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30 resultados encontrados

  1. Boas, Venho aqui tentar encontrar ajuda, a fim de encontrar solução para o meu problema, à qual desde já agradeço. Passo a explicar... Há 25 anos o meu avô, após morte da minha avó (a minha mãe e tias não assinaram nada pela parte da mãe), pediu ao irmão dele para lhe vender a casa na terra, uma vez que este era construtor de obras, tinha contactos e vivia na zona. O meu tio lá tratou do negócio, 1.000.000$00 por área coberta de 40 metros quadrados e descoberta 205 metros quadrados, o comprador ainda pagou a prestações ao meu avô que coitado estava a precisar do dinheiro e tudo o que viesse era bem vindo, só que desde aí o meu avô continuou a receber as contribuições do IMI para pagar. Falava disso ao irmão mas este disse-lhe sempre para não se preocupar que ele estava por dentro do assunto e tratava de tudo. Isto ano após ano. Nunca ninguém fez grande caso disso também. Entretanto as finanças passavam depois a enviar-lhe cartas a ameaçar penhora. Há uns anos atrás a minha mãe foi às finanças de lá da terra, bem como à Conservatória. Nas finanças foi dito que para resolver a situação teria de lhes entregar cópia da escritura para fazerem a alteração de proprietário. Acontece que o meu avô só dispunha de um contrato de promessa de compra e venda feito entre o irmão e o comprador da casa, assinado pelo meu avô e pelo irmão e das cartas que acompanhavam o dinheiro que enviavam todos os meses para o meu avô. Na conservatória dizem não ter lá qualquer registo. Também foi aos serviços de Conservatória da zona da Expo e nada têm também (as casas dos outros irmãos do meu avô vendidas posteriormente à mesma pessoa aparecem registadas na Conservatória). O irmão recusa-se a mexer no assunto, não sei se ele tem a escritura em seu poder, ou se existe mesmo escritura... O meu avô faleceu há 4 anos e de imediato a minha mãe foi informar as finanças, tendo ela ficado como cabeça de casal por ser a mais velha. Pensou que as cartas parassem mas continua-se a receber IMI para pagar dirigido ao meu avô, bem como cartas de ameaça de penhora. Ao que parece quem vive na casa já foi informado há uns tempos por familiares meus do que se estava a passar mas fechou-se em copas e o processo continua a arrastar-se. A minha mãe já está reformada, recebendo a pensão mínima, eu recebo o salário mínimo e, tristemente, não temos ninguém na família que nos apoie e ajude a resolver esta situação. O medo da minha mãe é vir a ser chamada para pagar a dívida uma vez que é cabeça de casal. Existe de facto essa possibilidade? Não temos como pagar a um advogado. O que poderei fazer? Muito obrigada, bem hajam.
  2. Sr.

    Vou pedir uma reavaliação do IMI para uma situação de finalização do período de isenção de 8 anos e verifico, através da Caderneta Predial, que constam 2 valores diferentes: O 1º, nos "Dados de avaliação", com o ano de inscrição na matriz, indica um valor patrimonial determinado em 2016; o 2º, com os coeficientes de avaliação, que dão um Valor Tributário inferior ao 1º. Uma vez que a diferença é de alguns milhares de euros, a dúvida é sobre qual dos valores é calculado o valor de IMI a pagar. Obrigado.
  3. Bom dia, Alguém me sabe dizer se ainda está em vigor a isenção automática de IMI para prédios com valor patrimonial inferir a 66.500€?
