Ramiro Costa

ES Tesouraria Ativa

27 publicações neste tópico

Há cerca de um mês atrás (isto é, antes de deflagrar a "bomba" do Grupo ES), fiz uma aplicação com algum volume no ES Tesouraria Ativa.

Os amigos acham que a performance deste produto, nos próximos tempos, pode ser afetada pela crise por que passa o Grupo Espírito Santo?

Aconselham-me alienar esta aplicação e "mudar de ares" (ir para longe do universo ES) ou acham que o ES Tesouraria Ativa não irá sofrer com o que se está a passar na casa mãe?

Agradeço os vossos comentários, já que estou um bocado preocupado...

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Há cerca de um mês atrás (isto é, antes de deflagrar a "bomba" do Grupo ES), fiz uma aplicação com algum volume no ES Tesouraria Ativa.

Os amigos acham que a performance deste produto, nos próximos tempos, pode ser afetada pela crise por que passa o Grupo Espírito Santo?

Aconselham-me alienar esta aplicação e "mudar de ares" (ir para longe do universo ES) ou acham que o ES Tesouraria Ativa não irá sofrer com o que se está a passar na casa mãe?

Agradeço os vossos comentários, já que estou um bocado preocupado...

os fundos são dos investidores e não do banco depositário e o seu risco advem da composição da carteira é com ela que tem de se preocupar tive a vê-la não tem exposição ao ges não vejo porque deva estar preocupado em relação a isso ;)

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os fundos são dos investidores e não do banco depositário e o seu risco advem da composição da carteira é com ela que tem de se preocupar tive a vê-la não tem exposição ao ges não vejo porque deva estar preocupado em relação a isso ;)

A minha preocupação advém do facto do fundo (ES Tesouraria Ativa) transportar o nome do banco que, nos dias de hoje, anda nas bocas do mundo e não pelas melhores razões (vidé declarações da Sr.ª Ângela Merkel).

Tenho dificuldade em analisar estes assuntos com a frieza necessária quando se trata do MEU dinheiro, sabendo como sei das consequências "colaterais" e do "efeito dominó" que, muitas vezes, ocorrem neste tipo de acontecimentos.

Há uns tempos atrás, quando o BdP impôs restrições ao ES Liquidez, fui "convidado" a entrar no ES Liquidity do Luxemburgo, com alavancagem do banco. Ainda pensei bastante nessa possibilidade, que me foi exposta como sendo "muito interessante" para o investidor, tendo em conta as apregoadas taxas de rendibilidade do produto. Contudo, um qualquer "Anjo da Guarda" fez-me recusar esta proposta, talvez por este ser um instrumento alavancado, e manter-me nas triviais e mal remuneradas aplicações domésticas.

Nem quero imaginar como me encontraria, no dia de hoje, se tivesse enveredado pela proposta que me fizeram no banco de entrada (alavancada) no ES Liquidity do Luxemburgo...

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A minha preocupação advém do facto do fundo (ES Tesouraria Ativa) transportar o nome do banco que, nos dias de hoje, anda nas bocas do mundo e não pelas melhores razões (vidé declarações da Sr.ª Ângela Merkel).

Tenho dificuldade em analisar estes assuntos com a frieza necessária quando se trata do MEU dinheiro, sabendo como sei das consequências "colaterais" e do "efeito dominó" que, muitas vezes, ocorrem neste tipo de acontecimentos.

Há uns tempos atrás, quando o BdP impôs restrições ao ES Liquidez, fui "convidado" a entrar no ES Liquidity do Luxemburgo, com alavancagem do banco. Ainda pensei bastante nessa possibilidade, que me foi exposta como sendo "muito interessante" para o investidor, tendo em conta as apregoadas taxas de rendibilidade do produto. Contudo, um qualquer "Anjo da Guarda" fez-me recusar esta proposta, talvez por este ser um instrumento alavancado, e manter-me nas triviais e mal remuneradas aplicações domésticas.

