Entrar para seguir isto  
Seguidores 0
erz0

Divergência IRS 2015


36 publicações neste tópico

Boa noite,

Recebi um e-mail por parte da AT com o seguinte conteúdo:

" Relativamente aos valores de juros de imóveis por si declarados no anexo H/localização territorial do imóvel/utilização do imóvel como habitação permanente (próprio ou do arrendatário), há necessidade de comprovação dos mesmos". Ainda estou aguardar a recepção de uma carta, pois indicaram no e-mail que ia receber. Contudo, tenciono perceber o porquê desta situação, uma vez que na declaração entregue o valor que coloquei é exactamente o mesmo que consta no portal e-arrendamento..

Alguém me pode explicar o que motiva esta situação?

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

O mail diz que pretendem confirmar o valor dos juros... não estou muito por dentro dos recibos de renda, mas há informação sobre juros no portal eArrendamento?

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Publicado (editado)

Não terá o seguro multi-riscos (se existe) entrado na categoria de "habitação" e sido automaticamente colocado como juros de empréstimo habitação?
Tive um colega a quem aconteceu isto, felizmente notou que isto ocorreu e teve que remover o mesmo da declaração, pois no fundo não eram juros nenhuns.

Estou a sugerir isto porque se está no portal do arrendamento não existe qualquer "juro". Para já, esqueçe o e-arrendamento, o que consta no portal do e-fatura? No botão "Ver mais" que valores aparecem?

EDIT: Lembrei-me agora que mesmo que isto acontecesse provavelmente não terias conseguido submeter a declaração pois pedir-te-ia para preencheres os restantes dados relativos ao prédio...digo eu...

Editado por Wakka
0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Estou precisamente na mesma situação (na verdade é a minha mulher, de qualquer modo o "bolso" dela, afecta obviamente o meu). Ela declarou umas rendas de uma habitação onde residiu aproximadamente um ano quando esteve deslocada profissionalmente, também recebeu a mesma notificação da AT e continuamos à espera da dita carta. Não consigo entender o que a AT quer dizer com " Relativamente aos valores de juros de imóveis por si declarados no anexo H". Ninguém declarou juros nenhuns, foram apenas as rendas, das quais tinhamos os recibos. Penso que a questão do seguro multirisco nem se mete, uma vez que o subscritor do seguro é o proprietário e não ela.

Any clue?

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Algum de vocês pediu para declarar manualmente as despesas do eFatura?

Pode ser um procedimento padrão quando o contribuinte decide declarar os seus próprios valores (a carta pode estar a ser mandada independentemente de haver discrepância com os valores do eFatura, isto é, há muita gente que preferiu indicar os valores manualmente, sem os alterar, e que pode agora estar a receber avisos para ir confirmar os valores - estou a especular, mas não me parece inverosímil). Outra hipótese é terem especificado manualmente os valores e terem-se enganado no código, indicando o 656, em vez do 654, por exemplo...

Claro que também existe a hipótese de haver um bug nalgum mecanismo de validação aplicado pelas finanças e estarem a ser chamados sem necessidade nenhuma... mas isso depressa se esclarecerá, de certeza :)

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites
há 3 horas, pauloaguia disse:

Algum de vocês pediu para declarar manualmente as despesas do eFatura?

Pode ser um procedimento padrão quando o contribuinte decide declarar os seus próprios valores (a carta pode estar a ser mandada independentemente de haver discrepância com os valores do eFatura, isto é, há muita gente que preferiu indicar os valores manualmente, sem os alterar, e que pode agora estar a receber avisos para ir confirmar os valores - estou a especular, mas não me parece inverosímil). Outra hipótese é terem especificado manualmente os valores e terem-se enganado no código, indicando o 656, em vez do 654, por exemplo...

Claro que também existe a hipótese de haver um bug nalgum mecanismo de validação aplicado pelas finanças e estarem a ser chamados sem necessidade nenhuma... mas isso depressa se esclarecerá, de certeza :)

Tenho uma situação idêntica e já recebi a notificação, que diz "Necessidade de comprovação dos juros com imóveis, sua localização e utilização como habitação permanente".

