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Patricia Abreu

divórcio


19 publicações neste tópico

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A ver se eu percebo: tu levas um dos teus filhos a uma consulta e pagas, por exemplo, 60€. A ADSE reembolsa-te, imaginemos, 50€. Imagino que o acordo com o teu ex-marido seja o de suportar metade das despesas médicas - tu queres que ele pague 30€; ele quer pagas 5€, é isso?

Ou seja, no primeiro cenário, eu passava a levar os filhos ao médico todas as semanas para que o ex-marido dê a ganhar 20€ de cada vez... Isto também não me parece muito correto...

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A ADSE reembolsa-te com base no preço total ou com base na metade que tu suportas da consulta?

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A 7/24/2016 at 01:43, Patricia Abreu disse:

Percebo o outro lado, mas se eu não tiver ADSE ele tem de pagar na mesma, logo, terá direito a beneficiar de uma coisa para a qual não desconta?! 

As consultas dos teus filhos beneficiam da ADSE... terão direito a beneficiar de uma coisa para a qual não descontam?

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Cara Patrícia,

Se há utilizador que não faz uso de sarcasmo e está sempre disponível para responder (mesmo quando eu acho que não devia, por exemplo a visitantes) é o paulo.

A pergunta faz todo o sentido, dada aquela que você fez.

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Estou apenas a tentar demonstrar que o argumento de ter que fazer descontos para poder beneficiar do serviço não é um argumento válido. 

No início, quando perguntaste se era correto o teu ex-marido exigir pagar as despesas com base naquilo que a consulta efetivamente custou e não com base no preço que foi cobrado pelo médico, expliquei porque não me parece também correto o contrário - desconversaste porque não gostaste da resposta e não respondeste...  E mesmo assim tentei reatar a linha de pensamento...

Se queres ler sarcasmo, estás à vontade. Eu também estou à vontade para deixar de responder e vou fazê-lo. 

há 42 minutos, Patricia Abreu disse:

Já agora, tendo-me registado neste fórum, sou considerada visitante?

Não, não és visitante.

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E que tal negociar com o pai o pagamento de metade da ADSE? Parece-me bom para todos e assim ele passaria a pagar apenas metade de uma consulta (que normalmente são 15€ em vez dos 50€-60€) portanto o teu ex-marido pagaria apenas 7,5€. Parece-me perfeitamente aceitável e justo.

Também não concordo com o facto de pagares 15€ por uma consulta e cobrares 30€ ao teu marido. Porque apesar de não teres tido "lucro" é bastante fácil o teres, basta aumentares a frequência das consultas.

Mais justo ainda seria conseguires saber quanto ficaria se tivesses sozinha na ADSE de forma a isolar a parte referente aos teus filhos, assim o teu ex-marido só suportaria a parte da ADSE dos filhos. 

Digamos que sozinha pagarias 30 e que com os teus filhos pagas 60 (30+15+15). Lógicamente o teu marido teria de passar a pagar-te mensalmente 15€ (metade de 30) + metade de cada consulta/exame. Até me parece que ele ficaria contente com a solução porque a longo prazo poupa bastante dinheiro.

A falar tudo se resolve :) 

Editado por Wakka
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1 hour ago, Wakka said:

E que tal negociar com o pai o pagamento de metade da ADSE? Parece-me bom para todos e assim ele passaria a pagar apenas metade de uma consulta (que normalmente são 15€ em vez dos 50€-60€) portanto o teu ex-marido pagaria apenas 7,5€. Parece-me perfeitamente aceitável e justo.

Também não concordo com o facto de pagares 15€ por uma consulta e cobrares 30€ ao teu marido. Porque apesar de não teres tido "lucro" é bastante fácil o teres, basta aumentares a frequência das consultas.

Mais justo ainda seria conseguires saber quanto ficaria se tivesses sozinha na ADSE de forma a isolar a parte referente aos teus filhos, assim o teu ex-marido só suportaria a parte da ADSE dos filhos. 

Digamos que sozinha pagarias 30 e que com os teus filhos pagas 60 (30+15+15). Lógicamente o teu marido teria de passar a pagar-te mensalmente 15€ (metade de 30) + metade de cada consulta/exame. Até me parece que ele ficaria contente com a solução porque a longo prazo poupa bastante dinheiro.

A falar tudo se resolve :) 

Na verdade o direito ao reembolso da ADSE é do funcionário que desconta para o subsistema, pelo que não tem lógica o reembolso ser repartido com o pai a não ser que o pai também comparticipe no desconto que a mão faz e que não é pouco. Nas despesas com prestadores convencionados com a ADSE o pai tem a vantagem de comparticipar menos para a despesa com os filhos porque a mãe paga a ADSE. O pai nunca fica a perder, pelo contrário.

