Visitante Bengas

Emigrar e Credito Habitaçao

9 publicações neste tópico

Vou Emigrar mas não vou vender a minha habitação pois a ideia é voltar a Portugal.

Como vou deixar de ter ordenado em PT deixo de der a domiciliação de vencimento, se transferir todos os meses um valor fixo para a minha conta no SantAnderTotta é possível que seja considerada como ordenado? Não é necessário ser uma transf de uma empresa? O que posso fazer para evitar perder o spread que tenho actualmente

Obrigado

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O melhor é colocar a questão junto do banco.

Mas, salvo erro, o banco não pode agravar as condições do empréstimo em caso de renegociação quando o que está em causa é uma mudança de residência para mais de 50km de distância por motivos de trabalho...

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O melhor é colocar a questão junto do banco.

Mas, salvo erro, o banco não pode agravar as condições do empréstimo em caso de renegociação quando o que está em causa é uma mudança de residência para mais de 50km de distância por motivos de trabalho...

Creio que isso se aplica no caso de arrendamento... o que está em causa é o cliente deixar de ter domiciliação de vencimento, condição essencial na concessão de crédito a habitação da maioria, senão a totalidade, das entidades bancárias!...

Antes de ir para o seu novo local de trabalho, deverá expor a situação ao seu gestor de conta e apresentar a solução que indicou aqui. Mediante a sua resposta (fruto da negociação), deverá analisar a melhor solução para evitar o agravamento no spread!

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Bom dia

Eu e o meu marido temos um crédito à habitação no Santander Totta. Devido a eu estar desempregada, com o prazo de receber o subsidio de desemprego quase a chegar ao fim, e a empresa onde o meu marido trabalhava, estar com dificuldades de pagar os ordenados a tempo e horas. Em setembro do ano passado, decidimos emigrar para os Estados Unidos da América, onde tenho os meus pais e irmãos. O meu marido rescindiu o contrato de trabalho e viemos legalmente. Mas antes de sair de Portugal comunicamos esse facto à nossa gestora de contas que  nada disse, nem nos alertou para a hipótese do spread ser alterado.

No mês de fevereiro com a aproximação do preenchimento do irs, necessitava de consultar as declarações fiscais no net banco, por causa dos juros do empréstimo. Mas não era possível por para aceder tinha que ter o meu telemóvel de portugal ativo para receber 1 sms para assinatura digital. Como não tinha trazido o telemóvel contatei a gestora de conta que me disse que tinha que alterar a morada e o numero de telefone por carta, com documentos que autenticassem esse facto.  Isto depois de muitos contatos por email. Enviei a carta o tempo foi passando e eu a ver o fim do prazo de entrega do irs e as alterações não eram feitas contatei o chat do net banco que forneceram o numero de telefone da super linha. Depois de explicar a situação e sem ter sido necessário alterar nada, no 1º passo, só confirmando com questões a veracidade dos fatos, a senhora da superlinha enviou-me por emal a copia dos valores dos juros do crédito 1 dia antes do prazo de entrega do irs terminar (29 de abril).

Fiquei descansada e lá entreguei a declaração. qual não é o meu espanto que no dia cinco de maio a minha gestora me comunica que já tinha feito as declarações tentei aceder às ditas declarações, não consegui na mesma mas não me chateei já tinha entregue o irs. Eis senão quando recebo uma carta do banco a dizer que o meu spread foi alterado porque deixei de cumprir os requisitos do contrato. A gestora informa-me por email:

"Relativamente ás questões abaixo colocadas, sou a informar que o seu empréstimo é revisto semestralmente, sendo que o spread contratado é de 4,5%, podendo ser reduzido para 2,45%, caso cumpra 4 produtos no banco, conforme descrito no ponto 3 da clausula quarta do contrato, que junto anexo."

No contrato implicava a domiciliação de ordenado, e o cumprimento de 3 condições de 6 condições, que nós cumprimos:

- possui no mínimo uma ordem de pagamentos domésticos a favor de terceiros sobre a sua conta à ordem (temos 2 - edp e água);

- ter uma situação de capital em divida, perante o banco, superior a 1.000 euros na data de cada pagamento de prestação de empréstimo, decorrente de contrato em vigor e em cumprimento de crédito ao consumo, de aluguer de curta duração (ald) ou de locação financeira (leasing) - temos um empréstimo ao consumo (12.000 euros contraído para conseguir pagar o resto da habitação, já que o banco não nos emprestou a totalidade do valor da casa).