Foi declarado apenas e só o valor da renda (que paguei), valor que apareceu automaticamente da AT. A divergência que encontro é que a minha morada fiscal é diferente da morada do contrato de arrendamento, este que diz que é para habitação permanente. Com o cruzamento de dados da AT, deduzo que seja esta a divergência e tenho que justificar.

Como devo justificar para que o benefício fiscal seja aceite?

Estou a morar em outro concelho e mudei por motivo profissional, ou seja, fico mais perto do meu local de trabalho e também para ficar perto do meu filho (sou divorciado), ser um pai mais presente. Desconhecia que a morada fiscal deveria estar conforme o contrato de arrendamento.

O contrato tem uma duração de 2 anos e o proprietário emite as faturas do arrendamento pela AT.

Agradeço uma opinião, de como devo justificar para que o benefício fiscal seja aceite?

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

No meu caso foi parvoíce e burrice. Já sei o que se passou, uma vez que abri o tópico andei a fazer pesquisas e...não alterei morada.

Isto é, sou estudante em Lisboa e tenho uma casa arrendada, designada como habitação permanente. Contudo, a morada fiscal que tenho é da minha naturalidade, logo, isto provocou divergências na declaração que entreguei (as rendas são referentes a Lisboa e não à naturalidade).

Posto isto, a alternativa que a AT me indicou foi corrigir a declaração, retirando os valores inerentes às rendas. Algum de vós sabe se é possível alterar a morada e manter os valores das rendas, de modo a obter os benefícios fiscais? Ou já fui "de vela"?

Para além disso, partindo do pressuposto que a única alternativa é retirar os valores da renda...Relativamente ao valor do reembolso, vai diminuir. Eles irão transferir o dinheiro "certo" ou podem, eventualmente, transferir tudo, "penhorando" o remanescente?

 

P.S - Eu preenchi manualmente as despesas. Mas deduzo que o meu caso nada tenha de semelhante ao do ricardomcm.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Bom dia, tenho uma dúvida em relação a uma divergência no IRS deste ano.

O que se passa é que por erro do sistema das Finanças o meu IRS este ano deu uma divergência, pois sou casado e fiz o IRS em separado e como a minha mulher passa recibos verdes o sistema fez lá uma "baralhação" e acabou por dar uma divergência já depois de aparecer liquidado.

A minha dúvida é a seguinte, quanto tempo agora tenho que esperar até receber o meu dinheiro?

Vou aqui colocar as datas do meu IRS este ano.

1 de Abril - IRS Feito

4 de Abril - Declaração Certa

27 de Abril - Liquidação efectuada

28 de Abril - Divergência (Ligaram-me da minha repartição de finanças e resolveram no mesmo dia)

A partir da data acima, aparece no SFI (Sem informação a apresentar).

Já alguém teve uma divergência? Agora só recebo quando? Pois já está liquidado mas ainda não passou à fase da transferencia efectuada.

Eles agora pagam por cheque ou continua a ser pelo banco?

 

Obrigado

 

 

 

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites
há 17 horas, ricardomcm disse:

Estou precisamente na mesma situação (na verdade é a minha mulher, de qualquer modo o "bolso" dela, afecta obviamente o meu). Ela declarou umas rendas de uma habitação onde residiu aproximadamente um ano quando esteve deslocada profissionalmente, também recebeu a mesma notificação da AT e continuamos à espera da dita carta. Não consigo entender o que a AT quer dizer com " Relativamente aos valores de juros de imóveis por si declarados no anexo H". Ninguém declarou juros nenhuns, foram apenas as rendas, das quais tinhamos os recibos. Penso que a questão do seguro multirisco nem se mete, uma vez que o subscritor do seguro é o proprietário e não ela.

Any clue?

Essa habitação era a morada fiscal? É que as rendas só contam para dedução se forem habitação própria permanente o que costuma ser sinonimo de morada fiscal. 

há 11 horas, erz0 disse:

No meu caso foi parvoíce e burrice. Já sei o que se passou, uma vez que abri o tópico andei a fazer pesquisas e...não alterei morada.

