Átheos

Como começaram a poupar/investir?

33 publicações neste tópico

Boas

Criei este tópico para quem dos membros quiser partilhar a experiência de como começou a poupar e/ou a investir.

Em minha opinião, penso que seria útil discutir estratégias diferentes para se tentar chegar a um resultado igual (bom rendimento do dinheiro).

Eu estou a começar agora e seria importante (porque não dizer inspirador  :D ) ouvir histórias de sucesso aqui dos membros do fórum, "armadilhas a evitar", etc.

Quem se sentir à vontade para nos contar a "sua história", penso que poderá fazer a diferença na vida de outra pessoa.

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Como se costuma dizer "de pequenino se torce o pepino".

Sempre fui poupadinho com o dinheiro que recebia em criança, pondo no mealheiro e mais tarde a minha mãe fazia uns certificados de aforro com ele, ou uns seguros de capitalização.

Em grande parte isso foi assim até eu acabar o curso. A partir daí descobri este fórum, aprendi um monte de coisas de passei a fazer a gestão do meu dinheiro, procurando pelos melhores depósitos a prazo que nem sabia que existiam. Descobri que as coisas que a minha mãe fazia, que eu pensava que ela sabia muito do assunto, na realidade não eram tão boas assim. Aí ocorreu uma inversão de papéis, passando eu a orientá-la no ramo das poupanças e investimentos.

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Desde que comecei a trabalhar sempre tive o hábito de por qualquer coisa de parte, mas confesso que tinha uma elevada iliteracia financeira. Fazia DPs simples, não ligava a taxas de juro, desde que o banco me desse alguma coisa, já era bom.

Depois de casar continuámos com a mesma lógica, para além dos DPs fizemos apenas um plano poupança habitação, uma vez que queríamos construir casa e tinha benefícios fiscais.

Fomos juntando uns trocos que depois acabámos por gastar na casa e em dois carros.

Dei comigo há três anos atrás com poupanças de "apenas" 5.000€ num DP e a não sobrar dinheiro no final do mês por 3 meses seguidos. Achei que era altura de fazer alguma coisa. Comecei a elaborar um orçamento mensal para saber quanto dinheiro está previsto entrar em casa e quanto está previsto sair. Seguimos esse orçamento sem falhas desde há 3 anos e nunca mais faltou dinheiro ao final do mês, pelo contrário.

Recentemente (mais ou menos 1 ano) reparei que as as taxas dos DPs estavam muito baixas e comecei a procurar alternativas. Comecei a informar-me (foi assim que descobri este forum) e a diversificar. Agora para além de DPs tenho certificados de tesouro, certificados de aforro, depósitos indexados, PPRs, seguros de capitalização, fundos de investimento e acções.

Perdi o medo e abri conta em mais dois bancos (Invest e Best) e ando sempre à procura de quem dá mais. Não deixo o dinheiro parado mais do que uma ou duas semanas, por muito pouco que seja.

Só tenho pena de não ter começado isto mais cedo. Acredito que facilmente teria mais do dobro das poupanças que tenho agora.

Em resumo, aconselho que:

- Façam um orçamento para perceber para onde vai o dinheiro e quando podem poupar por mês;

- Não tenham medo de tirar o dinheiro do banco onde o têm há X anos e onde já não rende nada;

- Informem-se e procurem alternativas para diversificar;

- Definam o risco que estão dispostos a correr e não façam investimentos sem pensar, a olhar apenas para as %s;

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Excelentes contributos do RuiCarlov e do Jaymz.

Revejo-me igualmente no comentário do RuiCarlov na parte que diz que sempre foi muito poupadinho desde criança. Eu se queria comprar uma playstation 1 que custava 18 contos tinha de ser com o dinheiro que poupava pois era muito dinheiro para os meus pais, agora percebo que não era muito dinheiro e que queriam educar-me. Não recebia nem mesada nem semanada, e em 9 meses consegui 9 contos num esforço brutal, não comia doces nem outras coisas que os meus amigos faziam. O prémio veio com o meu pai a dar-me a outra metade.

