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Fundos de Investimento / IRS


14 publicações neste tópico

Bom dia,

Após ter tentado encontrar algum caso parecido e não ter encontrado venho por este meio pedir a vossa ajuda. Vou dar um exemplo para ser mais fácil a compreensão da questão.

Ano 2015 - Investimento de 1000€ fundo estrangeiro - no decurso do mesmo ano esse fundo atingiu os 1100€ e retirei 100€ desse fundo ficando o restante até aos dias de hoje.

Como declaro os 100€ que retirei no IRS? 

Sei que se tivesse resgatado o fundo na sua totalidade era colocar o valor da aquisicao vs o valor do resgate mas neste caso como irei declarar os 100€

Melhores Cumprimentos

GRJ

 

 

 

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Muito obrigado, nunca me lembrei das UP's (my mistake).

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Boa tarde, ver se consigo ficar esclarecido de uma vez por todas...

Para que seja mais fácil vamos partir do principio que os resgates foram todos feitos depois de 1julho2015, após entrar em vigor a nova tributação para fundos nacionais.

Supomos que em Dezembro de de 2015 fiz 4 resgates

- 2 fundos nacionais em que um teve 500€ de mais valias e outro teve 500€ de menos valias

- 2 fundos internacionais em que um teve 500€ de mais valias outro 500€ de menos valias

***** estando os fundos nacionais sujeitos a taxa liberatória de 28% no momento do resgate, e não querendo fazer o englobamento, não necessito declarar nada em sede IRS? ou tenho que declarar só o fundo nacional que resgatei com menos valias?

***** na parte referente aos fundos internacionais independentemente das mais valias ou menos valias os mesmo terão que ser obrigatoriamente declarados em IRS? embora neste caso óbvio as menos valias anulam as mais valias.

 

agradeço a ajuda, porque já li neste fórum que fundos nacionais em caso de menos valias terão que ser declarados.

 

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"

Fundos nacionais

Desde o segundo semestre de 2015, para os fundos sediados em Portugal, o IRS é retido na fonte. Ou seja, quando o investidor regista ganhos, estes são tributados em 28% e o imposto é imediatamente retido. A taxa de imposto é liberatória e as mais-valias não precisam de ser declaradas.

Fundos estrangeiros

A fiscalidade dos fundos estrangeiros é diferente da praticada para os fundos sediados em Portugal. E desde 2015, a tributação passou a ser idênticas à das ações. No momento do resgate, os eventuais ganhos não são tributados, mas as operações de resgate efetuadas em cada ano pelo investidor terão de ser inscritas na declaração de IRS. O saldo global das mais e menos-valias (ações, obrigações e fundos) será tributado à taxa autónoma de 28%.

Existe a opção pelo englobamento, mas só é vantajosa para quando o rendimento coletável é inferior a 7000 euros."

Uma explicação simples da parte da DECO...

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Boa tarde, ver se consigo ficar esclarecido de uma vez por todas...

Para que seja mais fácil vamos partir do principio que os resgates foram todos feitos depois de 1julho2015, após entrar em vigor a nova tributação para fundos nacionais.

Supomos que em Dezembro de de 2015 fiz 4 resgates

- 2 fundos nacionais em que um teve 500€ de mais valias e outro teve 500€ de menos valias

- 2 fundos internacionais em que um teve 500€ de mais valias outro 500€ de menos valias

***** estando os fundos nacionais sujeitos a taxa liberatória de 28% no momento do resgate, e não querendo fazer o englobamento, não necessito declarar nada em sede IRS? ou tenho que declarar só o fundo nacional que resgatei com menos valias?

***** na parte referente aos fundos internacionais independentemente das mais valias ou menos valias os mesmo terão que ser obrigatoriamente declarados em IRS? embora neste caso óbvio as menos valias anulam as mais valias.

 

agradeço a ajuda, porque já li neste fórum que fundos nacionais em caso de menos valias terão que ser declarados.

 

***** estando os fundos nacionais sujeitos a taxa liberatória de 28% no momento do resgate, e não querendo fazer o englobamento, não necessito declarar nada em sede IRS? ou tenho que declarar só o fundo nacional que resgatei com menos valias?

Não, não precisa de declarar essa venda de fundos nacionais. pois já foi tributada.