Isto é, sou estudante em Lisboa e tenho uma casa arrendada, designada como habitação permanente. Contudo, a morada fiscal que tenho é da minha naturalidade, logo, isto provocou divergências na declaração que entreguei (as rendas são referentes a Lisboa e não à naturalidade).

Posto isto, a alternativa que a AT me indicou foi corrigir a declaração, retirando os valores inerentes às rendas. Algum de vós sabe se é possível alterar a morada e manter os valores das rendas, de modo a obter os benefícios fiscais? Ou já fui "de vela"?

Para além disso, partindo do pressuposto que a única alternativa é retirar os valores da renda...Relativamente ao valor do reembolso, vai diminuir. Eles irão transferir o dinheiro "certo" ou podem, eventualmente, transferir tudo, "penhorando" o remanescente?

 

P.S - Eu preenchi manualmente as despesas. Mas deduzo que o meu caso nada tenha de semelhante ao do ricardomcm.

Pois, acho que já foste de vela...se eles de facto indicam que esse é o problema, mesmo que alteres a morada fiscal agora, já não tem efeitos retroactivos, pelo que apenas contaria para o IRS do próximo ano.

Ao entregares a nova declaração ela vai passar pelo mesmo processo que anteriormente pelo que vão acertar o valor do reembolso a receber.

há 3 horas, Carlos1987 disse:

Bom dia, tenho uma dúvida em relação a uma divergência no IRS deste ano.

O que se passa é que por erro do sistema das Finanças o meu IRS este ano deu uma divergência, pois sou casado e fiz o IRS em separado e como a minha mulher passa recibos verdes o sistema fez lá uma "baralhação" e acabou por dar uma divergência já depois de aparecer liquidado.

A minha dúvida é a seguinte, quanto tempo agora tenho que esperar até receber o meu dinheiro?

Vou aqui colocar as datas do meu IRS este ano.

1 de Abril - IRS Feito

4 de Abril - Declaração Certa

27 de Abril - Liquidação efectuada

28 de Abril - Divergência (Ligaram-me da minha repartição de finanças e resolveram no mesmo dia)

A partir da data acima, aparece no SFI (Sem informação a apresentar).

Já alguém teve uma divergência? Agora só recebo quando? Pois já está liquidado mas ainda não passou à fase da transferencia efectuada.

Eles agora pagam por cheque ou continua a ser pelo banco?

 

Obrigado

 

 

 

Nunca tive divergências mas por conhecimento de colegas após a divergência estar resolvida normalmente dentro de 1, 2 semanas é feita a transferência se entretanto não surgirem mais problemas.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites
há 18 horas, pauloaguia disse:

Algum de vocês pediu para declarar manualmente as despesas do eFatura?

Pode ser um procedimento padrão quando o contribuinte decide declarar os seus próprios valores (a carta pode estar a ser mandada independentemente de haver discrepância com os valores do eFatura, isto é, há muita gente que preferiu indicar os valores manualmente, sem os alterar, e que pode agora estar a receber avisos para ir confirmar os valores - estou a especular, mas não me parece inverosímil). Outra hipótese é terem especificado manualmente os valores e terem-se enganado no código, indicando o 656, em vez do 654, por exemplo...

Claro que também existe a hipótese de haver um bug nalgum mecanismo de validação aplicado pelas finanças e estarem a ser chamados sem necessidade nenhuma... mas isso depressa se esclarecerá, de certeza :)

Precisamente, inserimos os valores manualmente, pois os que vinham lá nao estavam correctos além de haver algumas categorias que nem sequer apareciam. Também pensei na questão do código, havia um deles que nao estava no contrato e fui ver na lista das finanças, que me pareceu estar desactualizada. Poderá ser também a questão da morada fiscal, sendo um caso como o do Wakka uma vez que a nossa morada fiscal é em Oeiras, se for o caso julgo que a unica finalidade do recibo, é evitar a evasão fiscal. Vou tentar averiguar se os codgos estao mesmo correctos, se não "passar", lá terei de tirar as deduções da declaração.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Tal como se previa e o @Wakka confirmou, já fui de vela no que aos benefícios da habitação diz respeito :)

