ricardomcm

Bancos estrangeiros com actividade em Portugal


18 publicações neste tópico

Olá a todos.

Estão todos os bancos com actividade em Portugal, sujeitos à Jurisdição do banco de Portugal? Por exemplo, no caso do Deutsche Bank:

Citação

"Em 2011 foi efectuado o processo de conversão em filial do Deutsche Bank AG, alterando a denominação social para Deutsche Bank AG - Sucursal em Portugal e oficializando assim a transformação para um banco de direito Alemão. "

O que eu quero saber mesmo é se, o governo, através do banco de portugal (ou outros meios), tem a possibilidade de impor ao Deutsche Bank, tendo em conta o seu "direito Alemão", regras, impostos, taxas, etc?

Não sei se me fiz explicar bem, o que pretendo é ter o meu dinheiro longe da criatividade dos nosso governantes para ser mais explicito, se tiver de me deslocar lá fora também o posso fazer, mas se o puder fazer aqui, melhor.

 

Cumps.

Edit: Não estou a falar do DB em concreto, foi apenas um exemplo, na verdade aplica-se a qualquer instituição.

Editado por ricardomcm
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Como sucursal está exposto à grande maioria das regras impostos e taxas.

Um banco só com agências fora do território Português (p. ex. PrivatBank Letónia) é que já mais longe dessa "criatividade".

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Estava precisamente a ver informação sobre este banco. Sei que também tiveste lá (ou ainda tens) uma conta. Qual é a tua experiência com o banco? Conheçes outros neste modelo?

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34 minutes ago, ricardomcm said:

Conheçes outros neste modelo?

As sucursais do Bankinfer e Abanca estão abrangidos pelo Fondo de Garantía de Depósitos de Entidades de Crédito. Ou seja, pelo fgd espanhol.

 

 

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Não é a questão do fundo de garantia que me preocupa (apesar de ser também importante) é mesmo a instabilidade política originária de medidas populistas. Imagina que um dia o agente governativo decide aplicar um imposto de 50% sobre os depósitos e outros 50% sobre os levantamentos, com a desculpa que é necessário dinheiro a circular. A verdade é que por mais extremo que isto possa ser, num banco em PT não tens como te safar.

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1 hour ago, ricardomcm said:

Não é a questão do fundo de garantia que me preocupa (apesar de ser também importante) é mesmo a instabilidade política originária de medidas populistas. Imagina que um dia o agente governativo decide aplicar um imposto de 50% sobre os depósitos e outros 50% sobre os levantamentos, com a desculpa que é necessário dinheiro a circular. A verdade é que por mais extremo que isto possa ser, num banco em PT não tens como te safar.

Esse improvavel cenário poderia também acontecer nesses outros países de onde os bancos originam, onde ainda por cima estás menos "por dentro" do que se planeia.

Quanto ao PrivatBank, do qual também sou cliente há bastante tempo, não tenho razão de queixa. Constituo e reforço os meus depósitos online e "não dou trabalho" a ninguém. Na Letónia, a comunicação faz-se bem em inglês, por mensagens no rudimentar site de cliente. Na Itália (dependência da Letónia), pode ser necessário recorrer ao telefone e já é mais difícil encontrar quem fale inglês.

Editado por JRJordao
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há 1 minuto, JRJordao disse:

Esse improvavel cenário poderia também acontecer nesses outros países de onde os bancos originam, onde ainda por cima estás menos "por dentro" do que se planeia.

Exacto, eu tenho perfeita noção disso e por esse motivo também não tenho (nem nunca terei) os ovos todos no mesmo cesto. Ainda assim, prefiro ficar com o sono mais tranquilo e "diversificar" para além fronteiras. Não é que tenha nenhuma fortuna, mas saber que posso ir ao país vizinho ou outro qualquer, ir a um ATM e levantar dinheiro sem levar com um imposto especial de corrida é uma possibilidade que quero ter.

Se não te importares, e me quiseres dizer, abriste a conta presencialmente, quando ainda tinham a sucursal em Portugal, ou através dos CTT como dizem no site?

Eu estou a aguardar o contacto da parte deles, a pedido meu para saber, mas se quiseres adiantar, fico agradecido.

Cumps.

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há 5 horas, JRJordao disse:

Esse improvavel cenário poderia também acontecer nesses outros países de onde os bancos originam, onde ainda por cima estás menos "por dentro" do que se planeia.

Quanto ao PrivatBank, do qual também sou cliente há bastante tempo, não tenho razão de queixa. Constituo e reforço os meus depósitos online e "não dou trabalho" a ninguém. Na Letónia, a comunicação faz-se bem em inglês, por mensagens no rudimentar site de cliente. Na Itália (dependência da Letónia), pode ser necessário recorrer ao telefone e já é mais difícil encontrar quem fale inglês.

Em termos fiscais, como fazes com os juros dos depósitos constituídos em Itália ou na Letónia? Declaras no anexo J da declaração de IRS?