  4. Boa noite, Durante o ano de 2016 comprei um apartamento (escritura a 2/10/2016) e vendi o antigo (escritura feita a 28/11/2016). Hoje recebi em casa um valor de IMI para pagar relativo aos 2 imóveis. Sei que o novo proprietário do meu antigo imóvel pediu isenção de IMI. Tenho que pagar os dois? Não seria suposto pagar apenas do novo apartamento? Desde já agradecido, JM
  5. Boa tarde Comprei metade da casa onde resido. Neste momento sou proprietário de metade da casa sendo esta metade a minha primeira casa para habitação própria permanente, sendo que o seu valor ( metade) fica abaixo dos 125000 euros. Gostaria de saber se tenho direito a pedir isenção de imi. obrigado pela ajuda
  6. Bom dia, Comprei um apartamento e fiz escritura dia 23/11/2016 e fui para lá habitar no inicio de 2017. Fiz a mudança de morada fiscal em 2017. Solicitei online o pedido de isenção de IMI com os dados: Dt Facto: 2016-11-23 Dt Início Hab: 2017-01-01 Estão corretos certo? A isenção foi deferida com o seguinte despacho: Ano Início: 2016 Ano Fim: 2018 Prazo: 3 Este prazo está correto? Ou seja, não era suposto ter direito a 3 anos de isenção? Assim só vou ter 2 anos, o de 2017 e 2018. Penso que o 2016 não deveria contar para o periodo visto o IMI já ter sido pago pelo antigo proprietário certo? Assim sendo, é injusto para quem adquire habitação no fim do ano.. Obrigado pela atenção.
  7. Bom dia, Comprei um imóvel em 2008, e agora em 2017 vou começar a pagar IMI, pois a isenção terminou. As minhas dúvidas: Tenho que fazer algum tipo de registo do meu imóvel ás Finanças ? No Site das finanças o meu imóvel aparece no meu Património Predial, no entanto quando procedi ao pedido para avaliação do mesmo, responderam me das finanças que: O prédio para o qual foi pedida a avaliação não existe inscrito na matriz. Gostaria de saber o significado desta informação, e que passos tenho que fazer para a regularização da situação. Desde já o meu obrigado pelos esclarecimentos. C.G.
  8. Bom dia . Faz já alguns anos , eu e meus irmãos herdamos uma velha casa á morte dos pais . De pouco valor e quase toda a refazer , ficou desabitada e como ninguém a quis , todos se recusam a pagar o respetivo IMI que ronda os 50 euros por ano e que vem se acumulando desde uns 6 / 7 anos . Ora , como não foi feita nenhuma partilha , desejaria saber se eu pagando o IMI em atraso , poderia colocar o velho imóvel em meu nome e , assim , assumir o imposto e nesse caso fazer algumas reparações nele , antes que mais tarde ou mais cedo venha a desabar em plena rua .
  9. Tirado do "Público" Para além do IMI agora surge o novo imposto adicional de 0,3% sobre património, que é o AIMI e aplica-se para quem tem um valor patrimonial acumulado (VPT) superior a 600 mil € e que substitui o anterior imposto de selo de 1% (do tempo de Passos Coelho) Dantes 2016: Imposto de selo especial de 1% 1) Para quem tinha casa de 1 milhão. 2) Não se aplicava quem tinha várias casas com valor de 1 milhão. Agora 2017: Há o AIMI de 0,3% para património total superior a 600 mil €. Para os incluídos na situação 1) o novo imposto desagrava-se bastante de 1% para 0,3%. Para os incluídos na situação 2) vão passar a pagar AIMI de 0,3% Para todos com VPT superior a 600 mil€ 3) vão passar a pagar AIMI de 0,3% Exemplo VPT 800mil€ (acima de 600 mil€): 2016: IMI 3.200€ 2017: IMI 3.200€ + AIMI 600€ = 3.800€ Para além disso: 4) Quem tem dívidas ao fisco e/ou SS vão passar a pagar AIMI independentemente do valor total patrimonial. A ideia é sancionar os contribuintes com dívidas e património imobiliário. Seria correcto se fosse só para aqueles que têm um património rico (obriga estes contribuintes a vender as casas para pagar as dívidas). Mas é incorrecto já que mete tudo no mesmo saco, ou seja um contribuinte com dívidas ao fisco e uma casa de 50mil€, se não consegue pagar as dívidas tributárias como vai conseguir pagar o AIMI? 4.1) ainda não se sabe se o governo vai rever a lei e isentar de AIMI quem tem dívidas fiscais/SS com património abaixo de 600 mil€, mas aqui fica o exemplo: Exemplo VPT 250mil€ (abaixo de 600 mil€): 2016: IMI 1.000€ 2017 s/ dívidas: IMI 1.000€ 2017 c/ dívidas: IMI 1.000€ + AIMI 750€ = 1.750€ 4.2) mas há uma certeza: quem tem património acima de 600mil€ e dívidas ao fisco e/ou SS vai pagar um AIMI acima de 0,3% Exemplo VPT 800mil€ (acima de 600 mil€): 2016: IMI 3.200€ 2017 s/ dívidas: IMI 3.200€ + AIMI 600€ = 3.800€ 2017 c/ dívidas: IMI 3.200€ + AIMI 2.400€ = 5.600€
