Visitante Gastão Pinto (visitante)

Atualização do IMI


17 publicações neste tópico

Ao consultar o Portal das Finanças no que se refere ao meu património verifiquei que foi feita uma atualização em 2014. Na caderneta predial pode ler-se:

Ano de inscrição na matriz: 2011 Valor patrimonial actual (CIMI): €74.274,40 Determinado no ano: 2014 Tipo de coeficiente de localização: Habitação Coordenada X: 170.269,00 Coordenada Y: 446.205,00 Mod 1 do IMI nº: 2727998 Entregue em : 2011/05/26 Ficha de avaliação nº: 3488186 Avaliada em : 2011/06/08 

Vt* = Vc x A x Ca x Cl x Cq x Cv
72.640,00 = 603,00 x 172,4780 x 1,00 x 0,90 x 0,970 x 0,80

 

A minha dúvida é a seguinte: Quando e como é feita esta atualização?

 

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Não houve uma atualização. O que te está a ser mostrado é o cálculo feito em 2014 com base nos dados apurados em 2011. Esse cálculo é refeito quando muda o valor de construção, salvo erro.

A atualização é feita quando há transmissão do imóvel. Pode também ser feita a pedido de interessado ou do chefe das Finanças quando tenha havido alterações dos elementos de cálculo e desde que tenham passado pelo menos 3 anos desde a última avaliação.
A causa mais habitual para reclamar uma nova reavaliação é para conseguir a atualização do coeficiente de vetustez (que depende da idade do imóvel) e que não é feita de forma automática...

Neste caso podes fazê-lo entregando o pedido correspondente através do Portal das Finanças...

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Ao consultar o Portal das Finanças no que se refere ao meu património verifiquei que foi feita uma atualização em 2014. Na caderneta predial pode ler-se:

Ano de inscrição na matriz: 2011 Valor patrimonial actual (CIMI): €74.274,40 Determinado no ano: 2014 

Avaliada em : 2011/06/08 - 72.640,00

 

A minha dúvida é a seguinte: Quando e como é feita esta atualização?

 

Solicite pessoalmente uma avaliação, preenchendo o modelo 1, no inicio de 2017, pois só nessa altura terão decorridos 3 anos depois da última avaliação. Entretanto, pode averiguar se é possível pedir a avaliação no imediato, caso detecte discrepâncias nos coeficientes que são usados neste cálculo. Desta forma, poderá ocorrer um acerto relativo ao número de anos do imóvel e/ou outras parcelas que terá de comparar com a sua certidão de teor.

Pode imprimir, em duplicado, esta declaração: https://www.e-financas.gov.pt/impressos/IMIMod1.pdf

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Na passada 6ª feira fui às finanças colocar esta questão. Disseram-me que o valor patrimonial é atualizado de 3 em 3 anos.

 

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Na passada 6ª feira fui às finanças colocar esta questão. Disseram-me que o valor patrimonial é atualizado de 3 em 3 anos.

 

Sim, é verdade. E em que medida essa informação certifica que o valor de IMI que está a pagar corresponde ao valor correto?

Tem como verificar se os coeficientes estão efetivamente atualizados?

A atualização que é feita pelas finanças nem sempre resulta numa atualização de certos coeficientes. Por exemplo, o coeficiente relativo à idade, nem sempre é atualizado. Recentemente, uma pessoa que herdou um imóvel que era de 1910, mas como houve partilhas foi efetuada uma avaliação em 2012. Ora, nesta avaliação, a idade do imóvel passou de uns magníficos 95 anos, para uns recentes 16 anos... Um imóvel com uns meros 40 metros quadrados, estava a pagar quase 200€ porque o técnico duplicou a área também, entre outros coeficientes...

Analogamente, ainda não há muitos anos, o prémio a pagar relativo à avaliação das viaturas para as companhias de seguro subia todos os anos mesmo com a desvalorização destas...

Assim, de duas uma, ou deixa estar como está e continua a pagar de acordo com a avaliação que é feita pelas finanças ou toma a iniciativa de averiguar se os valores dos coeficientes estão corretamente atualizados. Se não estiverem, proceda como sugerido na mensagem anterior...

