jordao

Acto Isolado: Dúvidas IVA, IRS e Segurança Social

289 publicações neste tópico

Boa noite,

Estou com uma dúvida relativamente aos actos isolados.

Sempre tive a ideia que se podia passar um acto isolado por ano, no entanto, disseram-me que apenas se pode passar um na vida.

Já tinha passado um em 2007 e agora gostaria de passar outro em 2009.

Até que ponto o que me foi dito é verdade? Terei que me colectar apenas para passar um recibo verde em vez do acto isolado?

Obrigado e cumprimentos

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Tenho ideia que já foi 1 na vida, mas que há algum tempo passou a ser um regime mais liberal, qe admite vários actos isolados. Mas não consegui corroborar qualquer uma destas variantes em lado nenhum... :-\

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

jordao

De acordo com o nº 3 do artº 3º do código do CIRS, que passo a citar:

"3 - Para efeitos do disposto nas alíneas h) e i) do número anterior, consideram-se rendimentos provenientes de actos isolados os que, não representando mais de 50% dos restantes rendimentos do sujeito passivo, quando os houver, não resultem de uma prática previsível ou reiterada."

É possível haver mais do que um acto isolado durante o ano, desde que se tenha em conta os pressupostos anteriores, que estão a negrito.

Girassol

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

   

    Sim, eu próprio já passei 2 actos isolados nos 2 ultimos anos fiscais, e até foi à mesma entidade.. Nas finanças disseram-me que em caso de haver alguma fiscalização poderia ter problemas, mas como os valores em causa são fiscalmente irrisórios, n creio que isso vá acontecer...

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Boa tarde,

A minha situação é a seguinte:tenho rendimentos por conta de outrem no valor de 100€ e tenho um unico rendimento da Cat. B (suponho que seja acto isolado) no valor de 125€, retenção na fonte de 25€, e nao paguei iva pq deriva de uma actividade desportiva(acho que as federações estão isentas,pelo menos o recibo nao tem iva), e nao tenho nehum tipo de despesas.

Gostaria de saber se ao apresentar a declaração de irs sou obrigada a optar por acto isolado ou posso optar pela tributação da cat. A.Qual a mais apropriada para o meu caso?

ah..não estou colectada como independente.

Obrigada

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Boa tarde,

A minha situação é a seguinte:tenho rendimentos por conta de outrem no valor de 100€ e tenho um unico rendimento da Cat. B (suponho que seja acto isolado) no valor de 125€, retenção na fonte de 25€, e nao paguei iva pq deriva de uma actividade desportiva(acho que as federações estão isentas,pelo menos o recibo nao tem iva), e nao tenho nehum tipo de despesas.

Gostaria de saber se ao apresentar a declaração de irs sou obrigada a optar por acto isolado ou posso optar pela tributação da cat. A.Qual a mais apropriada para o meu caso?

ah..não estou colectada como independente.

Obrigada

Só uma pergunta: que idade tens? creio que com um rendimento tão baixo se assim tivesses menos de 26 bem que poderias entrar na declaração dos teus pais (embora não saiba se ainda vives com eles...)

De facto, se não estás colectada como independente, deverá tratar-se de um acto isolado...contudo, não deixa de ser estranho para mim o facto de teres feito retenção na fonte para um valor tão baixo!! e eu sempre pensei, do que já li sobre o assunto, que sobre o acto isolado, teria sempre obrigatoriamente de se declarar IVA e dep entregar o valor respectivo às finanças...deixa-me realmente confuso, o que apresentas, que é precisamente o contrário do que é normal, mas desconheço se existe alguma excepção para os rendimentos desportivos...

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Tenho menos de 26anos, mas nas finanças disseram -me que tinha de entregar uma declaração independente dos meus pais porque ja tinha rendimentos e também me informaram que as federações estavam isentas de iva.

A federação é que me passou uma declaração com valor iliquido e a retenção de 20%. No entanto o que me deixa algumas duvidas,fiz a simulação como acto isolado(cat B) e cat. A e apesar dos rendimentos serem tao baixos(uma vez k so comecei a trabalhar no final do ano) tenho de pagar sensivelmente 50euros.Não tenho despesas para apresentar.

