade que não são passíveis nem justificáveis com a actividade exercida. É esta a justificação do meu post. É claro que, e isso eu refiro algumas vezes, as minhas análises/comentários são analisados superficialmente. O público alvo do meu blog apenas quer dicas e não fundamentações técnicas profundas, pois essas poderão ser, para eles, de difícil interpretação...

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E abater SEMPRE os custos a nivel de IRC. E porquê? Porque está em NOME da firma.

SEMPRE   desde que nao exceda os limites  fiscais legais  ;D

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Caro Forr€ta

Existe aqui uma grande confusão: ou você não conseguiu ler e entender o alcance do post ou então poderei não ter exposto bem a minha ideia - também sou humano e poderei falhar.

Eu sei perfeitamente que o pagamento ao Km não tem nada a ver com o veícuo da empresa; apenas lhe expliquei que é uma das formas de pagar despesas de outros veículos, qua não são da empresa, em nome dela.

O que expus tem a ver com a dedutibilidade ou não das despesas relacionadas com veículos ligeiros de passageiros. Nada tem a ver com o gasóleo (ou gasolina) gasto ou não: sei perfeitamente que o gasóleo é dedutível em 50%, quando por vezes (por exemplo pesados) é 100%. Em qualquer caso, isto nada tem a ver com o post referenciado.

Quando diz que a partir do momento que o carro está e nome da empresa/empresário, os custos são sempre dedutíveis, terá razão a partir do momento em que se observe o artigo 23 do CIRC e demais legislação aplicável. Vou-lhe apenas passar parte de uma legislação que limita o número de viaturas ao serviço dos sujeitos passivos de IRS.

Portaria n.º 1041/2001, de 28 de Agosto

Em cumprimento do disposto no n.º 2 do artigo 33.º do Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS), importa fixar limites, quer quanto aos encargos admitidos na determinação do rendimento líquido da categoria B ou na matéria colectável das sociedades de profissionais sujeitas ao regime de transparência fiscal, inerentes aos encargos com a utilização de viaturas ligeiras de passageiros ou mistas afectas ao exercício da actividade, quer quanto ao número máximo de veículos motorizados que poderão ser considerados como afectos ao exercício das respectivas actividades.

Assim:

Manda o Governo, pelo Ministro das Finanças, nos termos do n.º 2 do artigo 33.º do Código do IRS, o seguinte:

1.º Sem prejuízo do disposto na alínea a) do n.º 1 do artigo 33.º do Código do IRS:

a) Para cálculo da dedução respeitante à reintegração de viaturas ligeiras de passageiros ou mistas, não será tomada em consideração a parte do valor de aquisição ou reavaliação que exceda o limite estabelecido na alínea e) do n.º 1 do artigo 33.º do Código do IRC;

B) Para cálculo da dedução referente a prestações devidas pelo aluguer sem condutor de viaturas ligeiras de passageiros ou mistas, não será tomada em consideração a parte das importâncias pagas correspondente ao valor das reintegrações dessas viaturas que, nos termos das alíneas c) e e) do n.º 1 do artigo 33.º do Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC), não sejam aceites como custo, sendo esse excesso eventualmente deduzido das diferenças ocorridas nos anos em que a amortização financeira foi inferior àquela reintegração máxima.

2.º O disposto no número anterior é aplicável aos veículos motorizados não automóveis afectos ao exercício de actividades profissionais e empresariais ou ao activo imobilizado de sociedades de profissionais sujeitas ao regime de transparência fiscal.

3.º O número de viaturas ou veículos afectos ao exercício das respectivas actividades, independentemente do título por que a afectação se opere, excepto relativamente aos de cilindrada inferior a 125 cm3, é limitado a uma unidade por titular de rendimentos da categoria B do IRS, por sócio, no caso de sociedade de profissionais sujeita ao regime de transparência fiscal, e por trabalhador ao serviço dos referidos sujeitos passivos, quando, em qualquer caso, seja comprovada a indispensabilidade do seu uso.

4.º O disposto na presente portaria é aplicável na determinação dos rendimentos líquidos ou do resultado imputável dos anos de 2001 e seguintes, competindo aos titulares dos rendimentos ou às sociedades de profissionais sujeitas ao regime de transparência fiscal excluir da consideração como encargos ou custos dedutíveis os relativos aos veículos que excedam os limites fixados.

5.º É revogada a Portaria n.º 128/97, de 22 de Fevereiro.

O Ministro das Finanças, Guilherme d'Oliveira Martins, em 6 de Agosto de 2001.