Nem quero imaginar como me encontraria, no dia de hoje, se tivesse enveredado pela proposta que me fizeram no banco de entrada (alavancada) no ES Liquidity do Luxemburgo...

Esqueca lá o nome dos fundos, até pode ter um fundo chamado Ramiro Costa Liquidez e ter exposição 90% ao GES que teria mais risco que o ES Liquidez :) :) o ES Liquidez tem 0% do GES.

O máximo que poderia ter acontecido se tivesse aplicado o seu € nesse Liquidez do Luxemburgo seria uma valorização de 1,20% liquidos a mais em comparação ao ES Liquidez, no entanto, desde o inicio de Julho que esse Liquidez do Luxemburgo tem vindo a perder o gas e teve uma pequena desvalorização na última semana.

Quem tem este fundo será uma boa altura para sair dele e entrar no ES Liquidez domiciliado cá, é um fundo que sabemos que está carregado de Papel Comercial do GES ( Rio Forte, Quinta da Foz, ES Irmãos, etc, ...por acaso não sei se  tem alguma coisa da ES International ).

A questão da alavancagem faria com que a valorização ainda seria maior, 3x, se for pela conta margem, portanto o ganho teria sido interessante mesmo com os juros pagos, mas não sou apologista de alavancagens, a ser feito o rácio deve ser inferior ao valor que temos investido, se temos 100k aplicar mais 50/60k via crédito, ter 100k e aplicar 300k...

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Esqueca lá o nome dos fundos, até pode ter um fundo chamado Ramiro Costa Liquidez e ter exposição 90% ao GES que teria mais risco que o ES Liquidez :) :) o ES Liquidez tem 0% do GES.

Não creio que o amigo David conheça, em pormenor, as condições que presidiam à entrada nesse Liquidity Fund do Espírito Santo Investments SICAV-SIF SA. Não vou entrar em pormenores, mas digo apenas que não se tratava de uma simples aquisição de um produto financeiro, como o David aqui sugere, acredito, por simples desconhecimento. Conservo ainda a pasta que me foi entregue pelo banco, há uns meses atrás, para análise, na eventualidade de eu pretender/ter pretendido aderir, e facilmente se concluiu tratar-se de uma "transferência territorial" da domicialização da conta.

Enfim, mas esses são outros assuntos que agora pouco interessam, já que eu - felizmente - acabei por não aderir à sugestão que me foi apresentada. Se o tivesse feito, disso não tenho dúvidas, tal seria mais uma dor de cabeça, pois ainda na passada sexta-feira um responsável do banco me afirmou que essas contas estavam sob análise e que os seus titulares iriam ser chamados para serem encontradas soluções. Uma "explicação" que eu já ouvi noutro lado, em 2009...

Mas a minha pergunta era outra: será que o fundo ES Tesouraria Ativa pode ser afetado com a instabilidade vivida no GES? Entre este fundo (Tesouraria Ativa) e o ES Liquidez, qual deles poderão garantir melhores rendibilidades não prazo de 6 meses?

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Não creio que o amigo David conheça, em pormenor, as condições que presidiam à entrada nesse Liquidity Fund do Espírito Santo Investments SICAV-SIF SA. Não vou entrar em pormenores, mas digo apenas que não se tratava de uma simples aquisição de um produto financeiro, como o David aqui sugere, acredito, por simples desconhecimento. Conservo ainda a pasta que me foi entregue pelo banco, há uns meses atrás, para análise, na eventualidade de eu pretender/ter pretendido aderir, e facilmente se concluiu tratar-se de uma "transferência territorial" da domicialização da conta.

Enfim, mas esses são outros assuntos que agora pouco interessam, já que eu - felizmente - acabei por não aderir à sugestão que me foi apresentada. Se o tivesse feito, disso não tenho dúvidas, tal seria mais uma dor de cabeça, pois ainda na passada sexta-feira um responsável do banco me afirmou que essas contas estavam sob análise e que os seus titulares iriam ser chamados para serem encontradas soluções. Uma "explicação" que eu já ouvi noutro lado, em 2009...