***** na parte referente aos fundos internacionais independentemente das mais valias ou menos valias os mesmo terão que ser obrigatoriamente declarados em IRS? embora neste caso óbvio as menos valias anulam as mais valias.b

Sim, os movimentos de venda terão de ser declarados (como os respetivos valores de aquisição e data), já que não foram tributados no momento da venda. No caso de várias compras do mesmo título, deverá usar o método FIFO.

Quanto às menos-valias "anularem" as mais-valias, isso acontecerá apenas por mera coincidência contabilística. Mais correto será dizer que o imposto a pagar dependerá do saldo global das mais-valias de ações, obrigações e fundos de investimento. Mas a ideia é essa que exprimiu.

agradeço a ajuda, porque já li neste fórum que fundos nacionais em caso de menos valias terão que ser declarados.

Quanto a isso,,, esqueça! Era bom, mas não é verdade. 

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Era a ideia que tinha, muito obrigado Eurico 

Obrigado David, Sim tinha essa ideia, mas deixaram me confuso quando alguém comentou que fundos nacionais com menos valias teriam que ser declarados, e em todo o sitio que li apenas diz eventuais mais valias são tributadas logo a taxa liberatoria, mas nunca se referiram a menos valias...  Obrigado ao todos

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Boa tarde,

Ponho à vossa consideração as questões decorrentes do seguinte enquadramento:

No resgate de umas UPs de fundo investimento mobiliário (FIM) português, foi aplicada uma taxa liberatória de 28% sobre a diferença entre o resgate e a subscrição, devidamente enquadrada pelo ponto 28 da Circular n.º 6/2015 da AT (que por si só já não concordo, mas adiante);

As comissões pagas aos bancos/corretores, no âmbito da alienação de ações, podem ser incluídas na rubrica de "despesas e encargos" do Q9 do Anexo G? Em caso afirmativo, não vejo qualquer razão para que as comissões sobre o resgate de UPs aplicadas pelos (FIM) português não devam também ser consideradas no cálculo da mais-valia, ao abrigo do art. 51º do CIRS.

Supostamente, se não pretendermos englobar, não é necessário declarar as mais-valias decorrentes dos resgates de UPs de FIM portugueses. Nesse caso, estou a ser tributado por algo que não é a mais-valia, sem ter a hipótese de recuperar a diferença. Recordo que a grande maioria das comissões cobradas sobre o resgate de UPs de FIM são sobre o valor de venda e na ordem dos 1%-2%, pelo que a diferença entre a mais-valia e o montante decorrente da diferença entre o resgate e a subscrição é muito grande. No meu caso mais recente, a taxa liberatória correspondeu a 55% da mais-valia.

Optando pelo englobamento, como se deverá preencher o Q10 do Anexo G, tendo em conta que não existe nenhuma coluna para a colocação de "despesas e encargos", como por exemplo acontece no Q9 do Anexo G?

Será que me podem ajudar a esclarecer esta situação? Há alguma etapa do meu raciocínio que seja discutível ou toda esta história constitui um lapso na aplicação do novo regime de tributação sobre os FIM, em vigor a partir de 1 de julho do ano passado?

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Eu não sei que fundos anda a comprar nem em que corretor, mas se lhe estão a cobrar 1%-2% do valor das UPs pelo resgate, sugiro que procure outro banco/corretor. A maioria das pessoas aqui do fórum utiliza bancos como o BEST onde não se cobram comissões desse tipo na maior parte dos fundos.

Alías, a grande vantagem do investimento em fundos é precisamente poder criar uma carteira diversificada com 0 custos de transação. Nem nos ETFs, onde há comissões de transação, chegam a esses valores.

Editado por ruicarlov
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Eu não sei que fundos anda a comprar nem em que corretor, mas se lhe estão a cobrar 1%-2% do valor das UPs pelo resgate, sugiro que procure outro banco/corretor. A maioria das pessoas aqui do fórum utiliza bancos como o BEST onde não se cobram comissões desse tipo na maior parte dos fundos.

Alías, a grande vantagem do investimento em fundos é precisamente poder criar uma carteira diversificada com 0 custos de transação. Nem nos ETFs, onde há comissões de transação, chegam a esses valores.

Agradeço a sua sugestão, mas garanto-lhe que a minha exposição a fundos de investimento está devidamente fundamentada, estudada e enquadrada e que retiro maiores rentabilidades neste tipo de fundos do que em fundos estrangeiros ou outro tipo de fundos. Em todo o caso, posso lhe dar o exemplo dos fundos de investimento mobiliário da CGD ou do Montepio onde esse tipo de comissões são praticadas.