Hoje em dia também sou eu que os aconselho ;)

Portanto podemos retirar deste pequeno texto, que é preciso muita força de vontade, um plano (orçamento) e um objectivo para a poupança.

- Abrir contas em bancos que nos ofereçam o que pretendemos. Por exemplo, se quero investir em FI´s -> Best.

- Não ter o dinheiro parado. Citando um frase que li algures "Deixar o dinheiro parado é como deixar o sexo para a velhice"  ;D

- Nunca colocar o dinheiro em produtos que não dominem.

- Ouvir as opiniões dos gestores de conta e de outros, mas seguir sempre a nossa opinião.

Faz falta educação financeira nas escolas, pois nem imaginamos o dinheiro que se desperdiça.

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- "Deixar o dinheiro parado é como deixar o sexo para a velhice"  ;D

Melhor frase do dia! Love it!  ;D

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Desde criança até agora que uso o mealheiro nas diversas formas. Sempre tive a preocupação e a educação que o dinheiro custa a ganhar e que só o podia obter por mérito ou trabalho.

Dá-me satisfação no final do ano olhar para o mealheiro e dizer: este é o dinheiro que não gastei em cafés e/ou tabaco, por exemplo. 8)

Quando comecei a trabalhar, tinha como regra básica não gastar mais do que ganhava. Um orçamento rigoroso era e continua a ser fundamental para uma boa gestão. Nunca fui do tipo "chapa ganha, chapa gasta". A primeira parcela a abater ao orçamento, era uma fatia destinada à poupança.

Evitava a todo o custo comprar os bens com recurso ao crédito. Se não tinha dinheiro para comprar, não comprava, ou então, primeiro juntava e depois é que pagava a pronto.

Até ao começo desta crise, andava eu "confortável" e sem preocupações nos DP, pois davam-me taxas simpáticas, juros previsíveis, regulares e sem complicações. Com isto tinha pouca necessidade de procurar outros investimentos de maior risco.

Actualmente, verifica-se o contrário, procuro investimentos de maior rentabilidade, com o óbvio maior risco cálculado.

De facto, nunca compreendi o porquê da ausência nas escolas desde cedo da economia básica, tal como da segurança rodoviária, como matéria fundamental para um indivíduo poder enfrentar a vida adulta.  :angel:

Poder poupar algo do vencimento enquanto há trabalho, é essencial, até mesmo para situações imprevistas como por exemplo enfrentar o desemprego.

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Sempre fui poupado. Até determinada altura, não sei se por opção, se por necessidade, ou por ambas. Venho de famílias muito humildes e os meus propósitos sempre foram atingir o sucesso profissional e não tanto a acumulação material.

Desde cedo comecei a trabalhar para pagar os estudos (paguei a faculdade a trabalhar, das 18:00 às 0:00 horas, num hipermercado).

Nesta senda, estudei 24 anos seguidos e atingi os meus propósitos. Tudo o que ganhava era "chapa ganha, chapa gasta", mas em bens que eu necessitava para me sustentar (alimentação, transportes, roupa, livros, etc).

Atingido o sucesso profissional, a verdade é que não tinha desenvolvido nenhum hábito consumista. Não foi preciso privar-me de nada, porque eu já estava habituado a viver com pouco e de forma simples. Mantendo eu o estilo de vida anterior (com mais uma ou outra coisa, mais um ou outro gasto desnecessário, mas reduzido ainda assim) o dinheiro rapidamente começou a acumular, sem que eu, inicialmente, me preocupasse muito com o assunto (o dinheiro até estava numa conta à ordem).

Depois comecei a ter essa noção e passei a acumular, no intuito, inicialmente, de futuramente comprar uma casa a pronto pagamento (a casa dos meus sonhos). E então sim, tornei-me mesmo forreta. Ultimamente, houve uma evolução no meu pensamento, e pretendo adquirir a casa dos meus sonhos quando me reformar (daqui a pelo menos 30 anos), casa essa que será escolhida nessa altura e será adequada à minha condição (nessa altura) de pessoa já com uma certa idade.