 

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Coloquei a questão da actualização ás Finanças. Foram «eles» mesmo a aconselharem-me a ir a uma repartição de Finanças entregar o Modelo 1.

Conclui-se portanto que a actualização, infelizmente, não é automática.

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Ora no seguimento desta temática do pedido de avaliação do imóvel, no passado mês de janeiro lá preenchi o Modelo 1 e entreguei na Repartição de Finanças mais próxima do local de trabalho. A simpatia da funcionária que me atendeu não era muita mas lá levamos o barco a bom porto. No final foi-me alertando que, como «aquela não era a Repartição a que pertencia a casa, o processo seria mais moroso».

Pois bem, hoje recebo um telefonema da Repartição de Finanças a que pertence a casa e onde a funcionária me pergunta se eu entreguei um Modelo 1 pela Internet. Responde-lhe que não e ela insiste que o recebeu. Respondo-lhe que o entreguei numa Repartição de Finanças e ela lá se convence. Motivo do telefonema: «tenho que entregar uma planta da casa para confirmar as áreas...sem isso o arquiteto não faz a avaliação da casa.» Pergunto então, «se a casa tem 25 anos...como fizeram todas as avaliações, incluindo a de 2012 e a posterior actualização que a lei obriga?» «Ah isso foi uma avaliação geral, agora precisamos da planta da casa para confirmar as áreas».  Pergunto eu: «então mas não têm o projeto que foi aprovado pela Câmara para a construção da casa há 25 anos?! » Não, não temos, responde a funcionária...

 

Fiquei a perceber as «bases científicas » destas avaliações....

P.S. Prometo manter-vos atualizados.

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1. Ora no seguimento desta temática do pedido de avaliação do imóvel, no passado mês de janeiro lá preenchi o Modelo 1 e entreguei na Repartição de Finanças mais próxima do local de trabalho. A simpatia da funcionária que me atendeu não era muita mas lá levamos o barco a bom porto. No final foi-me alertando que, como «aquela não era a Repartição a que pertencia a casa, o processo seria mais moroso».

Pois bem, hoje recebo um telefonema da Repartição de Finanças a que pertence a casa e onde a funcionária me pergunta se eu entreguei um Modelo 1 pela Internet. Responde-lhe que não e ela insiste que o recebeu. Respondo-lhe que o entreguei numa Repartição de Finanças e ela lá se convence. Motivo do telefonema: «tenho que entregar uma planta da casa para confirmar as áreas...sem isso o arquiteto não faz a avaliação da casa.» Pergunto então, «se a casa tem 25 anos...como fizeram todas as avaliações, incluindo a de 2012 e a posterior actualização que a lei obriga?» «Ah isso foi uma avaliação geral, agora precisamos da planta da casa para confirmar as áreas».  Pergunto eu: «então mas não têm o projeto que foi aprovado pela Câmara para a construção da casa há 25 anos?! » Não, não temos, responde a funcionária...

 

Fiquei a perceber as «bases científicas » destas avaliações....

P.S. Prometo manter-vos atualizados.

1. Julgo que procedeu mal. Em primeiro devia ter verificado se os coeficientes lhe permitiam diminuir o valor patrimonial do imóvel e só depois avançava com o pedido. Assim, ao fazê-lo em janeiro, levou com uma valorização de um coeficiente que provavelmente vai aumentar o valor patrimonial... Se o tivesse feito até dezembro, não era "atingido" pela "valorização" deste coeficiente...

2. Uma vez que andam nessa troca de palavras, suspendia o pedido e tratava de averiguar se o tal coeficiente aumentou ou diminuiu. Por outro lado comparava as áreas que constam na caderneta predial (certidão de teor) com as da planta. E só depois decidia. Antes disso, pode-lhe sair caro este pedido de avaliação do imóvel...

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Caro ABCD....segui as suas indicações que constam no terceiro post desta página, as indicações da Finanças quando questionei relativamente à actualização da avaliação, e os coeficientes, nomeadamente o de vetustez..

Continuo a não perceber porque me pedem a planta da casa ( não sei se quando se compra uma casa nos fornecem o projeto da mesma) se juntamente com o Modelo 1, entreguei a respetiva Caderneta Predial, onde constam os dados que inscrevi no referido Modelo 1.