Será que posso nao apresentar a declaração da federação?

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

  Mas uma situação: tens menos de 26 e ainda estás a estudar?

  Só se ainda fores estudante, para além da idade, é que tens direito a optar por entrar (ou não), na declaração de IRS dos teus pais!

  Em relação à simulação, acho esse valor perfeitamente desproporcionado (ainda para mais se te fizeram retenção na fonte aquando no acto isolado), pelo que te aconselho a expores a situação numa repartição de finanças (de preferência se tiveres alguma que te seja acessível e que tenha pouco movimento, caso contrário arriscas-te a ficar horas à espera!), porque é certo que, a confirmar-se que tens mesmo de entregar declaração, é certo que nela têm de figurar todos os teus rendimentos...

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Obrigada pela ajuda radical!!!:)

Ja contactei a repartição das finanças e informaram-me que é um acto unico. E esse rendimento não é acessorio pk ganho mais na cat. B do que na cat A, logo sou tributada pela cat. B. Daí ser normal pagar irs (pois entra um rendimento minimo), para isso não acontecer vou ter que apresentar despesas da educação.

Ja tratei de pedir 2via dos recibos da faculdade.

Obrigada!!

Parabens pelo blog, tem me ajudado imenso.

Radical sp k precisares tas à vontade.Obrigada pela atençao mais uma vez:)

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

  De nada, ora essa :)

  mas não te esqueças de colocar a retenção na fonte, numa tabela à parte, em separado aos rendimentos, no anexo B, já que esse valor já foi disponibilizado como imposto ao fisco, dependendo dos montantes das despesas que referes, poderás inclusive vir a receber essa parte de volta...

  no entanto, como apenas 30% das despesas de educação são dedutíveis, até um determinado montante que agora não me recordo ao certo, o ideal seria também arranjares despesas de saúde, que não têm qualquer limite de dedução...

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

ao realizar um acto isolado perco as regalias do primeiro emprego????

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Gostaria de saber qual a percentagem que se entrega à Repartição de Finanças depois de ter feito um acto isolado.

Obrigada

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Gostaria de saber qual a percentagem que se entrega à Repartição de Finanças depois de ter feito um acto isolado.

21% (IVA)

Mas não é necessariamente 21% do que te entregaram... passo a explicar:

Imaginemos que ganhaste 1000€ pelo teu trabalho. Desses devem fazer retenção na fonte de 21,5% para IRS e acrescentar mais 21% para o IVA. Ou seja, recebes 1000 - 215 + 210 = 995€

Deste dinheiro deves entregar 21% de 1000€ às Finanças, ou seja, os tais 210€

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

boa tarde, eu nunca trabalhei com acto isolado triplicado e gostaria de saber se eu trabalhar o que tenho que fazer em primeiro lugar e quais são o desconto que tenho que fazer. obrigado desde já.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

jordao

De acordo com o nº 3 do artº 3º do código do CIRS, que passo a citar:

"3 - Para efeitos do disposto nas alíneas h) e i) do número anterior, consideram-se rendimentos provenientes de actos isolados os que, não representando mais de 50% dos restantes rendimentos do sujeito passivo, quando os houver, não resultem de uma prática previsível ou reiterada."

É possível haver mais do que um acto isolado durante o ano, desde que se tenha em conta os pressupostos anteriores, que estão a negrito.

Girassol

Boas a todos!

Este é o meu primeiro post neste fórum, precisamente porque tenho uma dúvida relacionada com este assunto.

A minha interpretação do nº 3 do artº 3º do código do CIRS também é a da parte que destaquei a azul, porque realmente não faz sentido, nos casos das pessoas que realizam trabalhos esporádicos, imprevisíveis e de baixo valor como eu, não se possa realizar mais do que um acto isolado por ano, sujeitando-se a colectar-se para depois ter que pagar mais em impostos à Segurança Social do que o rendimento obtido pela actividade que exerce esporadicamente!!!  :-\

Gostaria, portanto, de te perguntar se o que escreveste e eu destaquei a azul é apenas a tua interpretação pessoal ou se as coisas são mesmo assim! É que não podia haver informações mais contraditórias quanto a isto!   ::)

