Visitante sandra26

certificados de aforro - retirar e investir novamente

24 publicações neste tópico

como sabemos as taxas dos certificados de aforro têm vindo a descer o que me leva a questionar se nos próximos meses esta taxa subir, se vale a pena retirar o dinheiro e investir novamente. ou se desta forma, terei mais perdas.

obrigada

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As taxas dos Certificados estão dependentes da Euribor, tiveram uma subida ligeira mas estão com  alguma tedência de descida, para o mesmo risco mais vale comprar Obrigações do Tesouro, isto claro se o investimento for para longo prazo...

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As taxas dos Certificados estão dependentes da Euribor, tiveram uma subida ligeira mas estão com  alguma tedência de descida, para o mesmo risco mais vale comprar Obrigações do Tesouro, isto claro se o investimento for para longo prazo...

"Para o mesmo risco"? Eu percebi a ideia mas não sei se a utilizadora vai chegar lá...

Os certificados de aforro não tem oscilações ao nível do capital inicial, enquanto que nas OT´s isso pode acontecer e muita gente lida mal com isso.

Mesmo que seja para LP não acredito que alguém com perfil de CA possa investir em OT´s (na minha opinião).

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"Para o mesmo risco"? Eu percebi a ideia mas não sei se a utilizadora vai chegar lá...

Os certificados de aforro não tem oscilações ao nível do capital inicial, enquanto que nas OT´s isso pode acontecer e muita gente lida mal com isso.

Mesmo que seja para LP não acredito que alguém com perfil de CA possa investir em OT´s (na minha opinião).

Pronto confesso que não fui rigoroso, quando falei em risco falei no risco mais presente que é risco da Republica, ambos têm o mesmo risco de crédito, as OTs tem risco de mercado ( oscilações de preço ) e os certificados tem risco de taxa de juro ( que também podem subir ou descer ), no entanto continuo a dizer que se for para longo prazo é preferivel OTs, compra-se a de 2037 a 95% actualmente com uma taxa de cupão de 4,10%... melhor que certificados de aforro, ou CTPM.

Mas cada um...sabe de si hehe.

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OTs melhores que CTPM? Aí já não concordo. Então os CTPM para os 5 anos rendem no mínimo 4.25% (mais possíveis bónus), não têm risco de mercado nem comissões de compra/venda/pagamento de cupões. Tirando a falta de liquidez no 1º ano (que para o longo prazo não importa muito), não vejo como OTs podem ser melhores.

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Qual é o mínimo que se pode adquirir? Gastos com a aquisição? E despesas de guarda de títulos? Pagamentos de juros e despesas? Será que compensa para pequenos valores. exp.500, 1000 €?

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antoniobento óbvio que para esses valores não compensa uma OT.

ruicarlov basta fazer as simulações, claro que os dias passam, as OT baixaram bastante agora, daqui a pouco a de 2037 está acima dos 95%.

Comissões, depende, se o preço compensa ou não, e tens bancos sem cobrar custodias de titulos etc..

Ficam as simulações.

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Tenho certificados de aforro que no fim do mês fazem três meses que foram subscritos.

Poderei resgatar e aplicar em CTPM. Será possível fazer via net ou terei que fazer nos CTT?

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Se o rendimento é mais ou menos a mesma coisa, então porquê sujeitar-se ao risco de mercado das OTs?

São ponderações que se tem de fazer :) se compras a 94% hoje e se daqui a 5 anos estão a 100% ganha-se logo 6% na venda, mais os 4.10% todos os anos, já fica ao critério de cada um, mas acho que o principal entre a escolha de um e de outro muitas vezes é o pouco trabalho que dá ir aos ctt e a simplicidade da aplicação, porque acredito que ninguém esteja a ver esta obrigacao ou outra abaixo dos 94% daqui a 5 anos :)

Não esquecer que em caso de reestruturação de divida publica todas as aplicações do estado são afectadas.