- possui um seguro de proteção de vida ou seguro de desemprego - já só temos o de vida porque o outro não fazia sentido estar a pagar sem receber contrapartidas.

O único senão é mesmo a domiciliação dos ordenados, com isto meu spread de 2,45 foi agravado para 4,5 pontos percentuais.

Até agora nunca deixei de pagar as prestações mensais dos créditos, quer da habitação, quer do consumos, e todos os outros encargos inerentes a eles, mas a partir de agora a situação vai se tornar complicada. Falei com a Deco, na qual tive que me tornar sócia, para obter esclarecimentos, e o que disseram que era para escrever uma carta ao banco a expor a situação.

Alguém já teve uma situação destas, como conseguiram resolver? Enviaram para a gestora de contas ou para a sede do banco? Agradeço a atenção.

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"Relativamente ás questões abaixo colocadas, sou a informar que o seu empréstimo é revisto semestralmente, sendo que o spread contratado é de 4,5%, podendo ser reduzido para 2,45%, caso cumpra 4 produtos no banco, conforme descrito no ponto 3 da clausula quarta do contrato, que junto anexo."

No contrato implicava a domiciliação de ordenado, e o cumprimento de 3 condições de 6 condições, que nós cumprimos:

- possui no mínimo uma ordem de pagamentos domésticos a favor de terceiros sobre a sua conta à ordem (temos 2 - edp e água);

- ter uma situação de capital em divida, perante o banco, superior a 1.000 euros na data de cada pagamento de prestação de empréstimo, decorrente de contrato em vigor e em cumprimento de crédito ao consumo, de aluguer de curta duração (ald) ou de locação financeira (leasing) - temos um empréstimo ao consumo (12.000 euros contraído para conseguir pagar o resto da habitação, já que o banco não nos emprestou a totalidade do valor da casa).

- possui um seguro de proteção de vida ou seguro de desemprego - já só temos o de vida porque o outro não fazia sentido estar a pagar sem receber contrapartidas.

O único senão é mesmo a domiciliação dos ordenados, com isto meu spread de 2,45 foi agravado para 4,5 pontos percentuais.

Até agora nunca deixei de pagar as prestações mensais dos créditos, quer da habitação, quer do consumos, e todos os outros encargos inerentes a eles, mas a partir de agora a situação vai se tornar complicada. Falei com a Deco, na qual tive que me tornar sócia, para obter esclarecimentos, e o que disseram que era para escrever uma carta ao banco a expor a situação.

Alguém já teve uma situação destas, como conseguiram resolver? Enviaram para a gestora de contas ou para a sede do banco? Agradeço a atenção.

O problema é que deixou de receber vencimento...

Isso resolve-se, tal como lhe foi sugerido, escrevendo que irá depositar uma determinada verba fixa todos os meses a titulo de ordenado. Assim que eles validarem o valor (imagine que paga 450€. Deposite 500€ certos todos os meses), creio que voltam a desagravar o spread... mas tem de se mexer depressa!...

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Eu e o meu marido pagamos 800 euros mais ou menos de prestações totais e deposito todos os meses em dólares o equivalente a 1000 euros. Não valeu de nada dizer que nos comprometemos todos os meses a depositar essa quantia.

Eles querem que assinemos um aditamento aos contrato que alteram todas as condições do contrato inclusivé que se entrarmos em incumprimento o empréstimo passa para uma empresa externa ao banco.

Pediram-nos para assinar um documento inicialmente chamado "PEDIDO DA ALTERAÇÃO DA CLAUSULA 52"

"Afim de podermos alterar as condições do contrato em vigor, junto enviamos um pedido de alteração  contratuais, que agradeço as assinaturas e posterior  envio por e-mail (PDF).  O Original deverá ser enviado por correio.

Vamos ter necessidade de emitir um aditamento ao contrato, afim de retirar a obrigatoriedade da domiciliação do ordenado.