Mas a minha pergunta era outra: será que o fundo ES Tesouraria Ativa pode ser afetado com a instabilidade vivida no GES? Entre este fundo (Tesouraria Ativa) e o ES Liquidez, qual deles poderão garantir melhores rendibilidades não prazo de 6 meses?

Não conheco não, apenas tenho conhecimento desse fundo há Bastante tempo e recordo de perguntar qual era o minimo e disseram-me que era de 125 000€, não me falaram em mais nenhumas condições especiais, no entanto o que eu disse é válido, em comparação ao Liquidez domiciliado em Portugal a diferença de rentabilidade a 1 ano é de 1,20% liquidos.

Quando eu disse para esquecer o nome dos fundos, foi para chamar a atenção que o nome não quer dizer nada comparativamente á carteira do fundo, continuo a dizer, se tivesse o nome de Zé dos Plasticos Liquidez teria mais ou menor risco que o ES Liquidez/ES Tesouraria Activa? não se sabe, à que se ver a carteira, portanto, olhando para as carteiras desses dois fundos, e já tive oportunidade de falar nas exposições de vários fundos ES ao GES, as mesmas têm uma exposição ao GES/BES praticamente nula, portanto neste momento, esses fundos só são afectados na sua rentabilidade dependendo da sua carteira actual, que volto a dizer, em que a exposição ao BES/GES é praticamente nula.

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Não conheco não, apenas tenho conhecimento desse fundo há Bastante tempo e recordo de perguntar qual era o minimo e disseram-me que era de 125 000€, não me falaram em mais nenhumas condições especiais, no entanto o que eu disse é válido, em comparação ao Liquidez domiciliado em Portugal a diferença de rentabilidade a 1 ano é de 1,20% liquidos.

Quando eu disse para esquecer o nome dos fundos, foi para chamar a atenção que o nome não quer dizer nada comparativamente á carteira do fundo, continuo a dizer, se tivesse o nome de Zé dos Plasticos Liquidez teria mais ou menor risco que o ES Liquidez/ES Tesouraria Activa? não se sabe, à que se ver a carteira, portanto, olhando para as carteiras desses dois fundos, e já tive oportunidade de falar nas exposições de vários fundos ES ao GES, as mesmas têm uma exposição ao GES/BES praticamente nula, portanto neste momento, esses fundos só são afectados na sua rentabilidade dependendo da sua carteira actual, que volto a dizer, em que a exposição ao BES/GES é praticamente nula.

existe um comunicado do bes que diz que actualmente não existe exposição dos fundos da esaf ao ges

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http://www.bes.pt/sitebes/cms.aspx?srv=222&stp=1&id=d1a09b25-5943-4918-9ce2-e3a85e1f289d&order=1&attach=No

"Mais informa que não existem ativos emitidos pelo GrupoEspírito Santo em montante material nos fundos geridos por sociedades detidas pelo BES"

Não era necessário sequer comunicado, as carteiras dos fundos, sejam eles quais forem, são transparentes e estão á vista de todos nos respectivos sites da gestoras.

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Não conheco não, apenas tenho conhecimento desse fundo há Bastante tempo e recordo de perguntar qual era o minimo e disseram-me que era de 125 000€, não me falaram em mais nenhumas condições especiais, no entanto o que eu disse é válido, em comparação ao Liquidez domiciliado em Portugal a diferença de rentabilidade a 1 ano é de 1,20% liquidos.

Quando eu disse para esquecer o nome dos fundos, foi para chamar a atenção que o nome não quer dizer nada comparativamente á carteira do fundo, continuo a dizer, se tivesse o nome de Zé dos Plasticos Liquidez teria mais ou menor risco que o ES Liquidez/ES Tesouraria Activa? não se sabe, à que se ver a carteira, portanto, olhando para as carteiras desses dois fundos, e já tive oportunidade de falar nas exposições de vários fundos ES ao GES, as mesmas têm uma exposição ao GES/BES praticamente nula, portanto neste momento, esses fundos só são afectados na sua rentabilidade dependendo da sua carteira actual, que volto a dizer, em que a exposição ao BES/GES é praticamente nula.