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São ponderações que se tem de fazer :) se compras a 94% hoje e se daqui a 5 anos estão a 100% ganha-se logo 6% na venda, mais os 4.10% todos os anos, já fica ao critério de cada um, mas acho que o principal entre a escolha de um e de outro muitas vezes é o pouco trabalho que dá ir aos ctt e a simplicidade da aplicação, porque acredito que ninguém esteja a ver esta obrigacao ou outra abaixo dos 94% daqui a 5 anos :)

Não esquecer que em caso de reestruturação de divida publica todas as aplicações do estado são afectadas.

Eu não tinha tanta certeza disso. Vou citar uma informação que li noutro fórum (caldeirão de bolsa):

Tem dúvidas que além da taxa Tobin em 2015, vamos ter uma taxa sobre depósitos igual a que Espanha vai implementar ? Mais a mais com o tal som que agrada aos politicos, que é dizer que é para bem do povo, pois com essa taxa obrigam aos depositantes consumir mais e por essa via estimular a economia ?Spain says to charge tax of 0.03 percent on bank deposits(Reuters) - Spain on Friday said it would introduce a blanket taxation rate of 0.03 percent on all bank account deposits, in a move aimed at harmonising regional tax regimes and generating revenues for the country's cash-strapped autonomous communities.The regulation, which could bring around 400 million euros ($546 million) to the state coffers based on total deposits worth 1.4 trillion euros, had been tipped as a possible sweetener for the regions days after tough deficit limits for this year and next were set by the central government.Deputy Prime Minister Soraya Saenz de Santamaria announced the move at a news conference following a weekly cabinet meeting.Spain is aiming for an end-of-year deficit of 5.5 percent after ending 2013 with a deficit of 6.6 percent of gross domestic product, just short of its 6.5 percent target. The regions have been set a deficit limit of 1 percent of GDP.The government had last year fixed a zero percent tax rate on deposits across the 17 autonomous communities to prevent some of them charging their own rates, but never ruled out raising the taxation level.The country has one of the lowest tax takes in the European Union after a burst property bubble crippled the construction sector, one of the largest contributors to government coffers.Madrid passed in June a blueprint for tax reform which aims to cut income and corporate taxes to stimulate consumer demand and investment in the midst of a nascent economic recovery. ($1 = 0.7331 Euros) (Reporting by Paul Day; Editing by Julien Toyer and Hugh Lawson)http://www.reuters.com/article/2014/07/ ... SF20140704

Agora a questão é saber se a taxa aplicada será apenas sobre os DP´s ou sobre outros activos em carteira, que não faria sentido mas...

Aparentemente parece ser sobre os depósitos bancários (prazo ou à ordem?!)

Quanto à reestruturação da dívida que está a ser discutida sobre determinadas formas, duvido que mexam nos CTPM/CA que são dos instrumentos vocacionados directamente para os pequenos aforradores. Quanto às OT´s iria mexer com a reputação internacional de Portugal.

PS- Os meus pais subscreveram o CTPM mas não vi nenhuma FIN (pelo menos não lhes deram). Qual seria o risco desta aplicação? É que dizer estado é muito ambíguo, pode ser default, reestruturação ou outro simples evento, mas não tinha de estar escrito?

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Tenho certificados de aforro que no fim do mês fazem três meses que foram subscritos.

Poderei resgatar e aplicar em CTPM. Será possível fazer via net ou terei que fazer nos CTT?

Se já tiver conta no AforroNet pode fazer via net a aplicação em CTPM, pagando depois por pagamento de serviços / compras no multibanco ou homebanking.

Em relação ao resgate dos CAs, sinceramente não sei se dá para fazer via net.

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Eu não tinha tanta certeza disso. Vou citar uma informação que li noutro fórum (caldeirão de bolsa):

