Mikexyz

Seguro de Vida para Crédito Habitação


7 publicações neste tópico

Boa noite,

Após solicitar várias simulações em vários bancos, deparo-me com diferenças muito consideráveis nos seguros de vida (e estou a comparar IAD com IAD e ITP com ITP).

O não fornecimento de fórmulas de cálculo explícitas deixa-me com muitas dúvidas.

É que apesar de no início do crédito o valor anual ser similar, os valores para o seguro de vida a meio do crédito (ponto crítico por causa da idade e ainda ter bastante capital em dívida) dão valores exorbitantes numas simulações e valores perfeitamente normais e comportáveis noutras!

Como agir? Como confiar?

 

Obrigado a todos!

 

 

 

 

 

Editado por Mikexyz
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Boa noite,

Após solicitar várias simulações em vários bancos, deparo-me com diferenças muito consideráveis nos seguros de vida (e estou a comparar IAD com IAD e ITP com ITP).

1. O não fornecimento de fórmulas de cálculo explícitas deixa-me com muitas dúvidas.

2. É que apesar de no início do crédito o valor anual ser similar, os valores para o seguro de vida a meio do crédito (ponto crítico por causa da idade e ainda ter bastante capital em dívida) dão valores exorbitantes numas simulações e valores perfeitamente normais e comportáveis noutras!

Como agir? Como confiar?

 

Obrigado a todos!

1. Esse é o negócio das seguradoras. A lei é para todos mas no toca à fórmula cada companhia tem a sua...

2. A única forma de se "proteger" é ler as condições de que se revestem cada uma das coberturas. Por exemplo, o IAD aplica-se quando a pessoa segura fica incapacitada a 100% de tal forma que a impede total e definitivamente de exercer qualquer actividade e cumulativamente a obriga à assistência de terceira pessoa para a prática dos actos normais da vida. Ou seja fica em estado vegetativo. Se essa pessoa tiver um relatório médico que indique uma incapacidade de 90%, o seguro não cobre nada. Dai que seja indicado um seguro com uma abrangência superior.

Deverá ter o cuidado de ler as condições de cada um por forma a ver se o mais caro compensa relativamente ao mais barato...

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E na sequência da chamada de atenção para a leitura das condições, deve procurar observar se, por exemplo, a cláusula "morte" envolve algum critério especifico ou a companhia aceita qualquer "morte"... Pode ser uma chamada de atenção algo tétrica, mas de facto neste tipo de seguros a prevenção deve estar em primeiro lugar. Imagine, que há companhias que aceitam qualquer morte. Morte é morte. Mas há outras, que inserem umas cláusulas que ilibam a companhia de pagar o seguro caso a morte seja por suicídio,... Como se prova? Por acaso escorregou, e passou-lhe um veículo por cima. Não há testemunhas. Como se prova que não foi suicídio? Mais uma vez, é algo tétrico falar neste tipo de exemplos, mas é sobre este tipo coberturas e respectivas cláusulas que se prestar atenção... E, depois o preço relativo ao prémio, não tem relação direta com a maior ou menor proteção para o segurado...

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Agradeço as pertinentes observações, ABCD!

Outra questão é o ITP ao falar dos mais de 65% de incapacidade....eu tenho ideia que mesmo com um cancro e incapacitado em % que até possa ser de 65 ou mais...o relatório penso que diz sempre algo do tipo: "sujeito a reavaliação dentro de 10 anos" ou X tempo. Logo, isto não será considerado "permanente"? Resumindo, a minha questão é que entre o IAD (que é basicamente só morte...ou estado vegetativo total)....e o ITP...será que há mtas situações em que o ITP seja ativado? Ou conseguem rebuscar depois tanto que nunca será enquadrável no ITP em relação ao IAD. Enfim, pensamentos soltos!

Abc.

 

 

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Acrescento que estava agora a ler as condições...e realmente há "tantas" mortes que estão excluídas...que até me pergunto de que forma teremos de morrer para estar cobertos pelo seguro? Em casa, na cama, a dormir!?!?!?  

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Acrescento que estava agora a ler as condições...e realmente há "tantas" mortes que estão excluídas...que até me pergunto de que forma teremos de morrer para estar cobertos pelo seguro? Em casa, na cama, a dormir!?!?!?  

Preferencialmente, de velhice.... e quando o bem já estiver pago...

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Agradeço as pertinentes observações, ABCD!

Outra questão é o ITP ao falar dos mais de 65% de incapacidade....eu tenho ideia que mesmo com um cancro e incapacitado em % que até possa ser de 65 ou mais...o relatório penso que diz sempre algo do tipo: "sujeito a reavaliação dentro de 10 anos" ou X tempo. Logo, isto não será considerado "permanente"? Resumindo, a minha questão é que entre o IAD (que é basicamente só morte...ou estado vegetativo total)....e o ITP...será que há mtas situações em que o ITP seja ativado? Ou conseguem rebuscar depois tanto que nunca será enquadrável no ITP em relação ao IAD. Enfim, pensamentos soltos!

Abc.

Essa cobertura refere-se àqueles casos que, em consequência de doença ou acidente ocorridos dentro do período da garantia, após cura clínica da Pessoa Segura, a deixa afectada de invalidez em grau igual ou superior a 66%, de acordo com a Tabela Nacional de Incapacidades, e impossibilitada de exercer total definitivamente a sua profissão ou qualquer outra actividade remunerada compatível com os seus conhecimentos e aptidões. Esta garantia cessa aos 65 anos da Pessoa Segura.

Pense no seguinte. Tem um acidente e fica com uma invalidez permanente inferior a 100%. Se apenas contrata as coberturas obrigatórias (morte/estado vegetativo), como espera pagar o remanescente da dívida? Não está vegetativo, não lhe pagam. Não morreu, também não lhe pagam. Ficou, salvo seja, incapacitado para o trabalho e também não lhe pagam porque não se preveniu quando o podia ter feito...

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