Chamo ainda atenção para o facto de, mesmo que não atinga aquele limite ou se trate de sociedades legalemnte constituídas, a partir do momento em que seja provada a não necessidade da observância dos custos com veículos (sejam ligeiros ou não), não serão dedutíveis em termos de IRS/IRC.

É prática generalizada que tudo que diga respeito a veículos (mesmo que estejam em nome da empresa e sejam usados para fins pessoais) é dedutível aos lucros. Esta prática acontece e sairá impume enquanto não houver uma auditoria fiscal às contas dessa empresa. Conheço, em termos profissionais (relacionados com a minha área profissional) casos de empresas que, depois de serem fiscalidades, se viram a contas com a justiça, relativamente à contabilização como custos de encargos não necessários à actividade da empresa. Realmente, enquanto não forem visitados pela Administração Fiscal, todos os custos contam, visto que, o Estado, como pessoa de bem, confia na veracidade dos dados declarados.

Por isso, torno a frisar que para que um custo possa ser dedutível em Imposto Sobre o Rendimento terá de ser observada a indispensabilidade para a realização de proveitos. É isto que terá de se provar caso sejamos visitados pela Administração Fiscal.

Conheço um caso de um Advogado que tinha dois carros afectos à empresa: um ligeiro e uma carrinha comercial dois lugares. Depois de ser visitado pela Administração Fiscal, ficou provado que aquales dois carros não eram indispensáveis à sua actividade. Ele trabalhava sozinho não fazia sentido ter dois carros afectos à sua actividade, ainda por cima utilizando um caro comercial que não está coincidente com a actividade. Um advogado não precisa de carregar mercadorias.....

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Caro Forr€ta

O meu objectivo não é medir forças (conhecimentos) com ninguém, pois não sou nem pretendo ser o dono da verdade; como ser Humano admito os meus erros (mas apenas quando erro) e estou aberto a opinões construtivas de melhorar o meu blog.

Ainda no que concerne ao assunto em epígrafe, não está a ser correcto se disser, como escreveu, que já alterei o meu discurso. Se tornar a ler o post do referido blog (informacaofiscal.blog.pt) verificará que não afirmo que é ilegal a compra de viatura ligeiras (ou outras quaiquer) - como pretendeu assumir, mas apenas a compra e consequente uso indevido, quando a referida viatura é usada intrinsecamente para fins pessoais. de certeza que conhece casos em que os carros estão em nomes das empresas (como os custos dedutíveis por aquelas), mas são somente usadas na esfera pessoal (pelos próprios gerentes, esposa, filhos, etc.). Este procedimento é que é ilegal. O meu post vai no sentido de alertar para esta situação, bem como para a crescente acentuação da fiscalização, por parte da Administração Fiscal, deste casos. Muitas vezes, facilmente se consegue comprovar que a compra e respectivo uso não são, de todo, necessárias para a prossecução da actividade. Por isso, falei no artigo 23 do CIRC, tendo-lhe ainda mostrado alguns limites ao uso de viaturas, por profissionais enquadrados na cat. B.

No que se refere à dedução ao não do gasóleo, pode comprovar através do artigo 21 do CIVA:

1 - Exclui-se, todavia, do direito à dedução o imposto contido nas seguintes despesas:

a) Despesas relativas à aquisição, fabrico ou importação, à locação, à utilização, à transformação e reparação de viaturas de turismo, de barcos de recreio, helicópteros, aviões, motos e motociclos. É considerado viatura de turismo qualquer veículo automóvel, com inclusão do reboque, que, pelo seu tipo de construção e equipamento, não seja destinado unicamente ao transporte de mercadorias ou a uma utilização com carácter agrícola, comercial ou industrial ou que, sendo misto ou de transporte de passageiros, não tenha mais de nove lugares, com inclusão do condutor;

B)Despesas respeitantes a combustíveis normalmente utilizáveis em viaturas automóveis, com excepção das aquisições de gasóleo, de gases de petróleo liquefeitos (GPL), gás natural e biocombustíveis, cujo imposto é dedutível na proporção de 50%, a menos que se trate dos bens a seguir indicados, caso em que o imposto relativo aos consumos de gasóleo, GPL, gás natural e biocombustíveis é totalmente dedutível:

i) Veículos pesados de passageiros;

ii) Veículos licenciados para transportes públicos, exceptuando-se os rent-a-car;

iii) Máquinas consumidoras de gasóleo, GPL, gás natural ou biocombustíveis, que não sejam veículos matriculados;