Por ultimo, uma dúvida....então a casa não está mais antiga 3 anos, relativamente à última avaliação efetuada em 2012?

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A realidade muda e cada caso é um caso.

Repare que alguns meios de comunicação afirmaram que a generalidade dos contribuintes iam ver o seu IMI baixar fruto da atualização do coeficiente de localização, desde que solicitassem a avaliação nas finanças. Até aqui tudo certo. Acontece que nem todos os funcionários informam se o coeficiente de localização subiu ou baixou. Dizem para entregar o modelo 1, caso tenham decorridos 3 anos desde a última avaliação. E aqui é que está o problema. Se tivesse solicitado a avaliação antes do final de 2015, estaria agora a dirimir argumentos com o funcionário da AT sobre áreas/plantas e o coeficiente seria o do ano passado. Como não o fez e só solicitou atualização em 2016, já vai sofrer o cálculo do coeficiente atual. Sabe se aumentou? Desceu? É possível saber, desde que insira a sua morada fiscal no simulador da AT (http://www.e-financas.gov.pt/de/maintenance.html). Pelo que tenho observado, este coeficiente subiu. Ainda não encontrei quem me dissesse que na sua localidade desceu. Dai que fosse aconselhável a ter cautela antes de avançar no pedido de avaliação a partir de 2016...

Exemplo 1: coeficiente de localização - subiu 0,2%; coeficiente de vetustez - desceu 0,1%. Não deve pedir avaliação.

Exemplo 2: coeficiente de localização - subiu 0,2%; coeficiente de vetustez - desceu 0,2%. Não deve pedir avaliação (fica com o mesmo valor patrimonial).

Exemplo 3: coeficiente de localização - subiu 0,2%; coeficiente de vetustez - desceu 0,3%. Deve pedir avaliação.

O mesmo se passa com os outros coeficientes. Da soma destas parcelas, o contribuinte verifica se compensa pedir uma avaliação.

Dois apontamentos:

1. A casa estar mais antiga 3 anos desde a última avaliação, não é sinónimo de descida no coeficiente respetivo. Estes têm intervalos, que não são coincidentes na sua duração (dai a necessidade de efetuar cálculos, mediante dados reais para verificar se compensa pedir a dita avaliação)...

2. Pode solicitar a planta do seu imóvel no serviço camarário. Leva o seu tempo e mediante a autarquia, pode ter, ou não, custos.

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Obrigado ABCD pela explicação...apesar de o link não funcionar; terá sido falha ou é problema do site das Finanças?

Hoje vou passar na Repartição...depois conta as «novidades»...boas ou más.

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Como o prometido é devido, cá estou eu de novo para referir que fui á repartição de Finananças e anulei o pedido de Avalição do imóvel. Ora se o Coeficiente de Vetustez se mantém e se o Coeficiente de Localização aumentou...o mais provável era ir ter que pagar mais IMI.

Obrigado caro ABCD pelo alerta

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Como o prometido é devido, cá estou eu de novo para referir que fui á repartição de Finananças e anulei o pedido de Avalição do imóvel. Ora se o Coeficiente de Vetustez se mantém e se o Coeficiente de Localização aumentou...o mais provável era ir ter que pagar mais IMI.

...

Mas chegou a verificar, incluindo as áreas constantes da planta do imóvel, ou resume-se à probabilidade?

De facto o site cujo link deixei na mensagem anterior, continua em manutenção...

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As áreas estavam corretas.

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As áreas estavam corretas.

Já tem a planta consigo?

As áreas podem não ser evidentes, até porque se tiver anexos é necessário efetuar cálculos para obter a área que é considerada na certidão de teor... Até se pode dar o caso, desta lhe ser mais favorável...

Dai que "eles" lhe tenham pedido a tal "planta", para tirar a prova dos 9...

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Sempre tive comigo o projecto aprovado da casa...o difícil foi encontrá-lo.

 

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Sempre tive comigo o projecto aprovado da casa...o difícil foi encontrá-lo.

 

Pronto, assim na posse dos documentos todos torna-se mais fácil verificar quando vale a pena pena pedir a avaliação... ;)

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