Eu sei que isso é verdade. Aliás, eu já tive o cuidado de pedir aos meus gestores de conta a lista/carteira constitutiva dos fundos do ES em que tenho aplicações, para eu próprio concluir dos respetivos graus de exposição e verifiquei essa situação.

No entanto, estive a ler ontem, exaustivamente, as notícias dos semanários sobre o caso GES (são páginas e páginas de textos) e praticamente todos os analistas se interrogavam sobre o VERDADEIRO grau de exposição do Banco ES ao grupo e sociedades conexas. Parece que os contornos desse envolvimento ainda estão longe de estar verdadeiramente definidos e subsistem muitas dúvidas.

Ora o meu receio é que se abata sobre o Banco alguma irracionalidade e descrédito, que o arrastem para uma situação de ruptura. Pelo que li, existe alguma probabilidade de isto vir a acontecer (então se juntarmos a referência da Chanceler Merkel ao caso) e há até quem me tenha sugerido a regra pessoana de "esperar pelo melhor e preparar-se para o pior"...

Ironia do destino... Há uns meses atrás andava eu preocupado com o Banif e agora, afinal, é o "insuspeito" BES que me está a dar preocupações...

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No que respeita aos fundos é necessário ter em conta dois aspetos bastante diferentes. Por um lado, os fundos de investimento tal como existem não podem falir. Por outro, existe o risco de o investidor não obter o rendimento esperado, podendo até perder uma parte considerável do capital investido.

Quanto ao primeiro tipo de risco, as normas estabelecidas para o funcionamento dos fundos são muito restritivas, de forma a precaver situações que possam pôr em risco o dinheiro dos subscritores.

  • Os fundos de investimento possuem um património autónomo, que pertence aos subscritores das unidades de participação. Isto significa que o dinheiro investido não pode ser utilizado, em caso algum, para pagar dívidas da sociedade gestora.
  • Quando uma empresa abre falência, isso significa que não conseguiu pagar as suas dívidas. No caso dos fundos, a lei condiciona bastante o endividamento. Um fundo só pode endividar-se temporariamente e, mesmo assim, não o pode fazer em montantes superiores a 10% do valor global do fundo, no caso de fundos abertos, e de 20%, para os fechados.
  • Os fundos não podem garantir empréstimos de terceiros. Portanto, nenhum fundo pode comprometer-se a pagar dívidas de empresas.
  • Os fundos não podem fazer vendas a descoberto, ou seja, vender títulos que, na realidade, não possuem.
  • Os títulos adquiridos pelo fundo são depositados normalmente num banco, que tem a missão de controlar o desenrolar das operações. Os gestores, por exemplo, serão impedidos de registar, em seu nome, títulos do fundo.
  • Apesar de altamente improvável, mesmo que haja falência do depositário e o investidor não consiga reaver o dinheiro investido, existe ainda o Sistema de Indemnização ao Investidor que protege o património aplicado em fundos até ao valor máximo de 25 000 euros.

Pela sua natureza, a sociedade gestora ou o banco depositário podem falir, mas nunca o próprio fundo. Mas isso não significa que o fundo não possa perder valor e que, por esse motivo, o investidor se arrisque a perder parte do dinheiro aplicado. Ao investirem em depósitos, ações, obrigações, unidades de participação de outros fundos, etc., os fundos estão sujeitos às flutuações de valor dessas aplicações. Por exemplo, um fundo de ações tem muito maior probabilidade de ganhar/perder valor do que um fundo monetário euro, cuja política de investimento dá preferência aos depósitos.

DECO.

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Agradeço, David, a informação, que aliás vem na linha do que afirmei anteriormente. Não sei - nem porventura ninguém saberá - até que ponto esta convulsão por que vive o universo ES poderá afetar a rendibilidade/gestão dos produtos que comercializa.