iv) Tractores com emprego exclusivo ou predominante na realização de operações culturais inerentes à actividade agrícola;

v) Veículos de transporte de mercadorias com peso superior a 3500 kg;c) Despesas de transportes e viagens de negócios do sujeito passivo do imposto e do seu pessoal, incluindo as portagens;

d) Despesas respeitantes a alojamento, alimentação, bebidas e tabacos e despesas de recepção, incluindo as relativas ao acolhimento de pessoas estranhas à empresa e as despesas relativas a imóveis ou parte de imóveis e seu equipamento, destinados principalmente a tais recepções;

e) Despesas de divertimento e de luxo, sendo consideradas como tal as que, pela sua natureza ou pelo seu montante, não constituam despesas normais de exploração.

2 - Não se verifica, contudo, a exclusão do direito à dedução nos seguintes casos:

a) Despesas mencionadas na alínea a) do número anterior, quando respeitem a bens cuja venda ou exploração constitua objecto de actividade do sujeito passivo, sem prejuízo do disposto na alínea B) do mesmo número, relativamente a combustíveis que não sejam adquiridos para revenda;

B) Despesas relativas a fornecimento ao pessoal da empresa, pelo próprio sujeito passivo, de alojamento, refeições, alimentação e bebidas, em cantinas, economatos, dormitórios e similares;

c) Despesas mencionadas nas alíneas a) a d) do número anterior, quando efectuadas por um sujeito passivo do imposto agindo em nome próprio mas por conta de um terceiro, desde que a este sejam debitadas com vista a obter o respectivo reembolso;

d) Despesas mencionadas nas alíneas c) e d), com excepção de tabacos, ambas do número anterior, efectuadas para as necessidades directas dos participantes, relativas à organização de congressos, feiras, exposições, seminários, conferências e similares, quando resultem de contratos celebrados directamente com o prestador de serviços ou através de entidades legalmente habilitadas para o efeito e comprovadamente contribuam para a realização de operações tributáveis, cujo imposto é dedutível na proporção de 50%;

e) Despesas mencionadas na alínea c) e despesas de alojamento, alimentação e bebidas previstas na alínea d), ambas do número anterior, relativas à participação em congressos, feiras, exposições, seminários, conferências e similares, quando resultem de contratos celebrados directamente com as entidades organizadoras dos eventos e comprovadamente contribuam para a realização de operações tributáveis, cujo imposto é dedutível na proporção de 25%.

3 - Não conferem também direito à dedução do imposto as aquisições de bens referidos na alínea f) do n.º 2 do artigo 16.º, quando o valor da sua transmissão posterior, de acordo com legislação especial, for a diferença entre o preço de venda e o preço de compra

.

Quando diz que para gasóleo ser dedutível a 100%, no caso dos pesados, terá que ser em empresas de transportes, também não é correcta essa afirmação, basta que tenha um pesado que seja necessário à actividade, como refere o art 23 do CIRC. Veja-se a importância da necessidade de enquadramento para que qualquer despesa possa e deva ser dedutível em termos de Imposto sobre o rendimento.

P.S. Terei todo o gosto em discutir consigo qualquer assunto relacionado ou não com o assunto supra mencionado. Se tiverem forma de me ajudar no assunto deste post, agradeço, também, a atenção.  ;)

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Obviamente se tivessemeos todos a mesma opinião, nunca evoluiamos.

Respondendo concretamente á questão do IVA:

Não precisa de me indicar a legislação, pois o que estou a dizer -de cor- está correcto. E vou voltar a referir-lhe. É possivel deduzir o IVA, em casos especificos, de veículos ligeiros de passageiros.  

Não lhe pareça mal, mas vc não é especialista da área(não duvidando que tenha profundos conhecimentos da área) Por isso lhe perguntei em que área trabalha.Isto nota-se em algumas das suas respostas(existem excepções que aprendemos na universidade)É dos testes!

Sim,o que disse do IVA a 100% está correcto. Volto a relembrar-lhe que estou a referir-me a iva do GASOLEO e não do veículo. Em casos especificos, que é como quem diz que são gastos INDISPENSAVEIS á actividade, deduzem o iva a 100% (do gasoleo).

Regra geral é obviamente 50%. ;)

Continue lá a ler o artigo 21 do CIVA:

2·- Não se verificará, contudo, a exclusão do direito à dedução nos seguintes casos:

a) Despesas mencionadas na alínea a) do número anterior, quando respeitem a bens cuja venda ou exploração constitua objecto de actividade do sujeito passivo, sem prejuízo do disposto no alínea B) do mesmo número, relativamente a combustíveis que não sejam adquiridos para revenda;

Caro Forr€ta

Respeito a opinião dos outros - acredite que respeito mesmo - mas aqui não se trata de opinião, trata-se pua e simplesmente de factos que estão consubtanciados na lei.