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites
Gostaria, portanto, de te perguntar se o que escreveste e eu destaquei a azul é apenas a tua interpretação pessoal ou se as coisas são mesmo assim! É que não podia haver informações mais contraditórias quanto a isto!  ::)

As informações que contam são as que as Finanças dão. Quando te referes a informações contraditórias, é a experiência que tens nas Finanças ou referes-te ao que se encontra em vários fóruns na net? É que neste último caso concordo contigo - há coisas que se vão espalhando e as pessoas acreditam e continuam a espalhar; e mesmo aquela definição também já foi diferente, o que ajuda a aumentar a confusão...

Eu concordo com a Girassol. Agora, cuidado: se realizas vários desses trabalhos esporádicos e imprevisíveis em cada ano, durante 2, 3, 4 anos seguidos, começa a ser difícil advogar que se trata de uma prática não reiterada e que não devias antes abrir actividade.

Se trabalhares por conta de outrem, podes perfeitamente abrir actividade para estes casos e ficar isento do pagamento à SS uma vez que já descontas através da tua actividade por conta de outrem. Se não for o caso é mais complicado...

Para além disso, julgo que também depende um bocado da interpretação que cada repartição de Finanças faz daquele excerto da legislação. Portanto, para evitar surpresas, não há como colocar a questão directamente às Finanças...

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

As informações que contam são as que as Finanças dão. Quando te referes a informações contraditórias, é a experiência que tens nas Finanças ou referes-te ao que se encontra em vários fóruns na net? É que neste último caso concordo contigo - há coisas que se vão espalhando e as pessoas acreditam e continuam a espalhar; e mesmo aquela definição também já foi diferente, o que ajuda a aumentar a confusão...

Eu concordo com a Girassol. Agora, cuidado: se realizas vários desses trabalhos esporádicos e imprevisíveis em cada ano, durante 2, 3, 4 anos seguidos, começa a ser difícil advogar que se trata de uma prática não reiterada e que não devias antes abrir actividade.

Se trabalhares por conta de outrem, podes perfeitamente abrir actividade para estes casos e ficar isento do pagamento à SS uma vez que já descontas através da tua actividade por conta de outrem. Se não for o caso é mais complicado...

Para além disso, julgo que também depende um bocado da interpretação que cada repartição de Finanças faz daquele excerto da legislação. Portanto, para evitar surpresas, não há como colocar a questão directamente às Finanças...

Pois a questão é mesmo essa e é aí que "a porca torce o rabo"!  :-\ Como bom cidadão que acredita no funcionamento das instituições e que o Estado estará sempre pronto a aconselhar, o 1.º lugar a que me dirigi foram as Finanças. Coloquei a questão e daí fui logo "recambiado" para a Segurança Social. Aí, foi o perfeito descalabro: voltei a explicar a situação e, logo aí, foi areia demais para a camioneta da funcionária que me atendeu. Foi perguntar à chefe... que também não me sabia responder. A chefe, por sua vez, liga para o centro distrital para perguntar o que me deveria responder, pois ela também não sabia!  >:(. "Olhe, espere aí ao lado enquanto a minha chefe liga para o centro distrital e eu vou atendendo outros utentes". Espero... que remédio, e chega-me a chefe, a dizer que eu tinha de pagar as prestações à Segurança Social, blá, blá, blá, e que esse valor andaria pelos 75 € mensais, no mínimo. Foi quando comecei a ficar um bocado preocupado e tentei fazer ver à senhora o ridículo da situação: que os meus trabalhos são muito raros e de pequena monta e que por isso não faz qualquer sentido ter de pagar essas prestações, e ela a contrapor que, como eu estou desempregado, isso também vai interferir com o subsídio de desemprego, passando eu apenas a receber o parcial (aqui ainda poderia concordar, embora, segundo ela, eu teria que requerer o parcial e dizer quanto previa ganhar por mês para eles fazerem as contas - e eu a insistir que não sei dar qualquer previsão, pois o trabalho é esporádico e imprevisível), ao que ela, simplesmente, encolhia os ombros, dizendo que não sabia o que dizer-me, e para eu procurar mais informações no site da Segurança Social...

