Guilhao

Como investir no futuro próximo?

17 publicações neste tópico

Sou estudante e tenho neste momento praticamente 20.000 no Fundo VIP (foi-me feito pelo meu avô que era bancário antes de se reformar e foi prenda dos 18 anos) e tenho ainda 11.000 nos CTPM feito ainda em 2014. Não tenho dinheiro nenhum em depósitos a prazo neste momento porque tinha um de 1 ano que quando acabou já dava juros muito mais baixos foi nessa altura que o meu avô me mostrou os CTPM e foi lá que meti. Até aproveitei isso para vender jogos de consola antigos que já não usava para fazer algum dinheiro extra e aproveitar essas boas taxas.

Entretanto os CTPM pagam agora muito menos e queria arranjar algo melhor. O Fundo VIP, apesar ser de risco escalão 1 segundo a informação que aparece no site, o meu avô disse-me para não colocar lá mais dinheiro porque nunca se sabe, pois já lá fui pondo algum ao longo dos anos desde que ele me criou. Eu concordo, pois já tenho lá mais de metade das minhas poupanças.

Apesar de não trabalhar, vou tendo alguns rendimentos. Além do dinheiro que familiares me dão e dos juros das poupanças, consegui acumular lucros superiores a 2.000 com apostas desportivas ao longo de uns 4 ou 5 anos. Apesar dos lucros, nunca me dediquei a sério a isso, pois era mais um hobby que dava algum dinheiro, e agora com a nova lei das apostas online, preferi levantar esse dinheiro. Além disso ainda tenho outros 2.000 disponíveis e vou fazendo 100 a 200 por mês a jogar um jogo online e a escrever artigos sobre esse jogo (pago em material de jogo que depois vendo a outros jogadores e é permitido pela empresa do jogo).

Isto faz com que tenha neste momento 3.000 a 4.000 para investir, além do que vou ganhando por mês com o jogo. O meu objectivo é conseguir rentabilizar bem o dinheiro, de modo a conseguir cada vez mais que os juros obtidos no total, se vão aproximando de um ordenado. Obviamente não quero correr riscos elevados e por isso gostava de saber qual deverá ser o meu próximo investimento.

Li que o Benfica vai lançar um empréstimo obrigacionista com taxa prevista de 4.75% a qual eu gostaria de aproveitar. Mas gostava de saber a vossa opinião do risco desta, de outras possíveis alternativas melhores e já agora também a vossa opinião dos meus investimentos no Fundo VIP e CTPM.

Desde já obrigado.

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Boa tarde...Se puder responder qual a rentabilidade que retirou com essas duas aplicações desde o seu inicio...qual o risco que esta disposto a correr para futuro, o profit que procura e o tempo da aplicação...

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Os CTPM ainda não retirei nada pois ainda não passou um ano. As taxas brutas são 2,75% 1º ano, 3,75% 2º ano, 4,75% 3º ano e 5% + algum dependendo do PIB nos 4º e 5º anos. Já do Fundo VIP neste momento com quase 20.000 rende 126 de 3 em 3 meses pagando 0.06 por unidade, mas já pagou 0.08 e 0.07 no passado.

Tempo de aplicação não é propriamente uma preocupação. Claro que uma pessoa nunca sabe o dia de amanha, mas como os CTPM e o Fundo VIP posso retirar quando quiser, não vai ser problema não conseguir retirar uma quantia bem menor. Algum risco sempre corremos mas não pretendo correr riscos elevados e lucro, o máximo possível sem correr esses elevados riscos. Por exemplo se no mesmo risco das Obrigações do Benfica, houver algo melhor, interessava-me.

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Boa tarde, segundo o que li sobre o Fundo VIP, apesar de ser um fundo bastante antigo e com uma regularidade de ganhos anuais, não garante nem capital nem ganhos...logo o risco é elevado, como é um fundo que esta depositado no Montepio, despois das recentes noticias sobre os empréstimos realizados sem qualquer garantia no valor de 2.000 milhões de euros metade da almofada que precisou o BES de ajuda do estado, sendo o Montepio 1/3 do que foi o BES, acho um produto atualmente nos nossos dias com risco muito elevado e não o que apregoam,

Em relação aos CTPM apesar de ser um produto com segurança e de capital garantido, se retirar antes dos 5 anos perde todos os juros e o único risco que tem é que esta adquirir divida publica, apesar de os representantes do governo dizerem que estamos bem e que esta crise da europa com a Grécia não ira afetar, não deixam também de dizer que é uma situação nova nunca antes vivida, logo abrem a porta para o imprevisto, no passado quando foi o caso BPN estávamos bem no BES igual e quando pedimos ajuda externa estávamos melhor, contudo o imprevisto aconteceu...por isso acho que deve pensar bem aonde e como investir pois o seu risco actual e altamente elevado, apesar de estar a ganhar dinheiro...

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Bem se CTPM e um fundo de risco 1 é ter um risco "altamente elevado" acho melhor guardarmos o dinheiro todo debaixo do colchao..oh.. no, wait..

Para o que pretendes, na minha opiniao, o melhor seria criar uma carteira de fundos que quando bem diversificada apresenta risco bastante reduzido e rentabilidades interessantes. Depois depende de ti o quanto estas disposto a arriscar para melhorar as rentabilidades, mas assim por alto diria que consegues um portfolio que te renda 4/5 % ao ano com um risco relativamente baixo (provavelmente bastante mais baixo que qualquer obrigacao de um clube)

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eu só elevo o risco, devido a uma analise do passado, há 10 anos atras quem pensava que divida publica portuguesa seria lixo, e que viríamos mais tarde a precisar de ajuda externa...e que bancos como o BPN ou BPP que era um banco só para alguns, ou ate o BES, quando analiso o FUNDO VIP tenho que ver tudo o que esta ligado a esse fundo, e não o risco que dizem ter...15 dias antes do BES estourar o governador do banco de Portugal disse que o BES tinha uma almofada de 2.000 milhões de euros, contudo precisou de 4.9M.Milhoes de euros, eu não digo que ponham debaixo do colchão, digo é devem reduzir o risco e diversificar mais...e pensarem em aprenderem a negociar vocês mesmos direto no mercado, aumentando assim os ganhos de 2% ano para 2% Mês ou mais...deixando que outros enriqueçam as custas do vosso dinheiro...para depois estourarem e vocês andarem em manifestações atras do vosso dinheiro...vejam a historia o passado do pais, o que se esta a passar em Portugal com os bancos já se passou no passado...continuo a dizer os bancos são um esquema de ponzi mas legal...Se querem ganhar dinheiro...façam vocês mesmos as coisas...não estejam a espera dos outros...

“Se no mercado há mais tontos que papel, a bolsa sobe. Se há mais papel que tontos, a bolsa baixa”

“O que na Bolsa sabem todos, não me interessa“

“As palabras más úteis na bolsa são: quem sabe, segundo se espera, possivelmente, poderia ser, não obstante, a pesar, certamente, eu acredito, eu opino, mas, possivelmente, me parece... Todo quanto se acredita e se diz é condicionado”

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> Os CTPM podem ser resgatados ao fim de um ano, daí para a frente só perde os juros ainda não vencidos.

> Na conjuntura actual, a diversificação já não me parece tão linear de salvaguardar eventuais perdas, pode até limitar maiores rendimentos, senão vejamos:

Por exemplos:

Se uma carteira diversificada que tenha como base liquidez, depois obrigações, e depois acções, havendo grandes oscilações nos mercados (como actualmente se verifica), a carteira continua diversificada mas não deixa de ser negativa, pois a liquidez não cobre o resto.

Se uma carteira diversificada que tenha as proporções inversas da anterior, sofrerá maiores perdas, porque queremos arriscar mais para ter mais (até aqui tudo é espectável), mas o espaço e o tempo de adivinhar o futuro é cada vez mais curto e também cada vez mais incerto.

O que interessa diversificar, por exemplo nos EUA, se ao fim ao cabo parece que estão sincronizados com a Europa? Ásia? Parece que tudo e todos "remam" para o mesmo lado? A Grécia em vez de ser um "vulcão" em erupção e confinado à sua zona geográfica, é sim um vulcão local que propaga por todo o planeta!

Diversificar limita, a meu ver, a rentabilidade, pois estou mentalmente a jogar para não perder! Se o que se pretende é ganhar, então é preciso arriscar alto, nem que seja nas biotecnologias, nos emergentes, nas idas a Marte, etc.

O problema dos investimentos actualmente, é saber onde e em quê.

Pois, não há nada demasiado seguro, não há nada demasiado bom, apenas uma nuvem cinzenta a aumentar as dúvidas, esperando para que as mesmas não aumentem depois as ... dívidas.laugh.gif

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A diversificação passa um pouco por em vez de apostar all in no PSI20 e ter uma desvalorização de 5%, ter também S&P 500 com desvalorização de 2%.

Minimiza o risco, mas não quer dizer que não tendam a ir para a mesma direcção, embora isso acontece quando geralmente existe algo "global" a interferir, que é o caso da Grécia.

Deves de conhcer concerteza aquelas tabelas da JpMorgan com os históricos dos sectores de activos para 10 anos, onde o "sector" portfolio se destaca geralmente a meio das tabelas pela vertente da diversificação.

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Pois... realmente têm razão no que dizem...contudo se eu acho que PSI20 tem tendência a desvalorizar por um período de um ano eu entro a negociar a favor dessa desvalorização, como vocês compraram ETFs ou CFDs desse índice através de um banco que só vos permite entrar a comprar (valorizar)...eu acompanho a tendência do mercado em queda ganhando o que vocês estiverem a perder...não é bem...bem assim...mas penso que deu para perceber...o diversificar é pegar em por ex: 10.000 dividir por 10 = 1.000 e investir em dez ativos diferentes a um ano controlando o risco para não passar acima de 1% de perda...vocês ate podem estar enganados na analise 5 ativos e perderam 0,5% mas se os outros 5 ativos estiverem certos na vossa analise vocês vão fazer 3 a 4 ou mais % num ano... logo 5 x 3% = 15% - 0,5% = 14,5% de ganho isto sim é diversificar com gestão de risco e de ganho...

Lembrem-se que nos mercados financeiros para alguém ganhar alguém tem que estar a perder...

Um Ativo funciona como um esquema de ponzi os primeiros são sempre os que vão ganhar e os últimos são os que vão dar de ganhar aos primeiros...e a historia repete-se novamente...claro esta que nesta cadeia alimentar os tubarões e os leões estão no topo da cadeia...nos conseguimos comer se seguirmos essa cadeia alimentar e não ir contra ela...

Kipper und Wipper 1623 Germany Financial crisis during the start of the Thirty Years' War (1621-1623)

Tulip mania Bubble 1637 Netherlands A bubble (1633–37) in the Netherlands during which contracts for bulbs of tulips reached extraordinarily high prices, and suddenly collapsed

The Mississippi Bubble 1720 France Banque Royale by John Law stopped payments of its note in exchange for specie and as result caused economic collapse in France. 

South Sea Bubble of 1720 1720 United Kingdom Affected early European stock markets, during early days of chartered joint stock companies 

Bengal Bubble of 1769 1769 United Kingdom Primarily caused by the British East India Company, whose shares fell from £276 in December 1768 to £122 in 1784 

Crisis of 1772 1772 United KingdomUnited States 

Financial Crisis of 1791 1791 United States Shares of First bank of US boom and bust in Aug and Sept 1791. Groundwork of Alexander Hamilton's cooperation with the Bank of New York to end this event would be crucial in ending the Panic of 1792 next year. 

Financial Panic of 1792 1792 United States 

Panic of 1796–1797 1796 United KingdomUnited States 

Panic of 1819 1819 United States 

Panic of 1825 1825 United Kingdom 

Panic of 1837 10 May 1837 United States 

Panic of 1847 1847 United Kingdom 

Panic of 1857 1857 United States 

Panic of 1866 1866 United Kingdom 

Black Friday 24 Sep 1869 United States 

Panic of 1873 9 May 1873  Initiated the Long Depression in the United States and much of Europe 

Paris Bourse crash of 1882 19 Jan 1882 France 

Panic of 1884 1884   

Encilhamento 1890 Brazil Lasting 3 years, 1890-1893, a Boom and bust process that boomed in late 1880s and burst on early 1890s, causing a collapse in the Brazilian economy and aggravating an already unstable political situation.

Panic of 1893 1893 United States 

Panic of 1896 1896 United States 

Panic of 1901 17 May 1901 United States Lasting 3 years, the market was spooked by the assassination of President McKinley in 1901, coupled with a severe drought later the same year. 

Panic of 1907 Oct 1907 United States Lasting over a year, markets took fright after U.S. President Theodore Roosevelt had threatened to rein in the monopolies that flourished in various industrial sectors, notably railways. 

Wall Street Crash of 1929 24 Oct 1929 United States Lasting over 4 years, the bursting of the speculative bubble in shares led to further selling as people who had borrowed money to buy shares had to cash them in, when their loans were called in. Also called the Great Crash or the Wall Street Crash, leading to the Great Depression. 

Recession of 1937–38 1937 United States Lasting around a year, this share price fall was triggered by an economic recession within the Great Depression and doubts about the effectiveness of Franklin D. Roosevelt's New Deal policy. 

Kennedy Slide of 1962 28 May 1962 United States Also known as the 'Flash Crash of 1962'

Brazilian Markets Crash of 1971 July 1971 Brazil Lasting through the 1970s and early-1980s, this was the end of a boom that started in 1969, compounded by the 1970s energy crisis coupled with early 1980s Latin American debt crisis.

1973–74 stock market crash Jan 1973 United Kingdom Lasting 23 months, dramatic rise in oil prices, the miners' strike and the downfall of the Heath government. 

Souk Al-Manakh stock market crash Aug 1982 Kuwait 

Black Monday 19 Oct 1987 United States 

Rio de Janeiro Stock Exchange Crash June 1989 Brazil Rio de Janeiro Stock Exchange Crash, due its weak internal controls and absence of credit discipline, that led to its collapse, and of which it never recovered

Friday the 13th mini-crash 13 Oct 1989 United States Failed leveraged buyout of United Airlines causes crash 

Early 1990s recession July 1990 United States Iraq invaded Kuwait in July 1990, causing oil prices to increase. The Dow dropped 18% in three months, from 2,911.63 on July 3 to 2,381.99 on October 16,1990. This recession lasted approximately 8 months. 

Japanese asset price bubble 1991 Japan Lasting approximately twenty years, through at least the end of 2011, share and property price bubble bursts and turns into a long deflationary recession. Some of the key economic events during the collapse of the Japanese asset price bubble include the 1997 Asian financial crisis and the Dot-com bubble. In addition, more recent economic events, such as the late-2000s financial crisis and August 2011 stock markets fall have prolonged this period. 

Black Wednesday 16 Sep 1992  The Conservative government was forced to withdraw the pound sterling from the European Exchange Rate Mechanism (ERM) after they were unable to keep sterling above its agreed lower limit. 

1997 Asian financial crisis 2 July 1997 Thailand Hong Kong Philippines South Korea Indonesia Investors deserted emerging Asian shares, including an overheated Hong Kong stock market. Crashes occur in Thailand, Indonesia, South Korea, Philippines, and elsewhere, reaching a climax in the October 27, 1997 mini-crash. 

October 27, 1997 mini-crash 27 Oct 1997  Global stock market crash that was caused by an economic crisis in Asia. 

1998 Russian financial crisis 17 Aug 1998 Russia The Russian government devalues the ruble, defaults on domestic debt, and declares a moratorium on payment to foreign creditors. 

Dot-com bubble 10 March 2000 United States Collapse of a technology bubble, world economic effects arising from the September 11 attacks and the stock market downturn of 2002.

Economic effects arising from the September 11 attacks 11 Sep 2001  The September 11 attacks caused global stock markets to drop sharply. The attacks themselves caused approximately $40 billion in insurance losses, making it one of the largest insured events ever. 

Stock market downturn of 2002 9 Oct 2002  Downturn in stock prices during 2002 in stock exchanges across the United States, Canada, Asia, and Europe. After recovering from lows reached following the September 11 attacks, indices slid steadily starting in March 2002, with dramatic declines in July and September leading to lows last reached in 1997 and 1998. 

Chinese stock bubble of 2007 27 Feb 2007 China The SSE Composite Index of the Shanghai Stock Exchange tumbles 9% from unexpected selloffs, the largest drop in 10 years, triggering major drops in worldwide stock markets.

United States bear market of 2007–09 11 Oct 2007 United States Till June 2009, the Dow Jones Industrial Average, Nasdaq Composite and S&P 500 all experienced declines of greater than 20% from their peaks in late 2007.

Financial crisis of 2007–08 16 Sep 2008 United States On September 16, 2008, failures of large financial institutions in the United States, due primarily to exposure of securities of packaged subprime loans and credit default swaps issued to insure these loans and their issuers, rapidly devolved into a global crisis resulting in a number of bank failures in Europe and sharp reductions in the value of equities (stock) and commodities worldwide. The failure of banks in Iceland resulted in a devaluation of the Icelandic króna and threatened the government with bankruptcy. Iceland was able to secure an emergency loan from the IMF in November. Later on, U.S. President George W. Bush signs the Emergency Economic Stabilization Act into law, creating a Troubled Asset Relief Program (TARP) to purchase failing bank assets.

2009 Dubai debt standstill 27 Nov 2009 United Arab Emirates Dubai requests a debt deferment following its massive renovation and development projects, as well as the Great Recession. The announcement causes global stock markets to drop.

European sovereign debt crisis 27 April 2010 Europe Standard & Poor's downgrades Greece's sovereign credit rating to junk four days after the activation of a €45-billion EU–IMF bailout, triggering the decline of stock markets worldwide and of the Euro's value, and furthering a European sovereign debt crisis.

2010 Flash Crash 6 May 2010 United States The Dow Jones Industrial Average suffers its worst intra-day point loss, dropping nearly 1,000 points before partially recovering.

August 2011 stock markets fall 1 Aug 2011  Stock markets around the world plummet during late July and early August, and are volatile for the rest of the year.

Estas são todas as crises que existiram nos mercados financeiros em que muitos perderam tudo e poucos ganharam tudo...façam parte da minoria....

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Não propiamente... o que você vai ganhar alguém vai ter que pagar... pode não ser uma perda no sentido da palavra... mas representa um custo(perda) para alguém...

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Não propiamente... o que você vai ganhar alguém vai ter que pagar... pode não ser uma perda no sentido da palavra... mas representa um custo(perda) para alguém...

ok. Então no caso da apple, e de tantas outras grandes empresas, do ponto de vista macro, por exemplo, são os consumidores que a pagam, não sei se isso significa perda, pois eles compram um bem que que tem utilidade no desempenho da sua tarefa. Dizer que alguem ganha alguem perde, é muito redutor porque ignora o crescimento economico, populacional, de utilidade dos bens, de desenvolvimento com recurso a credito, etc

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Eu entendo o seu ponto de vista... mas atualmente a maior parte dos ativos financeiros valorizam e desvalorizam, sim devido a sua situação económica, mas oscilam mais devido a lei da procura e da oferta...

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Por muito bem que esse estratégia possa resultar para si, não creio que seja algo acessível a toda gente, em particular na situação do Guilhão.

Já não sei que personalidade disse que a diversificação é para os "ignorantes". Resigno-me a minha condição de ignorante, pois o mercado está sempre mais bem informado do que eu. E penso que isto se aplica à grande generalidade da população. Logo o método mais eficiente é mesmo ter uma carteira diversificada.

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Diversificar não pode ser para ignorantes...se alguém o disse esta completamente errado...nos dias de hoje investir em instrumentos financeiros é um risco, quantos menos intermediários existirem mais controle do risco nós temos...a estratégia que apresento qualquer um abrindo uma conta num broker...pode e consegue aplicar a mesma...com cabeça...sem ganancia e uma boa gestão de risco/lucro...e claro diversificando...

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Note-se que eu pus ignorantes entre "". E não foi apenas por estética.

Quanto à personalidade que referia, já descobri. Foi o próprio Warren Buffet. A expressão exacta foi esta "Diversification is protection against ignorance. It makes little sense if you know what you are doing."

Como nem todos temos os conhecimentos, paciência e tempo para saber os ins e outs de várias empresas, construir uma carteira diversificada é a melhor maneira de nos protegermos da nossa ignorância e conseguir retornos interessantes (embora potencialmente inferiores a quem seja mesmo bom  nestes assuntos).

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O conceito diversificação pode ter significados completamente diferentes dentro da cabeça de cada indivíduo.

Eu posso dizer que tenho uma carteira diversificada no sentido do "equilíbrio sustentado" onde tenho por exemplo depósitos, seguros, obrigações, fundos, estruturados, matérias-primas, obras de arte, carros clássicos, etc...

... mas, também posso dizer que tenho uma carteira diversificada no sentido de investir sempre no alto risco, por exemplo só acções, se o objectivo for para "fazer dinheiro".

Mesmo dentro de um perfil básico conservador em que só tenha depósitos a prazo, posso considerar ter uma carteira diversificada, sejam DP's com taxa fixa, indexada, com diferentes prazos, etc.

A diversificação não pressupõe uma repartição equitativa de todos os activos da carteira. Uma carteira com 1% em DP's + 99% em acções, pode não ser uma carteira equilibrada, mas é diversificada. :laugh:

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