  10. Olá a todos. Tentando ser o mais clara possível e indo direito ao assunto: -» 4 irmãs - vamos pensar nelas como irmã 1, 2, 3, 4, da mais velha para a mais nova. -» Apenas a irmã 1 teve filhos e netos. -» A irmã 1 faleceu e nunca houve partilhas feitas. A irmã 2 faleceu e também nenhumas partilhas foram feitas. -» As duas últimas irmãs, 3 e 4, fizeram testamento em como o neto da irmã 1, o sujeito A, receberia tudo da parte delas após a morte de ambas. -» Mais de 8 anos se passaram sem nunca ter havido qualquer avaliação de bens nem partilhas -» os valores de IMI de uma casa têm sido pagos sempre pelo sujeito A, neto da irmã 1, a quem as irmãs 3 e 4 doaram a sua parte. -» nenhum dos restantes herdeiros (netos/filhos da irmã 1) se interessaram pelas heranças, ou pagamentos de IMI que são sempre encaminhados ao sujeito A... -» existem também outros bens (terrenos), no entanto acho que o IMI é só da casa... Nisto eu questiono, será que o sujeito A tem direito à herança total (devido ao testamento, provavelmente)? E os outros terrenos? Estarão a acumular dívidas (IMI, partindo do principio que ninguém está a pagar)? Como proceder? Será que agora para solucionar estas heranças/partilhas de forma oficial será um novelo de custos e mais custos? É esse o problema que tem sido argumento para arrastar esta situação por anos e anos... Já vi no site do INR o seguinte: Habilitação de Herdeiros + Partilha da Herança + Registos: 425,00€ Agradeço quem puder esclarecer. Obrigado.
  11. imi

    Boa noite, Após o falecimento do meu pai, eu e a minha irmã fizemos a habilitação de herdeiros, após isso descobrimos que ele tinha dividas ás finanças, da casa e de um carro que não sabemos onde se encontra, comecei por pagar uma que evitava que a casa fosse a leilão, no entanto fomos notificados que a companheira do pai na altura do falecimento abriu um processo contra nós porque ele tinha uma dívida para com ela. O processo desenrolou-se em tribunal e ela acabou por ganhar o direito ao pagamento da sua divida através dos bens do meu pai nomeadamente casa e carro, até aqui tudo bem o tribunal condenou-nos a entregar-lhe a casa como pagamento da divida que o meu pai tinha para com ela. É aqui que começa o meu transtorno maior falei com a minha advogada e marcamos no (notário ou conservatória?) para proceder á entrega da casa a senhora em questão, e avisamos com carta registada com o devido tempo de antecedência a senhora e o advogado dela. O que acontece é o seguinte a senhora não apareceu, eu fiquei com uma prova em como ela não apareceu passada pelo serviço em questão, pelo que sei a senhora não apareceu porque para receber a casa teria de pagar as dividas que estavam por regularizar o que não aconteceu, o real problema é o seguinte continuo a receber cartas como cabeça de casal de cobranças coercivas tanto da casa como do veículo. A minha advogada disse-me que como aquilo não vai ser meu para não pagar porque senão é dinheiro metido fora, visto que tenho que entregar todos os bens do meu pai para pagamento de divida a essa senhora. Agora resumindo a senhora não quer pagar as dividas da casa e eu não consigo livrar-me da casa, e continuo a receber cartas de cobrança coerciva da casa do IMI e juros mora e também desse veículo do IUC que eu nem sei onde se encontra, é um transtorno muito grande como sou cabeça de casal estou sempre a receber várias cartas durante o ano. Gostaria de saber quais são as minhas opções, infelizmente não sou rico por isso a advogada que tive foi-me dada pelo tribunal para o processo e não posso obrigar a senhora(companheira do meu pai) a ficar com o a casa e o carro, para eu deixar de receber estas cartas. Tenho receio que as finanças um dia venham atrás de mim para pagar o que não é meu, já perguntei à advogada se podia renunciar à minha herança, mas não obtive uma resposta concreta... Isto arrasta-se desde o falecimento do meu pai em 2008, as dividas já vinham desde 1998 mais ou menos. Será que alguém tem uma solução de eu me livrar disto?
  12. herança indivisa
    IMI

    Bom dia, No caso da herança indivisa, qual o património que responde por dividas de IMI? O património do cabeça de casal ou o património da herança. Cumprimentos
  13. Bom dia, Comprámos (eu e a minha mulher) um terreno com o objetivo de lá construir uma moradia. Nas finanças, o terreno é composto por dois artigos, sendo um uma casa rudimentar e outro o terreno restante. Qual então a situação mais vantajosa em termos fiscais no futuro: manter dois artigos, alterando-os em função das novas áreas da futura casa nova, ou uni-los num só artigo? Em termos de IMI, e em termos de constribuição especial (o imóvel fica numa das freguesias abrangidas pelo simpático imposto) Mias dados: situação atual = casa 70m2, terreno 400m2 futura casa= casa 160m2 terreno 270m2 (será feita uma doação ao domínio público para alargamento da rua) Obrigado.
  14. Cerca de 8 anos atrás realizei umas obras e alterei a afectação de um r/c de um predio para comercio ( com licenciamento camarario ) nem as obras nem alteração da afectação não foram participadas ás financas, nao foi apresentado o Modelo 1 IMI, na altura alguem me disse que essa informação seria automatica dada pela camara Municipal para as financas, como nao residia em Portugal e os anos foram passando, agora tenho um problema que queria regularizar , embora saiba que vou ter de pagar o imposto devido mais juros e coimas, a questão é saber se terei de pagar todos estes anos, ou somente pagarei os ultimos quatro ( prescricao apos 4 anos ??), outra questão qual será o valor das coimas ja que ate agora a situacão nunca foi dectada pelas finanças, terá alguma atenuante se for comunicada e paga voluntariamente ?? Obrigado
  15. Boa noite, Após ter sido aconselhado a rever o meu IRS (que já entreguei online), reparei que as despesas que poderia deduzir não estavam presentes na declaração (apesar de aparecerem algumas na simulação...). No entanto, as minhas despesas de IMI (sou proprietário de um prédio com 6 apartamentos alugados) não aparecem. Após uma busca na Net, criei o anexo H na declaração e, pré preenchido, apareceu-me tudo menos o IMI que paguei em 2015 (no e-factura também não aparece). Escolhi a opção 654 para colocar o IMI - mas isto salta-me para o quadro 7 que pede a descrição de todo o prédio (que já está noutro quadro de rendimentos).... e pede, em alternativa, o código do país (mas Portugal não aparece...) Devo preencher novamente o artigo, fracções etc? E como divido o IMI por 6 fracções? Literalmente?... Agradecia alguma ajuda se possível. Obrigado. Kepler
  16. https://www.publico.pt/economia/noticia/imi-para-quem-tem-varias-casas-agravado-no-orcamento-de-2017-1729920 Ministério das Finanças confirma que estão a ser estudadas alterações à tributação do património para entrarem em vigor no próximo Orçamento do Estado. Medida aperta o cerco ao arrendamento clandestino. combater o arrendamento clandestino com aumento de impostos. Sou só eu a ver o contrassenso nisto?