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Publicado (editado)

há 51 minutos, ricardomcm disse:

Precisamente, inserimos os valores manualmente, pois os que vinham lá nao estavam correctos além de haver algumas categorias que nem sequer apareciam. Também pensei na questão do código, havia um deles que nao estava no contrato e fui ver na lista das finanças, que me pareceu estar desactualizada. Poderá ser também a questão da morada fiscal, sendo um caso como o do Wakka uma vez que a nossa morada fiscal é em Oeiras, se for o caso julgo que a unica finalidade do recibo, é evitar a evasão fiscal. Vou tentar averiguar se os codgos estao mesmo correctos, se não "passar", lá terei de tirar as deduções da declaração.

Consegues ver na declaração os códigos que foram utilizados. Convêm ligares para as finanças ou abrires uma questão no site a questionar se de facto a habitação própria permanente é obrigatoriamente a morada fiscal.

Se bem que perceba que deva ser, também acho muito injusto e até pouco eficiente que assim seja, porque por exemplo um estudante, que muda várias vezes de casa durante um ano têm várias moradas, mas não quer que essas mesmas moradas sejam as utilizadas para efeitos fiscais, nomeadamente cartas e afins. Acho que é uma boa questão para colocar às Finanças, se bem que quase de certeza que a resposta irá ser que a morada fiscal e a habitação própria permanente devem coincidir. 

Além de que desta forma perde-se a força que os inquilinos possam ter para exigir factura, como os inquilinos deixam de ter benefícios a evasão fiscal fica facilitada de ambos os lados.

Penso que uma pessoa que muda de casa constantemente, não é menos pessoa do que aquela que se mantêm no mesmo sitio. Além de que é extremamente trabalhoso e custoso deslocar-se a uma loja do cidadão para alterar a morada (no caso de ocorrer várias vezes num ano).

Editado por Wakka
0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Diz o CIRS:

Citação

Artigo 13.º
Sujeito passivo

...
10 - O domicílio fiscal faz presumir a habitação própria e permanente do sujeito passivo que pode, a todo o tempo, apresentar prova em contrário.

11 - Para efeitos do disposto no número anterior, considera-se preenchido o requisito de prova aí previsto, designadamente quando o sujeito passivo:

a) Faça prova de que a sua habitação própria e permanente é localizada noutro imóvel; ou

B) Faça prova de que não dispõe de habitação própria e permanente.

12 - A prova dos factos previstos no número anterior compete ao sujeito passivo, sendo admissíveis quaisquer meios de prova admitidos por lei.

13 - Compete à Autoridade Tributária e Aduaneira demonstrar a falta de veracidade dos meios de prova mencionados no número anterior ou das informações neles constantes.

Se isto é ou não aplicável a estes casos em concreto ou se é fundamento para conseguir ainda assim a dedução já deixo ao vosso critério... 

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Já era.

" 9 - Para efeitos do disposto no presente artigo, considera-se ter havido afectação dos prédios ou partes de prédios à habitação própria e permanente do sujeito passivo ou do seu agregado familiar se aí se fixar o respectivo domicílio fiscal." 

http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/bf_rep/bf46.htm

1

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites
há 12 minutos, ricardomcm disse:

Já era.

" 9 - Para efeitos do disposto no presente artigo, considera-se ter havido afectação dos prédios ou partes de prédios à habitação própria e permanente do sujeito passivo ou do seu agregado familiar se aí se fixar o respectivo domicílio fiscal." 

http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/bf_rep/bf46.htm

Mas esse artigo diz respeito à isenção de IMI... nem sequer está no CIRS, está no EBF...

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Publicado (editado)

há 28 minutos, pauloaguia disse:

Diz o CIRS:

Se isto é ou não aplicável a estes casos em concreto ou se é fundamento para conseguir ainda assim a dedução já deixo ao vosso critério... 

Na minha opinião é vago e pode abrir portas a que a habitação permanente seja noutra habitação diferente do domicilio fiscal desde que o mesmo seja provado.