O spread já está reposto e as prestações regularizadas."

Pedimos esclarecimentos sobre tal clausula, o que era e que alterações implicava. E a resposta por email "A condição Especial mencionada, retira como abaixo mencionei a obrigatoriedade de domiciliar o ordenado, ficando apenas 3 produtos.[table][tr][td][/td][td][/td][td]3 dos seguintes requisitos:[/td][td][/td][td][/td][td][/td][/tr][tr][td][/td][td][/td][td][/td][td][/td][td][/td][td][/td][/tr][tr][td][/td][td]a)[/td][td]Domiciliação de Ordenado[/td][td][/td][td][/td][td][/td][/tr][tr][td][/td][td]B)[/td][td]Domiciliação de pelo menos 2 pagamentos domésticos[/td][td][/td][td][/td][td][/td][/tr][tr][td][/td][td]c)[/td][td]Ser detentor de cartão de crédito ou débito activo, com utilização de 150€ no trimestre *[/td][td][/td][td][/td][td][/td][/tr][tr][td][/td][td]d)[/td][td]Ter crédito ao consumo, ALD ou leasing > 5.000€  [ minha observação(no contrato esse valor é > 1000€)][/td][td][/td][td][/td][td][/td][/tr][tr][td][/td][td]e)[/td][td]Saldo médio trimestral de recursos >1.000€ incluíndo carteira de títulos e excluíndo Produtos de Poupança.(ié excluindo PPR e FPR)[/td][td][/td][td][/td][td][/td][/tr][tr][td]f)[table][tr][td]

Produtos de Poupança (PPR e FPR) >500€ ou Plano Protecção Vida.(1) "

Perguntamos-lhes quais eram os produtos que cumpríamos, reponderam que eram só 3, esqueceram.se do crédito ao consumo (credito pessoal) que lhes lembramos que no contrato eram de 1000€.Assinamos o pedido quando não é o nosso espanto que nos enviam um aditamento aos contrato cheio de erros, eu solteira e o meu marido casado, a nossas naturalidades erradas e alterações profundas ao contrato inicial.Não assinamos esse aditamento, por não concordarmos com ele e eles ameaçam-nos com um aumento de spread que devia ter sido revisto em novembro mas este ano vai ser visto em dezembro, não sei porquê.Não sabemos o que fazer.O meu marido nunca domiciliou o ordenado, Nós fizemos o empréstimo em maio de 2011, o meu ordenado foi domiciliado até agosto de 2011 (transf. bancária) depois fiquei desempregada com subsidio de desemprego(770€ -+/-)  Que depositava na conta. Só em março de 2012 voltei ao ativo, por poucos meses, até julho de 2012, Voltei a receber subsidio de desemprego  até agosto de 2013, um mês antes de emigrar. Tive o cuidado de avisar o banco do passo que íamos dar e ninguém me alertou para as consequências. Agora pergunto se deixei de receber ordenado em julho de 2012 e eles só detectaram em maio de 2014, não estaremos abrangidos pelo decreto-lei DL n.º 192/2009, no ponto em que é mencionado se o incumprimento dessa condição se verificar à mais de 1 ano ela deixa de ser aplicada?

segundo a lei (Decreto-Lei nº 192/2009 de 17 de Agosto, artigo 1º/4), “o direito de exigir o cumprimento da condição relativa à contratação de outros produtos e serviços financeiros (…) prescreve no prazo de um ano após a sua não verificação”.

Ajudem-nos, por favor.

Obrigada pela atenção.

Cumprimentos Lisete FonsecaPs. se houver necessidade enviaremos em anexo o contrato e o aditamento.[/td][/tr][/table][/td][/tr][/table]

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Lisete, faz uma reclamação ao Banco de Portugal expondo toda a situação - livro de reclamações, através do Portal do Cliente Bancário.

Ou vos está a escapar alguma coisa ou o banco está a ter um comportamento muito estranho (provavelmente as duas coisas). Seja como for, por um mediador ao barulho (o BdP) é capaz de ajudar...