Ora mas isto é alguma coisa?? A própria Segurança Social não saber ajudar-me?? Mas o que é que é suposto eu fazer, então??

É que eu já ando nisto da tradução desde 2002, e nunca houve qualquer problema, pois estive a trabalhar até Maio de 2009. O problema foi quando fiquei desempregado (situação em que ainda estou actualmente), em que passei a ter que pagar essas prestações, e foi quando decidi encerrar actividade como tradutor, pois não estava a fazer traduções e estava a descontar mensalmente, o que não era, de forma alguma, compensador. Agora surgiram-me 2 pequenos trabalhos que eu não recusei, pois continuo a ter a esperança de um dia poder ter volume de trabalho suficiente para viver apenas dessa actividade, com todos os descontos que devem ser feitos, etc. Mas, pelo menos para já, em que estou na situação de desempregado + trabalhos ocasionais de pequena monta, se eu tiver de pagar as prestações não compensa de forma alguma eu estar a reiniciar actividade. Já o figurino seria diferente se eu tivesse um rendimento da tradução que me permitisse ganhar a vida com isso, ou se eu arranjasse emprego (que continuo a tentar diariamente). Mas como ainda não é essa a minha situação...

E como:

a) A Seg. Social não me sabe informar

B) A própria lei parece permitir algum livre-arbítrio (mas não é suposto ser assim!) o que é que eu hei-de fazer afinal??

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites
Pois a questão é mesmo essa e é aí que "a porca torce o rabo"!  :-\ Como bom cidadão que acredita no funcionamento das instituições e que o Estado estará sempre pronto a aconselhar, o 1.º lugar a que me dirigi foram as Finanças. Coloquei a questão e daí fui logo "recambiado" para a Segurança Social.

...

As instituições têm pessoas e ninguém é obrigado a saber responder na hora a todo e qualquer cenário que lhe apareça à frente.

Presumo que as Finanças te recambiaram para a SS por causa de uma informação que involuntariamente só deste agora que foi a de estares a receber o subsídio de desemprego.

E aí, também concordo que isso terá impacto na atribuição do mesmo... não sei como se processa o pedido para o subsídio de desemprego parcial, mas também não vejo que houvesse grande problema em fazê-lo apenas para o mês em que passas o acto isolado, não me parece que seja algo que tenhas que avisar com meio ano de antecedência ;)

A senhora, a quem provavelmente nunca tinha aparecido ninguém a colocar este tipo de questões, fico atrapalhada e começou a meter os pés pelas mãos... já uma vez me aconteceu nas Finanças de me darem uma resposta desse género, que não sabia... eu pedi-lhe (educadamente, claro) para me tentar descobrir a resposta e se me podia ligar depois mais tarde com a informação. Ela disse-me logo que não podia ligar, mas pediu-me que estivesse lá no dia seguinte à hora de abertura; assim fiz, ela veio logo ter comigo antes de começar o atendimento, com a informação toda escrita e em 2 minutos ficou tudo despachado... e pronto :)

De qualquer forma, eu seguia o conselho da senhora - coloca a questão através do site da SS. Todas as questões colocadas aí são tratadas centralmente, supostamente por alguém que está habituado a resolver este tipo de problemas. Seja como for, é sempre mais fácil de responder a este tipo de questões por email do que presencialmente - há tempo para consultar a legislação, não é preciso dar uma resposta na hora; recebemos uma resposta por escrito que também nós temos tempo de analisar com mais calma... acaba por correr quase sempre melhor.

Dois conselhos sobre isto: coloca sempre toda a informação que possa ser pertinente para o caso e dá sempre o teu número de identificação perante o serviço; e pede que te enviem referências para a legislação aplicável.

Uma resposta escrita dos serviços tem a vantagem de funcionar como meio de prova caso haja algum problema. Podes sempre alegar em tua defesa "mas mandaram-me fazer assim!" e não se fica na dúvida se não terias sido tu a perceber mal as instruções que te deram.