 

Citação

 

Artigo 78.º-E
Dedução de encargos com imóveis

 

1 - À coleta do IRS devido pelos sujeitos passivos é dedutível um montante correspondente a 15 % do valor suportado por qualquer membro do agregado familiar:

a) Com as importâncias, líquidas de subsídios ou comparticipações oficiais, suportadas a título de renda pelo arrendatário de prédio urbano ou da sua fração autónoma para fins de habitação permanente, quando referentes a contratos de arrendamento celebrados ao abrigo do Regime do Arrendamento Urbano, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 321-B/90, de 15 de outubro, ou do Novo Regime do Arrendamento Urbano, aprovado pela Lei n.º 6/2006, de 27 de fevereiro, até ao limite de (euro) 502;

B) Com juros de dívidas, por contratos celebrados até 31 de dezembro de 2011, contraídas com a aquisição, construção ou beneficiação de imóveis para habitação própria e permanente ou arrendamento devidamente comprovado para habitação permanente do arrendatário, até ao limite de (euro) 296;

 

Juntando o Artigo que o Paulo mostrou acima com este, diria que é possível deduzir a renda desde que seja devidamente provado.

Editado por Wakka
0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Por vezes tenho a ideia que isto é um "atirar barro à parede". O fisco tem os recibos, porque os mesmos foram passados electronicamente, no entanto vem pedi-los novamente. Talvez exista outra prova de habtiação permanente para além dos recibos passados pelo proprietário com um contrato registado também nas finanças destinado a arrendamento, no entanto desconheço. Que outras formas de " arrendamento devidamente comprovado " conheçem?

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites
há 56 minutos, ricardomcm disse:

Por vezes tenho a ideia que isto é um "atirar barro à parede". O fisco tem os recibos, porque os mesmos foram passados electronicamente, no entanto vem pedi-los novamente. Talvez exista outra prova de habtiação permanente para além dos recibos passados pelo proprietário com um contrato registado também nas finanças destinado a arrendamento, no entanto desconheço. Que outras formas de " arrendamento devidamente comprovado " conheçem?

A expressão é " arrendamento devidamente comprovado para habitação permanente do arrendatário". Ou seja, tem de se comprovar que o arrendamento é para habitação permanente do arrendatário. Citar só pela metade não vale ;) 

Há quem alugue uma casa para ficar mais próximo do trabalho ou da escola, enquanto a família (e a habitação permanente) está noutra casa, onde provavelmente até regressa com frequência
Há quem alugue casa para ir lá passar um mês ou dois de férias no ano
Há quem alugue casa para alojar os seus trabalhadores que estão deslocados a trabalho por um tempo mais prolongado
e haverá muitos outros casos, de certeza...

Nenhum destes exemplos é habitação permanente...

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Embora seja uma questão diferente do propósito da criação do tópico, a minha questão está relacionada com. Posto isto:

 

- Como referi anteriormente, não alterei a minha morada fiscal, pelo que perdi os benefícios. Isto significa que, para além de ser um nabo, tenho que alterar a morada, de modo a que no próximo IRS os obtenha. Nesse sentido, questiono-vos : a data para alterar a morada é irrelevante? Isto é, tanto faz alterar já como, por exemplo, em novembro? O que a AT precisa é que no final de 2016 a minha morada fiscal seja a mesma das rendas que estou a declarar?

Segunda pergunta: é possível alterar apenas e só a morada fiscal, mantendo as demais? Pergunto isto porque não queria perder a minha médica de família e afins..

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Publicado (editado)

Aproveitando o facto de teres voltado ao tópico, posso dizer que tenho um conhecido que teve o mesmo problema que tu. Para fazer prova que moras nessa casa (sem teres alterado a morada fiscal) basta apresentares as contas da água/luz e/ou prova de 3 estabelecimentos comerciais indicando que moras onde dizes.

Isto foram as informações dadas pela repartição das finanças a essa pessoa de quem falo. 

Quanto à tua questão actual, o que entendes pelas demais moradas?

A tua morada fiscal tem de ser obrigatóriamente:
- A morada do teu cartão do cidadão
- A morada da tua carta de condução
- A morada do teu livrete (caso tenhas o carro em teu nome)

Todas as outras (Telecomunicações, Banco, etc) não existe obrigação de as alterar. 