As minhas poupanças estão, sobretudo, em seguros de capitalização, certificados do tesouro e CTPM. Só quando atingi um nível considerável neste âmbito, é que comecei a aventurar-me noutro tipo de investimentos (ações, obrigações, fundos). Ainda assim, a pequena parcela alocada a este tipo de investimentos mais arriscados não me causa qualquer preocupação: pessoalmente não me afetaria em nada, nem que perdesse o dinheiro todo investido. E, por isso, também confesso que há, para mim, uma certa vertente lúdica nisto.

Não creio, por isso, que o meu exemplo deva ser seguido por ninguém.

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Eu só comecei a poupar quando acabei os estudos  (felizmente pagos pelos meus pais, que também surgiram de famílias humildes).

Como tinha sempre pão na mesa no final do dia, consegui acumular um património razoável até sair de casa, fruto do razoável ordenado e da minha forretice (ajudado pela educação dada pelos meus pais ;D ). Isto mesmo após o descalabro de 2008, onde estava razoavelmente investido e onde perdi algum do dinheiro investido (porque simplesmente não estava preparado para "investir").

No ano passado conheci este fórum (e outro fórum "ali ao lado") onde comecei a adquirir alguns conhecimentos sobre como investir para a reforma. Na altura fez-se "luz" (com o tópico do Salvador) e comecei a pesquisar mais sobre investir correctamente (diversificar, constituir uma carteira a longo-prazo e não desviar da estratégia traçada).

Actualmente uma parte substancial do meu património está investido em produtos de longo-prazo (+30 anos), de forma a conseguir chegar à reforma com algum capital para mim e para a minha maria (que está a dar os seus primeiros passos nisto dos fundos/ETFs).

Conselhos:

- se for para gastar dinheiro, gastem em experiências e não tanto em bens (para quê andar com um telemóvel ou carro de topo da gama que faz exactamente o mesmo que um modelo que custa metade do preço?!  :o );

- guardem uma parte do capital como fundo de emergência, dado que nunca sabemos o dia de amanhã (doença, desemprego, unwanted child  ;D  );

- não tenham medo de sair da vossa zona de conforto, nem se acomodem no mesmo sítio por muito tempo. Se for preciso, emigrem (especialmente se forem novos);

- aloquem uma parte do vosso rendimento para investimento, nem que seja para pôr em DPs. O pior que nos pode acontecer é chegar à velhice com uma reforma de miséria e depois de trabalhar mais de 50 anos (a minha expectativa para quem começa agora a trabalhar com 22/23 anos), sem ter qualquer tipo de património;

- para os mais novos, escolhem uma área com saídas profissionais decentes antes de entrarem na faculdade. E estudem, estudem, estudem, não façam como este aqui que andou a passear na Universidade (e que se arrepende sempre que se lembra disso, como agora  :(  ).

Boas poupanças!

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- para os mais novos, escolhem uma área com saídas profissionais decentes antes de entrarem na faculdade. E estudem, estudem, estudem, não façam como este aqui que andou a passear na Universidade (e que se arrepende sempre que se lembra disso, como agora  :(  ).

Boas poupanças!

ehehe Revejo-me bastante neste último ponto.  :P  Não que me arrependo porque a experiência ficará para sempre como algo que recordarei com saudade, mas podia ter saído um ano mais cedo ;D

Portanto presumo que deves ter a mesma idade que eu.

Quanto a escolher uma área com saída profissional decente, isto é fulcral hoje em dia. Fui o primeiro na minha família a ir/concluir a universidade, portanto fui para um curso que gostava. Hoje em dia teria escolhido área de informática ou engenharia, mas ainda vou a tempo  :)

PS- Interessante este tópico! ;)

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- para os mais novos, escolhem uma área com saídas profissionais decentes antes de entrarem na faculdade. E estudem, estudem, estudem, não façam como este aqui que andou a passear na Universidade (e que se arrepende sempre que se lembra disso, como agora  :(  ).