Preocupa-me, de facto, é o enquadramento fiscal desta situação, motivo esse pelo qual resolvi intervir neste fórum

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Boa tarde.

Tenho duas dúvidas a colocar quanto ao IRS de 2015 e que tenho de entregar agora em Maio de 2016.

- Em 2015 resgatei um fundo de investimento que apesar de ser gerido pelo Banco Best, o mesmo é da responsabilidade de uma instituição no Luxemburgo. Assim, o banco não me retirou os habituais 28% do lucro que recebi, que neste caso em questão a diferença entre o preço da compra e o do resgate, tive um lucro de 173€ quando habitualmente o banco retirava a esse valor os 28%.

Estou em dúvida qual anexo que devo declarar estes 173€ de lucro. Há quem diga que é o “G”, outros dizem que o “E” enquanto outros o anexo “J” no campo 9.2ª e com o Código G20 já que este é um fundo estrangeiro. Qual o anexo que devo declarar e em qual campo?

- Estou desempregado e em 2015 apenas recebi o subsídio de desemprego, não tendo por isso nada a declarar excepto os tais 173€ do resgate do fundo. Pensei em usar o englobamento, mas para isso tenho de declarar todos os valores que recebi nas minhas contas a prazo, certificados de aforro e certificados do tesouro, certo? Mas eu não tenho nenhum documento desses valores, por exemplo, os possíveis lucros que tive com os certificados de aforro (não cheguei a levantar nenhum em 2015) ou nos juros que recebi dos certificados do tesouro que venceram em 2015. Como faço? Será mais fácil não usar o englobamento e pagar os 28% dos 173€? Digo isto já que estou desempregado poderia ter uma taxa inferior aos 28%.

Os meus agradecimentos.

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Bom dia,

Será que me conseguem ajudar?

Tendo em conta que os fundos de investimento estrangeiros passaram a ter a obrigatoriedade de ser declarados em sede de IRS, anulei as mais valias resultantes da venda dos fundos estrangeiros, com as menos valias de acções portuguesas.
 
A minha dúvida passa por declarar agora os valores no IRS.
 
As acções faço como no passado: Anexo G, quadro 9, e por sua vez no quadro 15 opto pelo englobamento.
 
Em relação aos fundos, como são todos estrangeiros: Anexo J, quadro 9.2 A e opto também pelo englobamento.
 
Será este o modo correcto?
 
Grato pela sua ajuda!
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Boas

 

Acerca da questão da declaração no IRS de resgate de fundos de investimento, tenho procurado informação em artigos, nas finanças, já contactei o e-balcão e tenho visto muitas dúvidas também aqui no fórum , mas julgo haver muita confusão em relação a anexos, etc.

A minha situação é a seguinte:

Durante o ano de 2015, antes e depois de Julho, resgatei unidades de participação de fundos de investimento estrangeiros comercializados em Portugal por um banco português (BEST). Na mesma situação, resgatei parcialmente um fundo português já em Julho, subscrito em 2014, mas na declaração enviada pelo banco, o imposto retido aparece a 0. Se os 28% tivessem sido retidos na fonte, não devia aparecer nesse extrato?

Outra dúvida reside em que anexo/quadro/campo devo declarar estes resgates dos fundos estrangeiros (e o nacional, se for caso disso). A ideia que tenho é que é no anexo J, quadro 8, mas por mais que procure não encontro informação que confirme isso. Pelo contrário, já li sugestões que apontam para outros quadros.

 

E em relação ao NIF, é para colocar o do banco? Não tenho NIF's dos fundos...

Grato pela atenção.


 

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A 5/9/2016 at 21:07, Brans disse:

Outra dúvida reside em que anexo/quadro/campo devo declarar estes resgates dos fundos estrangeiros (e o nacional, se for caso disso). A ideia que tenho é que é no anexo J, quadro 8, mas por mais que procure não encontro informação que confirme isso. Pelo contrário, já li sugestões que apontam para outros quadros.


 

Em relação ao ponto que menciona e que eu destaco nas suas palavras, encontrei na internet algo que me ajudou. Veja este link. https://www.big.pt/pdf/infoFiscal/GuiaFiscalidadeDeloitte_BiG_2015.pdf

Espero que sirva de ajuda. Quanto ao resto não sei.

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