Já tive aplicações no ES Liquidez, depois passei para a Rioforte, mais tarde regressei ao Liquidez e, há escasso tempo atrás, ainda antes do "descalabro" que estamos a assistir do GES, e devido à magra rendibilidade do ES Liquidez, resolvi fracionar aquela minha poupança em vários produtos. Um deles (repito, na altura ainda não tinha vindo a lume o caso GES) um desses produtos, dizia, foi o ES Tesouraria Ativa, que, na altura, pareceu-me mais dinâmico que o seu "irmão" ES Liquidez.

É por essa razão que fiquei apreensivo com esta situação do GES. O que irei fazer, como faço sempre, será acompanhar a evolução do fundo e, se não estiver satisfeito com a sua rendibilidade, mudar de "poleiro".

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Eu compreendo essa preocupação a tudo o que seja "Espírito Santo" (dizer uma coisa destas, para um cristão, até parece heresia...), mas depois de toda a poeira assentar vamos acreditar que o Banco - e principalmente os seus (pequenos) depositantes - consigam passar incólumes à "desgraça" que se abateu sobre o Grupo. (onde é que este "peixe graúdo" anda com a cabeça?... e o"mexilhão" é que se lixa!...)

Claro que o mal está feito, a desconfiança existe, mas... temos que conservar "nervos de aço" e continuar a acreditar...

Bem, mas o que me interessa não é isso...

Tenho uma disponibilidade para uns 8 meses (vou precisar do l'argent em Março) e preciso de um produto para rendibilizar esse dinheiro.

Este "ES Tesouraria Ativa" de que falam aqui, será o produto adequado? Não sendo, que outro produto me recomendam?

Não tenho conta no BES mas tenho no Best que... é quase a mesma coisa e tem uma infinidade de produtos.

Agradeço se me puderem deixar aqui uma dica.

Repito, é uma aplicação, apenas, até Março. Obrigado.

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Eu compreendo essa preocupação a tudo o que seja "Espírito Santo" (dizer uma coisa destas, para um cristão, até parece heresia...), mas depois de toda a poeira assentar vamos acreditar que o Banco - e principalmente os seus (pequenos) depositantes - consigam passar incólumes à "desgraça" que se abateu sobre o Grupo. (onde é que este "peixe graúdo" anda com a cabeça?... e o"mexilhão" é que se lixa!...)

Claro que o mal está feito, a desconfiança existe, mas... temos que conservar "nervos de aço" e continuar a acreditar...

Bem, mas o que me interessa não é isso...

Tenho uma disponibilidade para uns 8 meses (vou precisar do l'argent em Março) e preciso de um produto para rendibilizar esse dinheiro.

1. Este "ES Tesouraria Ativa" de que falam aqui, será o produto adequado? Não sendo, que outro produto me recomendam?

Não tenho conta no BES mas tenho no Best que... é quase a mesma coisa e tem uma infinidade de produtos.

2. Agradeço se me puderem deixar aqui uma dica.

Repito, é uma aplicação, apenas, até Março. Obrigado.

1. Creio que sim. Fale com um PFA!...

2. Para 183 dias e valor igual ou superior a 75 000 €, tem um DP a 4% (TANB): http://ind.millenniumbcp.pt/pt/Particulares/savings/Pages/DepositoEstrela.aspx

Leia as condições do produto e verifique se é adequado ao que pretende!

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Agradeço, David, a informação, que aliás vem na linha do que afirmei anteriormente. Não sei - nem porventura ninguém saberá - até que ponto esta convulsão por que vive o universo ES poderá afetar a rendibilidade/gestão dos produtos que comercializa.

Já tive aplicações no ES Liquidez, depois passei para a Rioforte, mais tarde regressei ao Liquidez e, há escasso tempo atrás, ainda antes do "descalabro" que estamos a assistir do GES, e devido à magra rendibilidade do ES Liquidez, resolvi fracionar aquela minha poupança em vários produtos. Um deles (repito, na altura ainda não tinha vindo a lume o caso GES) um desses produtos, dizia, foi o ES Tesouraria Ativa, que, na altura, pareceu-me mais dinâmico que o seu "irmão" ES Liquidez.