Quanto ao prazo, por lei tens 15 dias para mudar a morada fiscal a partir do momento que mudas de casa, caso contrário pagas uma coima. Ou seja, já a irás pagar de qualquer forma, por isso suponho que a partir de agora não faça diferença, mas como mais vale prevenir que remediar, eu alterava ASAP.

Ainda por cima, segundo as últimas informações o próximo IRS já vai ser totalmente automático, por isso nada nos garante que irão ter em conta apenas a data de alteração da morada.

Editado por Wakka
0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Publicado (editado)

há 18 minutos, Wakka disse:

Aproveitando o facto de teres voltado ao tópico, posso dizer que tenho um conhecido que teve o mesmo problema que tu. Para fazer prova que moras nessa casa (sem teres alterado a morada fiscal) basta apresentares as contas da água/luz e/ou prova de 3 estabelecimentos comerciais indicando que moras onde dizes.

Isto foram as informações dadas pela repartição das finanças a essa pessoa de quem falo. 

Quanto à tua questão actual, o que entendes pelas demais moradas?

A tua morada fiscal tem de ser obrigatóriamente:
- A morada do teu cartão do cidadão
- A morada da tua carta de condução
- A morada do teu livrete (caso tenhas o carro em teu nome)

Todas as outras (Telecomunicações, Banco, etc) não existe obrigação de as alterar. 

Quanto ao prazo, por lei tens 15 dias para mudar a morada fiscal a partir do momento que mudas de casa, caso contrário pagas uma coima. Ou seja, já a irás pagar de qualquer forma, por isso suponho que a partir de agora não faça diferença, mas como mais vale prevenir que remediar, eu alterava ASAP.

Ainda por cima, segundo as últimas informações o próximo IRS já vai ser totalmente automático, por isso nada nos garante que irão ter em conta apenas a data de alteração da morada.

Assim sendo, aproveito para te questionar, caso saibas: essa alternativa será válida apenas para o próximo ano, certo? Sendo que essa apresentação dos comprovativos de morada seriam realizados directamente nas finanças?

As demais moradas que referi é no sentido: o cartão de cidadão comporta finanças, ss e utente. Ao efectuar uma alteração de morada, altera tudo, certo? A minha dúvida era perceber se seria possível alterar apenas a fiscal, deixando, por exemplo, a parte da ss e de utente tal como está, mas deduzo que não, pois é apenas um cartão..

(a da carta de condução eu sei que tem de ser igual ;))

Portanto, vou ser multado em duplicado...Que bom!

E a coima será válida, mesmo que a actual morada se mantenha correcta e válida?

ASAP = as soon as possible?

Acabei de ouvir a mesma notícia que referiste. Curioso!

Editado por erz0
0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites
há 9 minutos, erz0 disse:

Assim sendo, aproveito para te questionar, caso saibas: essa alternativa será válida apenas para o próximo ano, certo? Sendo que essa apresentação dos comprovativos de morada seriam realizados directamente nas finanças?

A alternativa é para o IRS de 2015 que está a ser entregue este ano. Isto foi a informação que me foi transmitida esta manhã. Não perdes nada em ires às finanças.
No entanto, a primeira resposta que lhe deram foi de que teria que submeter o IRS sem a parte das rendas, só após alguma insistência e a pedir para falar com outras pessoas é que lhe transmitiram que podia fazer as provas que indiquei acima. Mas mais uma vez, o melhor é deslocares-te tu mesmo às finanças. E já agora depois passar por aqui a dar feedback para ajudar os restantes :)

há 9 minutos, erz0 disse:

As demais moradas que referi é no sentido: o cartão de cidadão comporta finanças, ss e utente. Ao efectuar uma alteração de morada, altera tudo, certo? A minha dúvida era perceber se seria possível alterar apenas a fiscal, deixando, por exemplo, a parte da ss e de utente tal como está, mas deduzo que não, pois é apenas um cartão..

(a da carta de condução eu sei que tem de ser igual ;))

Portanto, vou ser multado em duplicado...Que bom!