Desde o início, não me parece que estejamos a falar da mesma coisa. Deste vez, falou-me que é possível, em casos específicos, deduzir o IVA de veículos legeiros de passageiros. Claro que sim, a partir do momentos que cumpram os pressupostos do art 23 do CIRC, já mencionado.

No que respeita ao gasóleo, superficialmente, é asim: gasóleo de ligeiros = 50%; gasóleo de pesados (tirando algumas excepções) = 100%. Não vejo uma pessoa comprar um pesado para fins pessoais. Isso não acontece, por isso, é que quando uma  empresa compra um pesado (tirando excepções) é porque é indispensável para a actividade. Já o mesmo não se passa com os ligeiros e há muita gente a comprar ferraris em nome da firma, mas para uso exclusivamente pessoal. É destes casos que falo no blog e aqui.

No que respeita ao art 21 do IVA, que me disse para continuar a ler, não diz nada sobre o que estamos a discutir. O art. 21 do IVA refere-se à exclusão do direito à dedução (o contrário do que estamos aqui a discutir) e a alínea que está a negrito no post anterior é a excepção daquele artigo, ou seja, é uma excepção da exclusão do direito à dedução...

Como lhe disse, não sou nem pretendo ser o dono da verdade, mas, acredite, sei do que estou a falar.

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No artigo 21, nº1 a) refere que não há direito a dedução de IVA na compra de viaturas de turismo (como são consideradas as viaturas ligeiras) e o nº. 2a) do mesmo artigo refere que há excepções, ou seja, há casos em que uma viatura ligeira pode deduzir IVA - como disse, isso é verdade.

Mas, como forma de esclarecimento vamos tratar de uma coisa de cada vez. O meu post apenas fala em termos de Imposto sobre o rendimento e não em IVA. Se quiser, posteriormente, podemos debater o IVA...

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Caro Forr€ta

Não sei se está a brincar ou então não leu/percebeu o artigo do blog. Lembre-se,é disto que estamos a falar. Não estamos a falar do IVA (esse eu não menciono no blog e nunca o contradisse aqui).

A miha análise em relação às viaturas ligeiras de passageiros mantém-se tal e qual como demonstro no blog. Não altero, e não é por teimosia nem por falta de modéstia, uma vírgula. Aliás, se quiser contrariar (não ficarei moliscado), terá de ser com factos, coisa que não conseguiu.

Quando diz isto:

Veja bem a incongruencia do seu argumento: se compra um pesado, vc considera á partida que é indispensavel á actividade. Se é ligeiro, parte do principio contrário. Ou seja, parte do principio que mais lhe convem..

..até parece que não leu a legislação que acabou de mencionar. Se há alguém que foi incongruente não fui eu, mas a legislação. Veja que a legislação admite como custo as despesas com viaturas de mercadorias (incluindo pesados) e não admite, à partida, salvo raras excepções, as despesas com viaturas ligeiras (as que estão acima do limite). Você próprio acabou de concordar com a legislação. Por isso, é que os governos, como sabem que há abusos relativamente às viaturas ligeiras de passageiros ou mistas, penaliza-as fiscalmente, o mesmo não acontecendo com as viaturas de mercadorias (sejam pesados ou não), visto que é pouco plausível que um empresário compre um pesado de mercadorias para dar à sua esposa ou ao seu filho, em nome da empresa. Se o comprou, em princípio (também pode haver exccepções), precisa dele para a sua actividade. Este meu raciocínio representa contextualmente a legislação actual sobre a matéria.

Por isso, caro amigo, não vejo uma única razão para alterar uma só vírgula ao que está escrito - e bem escrito - no blog.

Acredite que, se não soubesse do que estava a falar, não estaria aqui a debater consigo. Trabalho com isto todos os dias e, por isso, conheço suficientemente bem a legislação nesta matéria.

Continuamos o falatório noutro tópico..

Podemos, desde que o moderador não se zangue, continuar a debater aqui. Se assim o entender, apareça no blog e se, tiver algumas ideias interessantes, acredite que terei todo o gosto em falar consigo. Gosto de falar e debater com pessoas inteligentes... ;)

P.S. Já agora poderá ajudar-me quanto à publicidade para um blog? (não, não é aquele :))

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Sugeria a divisão do tópico pela moderação, uma vez que o debate acabou por ficar interessante.