É por essa razão que fiquei apreensivo com esta situação do GES.

O que irei fazer, como faço sempre, será acompanhar a evolução do fundo e, se não estiver satisfeito com a sua rendibilidade, mudar de "poleiro".

Observe este DP (4% a 183 dias para valores acima de 75000€): http://ind.millenniumbcp.pt/pt/Particulares/savings/Pages/DepositoEstrela.aspx

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Observe este DP (4% a 183 dias para valores acima de 75000€): http://ind.millenniumbcp.pt/pt/Particulares/savings/Pages/DepositoEstrela.aspx

Eu até acho muito simpático outros foristas colocarem questões/perguntas no tópico que EU abri, agora há que ter MUITO CUIDADO com as respostas que se dão...

Quem está minimamente "por dentro" destes assuntos de taxas dos DP imediatamente concluiria que seria praticamente IMPOSSÍVEL, num tempo de tanta míngua, o Millennium estar a oferecer no retalho taxas de 4%!...

Analisando o produto que o nosso amigo ABCD aqui sugeriu, verificamos imediatamente que as coisas NÃO SÃO exatamente como este nosso amigo descreve (DP com taxa de 4% a 183 dias para depósitos acima dos 75K). A realidade, infelizmente, é um "nadinha" diferente...

Se vir em "remuneração", reparará imediatamente que afinal se tratam de "taxas progressivas" e "por tranches". Portanto, não se trata de um tradicional DP em que (todo) o capital está remunerado a uma determinada taxa previamente definida.

Portanto, caro Eurico, aconselho muito "cuidado" na análise destas taxas do Millennium e na comparação com os DP ditos tradicionais. Faça as contas e não se deixe ludibriar com estas aparentes taxas elevados do BCP.

Siga a máxima: "quando a esmola é grande...".

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Quem está minimamente "por dentro" destes assuntos de taxas dos DP imediatamente concluiria que seria praticamente IMPOSSÍVEL, num tempo de tanta míngua, o Millennium estar a oferecer no retalho taxas de 4%!...

Bem visto! Também estava a achar muito!

A taxa anual nominal bruta média é de 2,106% considerando que o montante depositado é o limite superior do último escalão (€ 100.000).

Não deixa de ser uma taxa interessante face à média, mas pelo montante a aplicar já perde bastante o interesse

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Não deixa de ser uma taxa interessante face à média, mas pelo montante a aplicar já perde bastante o interesse

Eu ainda na semana passada estive em negociação com um banco e, para obter uma taxa minimamente aceitável para um DP de 3 digitos, tive de forçar bastante - ameaçando até que mudava para a concorrência - para que, a muito a custo, lá me dessem uma TANB decente e, mesmo assim, nada de especial.

Os tempos que correm não estão de feição para os DP... Apenas me mantenho no produto por uma questão de diversificação e ter uma parcela das minhas poupanças mais afastada do risco.

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1. Eu ainda na semana passada estive em negociação com um banco e, para obter uma taxa minimamente aceitável para um DP de 3 digitos, tive de forçar bastante - ameaçando até que mudava para a concorrência - para que, a muito a custo, lá me dessem uma TANB decente e, mesmo assim, nada de especial.

2. Os tempos que correm não estão de feição para os DP... Apenas me mantenho no produto por uma questão de diversificação e ter uma parcela das minhas poupanças mais afastada do risco.

1. Que fez questão, depois de analisar o que outros lhe disseram que havia na concorrência, de reservar apenas para si. Muito instrutivo, certamente!...

2. Risco há em todos os produtos. O "marketing" associado é que "disfarça" a maior ou menor volatilidade do produto!

Se hoje, todos se lembrassem de levantar os seus DP apenas pouco mais de 1% o conseguiria fazer!...