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16 hours ago, ricardomcm said:

Se não te importares, e me quiseres dizer, abriste a conta presencialmente, quando ainda tinham a sucursal em Portugal, ou através dos CTT como dizem no site?

Abri conta quando tinham balcões em Portugal.

Mas penso que podes constituir um depósito a prazo ou conta poupança online (https://privatbankdirect.eu/request?lang=pt&rqid=portpack) sem sequer abrir uma conta à ordem. Os DPs têm o seu próprio IBAN, para onde podes fazer transferências para reforçar. Na maturidade do depósito, transferem-te o dinheiro de volta para a conta de onde tens feito as transferências, ou outra à tua escolha.

11 hours ago, Ducas said:

Em termos fiscais, como fazes com os juros dos depósitos constituídos em Itália ou na Letónia? Declaras no anexo J da declaração de IRS?

Ainda me faltam uns anos para receber os juros, mas sei que irei declarar tanto os juros brutos como o imposto retido, sim.

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Este ano já declarei juros que recebi da Letónia. Declarei-os no anexo J indicando o imposto retido lá (10%). Por cá pagamos os restantes 18% mas apenas em sede de IRS.

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há 3 horas, JRJordao disse:

Abri conta quando tinham balcões em Portugal.

Mas penso que podes constituir um depósito a prazo ou conta poupança online (https://privatbankdirect.eu/request?lang=pt&rqid=portpack) sem sequer abrir uma conta à ordem. Os DPs têm o seu próprio IBAN, para onde podes fazer transferências para reforçar. Na maturidade do depósito, transferem-te o dinheiro de volta para a conta de onde tens feito as transferências, ou outra à tua escolha.

Ainda me faltam uns anos para receber os juros, mas sei que irei declarar tanto os juros brutos como o imposto retido, sim.

 

há 2 horas, ruicarlov disse:

Este ano já declarei juros que recebi da Letónia. Declarei-os no anexo J indicando o imposto retido lá (10%). Por cá pagamos os restantes 18% mas apenas em sede de IRS.

 

Obrigado. Bate certo com a ideia que tinha.

Ainda vou pensar neste assunto. O Privatbank Itália parece ser uma hipótese interessante.

 

 

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Sim, vinha aqui dizer isso mesmo.

Estive a ver essas informações no site deles:

www.privatbank.it/it/news/oggetto-sospensione-provvisoria-dell-operativit-/

www.privatbank.it/it/news/as-privatbank-filiale-in-italia/

 

 Acabou de ficar menos interessante.

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Tens o da Letonia, estou em conversação com eles.

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há 7 horas, ricardomcm disse:

Tens o da Letonia, estou em conversação com eles.

Sim, é verdade.

Mas, na minha opinião, não é tão apelativo.

Para mim, a taxa de juro de 1,3% já não vale tanto o esforço de abrir uma conta num país cuja realidade não conheço bem, a língua não percebo e onde não consigo acompanhar eventuais sinais de alarme.

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11 hours ago, Ducas said:

Mas, na minha opinião, não é tão apelativo.

Para mim, a taxa de juro de 1,3% já não vale tanto o esforço de abrir uma conta num país cuja realidade não conheço bem, a língua não percebo e onde não consigo acompanhar eventuais sinais de alarme.

Como em todo o lado, as taxas de juro têm vindo a descer nos últimos anos.

Em 2008 tive na Letónia um DP 13,50% (estou a falar a sério), na moeda nacional, antes da adesão ao Euro. E em Portugal chegou aos 7,50%. Outros tempos ...

Editado por JRJordao
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há 10 horas, JRJordao disse:

Como em todo o lado, as taxas de juro têm vindo a descer nos últimos anos.

Em 2008 tive na Letónia um DP 13,50% (estou a falar a sério), na moeda nacional, antes da adesão ao Euro. E em Portugal chegou aos 7,50%. Outros tempos ...

Naturalmente que as taxas têm vindo a descer em todo o lado. 

Só penso que não é tão apelativo porque 1,3% ainda se vê por cá. Mas ainda que não se visse, é uma taxa insignificante para estar a abrir conta no estrangeiro (a não ser que aqui já estivéssemos com juros negativos).

Repara, no teu exemplo tinhas uma taxa óptima em Portugal. Mas mesmo assim era mais tentador naquela altura do que agora ter o dinheiro na Letónia em face do diferencial positivo de 6%.

Actualmente, a pouca ou nenhuma diferença nas taxas faz com que esse incentivo esteja muito atenuado. Para mim, claro.

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Lá está, o meu objectivo não é mesmo os juros dos DP. Como disseste e bem, existem opções melhores. É mesmo manter a conta longe da "criatividade", como referi inicialmente. Penso que para isto, o Private parece me suficiente. Também não faço questão de ter lá nenhuma fortuna, é apenas porque quero ter a possibilidade de usar um banco fora do circulo bancário português. 

Cumps.

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