Pretendo, em conjunto com uma colega, abrir um blog com temas muito interessantes e, se possível, ganhar dinheiro. Sei que não é facil e depende do número de visitas do blog. Como acredito no interesse e entusiasmo dos temas e acredito que será fácil divulgá-lo, gostaria que alguém me explicasse quais os passos necessários para constituir blog e ganhar algum dinheiro com ele......

Olá J.Pinto ,

O que gostaria de saber concretamente?

São raros os blogs com uma boa rentabilidade em português. Mas há factores decisivos para esta rentabilidade:

- bom conteúdo (original e de qualidade),

- muito tráfego (refere que será fácil divulgá-lo, mas mais que uma boa divulgação terá de garantir uma boa posição nas pesquisas dos motores de busca,

- oferta de publicidade no tema do blog.

Mas volto a perguntar... O que gostaria de saber concretamente? Tentarei ajudar na medida do possível...

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Sugeria a divisão do tópico pela moderação, uma vez que o debate acabou por ficar interessante.

Olá J.Pinto ,

O que gostaria de saber concretamente?

São raros os blogs com uma boa rentabilidade em português. Mas há factores decisivos para esta rentabilidade:

- bom conteúdo (original e de qualidade),

- muito tráfego (refere que será fácil divulgá-lo, mas mais que uma boa divulgação terá de garantir uma boa posição nas pesquisas dos motores de busca,

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Mas volto a perguntar... O que gostaria de saber concretamente? Tentarei ajudar na medida do possível...

O que gostava de saber é quais são os passos que terei de dar, primeiramente, para colocar publicidade no blog.

Depois, se conherem alguma história real sobre a publicidade nos blog - pontos positivos e negativos, por favor reletem-na, de forma a conhecer melhor o mundo em que me movo.....

Obrigado pela ajuda

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O que gostava de saber é quais são os passos que terei de dar, primeiramente, para colocar publicidade no blog.

Depois, se conherem alguma história real sobre a publicidade nos blog - pontos positivos e negativos, por favor reletem-na, de forma a conhecer melhor o mundo em que me movo.....

No blog que coloca na assinatura já tem um blog com publicidade adsense. Este é o meio mais utilizado de publiciade contextual. Existem outros que dependem do tema do blog, veja por exemplo o netaffiliation onde pode ver algumas campanhas que existem.

Quanto a caos reais existem alguns interessantes em português, pesquise no google por "dinheiro oportunidade" ou por "fique rico".

Se vai iniciar o blog agora tenho uma sugestão: participe no passatempo CRIA UM BLOG promovido pela comunidade mais tráfego. O passatempo será acompanhado com dicas úteis para rentabilizar um blog.

Se precisar de mais ajuda é só dizer...

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No blog que coloca na assinatura já tem um blog com publicidade adsense. Este é o meio mais utilizado de publiciade contextual. Existem outros que dependem do tema do blog, veja por exemplo o netaffiliation onde pode ver algumas campanhas que existem.

Quanto a caos reais existem alguns interessantes em português, pesquise no google por "dinheiro oportunidade" ou por "fique rico".

Se vai iniciar o blog agora tenho uma sugestão: participe no passatempo CRIA UM BLOG promovido pela comunidade mais tráfego. O passatempo será acompanhado com dicas úteis para rentabilizar um blog.

Se precisar de mais ajuda é só dizer...

Sim, mas nem sei como apareceu aquela publicidade no blog que tenho como assinatura.

Eu vou pesquisar um pouco e acolher as suas sugestões, depois qualquer coisa, digo.

Obrigado

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Eu posso dar o exemplo de um blog que tenho há mais de um ano, rende perto de 1 dolar por mês, é insignificante o lucro, principalmente pq o adsense só paga ao fim de 100, portanto é só ver os anos que ainda me faltam para ver 1 dolar que seja na conta, precisas de ter muito tráfego e publicidade bem direccionada e claro muito tempo a actualizar o blog para ganhar algo que se veja

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Sim, mas nem sei como apareceu aquela publicidade no blog que tenho como assinatura.

Está nos termos de serviço do blog.pt: "Blog.com is authorized to insert advertisement into content pubilshed by User."

Ou seja, em troca de espaço de alojamento eles lucram com o seu conteúdo.

Eu vou pesquisar um pouco e acolher as suas sugestões, depois qualquer coisa, digo.

Esteja à vontade, ajudarei no que for possível.

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