Tens de fazer várias alterações de morada. Uma no site das finanças (morada fiscal) e as restantes na loja do cidadão (cartão do cidadão, carta de condução e livrete).
Se dá ou não para fazer o que dizes (manter a morada de utente), eu penso que não, porque lógicamente não faz sentido, e pelo que me lembro o formulário do cc tem apenas uma morada e não várias.

Quanto à multa, não és multado em duplicado, só serás multado na alteração da morada fiscal devido ao atraso. Serás multado pela carta de condução apenas se a tua morada do cartão do cidadão não coincidir com a da carta de condução, mas isso só acontece quando paras em operações stop, por isso se alterares tudo no mesmo dia não és multado em duplicado.

há 9 minutos, erz0 disse:

E a coima será válida, mesmo que a actual morada se mantenha correcta e válida?

ASAP = as soon as possible?

Acabei de ouvir a mesma notícia que referiste. Curioso!

Não percebi a questão da coima válida.
ASAP é o mais rápido possível sim. Desculpa pelo estrangeirismo.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites
há 5 minutos, Wakka disse:

A alternativa é para o IRS de 2015 que está a ser entregue este ano. Isto foi a informação que me foi transmitida esta manhã. Não perdes nada em ires às finanças.
No entanto, a primeira resposta que lhe deram foi de que teria que submeter o IRS sem a parte das rendas, só após alguma insistência e a pedir para falar com outras pessoas é que lhe transmitiram que podia fazer as provas que indiquei acima. Mas mais uma vez, o melhor é deslocares-te tu mesmo às finanças. E já agora depois passar por aqui a dar feedback para ajudar os restantes :)

Tens de fazer várias alterações de morada. Uma no site das finanças (morada fiscal) e as restantes na loja do cidadão (cartão do cidadão, carta de condução e livrete).
Se dá ou não para fazer o que dizes (manter a morada de utente), eu penso que não, porque lógicamente não faz sentido, e pelo que me lembro o formulário do cc tem apenas uma morada e não várias.

Quanto à multa, não és multado em duplicado, só serás multado na alteração da morada fiscal devido ao atraso. Serás multado pela carta de condução apenas se a tua morada do cartão do cidadão não coincidir com a da carta de condução, mas isso só acontece quando paras em operações stop, por isso se alterares tudo no mesmo dia não és multado em duplicado.

Não percebi a questão da coima válida.
ASAP é o mais rápido possível sim. Desculpa pelo estrangeirismo.

Vou lá e será já hoje, pois eu já submeti um novo IRS e tudo. Não sei é se ainda vou a tempo, mas vamos ver.

Em relação às várias alterações que referiste...No meu caso, a última alteração de morada que realizei foi directamente no cartório da minha cidade e ficou tudo alterado, ou seja, levei o cartão de cidadão e as 3 moradas foram actualizadas, sem ter sido necessário deslocar-me a outros lados (claro que a excepção foi o IMTT).

Quando referi "multado em duplicado", estava a referi-me à multa que vou ter que pagar relativamente ao IRS (entrega fora de prazo) e também a multa que referiste (a não comunicação de nova morada em tempo útil).

A minha questão acerca da coima é: frisaste que, o facto de só agora alterar a morada nas finanças, fará com que tenha de pagar uma multa. Essa multa é válida, mesmo que a minha actual morada fiscal (que é a casa de fim-de-semana, por assim dizer) se mantenha "activa"? É que eu apenas vou alterar a morada devido ao IRS e para obter benefícios fiscais. De resto, não tenho nenhum interesse na mesma.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites
há 12 minutos, erz0 disse:

Vou lá e será já hoje, pois eu já submeti um novo IRS e tudo. Não sei é se ainda vou a tempo, mas vamos ver.

Em relação às várias alterações que referiste...No meu caso, a última alteração de morada que realizei foi directamente no cartório da minha cidade e ficou tudo alterado, ou seja, levei o cartão de cidadão e as 3 moradas foram actualizadas, sem ter sido necessário deslocar-me a outros lados (claro que a excepção foi o IMTT).