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Eu pedi ajuda para esta aplicação a 8 meses (até março de 2015) e agradeço a ajuda de todos. De facto, a informação do ABCD, e aqui este amigo do fórum que me desculpe, não foi muito rigorosa. Mas eu analisei o link que enviou e, com o "toque" do Ramiro sobre este assunto, eu pude interpretar corretamente o produto do Millennium. De facto é "gato escondido com o rabo de fora"...

Mas concluindo, agradeço aos dois a ajuda que me deram e, por favor, não se zanguem por tão pouco.

Obrigado.

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Quanto ao meu caso, estive ontem a pensar bem sobre o assunto (eu e a minha mulher), e cheguei (chegámos) à seguinte conclusão: adiar por mais 1 mês a despesa - fica para Abril de 2015 - (o dinheiro é para ser usado na reforma da nossa casa+electrodomésticos e para a compra de um carro para a minha mulher) e aplicarmos o dinheiro em Certificados de Aforro.

Foi isso que eu fiz, hoje de manhã! Coloquei a importância nos Certificados de Aforro e como têm uma validade de 3 meses, capitalizáveis, poderei em Abril levantá-los e usar o dinheiro para efectuar essas obras/despesas na casa e comprar o carrito.

Julgo que tomei uma boa decisão. Claro, não estou a falar de "milhões" mas, para gente poupadinha como nós, qualquer eurozito conta.

Obrigado pela ajuda.

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Que carro está a pensar comprar?

Não fica mais em conta o renting?

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aqui igual, removeram a mensagem depois de a publicarem. Acho que era uma questão pertinente, pela conversa parecem ser a mesma pessoa, e queria saber se mais alguém acha o mesmo....

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Que carro está a pensar comprar?

Não fica mais em conta o renting?

Renting? Desculpe a pergunta, mas... o que é isso?

O carro é para a minha mulher. O carro atual dela (um Audi A3 de 2001) já tem uns anitos e combinámos que, este ano, ela compraria outro (não sei se um novo ou "quase novo"). Temos o dinheiro de lado, mas achámos que, com esta história da "crise", era preferível aguardarmos mais um pouco até as coisa melhorarem.

Foi por essa razão que adiámos a compra do carro e também de umas obras em casa (e, principalmente, electrodomésticos novos, que também estão prometidos...).

Agora essa do "Renting" não sei o que é... Não é para empresas?

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Não obrigatoriamente. Dependendo da frequência com q muda de carro e os kms que faz, pode compensar:

vantagens - fica com o capital do seu lado, sabe as despesas exactas que vai ter com o carro, sabe á partida quanto vai valer o carro no fim do contrato e pode nessa altura decidir o que é mais vantajoso, se mudar de carro, pagar o carro, ou simplesmente devolver o carro porque já não necessita e dois carros nessa fase ou espera por um outro bom negocio.

Fica a pagar um montante mensal que inclui tudo desde manutenção, seguro, etc - o que acaba por ser muito eficiente em termos de controlo de despesas.

Segredo negociar um bom spred de preferência perto de 0, se somar tudo de um lado e outro, fica ela por ela, com a vantagem de ter o capital do seu lado a render e no fim não fica com uma lata velha que ninguem quer e so desvaloriza..

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Renting? Desculpe a pergunta, mas... o que é isso?

O carro é para a minha mulher. O carro atual dela (um Audi A3 de 2001) já tem uns anitos e combinámos que, este ano, ela compraria outro (não sei se um novo ou "quase novo"). Temos o dinheiro de lado, mas achámos que, com esta história da "crise", era preferível aguardarmos mais um pouco até as coisa melhorarem.

Foi por essa razão que adiámos a compra do carro e também de umas obras em casa (e, principalmente, electrodomésticos novos, que também estão prometidos...).

Agora essa do "Renting" não sei o que é... Não é para empresas?

Renting é para quem quiser :)

fale com o seu banco ou com os bancos sobre a possibilidade de crédito colateral, ha bancos a fazerem spreads a rondar os 3% para quem tenha o dinheiro aplicado no banco.

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