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JNR

IRS 2015 : Declaração conjunta ou separada com ato isolado


3 publicações neste tópico

Boa tarde

Estou com a seguinte duvida. Somos um agregado familiar com 2 titulares e 4 dependentes e normalmente entregamos o IRS na 1º fase.

Este ano não é possivel pois o sistema não deixa - diz que existe um elemento (que neste caso é o 1º dependente) que auferiu via ato isolado.

Pelo que percebo tenho 2 hipóteses

1 - Retiro o 1º dependente como dependente do agragado familiar (e perco direito às deduções e despesas dele) e entrego na 1º fase. Ele entregará na 2º fase

2 - Espero pela 2º fase para incluir na declaração do agragado o anexo B correspondente

Á data, a 1º hipótese resulta num decréscimo de devolução do valor do IRS em 350 euros. Com o dependente auferiu 1565 euros estou certo que a declaração dele dará zepo, até porque com esse valor nem sequer é obrigatório a entrega do IRS

Perguntas:

1 - Pela  2º hipótese , e não tendo maneira á data de simular a diferença, como posso saber se é melhor retirá-lo da declaração conjunta ou inclui-lo na declaração conjunto na 2º fase? Na prática como posso saber se na 2º hipótese a diferença vai ser inferior ou superior a 350 euros? 

2 - Para além disso, é verdade que a não obtigatoriedade de entrega da declaração para os atos únicos só é verdadeira se a declaração for individual?

Editado por JNR
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há 49 minutos, JNR disse:

1 - Pela  2º hipótese , e não tendo maneira á data de simular a diferença, como posso saber se é melhor retirá-lo da declaração conjunta ou inclui-lo na declaração conjunto na 2º fase? Na prática como posso saber se na 2º hipótese a diferença vai ser inferior ou superior a 350 euros? 

Os rendimentos do ato isolado, em princípio, serão tributados em 70%. Ou seja, podes adicionar 70% dos rendimentos aos vossos rendimentos brutos e ficar com uma ideia do impacto (as duas categorias não são tributadas da mesma forma pelo que pode haver outros efeitos secundários; mas creio que dará para ficar com uma ideia aproximada).

Há por aí vários simuladores que te permitem, desde já, simular esse tipo de rendimentos.

 Finalmente outra hipótese é entregar agora uma declaração na 1ª fase e depois, como tens 30 dias para entregar uma declaração de substituição, entregar nova declaração na 2ª fase, se chegares à conclusão que é mais vantajoso.

há 49 minutos, JNR disse:

2 - Para além disso, é verdade que a não obtigatoriedade de entrega da declaração para os atos únicos só é verdadeira se a declaração for individual?

Sim, é verdade. Podes confirmar isso no artigo 58º: http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/cirs_rep/irs58.htm

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Ou seja, assumo que vou incluir no bolo da minha declaração  cerca de 70% dos 1500 euros que o dependente recebeu ? E aplica-se a minha taxa de IRS? 

Se for assim, a diferença é seguramente superior aos 350 euros que resultaram da aplicação da hipótese A.

Vou entragar agora na 1º fase sem o dependente incluido e na 2º fase faço a simulação

Obg

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