Boas poupanças!

Tenho dúvidas nesta parte. Se formos competentes e dedicados, iremos conseguir triunfar mesmo em áreas que, à partida, são menos aliciantes. E isto só se consegue se gostarmos mesmo do que fazemos, o que poderá não ocorrer se pensarmos unicamente "nas saídas profissionais". Não é preciso ser ingénuo e pensar que as saídas não têm relevância (porque têm), mas é um fator que deverá ser equilibrado com a vocação e a felicidade no que fazemos.

No meu caso, o curso de Direito estava (e está) saturado. E no entanto, à saída da faculdade, eu tive 5 propostas de estágio, todas remuneradas (7, se incluirmos as não remuneradas).

Curiosamente, pensava eu que a minha elevada média de curso seria determinante, mas o facto é que quem me ofereceu estágio, nas entrevistas, queria era falar do meu trabalho enquanto repositor num hipermercado. Eu que até estava indeciso em colocar essa parte no curriculum, dei por mim a ter de explicar as razões que me levavam a ter de me empregar, como organizava o meu tempo, etc.. Nas entrevistas, o restante passava a segundo plano.

Quer isto significar que, inadvertidamente, o meu trabalho como repositor passou a ser muito valorizado (só mais tarde aprendi com a vida a importância deste facto...). 

Creio, por isso, que, a par do estudo, devem arranjar um emprego em part time (se conseguirem, claro). Aprende-se a organizar o tempo, ganha-se "calo" nas relações humanas e é muito valorizado para os empregadores.

Também acho que é um excelente tópico, este.

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Desde pequeno que tinha cuidado em poupar mas o meu problema é que poupava e depois gastava quase tudo, era em Playstations e jogos pouco mais...

Comecei a trabalhar aos 18 anos e com o meu salário lá fui poupando qualquer coisa... mas sempre que tinha algum junto acabava sempre por gastar em algo, carro, e outras coisas...

Antes da bolha da crise rebentar em que os bancos "davam" dinheiro a toda a gente influenciado pelos meus pais fiz um empréstimo à habitação e comprei um apartamento que neste momento está vazio mas que pretendo alugar dentro em breve já que como está assim vazio estou a ter prejuízo.

Hoje em dia estou cada vez mais consciente que tenho que poupar até porque o meu salário não é grande coisa... embora goste te der coisas boas sou neste momento muito forreta e poupado.

Este meu novo comportamento choca um pouco com a minha companheira já que ela tem um perfil mais gastador e não gosta muito do meu novo eu... aqui a grande questão é que eu à medida que vou lendo e me vou informando vejo que é importantíssimo poupar, investir e salvaguardar o futuro.

Parece que tomei o comprimido do Matrix e consigo ver além do sistema :)

Este ano faço 30 anos e olhando para trás vejo que podia ter feito melhor até porque não ganho nada de especial. Espero que a partir de agora consiga dar um boost às minhas poupanças e investimentos.

Neste momento encontro-me a construir o meu fundo de emergência... coisa que a minha namorada não compreende...  ::)

Uma coisa que já li é que para que uma relação dê certo os casais têm que se entender a nível financeiro... neste momento é o que me preocupa...

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-FoxNinja

Percebo perfeitamente essa tua preocupação. Mas nada como falares com ela e lhe mostrares que os tempos actuais não estão para "brincadeira", aconselho-te mesmo a criares pânico, porque as pessoas tem de ter consciência. Eu não foi preciso ter entrado por esta via tão drástica, mas nada como partilharem um objectivo comum e ir alargando o leque do assunto. Agora que tenho estado a dedicar-me aos ETF´s até já disso lhe falei e ficou interessada :)

- Atlas conheço uma rapariga com uma excelente média e que o máximo que conseguiu foi alguém pagar-lhe um "valor simbólico" (despesas mensais em troca de experiência, isto é quase um "crime"!). Tenho mesmo ideia que a área de direito deve ser das mais saturadas, infelizmente.