Assim de repente, só conhecendo a tua versão dos factos, diria que tens razão quanto ao DL 192/2009 e que não faz sentido nenhum o banco propor uma alteração de uma cláusula e enviar depois alterações substanciais ao contrato, ainda por cima com incorreções. Mas, como disse, pode estar aí a faltar qualquer coisa... parece-me estranha a atitude do banco...

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Eu fiz uma primeira reclamação junto do banco de Portugal quando soubemos que nos alteraram o spread sem dizer nada e só depois de perguntar à minha gestora de conta o porquê?

E eles disseram-nos que o banco podia fazer essa alteração. Logo a seguir o banco como por magia repôs o spread e pede-nos para assinarmos o pedido da alteração da clausula 52.

E só agora é que lendo vários sites sobre o assunto é que soube da hipótese do decreto-lei.  Isto é se o subsidio de desemprego não contar como transferência de ordenado. O banco tem agindo connosco de uma forma agressiva e sem nada que o jstifique pois ainda não deixamos de honrar os nossos compromissos, O banco enviou-nos agora uma carta, uma para mim outra para o meu marido, com a alteração do spread em dezembro mas as revisões do nosso spread no contrato inicial seriam só a 2/3 de maio e 2/3 de novembro. Vamos pagar mais 120 euros a 130 euros por mês, 150 a 200 dólares, dos 1300 dólares que enviamos todos os meses, com enorme sacrifício, para quem se mudou de armas e bagagens para outro país com 2 filhos.

Temos os nervos em frangalhos , já não basta a situação em que estamos ainda o banco a incomodar-nos sem necessidade nenhuma,

Não sabemos se vale fazer nova reclamação junto do banco, fiz junto à deco mas não resolveu nada. só deu para que eles ficassem mais chateados. ou se enviamos o caso para um advogado mas neste momento é nos impossível deslocar-nos aí pois quem deixa o emprego aqui, como não existe ligação contratual, quando volta encontra de certeza outro em seu lugar especialmente na fase inicial quando o patrão não nos conhece.  por causa destes senhores a vontade que temos em entregar a casa e bye bye, apesar de ter emigrado para a salvar. Acho que o banco quer nos vencer pelo cansaço.

Obrigada pela atenção.

Cumprimentos

Lisete Fonseca.

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Eu fiz uma primeira reclamação junto do banco de Portugal quando soubemos que nos alteraram o spread sem dizer nada e só depois de perguntar à minha gestora de conta o porquê?

1. E eles disseram-nos que o banco podia fazer essa alteração. Logo a seguir o banco como por magia repôs o spread e pede-nos para assinarmos o pedido da alteração da clausula 52.

E só agora é que lendo vários sites sobre o assunto é que soube da hipótese do decreto-lei.  Isto é se o subsidio de desemprego não contar como transferência de ordenado. O banco tem agindo connosco de uma forma agressiva e sem nada que o jstifique pois ainda não deixamos de honrar os nossos compromissos, O banco enviou-nos agora uma carta, uma para mim outra para o meu marido, com a alteração do spread em dezembro mas as revisões do nosso spread no contrato inicial seriam só a 2/3 de maio e 2/3 de novembro. Vamos pagar mais 120 euros a 130 euros por mês, 150 a 200 dólares, dos 1300 dólares que enviamos todos os meses, com enorme sacrifício, para quem se mudou de armas e bagagens para outro país com 2 filhos.

Temos os nervos em frangalhos , já não basta a situação em que estamos ainda o banco a incomodar-nos sem necessidade nenhuma,

Não sabemos se vale fazer nova reclamação junto do banco, fiz junto à deco mas não resolveu nada. só deu para que eles ficassem mais chateados. ou se enviamos o caso para um advogado mas neste momento é nos impossível deslocar-nos aí pois quem deixa o emprego aqui, como não existe ligação contratual, quando volta encontra de certeza outro em seu lugar especialmente na fase inicial quando o patrão não nos conhece.  por causa destes senhores a vontade que temos em entregar a casa e bye bye, apesar de ter emigrado para a salvar. Acho que o banco quer nos vencer pelo cansaço.

Obrigada pela atenção.

Cumprimentos

Lisete Fonseca.

1. Não assine nada. Apresente nova reclamação com base no decreto lei já referenciado.

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