E como:

a) A Seg. Social não me sabe informar

B) A própria lei parece permitir algum livre-arbítrio (mas não é suposto ser assim!) o que é que eu hei-de fazer afinal??

o facto da lei permitir algum livre arbítrio não é necessariamente mau. A verdade é que há motivos para isso, ao fim e ao cabo, tratando-se de situações supostamente isoladas, não é fácil tipificar todos os cenários possíveis.

A menos de alguma indicação em contrário da SS, eu sugeria que avançasses com os actos isolados. tratas de tudo nas Finanças, depois vais à SS tratar do subsídio de desemprego parcial e pronto...

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Olá a todos,

estive a ler as informações por aqui e no site das finanças relativamente aos Actos Únicos e devido à confusão extrema que são estas leis e códigos permaneço com uma dúvida.

Sou trabalhador por conta de outrém, e fiz um serviço para a empresa de um amigo, ao que ele me pediu recibo. Como não estou a pensar em fazer outros serviços extras nos próximos tempos, decidi passar um Acto Único. Já percebi que, sendo trabalhador por conta de outrém e estando a descontar para a Segurança Social não preciso de pagar IRS. A dúvida permanece no entanto em relação ao IVA.

Já me foi dito que, caso o volume de negócios do ano anterior não seja superior aos 10000 euros, estou isento do pagamento do IVA, e acabei por encontrar essa mesma informação aqui: http://www.portaldaempresa.pt/cve/pt/FerramentasdeApoio/Guiao/versaoImpressao?guid={20D4516B-08C0-4A5F-862D-8D4B56AF66D2}

No entanto não encontrei nada em relação a isto no site da DGCI (isto é, não em relação ao IVA mas sim em relação ao IRS).

Alguém confirma ou desmente isto ?

Obrigado desde já.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Olá a todos,

estive a ler as informações por aqui e no site das finanças relativamente aos Actos Únicos e devido à confusão extrema que são estas leis e códigos permaneço com uma dúvida.

Sou trabalhador por conta de outrém, e fiz um serviço para a empresa de um amigo, ao que ele me pediu recibo. Como não estou a pensar em fazer outros serviços extras nos próximos tempos, decidi passar um Acto Único. Já percebi que, sendo trabalhador por conta de outrém e estando a descontar para a Segurança Social não preciso de pagar IRS. A dúvida permanece no entanto em relação ao IVA.

Já me foi dito que, caso o volume de negócios do ano anterior não seja superior aos 10000 euros, estou isento do pagamento do IVA, e acabei por encontrar essa mesma informação aqui: http://www.portaldaempresa.pt/cve/pt/FerramentasdeApoio/Guiao/versaoImpressao?guid={20D4516B-08C0-4A5F-862D-8D4B56AF66D2}

No entanto não encontrei nada em relação a isto no site da DGCI (isto é, não em relação ao IVA mas sim em relação ao IRS).

Alguém confirma ou desmente isto ?

Obrigado desde já.

Tal como já foi exposto antes neste tópico, acto isolado não obriga necessariamente a retenção na fonte, mas implica sempre que se cobre IVA por cima do valor e que se entregue os 21% a que está actualmente a taxa nas Finanças...

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Vai para aí uma confusão :)

Já percebi que, sendo trabalhador por conta de outrém e estando a descontar para a Segurança Social não preciso de pagar IRS.

Claro que tens de pagar IRS. Quando muito não precisas de fazer retenção na fonte...

Tanto quanto sei isso só depende do facto da entidade a quem se presta o serviço ter ou não contabilidade organizada, não se trabalhas por conta de outrem nem se fazes descontos para a SS...

Já me foi dito que, caso o volume de negócios do ano anterior não seja superior aos 10000 euros, estou isento do pagamento do IVA, e acabei por encontrar essa mesma informação aqui: http://www.portaldaempresa.pt/cve/pt/FerramentasdeApoio/Guiao/versaoImpressao?guid={20D4516B-08C0-4A5F-862D-8D4B56AF66D2}

Esse limite de 10.000€ aplica-se aos trabalhadores independentes (recibos verdes) que estejam no regime simplificado, não tem nada a ver com o acto isolado.

Já agora, no link que indicaste não encontrei a informação que referes. Além de que a informação que lá está já está um bocado desactualizada...