Tem dúvidas que além da taxa Tobin em 2015, vamos ter uma taxa sobre depósitos igual a que Espanha vai implementar ? Mais a mais com o tal som que agrada aos politicos, que é dizer que é para bem do povo, pois com essa taxa obrigam aos depositantes consumir mais e por essa via estimular a economia ?Spain says to charge tax of 0.03 percent on bank deposits(Reuters) - Spain on Friday said it would introduce a blanket taxation rate of 0.03 percent on all bank account deposits, in a move aimed at harmonising regional tax regimes and generating revenues for the country's cash-strapped autonomous communities.The regulation, which could bring around 400 million euros ($546 million) to the state coffers based on total deposits worth 1.4 trillion euros, had been tipped as a possible sweetener for the regions days after tough deficit limits for this year and next were set by the central government.Deputy Prime Minister Soraya Saenz de Santamaria announced the move at a news conference following a weekly cabinet meeting.Spain is aiming for an end-of-year deficit of 5.5 percent after ending 2013 with a deficit of 6.6 percent of gross domestic product, just short of its 6.5 percent target. The regions have been set a deficit limit of 1 percent of GDP.The government had last year fixed a zero percent tax rate on deposits across the 17 autonomous communities to prevent some of them charging their own rates, but never ruled out raising the taxation level.The country has one of the lowest tax takes in the European Union after a burst property bubble crippled the construction sector, one of the largest contributors to government coffers.Madrid passed in June a blueprint for tax reform which aims to cut income and corporate taxes to stimulate consumer demand and investment in the midst of a nascent economic recovery. ($1 = 0.7331 Euros) (Reporting by Paul Day; Editing by Julien Toyer and Hugh Lawson)http://www.reuters.com/article/2014/07/ ... SF20140704

Agora a questão é saber se a taxa aplicada será apenas sobre os DP´s ou sobre outros activos em carteira, que não faria sentido mas...

Aparentemente parece ser sobre os depósitos bancários (prazo ou à ordem?!)

Quanto à reestruturação da dívida que está a ser discutida sobre determinadas formas, duvido que mexam nos CTPM/CA que são dos instrumentos vocacionados directamente para os pequenos aforradores. Quanto às OT´s iria mexer com a reputação internacional de Portugal.

PS- Os meus pais subscreveram o CTPM mas não vi nenhuma FIN (pelo menos não lhes deram). Qual seria o risco desta aplicação? É que dizer estado é muito ambíguo, pode ser default, reestruturação ou outro simples evento, mas não tinha de estar escrito?

Suposições e especulações não comento :)

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Deixo aqui este texto do Jornal de Negócios para vos fazer descansar...ou não :)

"Tanto os CA como os CT são considerados instrumentos de dívida pública, tal como os bilhetes ou as Obrigações do Tesouro emitidos pelo IGCP. À luz disto, a falta de legislação sobre o tema coloca-os em "pé de igualdade" no que diz respeito a um eventual incumprimento. Ou seja, se a execução do programa da troika não for a prevista e Portugal se vir na mesma situação que a da Grécia, ambos terão, em teoria, o mesmo risco de incumprir.

Em Abril, um aforrador questionou o IGCP sobre esta matéria, ao que o instituto que gere o endividamento público português respondeu que "o risco de perda (total ou parcial) não se enquadra, de forma alguma, em qualquer hipótese actualmente em estudo pelo IGCP".

O instituto liderado por Alberto Soares remetia, ainda, para a resolução do Conselho de Ministros nº40/2010. No número 15, garante-se que "as condições de remuneração dos certificados do Tesouro vigentes à data da respectiva subscrição não podem ser alteradas em sentido desfavorável ao aforrador durante o prazo de 10 anos contado a partir da data de subscrição".

O IGCP acrescentava que "os produtos de dívida pública, entre os quais os CT e os CA, gozam da segurança e da garantia da República Portuguesa". Ora, é justamente neste ponto que os aforradores têm sentido dúvidas, porque aquilo que há alguns anos era impensável, um "default" num país do euro, está, em moldes ainda não totalmente conhecidos, a acontecer na Grécia".

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Suposições e especulações não comento :)

Viste o link? É que isto de especulação tem pouco. Pode é não se concretizar pelos efeitos (contágio) que isto traria.

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como sabemos as taxas dos certificados de aforro têm vindo a descer o que me leva a questionar se nos próximos meses esta taxa subir, se vale a pena retirar o dinheiro e investir novamente. ou se desta forma, terei mais perdas.

obrigada

- taxa anual fixada para a série C é de 3,271% (mês de junho)

- taxa anual fixada para a série C é de 3,186% (mês de julho)

Existe uma variação entre Junho e Julho de 0,085% (neste caso negativa). Como investidora, deve analisar se esta variação/evolução é significativa para os seus objectivos.

