Diogocbranco@yahoo.es

Advogado ou Solicitador

7 publicações neste tópico

Começo por pedir desculpa se estou abrir este tópico no lugar errado ,mas não sei onde levantar a questão sem estar a interromper outra discussão.

Não percebo nada, e sempre tive muita dificuldade em interpretar legislação e documentos afins. Mesmo os muito poucos complexos. Passo contextualizar a questão:

- Não sou casado e não tenho filhos

- Houve um testamento(do meu pai)

- Uma das partes contestou o testamento(havia vários herdeiros)

- Chegou-se a um acordo. Esse mesmo acordo (do pouco que percebo da sua leitura)  vem "carregado" de cláusulas.

- Desse acordo resultou eu ficar co-proprietário(não sei se ainda existe termo) de uma serie de imóveis.

- Estou interessado em vender a minha parte aos outros co-proprietários (irmãos que têm filhos).

- Quero propor-lhes um acordo razoável que seja a contento das partes. Eventualmente até ser menos bom para mim, pois já percebi que esta coisa de "partilhas"( neste caso não o seria) o ideal é as pessoas falarem em vez de andarem em advogados, tribunais, etc, etc Isto já sem falar que eles(meus irmãos e co-propriétarios) têm bons advogados e nunca se importariam de arrastar o assunto em tribunal sine die

- Para isso tenho que interpretar o dito acordo, relação de bens que possuímos em conjunto, etc  Não quero estar avançar futuramente com propostas que sejam depois liminarmente postas de parte, por uma ou outra razão, pois como disse existem N cláusulas no acordo que eu não percebo.

- O ideal seria pôr um advogado que examinasse a documentação: acordo, e relação de bens móveis e imóveis existentes, etc ( a minha ignorância é tal que nem consigo interpretar muito bem as cadernetas prediais e rústicas existentes).

Acontece que estando desempregado consultar um advogado(para me esclarecer uma serie de pontos) é-me incomportável financeiramente.

A QUESTÃO.

- Será que um solicitador não está apto para me analisar toda a documentação para que eu depois, pessoalmente, possa apresentar-lhes uma proposta que não seja descabida e inviável. Ou será que isto o ideal é mesmo o aconselhamento de um advogado.

- Sei que muitas vezes isto não corresponde totalmente à verdade, mas talvez um solicitador não me leve tanto dinheiro como um advogado, e como teoricamente não é uma coisa muito complicada.....Como imaginam por muito barato que seja para quem está desempregado....

Desculpem este bla, bla, todo, só para levantar uma questão tão simples.

Espero que também não esteja muito confusa esta contextualização.

Obrigado desde já.

 

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nao faço ideia...

se um solicitador têm capacidade para isso.

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Não desfazendo no facto de que seria muito mais prático alguém com experiência olhar para toda a documentação em conjunto, talvez se transpuseres as cláusulas que não percebes desse para te dar uma ajuda?

À partida, os demais co-proprietários têm o direito de compra. Mas como tu lhes queres justamente vender a eles, isso não seria um entrave. Sabes, pelo menos, se do outro lado existe interesse em comprar a(s) tua(s) parte(s)?

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O pior é se do outro lado verem que este lado quer livrar-se daquilo... e tentarem baixar o valor

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Obrigado pelas respostas.

1- Prefiro não transcrever aqui publicamente as dúvidas pois teria que publicar alguns documentos para contextualizar.

2 - Do outro lado sabem perfeitamente que tenho interesse em "livrar-me" daquilo.

3 - Dado que não tenho filhos, do outro lado, na minha opinião, existe uma atitude "passiva", pois sabem que, mais tarde ou mais cedo, eles, ou os seus sucessores, hão-de herdar uma parte desses bens. Penso que é assim dado que serão os familiares mais próximos.

Realmente o que eu queria tentar era apresentar uma proposta razoável que fosse o suficientemente apelativa para a outra parte se interessar. Já tenho umas ideias mas não sei se elas vão de encontro ao que legalmente é permitido.

Penso que só aconselhamento jurídico vou conseguir futuramente resolver isto. Com advogado, ou com solicitador

Obrigado

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3 - Dado que não tenho filhos, do outro lado, na minha opinião, existe uma atitude "passiva", pois sabem que, mais tarde ou mais cedo, eles, ou os seus sucessores, hão-de herdar uma parte desses bens. Penso que é assim dado que serão os familiares mais próximos.
Podes casar... ou decidir deixar a tua parte em testamento a outra pessoa... lá porque não se tem filhos nunca é certo que uma eventual herança vá parar às mãos deles...
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...

- Não sou casado e não tenho filhos

- Houve um testamento(do meu pai)

- Uma das partes contestou o testamento(havia vários herdeiros)

- Chegou-se a um acordo. Esse mesmo acordo (do pouco que percebo da sua leitura)  vem "carregado" de cláusulas.

- Desse acordo resultou eu ficar co-proprietário(não sei se ainda existe termo) de uma serie de imóveis.

- Estou interessado em vender a minha parte aos outros co-proprietários (irmãos que têm filhos).

- Quero propor-lhes um acordo razoável que seja a contento das partes. Eventualmente até ser menos bom para mim, pois já percebi que esta coisa de "partilhas"( neste caso não o seria) o ideal é as pessoas falarem em vez de andarem em advogados, tribunais, etc, etc Isto já sem falar que eles(meus irmãos e co-propriétarios) têm bons advogados e nunca se importariam de arrastar o assunto em tribunal sine die

- Para isso tenho que interpretar o dito acordo, relação de bens que possuímos em conjunto, etc  Não quero estar avançar futuramente com propostas que sejam depois liminarmente postas de parte, por uma ou outra razão, pois como disse existem N cláusulas no acordo que eu não percebo.

- O ideal seria pôr um advogado que examinasse a documentação: acordo, e relação de bens móveis e imóveis existentes, etc ( a minha ignorância é tal que nem consigo interpretar muito bem as cadernetas prediais e rústicas existentes).

Acontece que estando desempregado consultar um advogado(para me esclarecer uma serie de pontos) é-me incomportável financeiramente.

A QUESTÃO.

- Será que um solicitador não está apto para me analisar toda a documentação para que eu depois, pessoalmente, possa apresentar-lhes uma proposta que não seja descabida e inviável. Ou será que isto o ideal é mesmo o aconselhamento de um advogado.

- Sei que muitas vezes isto não corresponde totalmente à verdade, mas talvez um solicitador não me leve tanto dinheiro como um advogado, e como teoricamente não é uma coisa muito complicada.....Como imaginam por muito barato que seja para quem está desempregado....

...

Embora um solicitador lhe leve menos dinheiro, deverá ficar melhor servido com um advogado face à complexidade (e montantes envolvidos) no processo.

Pode solicitar um advogado na sua junta de freguesia ou na segurança social. Eles informam-no dos documentos necessários para o efeito!...

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