PS- Desculpem este offtopic

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Já tentei criar pânico mas não adianta muito... No entender dela tem que viver o presente e não se vai limitar no presente para poupar para o futuro. Em fim, ainda há pessoas que não estão conscientes da importância de salvaguardarmos o futuro.

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Já tentei criar pânico mas não adianta muito... No entender dela tem que viver o presente e não se vai limitar no presente para poupar para o futuro. Em fim, ainda há pessoas que não estão conscientes da importância de salvaguardarmos o futuro.

Também já fui assim, com a idade isso passa. Tenho 33 e já pelo menos há 3 anos que deixei de pensar assim.

No entanto conheço pessoas de 40 que não há meio de lhes chegar a epifania!

Estão sempre a queixar-se que não têm trabalho e o dinheiro é curto, mas passam a vida a comprar roupas, a jantar fora e em grande saídas à noite. E a endividarem-se para isso. Um caso em particular é o mais caricato: cheio de dívidas, recebeu uma herança de 50.000€... comprou um BMW. Agora tem-no à venda porque está aflito.

Às vezes ver os erros que os outros cometem é um bom incentivo para nós não os cometermos.

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Neste momento encontro-me a construir o meu fundo de emergência... coisa que a minha namorada não compreende...  ::)

Ela vai perceber, é so uma questão de vir a ficar desempregada, sem nenhuma fonte de rendimento momentaneamente, ter alguma doença, ou acidente. Mais dia, menos dia, todos nós vamos passar por uma situação dessas.

Depois ha os que anteciparam a situação e os outros que caem em desgraça de um momento para o outro.

Actualmente, como ja disseram, os tempos não estão para brincadeiras.

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Ela vai perceber, é so uma questão de vir a ficar desempregada, sem nenhuma fonte de rendimento momentaneamente, ter alguma doença, ou acidente. Mais dia, menos dia, todos nós vamos passar por uma situação dessas.

Depois ha os que anteciparam a situação e os outros que caem em desgraça de um momento para o outro.

Actualmente, como ja disseram, os tempos não estão para brincadeiras.

Ou então não, independentemente da idade, há pessoas que pura e simplesmente não têm noção das coisas e só se queixam, sem terem grande razão para o fazerem, aliás, na empresa onde trabalho, as pessoas do quadro não ganham menos de 1200€+ prémios e muitos passam a vida a queixarem-se!

Compreendo o FoxNinja e o meu conselho é duro, se a namorada não se toca o melhor é arranjar uma que tenha noção das coisas, até porque a mentalidade de uma mulher é das coisas mais difíceis de mudar(e nem vale a pena tentar se não houver vontade). A falta de plano de vida é uma característica que afeta muitas pessoas e depois acaba por se fazer notar noutras áreas e gerar outros problemas, acaba por ser toda uma complexa questão de personalidade. A família, como a conhecemos, está condenada, por muitas razões, uma delas é pela falta de ética e muita libertinagem.

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FoxNinja, já estive na mesma situação que tu... e o conselho como diz o utilizador Titanium "é duro": vocês têm de partilhar um entendimento a nível financeiro ou pura e simplesmente não futuro. No meu caso não houve e hoje estou com uma pessoa que partilha as mesmas ideias que eu. Por exemplo seguiu o meu conselho de amortizar dívida, e já procura depósitos para colocar o seu dinheiro de forma mais ativa.

No caso da tua namorada será uma questão de tempo até bater de frente com a realidade...mas até lá (e eu sei disto) tu passas quase por "mau da fita"...ou pessoa sem visão.

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Embora ela seja um pouco teimosa mais cedo ou mais tarde vai acabar por perceber. O que eu sei é que ao menos eu já estou a trabalhar no meu futuro e segurança se depois algo não correr bem eu estou salvaguardado.

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Quanto mais se cedo se poupa mais dinheiro se tem. O fator mais poderoso em um investimento sempre foi o tempo. A rentabilidade também influencia bastante, mas somado a seu aumento também se aumenta o risco.