Quando referi "multado em duplicado", estava a referi-me à multa que vou ter que pagar relativamente ao IRS (entrega fora de prazo) e também a multa que referiste (a não comunicação de nova morada em tempo útil).

A minha questão acerca da coima é: frisaste que, o facto de só agora alterar a morada nas finanças, fará com que tenha de pagar uma multa. Essa multa é válida, mesmo que a minha actual morada fiscal (que é a casa de fim-de-semana, por assim dizer) se mantenha "activa"? É que eu apenas vou alterar a morada devido ao IRS e para obter benefícios fiscais. De resto, não tenho nenhum interesse na mesma.

Eu vou sempre à Loja do Cidadão até porque também tens lá o IMTT. A morada fiscal que eu saiba é que tem que ser directamente nas finanças e/ou site das finanças.

A questão que se coloca é: com tantas multas e tanto trabalho, as rendas são altas o suficiente para te compensar? Vais manter-te nessa casa de Lisboa por muito mais tempo ou vais voltar para a "casa de fim de semana" em breve? 
Se dizes que não tens qualquer interesse em mudar a morada e tens probabilidade de mudar novamente em breve para a antiga casa, se calhar não vale a pena o trabalho.

Quanto à tua questão, continuo sem perceber, tu só podes ter uma morada fiscal, a partir do momento em que a mudas, a outra deixa de existir, não continua "activa".

Teoricamente, a tua morada fiscal é a tua habitação permanente e como tal deve ser essa a tua morada registada nas finanças e em tudo o resto. Até porque é precisamente por teres uma casa alugada como habitação permanente que tens dedução no IRS.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites
há 7 horas, Wakka disse:

Eu vou sempre à Loja do Cidadão até porque também tens lá o IMTT. A morada fiscal que eu saiba é que tem que ser directamente nas finanças e/ou site das finanças.

A questão que se coloca é: com tantas multas e tanto trabalho, as rendas são altas o suficiente para te compensar? Vais manter-te nessa casa de Lisboa por muito mais tempo ou vais voltar para a "casa de fim de semana" em breve? 
Se dizes que não tens qualquer interesse em mudar a morada e tens probabilidade de mudar novamente em breve para a antiga casa, se calhar não vale a pena o trabalho.

Quanto à tua questão, continuo sem perceber, tu só podes ter uma morada fiscal, a partir do momento em que a mudas, a outra deixa de existir, não continua "activa".

Teoricamente, a tua morada fiscal é a tua habitação permanente e como tal deve ser essa a tua morada registada nas finanças e em tudo o resto. Até porque é precisamente por teres uma casa alugada como habitação permanente que tens dedução no IRS.

A informação que tenho é diferente, relativamente à alteração da morada fiscal. Pelo menos, numa anterior experiência, desloquei-me ao cartório com o meu CC e pin e alterei a morada. Posteriormente, essa alteração de morada foi divulgada junto dos restantes serviços (Finanças, SS e Utente). Não obstante, caso seja como frisaste, então apenas terei que ir às finanças e a única morada que será alterada é a fiscal, mantendo a do cartão de cidadão.

Isto está a consumir-me a cabeça, sobretudo pelo que relataste (conhecido na mesma situação que eu, mas com resolução diferente). Amanhã vou falar nas finanças e também esclarecer esta história das moradas.

É que, em termos de renda, estamos a falar num valor superior a 300€/mês, pelo que facilmente consigo obter os 506€ de benefício fiscal.

Posto isto, deduzo que tenha duas multas, caso nada se altere: a de ter entregue o IRS fora de prazo e também coima por só agora comunicar a alteração de morada, embora a actual permaneça válida (a minha questão, de facto, não faz sentido, pelo menos para as finanças, pois eles estão-se nas tintas se vivo em dois lados diferentes ou não, uma vez que o que conta é a morada à qual eles têm acesso).

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Este conteúdo terá de ser aprovador por um moderador

Visitante
Está a comentar como Visitante. Se já se registou, por favor entre com o seu Nome de Utilizador.
Responder a este tópico

×   Colou conteúdo com formatação.   Remove formatting

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

Entrar para seguir isto  
Seguidores 0