Na minha opinião, e qualquer que seja a aplicação financeira, não é recomendado aplicar e resgatar apenas por pequenas variações decimais. Aliás, se a taxa subir no próximo mês, nunca será significativo que justifique o resgate com nova aplicação (para o mesmo montante a aplicar)

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Boa tarde,

Penso que não me expliquei bem, vou dar um caso prático.

No mês x subscrevi um certificado de aforro, em que a taxa é 3.18%. Se para os próximos meses essa taxa aumentar, devo levantar o certificado e colocar novamente, aí com uma taxa superior? Ou perderei benefícios em relação ao tempo?

Obrigada

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Essa taxa é garantida apenas por 3 meses. Por exemplo, subscreves a 5 de Julho a 3,18% e tens essa taxa até 5 de Outubro. Se não houver resgate ao fim desses 3 meses, a taxa para os 3 meses seguintes será a taxa fixada no mês de Outubro. Não há necessidade de andar a fazer resgates por isso.

Os resgates dos certif.Aforro têm de ser feitos nos CTT.

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Boa tarde,

Penso que não me expliquei bem, vou dar um caso prático.

No mês x subscrevi um certificado de aforro, em que a taxa é 3.18%. Se para os próximos meses essa taxa aumentar, devo levantar o certificado e colocar novamente, aí com uma taxa superior? Ou perderei benefícios em relação ao tempo?

Obrigada

A Sandra já tinha sido clara, e a minha resposta mantem-se. Deve analisar se a variação, a ser positiva, justifica o resgate e nova aplicação.

Salvo erro, as variações mensais andam aproximadamente à volta de 0,1% (positivo ou negativo).

Até final do ano 2016, os certificados de aforro têm um prémio de 2,75%. Após essa data, esse bónus deixa de vigorar, passando a contabilizar apenas a antiguidade do certificado. Esta informação está disponível no sitio do IGCP.

Se quiser, uma desvantagem (se é que pode ser considerada como tal), de resgatar e aplicar sucessivas vezes em busca de uma taxa ligeiramente superior, é perder a antiguidade que será contabilizada a partir de 2017. Passo a transcrever:

"Os prémios de permanência abaixo indicados, que acrescerão à taxa base, encontram-se suspensos até 31 de dezembro de 2016.

Os prémios serão de novo aplicados a partir de 1 de janeiro de 2017, tendo em consideração a data da sua subscrição (antiguidade). 

0,50 - no segundo ano;

0,75 - no terceiro ano;

1,00 - do quarto ao sétimo ano;

1,25 - no oitavo ano;

1,5 - no nono ano;

2,5 - no décimo ano."

In http://www.igcp.pt/gca/?id=63

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(retirada informação incorreta)

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Como o Red disse, a taxa dos certificados só é válida por períodos de 3 meses, sendo depois aplicada automaticamente a nova taxa. Resgatar e aplicar novamente será uma perda de tempo.

Não está correcto.

A taxa na subscrição vigora até ao momento do resgate (até final de 2016). A partir de Janeiro 2017, o bónus de 2,75% deixa de estar activo, e todos os subscritores da série C, perdem por igual 2,75%, entrando em vigor a antiguidade.

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Se eu hoje subscrever CAs com uma taxa de (por exemplo) 3%, não fico com os 3% para sempre!

É pena!

Se hoje subscrevesse a 3%, até 31 de Dezembro de 2016 a sua taxa permanecia igual.

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Não está correcto.

A taxa na subscrição vigora até ao momento do resgate (até final de 2016). A partir de Janeiro 2017, o bónus de 2,75% deixa de estar activo, e todos os subscritores da série C, perdem por igual 2,75%, entrando em vigor a antiguidade.

OK, peço desculpa pela incorreção na minha afirmação.

Tinha a ideia que a taxa era revista a cada 3 meses.

Assim já pode justificar resgatar e aplicar novamente se não tivermos a fazer conta com as bonificações por antiguidade

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Peço desculpa se dei informação errada, mas foi assim que percebi quando me explicaram nos CTT. Aliás, no próprio papel vermelho dos c.aforro diz que a taxa é garantida nos primeiros três meses e não um ano.

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