A baixo uma tabela do poder de 500 de investimentos mensais a 10% de juros anuais:

500.png

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Quanto mais se cedo se poupa mais dinheiro se tem. O fator mais poderoso em um investimento sempre foi o tempo. A rentabilidade também influencia bastante, mas somado a seu aumento também se aumenta o risco.

A baixo uma tabela do poder de 500 de investimentos mensais a 10% de juros anuais:

500.png

Leandro obrigado pela partilha, mas conseguir 10% durante 30 anos nem Mr Buffet o conseguiu.

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Leandro obrigado pela partilha, mas conseguir 10% durante 30 anos nem Mr Buffet o conseguiu.

Obrigado por sua postagem

Não é uma tarefa tão difícil assim. Mr Buffet para se ter ideia chega a trabalhar com rentabilidade de 100% ao ano, como é o caso das ações Coca-Cola nos quatro primeiros anos em que comprou. Já 10% ao ano não precisa ser o melhor especialista no assunto, em fundos multimercados e fundos de renda fixa, se consegue isso.

Atenciosamente

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Não é uma tarefa tão difícil assim. Mr Buffet para se ter ideia chega a trabalhar com rentabilidade de 100% ao ano, como é o caso das ações Coca-Cola nos quatro primeiros anos em que comprou. Já 10% ao ano não precisa ser o melhor especialista no assunto, em fundos multimercados e fundos de renda fixa, se consegue isso.

Atenciosamente

Já agora, se não for pedir muito, diga-nos qual é o fundo que, de uma forma consistente, ganhou 10% ao ano, durante 30 anos.

E, assim na loucura, mostre-nos esse fundo para o ano de 2008...

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Já agora, se não for pedir muito, diga-nos qual é o fundo que, de uma forma consistente, ganhou 10% ao ano, durante 30 anos.

E, assim na loucura, mostre-nos esse fundo para o ano de 2008...

Tenho ideia que ele é brasileiro...daí aquela resposta que não faz qualquer sentido. A renda fixa no Brasil rende 10% mas a inflação é mais de 6%

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Tenho ideia que ele é brasileiro...daí aquela resposta que não faz qualquer sentido. A renda fixa no Brasil rende 10% mas a inflação é mais de 6%

É realmente isso mesmo, mas vale lembrar que não precisa investir apenas no próprio país, há outros países com taxas de juros mais atraentes.

Quanto a dados de um fundo que rendeu mais de 10% sempre em 30 anos, dados para esse período são mais difíceis de encontrar. E cabe ressaltar a oscilação, talvez em 1 ano especifico um fundo multimercado não bata sua meta, mas no longo prazo muitos fundos passam isso, por exemplo um fundo pode conseguir 8 % em um ano e em outro 19%.

Esta tarefa cabe ao próprio investidor buscar conhecimento e analisar cuidadosamente seu investimento.

Atenciosamente

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É realmente isso mesmo, mas vale lembrar que não precisa investir apenas no próprio país, há outros países com taxas de juros mais atraentes.

Quanto a dados de um fundo que rendeu mais de 10% sempre em 30 anos, dados para esse período são mais difíceis de encontrar. E cabe ressaltar a oscilação, talvez em 1 ano especifico um fundo multimercado não bata sua meta, mas no longo prazo muitos fundos passam isso, por exemplo um fundo pode conseguir 8 % em um ano e em outro 19%.

Esta tarefa cabe ao próprio investidor buscar conhecimento e analisar cuidadosamente seu investimento.

Atenciosamente

Concordo praticamente com tudo o que disseste. No entanto, investir noutros países com taxas de juros atraentes? Normalmente países que oferecem taxas de juro elevadas (exemplo, Venezuela) possuem uma moeda fortemente desvalorizada e uma inflação descontroladamente elevada.

O que é que queres dizer por fundos multimercados? Por exemplo, fundos de acções? Isso obriga-te a fazer uma gestão activa do teu património, e com as condições de mercado em constante alteração podes errar naturalmente.

Obrigado pela partilha :)

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