Compreendo a tua confusão. Diz-se muita coisa sobre o acto isolado, nem sempre coisas particularmente acertadas... Ficam aqui alguns sites com boa informação fiscal (em particular sobre o acto isolado):

Portal das finanças

MillenniumBCP

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Boa tarde,

Estou com sérios problemas a perceber com funciona a “Declaração acto isolado.”

A declaração que me foi entregue nas finanças para preencher tem os seguintes campos:

1) Honorários……………………………………….€___

2) IVA – Taxa em vigor…………………………….€____

3) Sub Total (1+2)…………………………………..€____

4) IRS – Retenção na fonte……………………….....€____

5) Total a receber (1+2)-4…………………………...€____

Tendo em conta estes parâmetros o que tenho eu que pagar de impostos?

- IVA – a ser pago nas finanças ate o final do mês seguinte á conclusão do trabalho

- IRS? Quem o paga? Sendo uma retenção na fonte?

Vamos supor que o valor LIQUIDO que tenho a receber são €435.75. (No fim do dia a minha conta bancaria devera ficar 435.75euros mais rica) Alguém me pode explicar o que por em cada linha?

Muito obrigado

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Boa tarde,

Estou com sérios problemas a perceber com funciona a “Declaração acto isolado.”

A declaração que me foi entregue nas finanças para preencher tem os seguintes campos:

1) Honorários……………………………………….€___

2) IVA – Taxa em vigor…………………………….€____

3) Sub Total (1+2)…………………………………..€____

4) IRS – Retenção na fonte……………………….....€____

5) Total a receber (1+2)-4…………………………...€____

Tendo em conta estes parâmetros o que tenho eu que pagar de impostos?

- IVA – a ser pago nas finanças ate o final do mês seguinte á conclusão do trabalho

- IRS? Quem o paga? Sendo uma retenção na fonte?

Vamos supor que o valor LIQUIDO que tenho a receber são €435.75. (No fim do dia a minha conta bancaria devera ficar 435.75euros mais rica) Alguém me pode explicar o que por em cada linha?

Muito obrigado

é simples, com esse valor que referes, a retenção na fonte não é obrigatória, pelo que não precisarás de te preocupar, fica em branco.

em relação, funciona tal e qual estivesses a pagar uma factura normal de um trabalho contratado a um profissional de qualquer ramo, ou seja, ao valor dos honorários acresce 21%, valor esse a liquidar nas finanças no tal prazo do mês seguinte, ou seja, o que tens a receber da empresa é o total em 5), muito embora no fim de contas o teu lucro seja apenas o valor em 1)

assim:

1) Honorários……………………………………….€          435,75

2) IVA – Taxa em vigor…………………………….€        91,51

3) Sub Total (1+2)…………………………………..€      527,26

4) IRS – Retenção na fonte……………………….....€          0

5) Total a receber (1+2)-4…………………………...€  527,26

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Para já, muito obrigado pela resposta.

No entanto ja surgiu outra duvida.

"Aqui lhe envio o parecer técnico da OTOC e que pela lei tem de ser retida a percentagem de 11,5% de IRS.

O OE2010 actualizou o conceito de “acto isolado” integrando-o no regime simplificado, o que obriga a retenção na fonte à taxa em vigor, os 11,50%."

é assim? Se for entao os valores da minha questao mudam? quem é esperado fazer o pagamento dos 11.5%? eu ou a empresa?

Obrigado mais uma vez!

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Se for entao os valores da minha questao mudam? quem é esperado fazer o pagamento dos 11.5%? eu ou a empresa?

Se é mesmo assim não sei dizer. Mas a responsabilidade de pagar o IRS obviamente é tua. A empresa retem o dinheiro e entrega-o depois ao Estado.

Um exercício - se não fizesses retenção na fonte, eras na mesma tu que no próximo ano, depois de preencher a declaração, tinhas que entregar o dinheiro do IRS, certo?

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Este conteúdo terá de ser aprovador por um moderador

Visitante
Está a comentar como Visitante. Se já se registou, por favor entre com o seu Nome de Utilizador.
Responder a este tópico

×   Colou conteúdo com formatação.   Remove formatting

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor