Lizzie

Por onde começar?

28 publicações neste tópico

Olá a todos! Tenho seguido atentamente o fórum e quero iniciar-me no mundo dos investimentos, por isso um desafio: por onde deveria começar alguém com 30 anos, com rendimento de mais ou menos 10k/ano e com 10.000€ de poupança? O objectivo (não se riam) seria chegar aos 500.000€, daqui a alguns anos.

Tenho 2 PPR e 1 DP que não anda a render grande coisa.

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Olá,

É assim, se tens 10k em poupanças e ganhas 10k/ano, ganhas cerca de 833€ por mês (considerando 12 meses). Daqui não sei quanto vais conseguindo poupar, mas exagerando bastante vou afirmar que conseguias poupar 400€/mês o que dava 4800€/ano.

Utilizando este simulador do banco invest para não ter muito trabalho com as contas e supondo que conseguirias uma taxa liquida de 10%/ano vamos ver quanto terias daqui a 10 anos, com base nestes pressupostos altamente benéficos.

Ao fim de 10 anos ias ficar com um valor total de 110k €, muito longe dos 500k € e nesta simulação assumi que conseguias poupar bastante do que ganhas e que tinhas acesso a excelentes taxas. Agora as taxas garantidas (como DP, CTPM, ...) não estão famosas e a única forma de obter rentabilidades desta ordem é correndo riscos e apostar em fundos (principalmente de acções e obrigações). Mas tendo isto o seu risco não sabes se realmente conseguirias fazer render o que desejas.

A minha sugestão para ti é que tens de ser um bocado mais realista e saberes que seria difícil, muito difícil, obter essa quantia tendo em conta os pressupostos que disseste. No entanto tudo é possível ;) 

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Olá a todos! Tenho seguido atentamente o fórum e quero iniciar-me no mundo dos investimentos, por isso um desafio: por onde deveria começar alguém com 30 anos, com rendimento de mais ou menos 10k/ano e com 10.000€ de poupança? O objectivo (não se riam) seria chegar aos 500.000€, daqui a alguns anos.

Tenho 2 PPR e 1 DP que não anda a render grande coisa.

Para chegar aos 500.000 ja devias ter começado ha algum tempo atrás. De qualquer forma, tens a opção de procurar aumentar o rendimento fixo pela via normal do ordenado, ou arriscar noutras, como empreendorismo.

Para em dez anos teres 500.000, com uma taxa de 5 TANB, terias de poupar cerca de 40.000 ano.

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Obrigado pelas respostas!

Eu bem sei que seria muito difícil.

O rendimento mensal varia, uma vez que sou TI. Consigo poupar cerca de 300€/400€ por mês, já sem contar com o que deixo de parte para os PPR.

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Obrigado pelas respostas!

Eu bem sei que seria muito difícil.

O rendimento mensal varia, uma vez que sou TI. Consigo poupar cerca de 300€/400€ por mês, já sem contar com o que deixo de parte para os PPR.

Pode não ser das pessoas com rendimentos mais elevados, mas pertence certamente ao grupo "privilegiado" dos que conseguem poupar perto de 50% dos seu salário. Confesso que também gostava. ;D

Conheço quem ganhe mais e poupe menos.

Relativamente à sua ambição, já reconheceu que não será fácil. Na sua posição, optaria por definir um valor mais realista e concretizável, e no fim ultrapassar esse limite.

Se quer iniciar-se em investimentos, comece de forma calma e ponderada, evitando "jogar" na bolsa ou outro tipo de instrumentos que não lhe garantam pelo menos o capital inicial investido. Quando familiarizada com conceitos e práticas, quem sabe mais tarde não se atreva a iniciar em algo mais complexo.

No seu caso ficava para já em DP, CA e CTPM (uma versão soft de investimento), mesmo que as taxas não sejam tão atractivas.

Fica a sugestão.

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Estou também interessado em aprender mais sobre investimentos. Até agora todas as poupanças que fiz sempre foram sempre via DP, CA ou CTPM. Já me aventurei 2 vezes com acções, mas sinto que foi mais sorte que conhecimento ter conseguido obter lucros. Gostaria de entender mais sobre fundos, obrigrações warrants, etc para obter melhores taxas de rendimento das minhas poupanças. Tenho a vaga noção do que cada uma destas coisas são, mas tal como nas acções não faço ideia em que devo investir. Alguém me pode dar uma dica?

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Pode não ser das pessoas com rendimentos mais elevados, mas pertence certamente ao grupo "privilegiado" dos que conseguem poupar perto de 50% dos seu salário. Confesso que também gostava. ;D

Conheço quem ganhe mais e poupe menos.

Relativamente à sua ambição, já reconheceu que não será fácil. Na sua posição, optaria por definir um valor mais realista e concretizável, e no fim ultrapassar esse limite.

Se quer iniciar-se em investimentos, comece de forma calma e ponderada, evitando "jogar" na bolsa ou outro tipo de instrumentos que não lhe garantam pelo menos o capital inicial investido. Quando familiarizada com conceitos e práticas, quem sabe mais tarde não se atreva a iniciar em algo mais complexo.

No seu caso ficava para já em DP, CA e CTPM (uma versão soft de investimento), mesmo que as taxas não sejam tão atractivas.

Fica a sugestão.

Exactamente! Tenho de aproveitar enquanto consigo poupar tanto! :)

E poupo um pouco mais, quando há meses melhores. Falei em 10k ao ano, já a colocar a fasquia baixa.

Vou apontar primeiro para os 100k e vamos lá ver. Já estava a pensar nos CTPM. Os CA não me parecem estar a render tanto, ou estou enganada?

Obrigada!

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Para prazos inferiores a 2 anos os certificados de aforro devem render mais. Se o investimento for para prazos superiores a 2 anos os CTPM rendem mais ;)

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Olá,

O Tiaguh24 tem razão.

Os CTPM estão a render a uma taxa média de 4.25% TANB a 5 anos já os CA andam a rondar os 3.2% TANB porque até final de 2016 á um bonus de 2.75% TANB a adicionar à taxa Euribor.

Está tudo detalhado no site da IGCP.

Cumprimentos

Exactamente! Tenho de aproveitar enquanto consigo poupar tanto! :)

E poupo um pouco mais, quando há meses melhores. Falei em 10k ao ano, já a colocar a fasquia baixa.

Vou apontar primeiro para os 100k e vamos lá ver. Já estava a pensar nos CTPM. Os CA não me parecem estar a render tanto, ou estou enganada?

Obrigada!

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No seu caso ficava para já em DP, CA e CTPM (uma versão soft de investimento), mesmo que as taxas não sejam tão atractivas.

Relembrando que em caso de restruturação de divida, de soft pode passar a hard. Só esse ressalva. Ninguem recomenda mais de 20% de divida publica de um unico país na mesma carteira.

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Relembrando que em caso de restruturação de divida, de soft pode passar a hard. Só esse ressalva. Ninguem recomenda mais de 20% de divida publica de um unico país na mesma carteira.

Daniel podes explicar o que quiseste dizer com isso?  :-\

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Daniel podes explicar o que quiseste dizer com isso?  :-\

Esse assunto já foi amplamente discutido. Em caso de restruturação da divida ninguem sabe ao certo quais as consequencias para esses produtos de divida publica. Se as maturidades sao adiadas, se as taxas baixam, ou se existe perda efectiva de capital (haircut).

Na grécia houve perda de capital para pequenos investidores. E sim, nem a deco, nem nenhum dos autores que ja li recomenda mais de 20/25% em divida publica de um unico país.

Daí que me faça confusão incentivar-se a fazer all in nestes produtos, ignorando o facto, de mais dia, menos dia, a restruturação vir a acontecer e ninguem saber muito bem em que moldes.

O meu conselho é diversificar pela divida publica por vários países, ou colocar apenas parte do capital na divida portuguesa. Mas este conselho é basicamente o que é dito em qualquer livro ou artigo que fale sobre este assunto.

https://www.deco.proteste.pt/investe/questao-do-investidor-alternativas-de-baixo-risco-a-divida-publica-s5058464.htm

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Esse assunto já foi amplamente discutido. Em caso de restruturação da divida ninguem sabe ao certo quais as consequencias para esses produtos de divida publica. Se as maturidades sao adiadas, se as taxas baixam, ou se existe perda efectiva de capital (haircut).

Na grécia houve perda de capital para pequenos investidores. E sim, nem a deco, nem nenhum dos autores que ja li recomenda mais de 20/25% em divida publica de um unico país.

Daí que me faça confusão incentivar-se a fazer all in nestes produtos, ignorando o facto, de mais dia, menos dia, a restruturação vir a acontecer e ninguem saber muito bem em que moldes.

O meu conselho é diversificar pela divida publica por vários países, ou colocar apenas parte do capital na divida portuguesa. Mas este conselho é basicamente o que é dito em qualquer livro ou artigo que fale sobre este assunto.

https://www.deco.proteste.pt/investe/questao-do-investidor-alternativas-de-baixo-risco-a-divida-publica-s5058464.htm

Certo, já tinha lido um pouco sobre isto. Mas o teu comentário de soft pa hard deixou-me mesmo  :-\

E não tenho a totalidade, nem perto da totalidade aplicada nos CTPM, apesar de logo no inicio quando descobri estes certificados ter pensado fazê-lo ;)

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Relembrando que em caso de restruturação de divida, de soft pode passar a hard. Só esse ressalva. Ninguem recomenda mais de 20% de divida publica de um unico país na mesma carteira.

Quando mencionei a expressão "investimento soft", referia-me apenas ao modo de funcionamento da aplicação:

- Investe-se um capital,

- Espera-se um tempo,

- Recebe-se um juro pré estabelecido.

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Na grécia houve perda de capital para pequenos investidores. E sim, nem a deco, nem nenhum dos autores que ja li recomenda mais de 20/25% em divida publica de um unico país.

Daí que me faça confusão incentivar-se a fazer all in nestes produtos, ignorando o facto, de mais dia, menos dia, a restruturação vir a acontecer e ninguem saber muito bem em que moldes.

Para além de não mencionar o tipo de risco que cada aplicação acarreta, não incentivei o utilizador a colocar "all" (100%) das suas poupanças em qualquer uma das aplicações sugeridas. Cabe a cada um gerir e definir prioridades nas suas poupanças, estabelecendo alocações segundo as suas necessidades e estilo de vida.

Para terminar, e falando da reestruturação da divida, parece-me claro que esse risco, hoje, não é igual ao que se sentia em finais de 2012 e princípios de 2013. Acresce ainda de que, a ocorrer um haircut ou algo semelhante, na minha opinião não ocorrerá nem em 2014, nem em 2015 porque:

- Tribunal constitucional permitiu cortes de salários e pensões até final de 2015 (redução directa e imediata da despesa);

- Entramos num período eleitoral, e tudo será feito para que esse assunto seja controlado e não discutido para não afectar a relação com os mercados (politiquices, portanto);

- Mesmo que os juros da emissão de divida aumentem, existe uma almofada financeira de, salvo erro, 12 mil milhões de euros, exactamente para evitar "ataques" dos ditos mercados financeiros.

Na minha opinião, até final de 2015 esse risco não estará presente, mas estaremos sempre atentos para ver (não vá surgir outro BES).

A teoria das percentagens de cada investimento, para mim não passam disso, teorias.

Certamente concordará que deve ser cada um de nós, perante o perfil de investidor, que deve definir percentagens em cada investimento, consoante o tipo de risco e perdas que está disposto a assumir.

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- Entramos num período eleitoral, e tudo será feito para que esse assunto seja controlado e não discutido para não afectar a relação com os mercados (politiquices, portanto);

Ate parece que é novidade que o PS defende a restruturação, e que provavelmente vai ser o futuro governo brevemente.

http://www.publico.pt/politica/noticia/ps-associase-a-peticao-sobre-reestruturacao-da-divida-1630594

A divida publica é insustentável, e ao nivel com que vai crescendo, vai ter de ser restruturada, é uma questão de tempo, tal como o foi na grécia.

vem a proposito:

http://expresso.sapo.ptida-publica-sobe-e-atinge-os-134-do-pib-ate-junho=f886576

Números divulgados esta quinta-feira pelo Banco de Portugal demonstram que a trajetória da dívida pública portuguesa continua em crescimento, acima das perspetivas do Governo

Isto tudo se resume ao basico de não colocar os ovos todos no mesmo cesto. Diversificar é so para quem não tem certezas.

O estar atento, muito provavelmente quando se der conta da situação ja vai ser tarde para reagir. Como é sempre nestas situações.

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Ate parece que é novidade que o PS defende a restruturação, e que provavelmente vai ser o futuro governo brevemente.

http://www.publico.pt/politica/noticia/ps-associase-a-peticao-sobre-reestruturacao-da-divida-1630594

A divida publica é insustentável, e ao nivel com que vai crescendo, vai ter de ser restruturada, é uma questão de tempo, tal como o foi na grécia.

vem a proposito:

http://expresso.sapo.ptida-publica-sobe-e-atinge-os-134-do-pib-ate-junho=f886576

Números divulgados esta quinta-feira pelo Banco de Portugal demonstram que a trajetória da dívida pública portuguesa continua em crescimento, acima das perspetivas do Governo

Isto tudo se resume ao basico de não colocar os ovos todos no mesmo cesto. Diversificar é so para quem não tem certezas.

O estar atento, muito provavelmente quando se der conta da situação ja vai ser tarde para reagir. Como é sempre nestas situações.

Para concluir este Off Topic:

Não afirmei de que a reestruturação não ia acontecer.

Apenas disse que no prazo de um ano (até final de 2015), muito dificilmente irá concretizar-se!

Concordo consigo. A maioria dos portugueses reconhece que Portugal está endividado muito acima do que seria desejado. Sendo Portugal um país que se centra na prestação de serviços, tem uma produção industrial que não acrescenta valor à economia, a um ritmo que permita compensar o aumento da despesa.

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Isto tudo se resume ao basico de não colocar os ovos todos no mesmo cesto. Diversificar é so para quem não tem certezas.

Para que fique claro, não defendo uma aplicação a 100% num dado produto de investimento.

Quando refiro "teoria das percentagens", pretendo apenas dizer que deve ser o próprio investidor a definir se quer 2'% ou 40% de divida de um país. Só ele sabe o risco que está disposto a correr. Pessoalmente não acho correcto escrever-se receitas quanto a percentagens nas diferentes aplicações.

Aprendi em Economia a seguinte regra base: Maior diversidade, menor Risco. Como vê estou de acordo consigo.

Off Topic Terminado.

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Estou também interessado em aprender mais sobre investimentos. Até agora todas as poupanças que fiz sempre foram sempre via DP, CA ou CTPM. Já me aventurei 2 vezes com acções, mas sinto que foi mais sorte que conhecimento ter conseguido obter lucros. Gostaria de entender mais sobre fundos, obrigrações warrants, etc para obter melhores taxas de rendimento das minhas poupanças. Tenho a vaga noção do que cada uma destas coisas são, mas tal como nas acções não faço ideia em que devo investir. Alguém me pode dar uma dica?

Cuidado...

O que não faltam são muitos exemplos (infelizmente) e até neste fórum de um utilizador que teve um amigo que tinha descoberto a "pólvora" (BES abaixo de 1€). Não preciso de dizer o que aconteceu.

O pior é que quem começa tem logo tendência para ir para a banca, mas esquece-se que como no futebol, um jogador não chega ao topo sem ter trabalhado e muito cá em baixo. Como costumo dizer, na bolsa não há nada que seja suficientemente barato, nem algo que esteja suficientemente caro.

O próximo passo a quem colocou uma parte das poupanças em DP´s, CTPM´s, CA´s seriam os FI´s e as obrigações e ETF´s.

:)

Boa Sorte.

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Olá,

Estou prestes a entrar neste novo mundo do investimento.

Já tenho alguma experiência em DA's mas ainda não investi em mais nada (CA's, CTPM', etc)

Li aqui no forum que CTPM é o mais "seguro" no plano atual mas que como tudo nada é 100% seguro.

A verdade é que não estou à procura de alto rendimento e segurança na mesma frase...

Estou sim à procura (para iniciar a aprendizagem) de algo neutro mas onde não tivesse de viver com a preocupação "governo português" em tudo o que faço.

Será que isto é possível ou estou a ver unicórnios em todo o lado?

A questão aqui é, para quem quer começar e não quer viver com a preocupação acima, devo olhar já para dívida estrangeira?

Se sim, alguma dica por onde começar?

Desde já muito obrigado a este novo leitor e aprendiz  :)

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Depende da dívida. Se quer dívida com a qual não se quer preocupar, os rendimentos são tão maus ou ainda mais miseráveis do que os depósitos a prazo.

Se quer algo com um rendimento maiorzinho, ao nível dos CTPM, então o que quer que escolha será algo em que o nível de preocupação não será assim muito diferente do governo português. Yields altas significam risco não-negligenciável. Não há grande volta a dar.

Posto isto, o rendimento dos CTPM até é bem jeitoso se considerarmos a yield da dívida pública portuguesa no mercado secundário, tendo por isso um risco/retorno mais jeitoso que muita obrigação que para aí anda.

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Depende da dívida. Se quer dívida com a qual não se quer preocupar, os rendimentos são tão maus ou ainda mais miseráveis do que os depósitos a prazo.

Se quer algo com um rendimento maiorzinho, ao nível dos CTPM, então o que quer que escolha será algo em que o nível de preocupação não será assim muito diferente do governo português. Yields altas significam risco não-negligenciável. Não há grande volta a dar.

Posto isto, o rendimento dos CTPM até é bem jeitoso se considerarmos a yield da dívida pública portuguesa no mercado secundário, tendo por isso um risco/retorno mais jeitoso que muita obrigação que para aí anda.

Olá Rui, antes demais muito obrigado pelo esclarecimento.

Vou começar por colocar uma pequena quantia em CTPM a dois anos. Melhor do que estar parado...

Irei estudar que mais posso fazer com outros montantes. Fiquei curioso com obrigações de empresas.

Obrigações - http://www.forumfinancas.com/index.php?topic=5976.0

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As vossas respostas tém sido bastante úteis! Obrigada!

Já agora, alguém tem uma opinião sobre o Eurovida Poupança Segura?

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Já agora, alguém tem uma opinião sobre o Eurovida Poupança Segura?

Fiz essa questão aqui http://www.forumfinancas.com/index.php?topic=10951.0 apesar de não ter tido grandes respostas.

Vou constituir este produto esta semana, pelos vários fatores que refiro no tópico.

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Parece-me um produto bastante interessante, mas como não vejo ninguém a comentar, acho estranho... :o

Já agora, eu referia-me à Poupança Segura, não à Poupança Futuro  :)

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