Editado por susousa
Informo que o desconto para a ADSE é de 3,5% sobre a massa salarial independentemente do nº de descendentes. A consulta de especialidade num privado convencionado é de 3,99€. A consulta num privado é comparticipada pela ADSE no máximo em 20€.
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há 18 horas, susousa disse:

Na verdade o direito ao reembolso da ADSE é do funcionário que desconta para o subsistema, pelo que não tem lógica o reembolso ser repartido com o pai a não ser que o pai também comparticipe no desconto que a mão faz e que não é pouco. 

Não entendeste o que eu disse e acho que também não entendeste o problema inicial.
O que eu sugeri foi precisamente isso que dizes, comparticipar no desconto para a ADSE (os tais 60€ que a Patricia Abreu falou).

há 18 horas, susousa disse:

Nas despesas com prestadores convencionados com a ADSE o pai tem a vantagem de comparticipar menos para a despesa com os filhos porque a mãe paga a ADSE. O pai nunca fica a perder, pelo contrário.

Quanto a esta parte o que se está aqui a passar é que o pai neste caso não tem vantagem nenhuma porque a mãe está a cobrar ao pai metade do valor integral da consulta, podendo inclusivamente desta forma obter lucro!!!

há 18 horas, susousa disse:

Informo que o desconto para a ADSE é de 3,5% sobre a massa salarial independentemente do nº de descendentes. A consulta de especialidade num privado convencionado é de 3,99€. A consulta num privado é comparticipada pela ADSE no máximo em 20€.

Bom, então a minha sugestão final fica sem efeito porque é impossível determinar o valor dos descendentes.

Editado por Wakka
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Cada um pode ter a sua ideia sobre o que é ou o que não é justo.

 

No entanto, para o caso concreto (e é de um caso concreto que estamos a falar), tudo o que foi dito é irrelevante.

 

O pai terá de suportar o que no acordo (ou na sentença de regulação das responsabilidades parentais, se tiver inexistindo acordo) ficou estipulado. Se tiver ficado estipulado que ele suportaria metade dos custos da ADSE custeados pela mãe, terá de pagar essa metade. Se não tiver ficado estipulado, não terá de suportar. Se esta situação é justa ou injusta, para o caso não interessa para nada.

 

Se tiver ficado estipulado que o pai pagaria metade das despesas médicas, terá de pagar metade das despesas não reembolsadas pela ADSE. 

 

Se a mãe não concordava com este sistema,  não tivesse acordado nestes termos. Ninguém a obrigou a aceitar o acordo. Ou então tivesse recorrido da sentença, se não tiver existido acordo. Tudo o demais, desculpem-me a frontalidade, mas é irrelevante neste momento. Até um acordo que seja desiquilíbrado, se tiver sido homologado, é para cumprir (atenção que não estou a dizer que este seja desiquilíbrado, esse aspecto agora não interessa para nada). E para ser alterado o acordo são necessários requisitos que, neste caso, manifestamente, não estão reunidos.

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Só para refocar a questão: o que está em causa não é quem deve ou não pagar os descontos para a ADSE. O que foi perguntado é se ele devia pagar a sua metade das despesas com base no custo efetivo da consulta (o valor da fatura passada pelo consultório, por exemplo) ou com base no custo que essa consulta tem para o agregado familiar (o valor da fatura subtraído do reembolso que a ADSE entretanto emite).

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Agora mesmo, pauloaguia disse:

Só para refocar a questão: o que está em causa não é quem deve ou não pagar os descontos para a ADSE. O que foi perguntado é se ele devia pagar a sua metade das despesas com base no custo efetivo da consulta (o valor da fatura passada pelo consultório, por exemplo) ou com base no custo que essa consulta tem para o agregado familiar (o valor da fatura subtraído do reembolso que a ADSE entretanto emite).

Então é ler o que diz a decisão de regulação das responsabilidades parentais. Se disser apenas "metade das despesas médicas" significa metade do custo efetivo para a mãe. O que significa que a mãe deve apresentar as despesas depois do reembolso. Nem sequer é apresentar as despesas e depois dividir o reembolso. É pagar. Esperar pelo reembolso. E após apresentar a conta final ao pai. Ou então fazer previamente a conta ao reembolso que irá receber, deduzir esse valor é só exigir metade do valor que irá ser efectivamente suportado.

 

Se é justo ou não é irrelevante, pelas razões que supra referi.

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Editado por Patricia Abreu
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Respondendo aos esclarecimentos adicionais:

há 6 horas, Patricia Abreu disse:

 

há 6 horas, Patricia Abreu disse:

 

Editado por atlas
Às vezes o melhor é estar calado.
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