  17. Boa tarde Eu em 2011 herdei um prédio por falecimento do meu pai composto por um piso, optei por ampliar para um primeiro mas que ficou independente do R/C, embora eu esteja a usar os dois andares como habitação própria permanente, estando neste momento a ser usado pela minha mãe e a minha filha mais velha,sendo que as Finanças avaliaram ambas os andares sendo o r/c avaliado em 81.918€ e o 1º Andar em 82.220€. Na altura recebi as cartas das finanças comunicando que tinha sido diferido o pedido de isenção e que me tinha sido concedida a isenção do R/c por 3 anos acabando em Dezembro de 2015, e a do 1º andar por 8 anos acabando em 2018. Nas primeiras 2 cartas que recebi das finanças referentes a 2011 apareceu o R/c sem isenção e o 1º andar apenas com 7.448€ de isenção com valor a pagar de 626,76€. No ano seguinte já apareceu sem isenção no R/c mas com os 82.220€ de isenção no 1º andar que é a totalidade do valor do mesmo com valor apagar de 327,64€. Questionei na altura as finanças, e o chefe das finanças na altura respondeu-me que tinha havido um engano no ano anterior e que agora o mesmo havia sido corrigido, sendo que nos próximos anos ia ser sempre esse valor. De facto nos próximos anos até agora foi sempre igual tirando alterações de reavaliação. Em Abril deste ano ainda veio igual e paguei a 1º prestação relativa a 318,26€ no valor de 159,13€, mas depois recebi uma carta das finanças no dia 27 de Abril dizendo que em passei a ter apenas 9,289,95€ de isenção relativa ao primeiro andar e que por isso o valor a pagar passou a ser de 602,42€ sendo que tenho ainda 443,29€ para pagar em 30-11 deste ano. Dirigi-me ás finanças de lagos para obter esclarecimento e a resposta do chefe das finanças foi que os valores de isenção de IMI estavam errados desde 2012 e que foi feito um acerto, e segundo ele, a razão desse acerto foi porque segundo o nº 4 do artigo 46 o valor de isenção relativo á ampliação tinha que ser calculado pela diferença entre o prédio antes da ampliação e o valor da ampliação, que dava 9,289.95. referiu ainda que eu ia ter que pagar os acertos desde 2012 este ano mas que seria faseado. Mas recebi agora mais cartas das finanças com a data de 27-4 informando que tenho cerca de 900€ para pagar até 30-06, ou seja não veio faseado. Visto isto a minha reclamação tem dois fundamentos, primeiro, estive a verificar o nº 4 do artigo 46 e não está de acordo com o que o chefe das finanças disse, o que está lá escrito e bem explicado, é que a isenção refere-se parte ampliada ( no meu caso 1º andar) e que para determinação dos respectivos limites e período de isenção deve-se ter em conta a totalidade do valor patrimonial tributário do prédio (r/c+1ºandar 168.629,93€) após o aumento derivado de tais ampliações, que no meu caso o aumento foi o primeiro andar, sendo que foi o valor do primeiro andar avaliado em 84.069,95€ que acrescentou esse valor ao existente, ou seja a isenção anterior estava correcta, porque diz respeito ao valor total da ampliação que neste caso é o primeiro andar, tendo em conta que o prédio na totalidade após a construção do primeiro andar passou a ter um valor patrimonial referente á soma do r/c existente e o primeiro andar, sendo que o valor isento devia ser o total do valor da ampliação que neste caso é o valor do 1º andar. Tentei explicar isto na altura ao chefe das finanças mas ele não quis aceitar a minha explicação. resumindo, a meu ver não houve qualquer erro nos anos anteriores, pelo que não devo pagar nenhum acerto, e este ano as finanças deverão voltar a colocar a isenção como estava. De facto, havia uma isenção relativa ao r/c que acabava em 2015, mas o mesmo nunca teve essa isenção, sendo que nas cartas vinha sempre o r/c sem isenção, facto que também nunca compreendi, a não ser que na altura tenham juntado as duas isenções numa só por algum motivo, o que me parece ser o caso, já que tenho uma impressão do portal das finanças em 2012, onde tenho as duas isenções para o 1º andar, sendo que a primeira de 7,440€ referente a ampliação acabava em 2018 e a segunda de 74,780 referente a habitação própria permanente acabava em 31-12-2015. Ou seja, neste caso estava correcto o acerto este ano visto que tinha acabado a primeira isenção, mas não tinha que pagar nenhum acerto dos anos anteriores, porque os mesmos estavam correctos. Eu pretendo apenas que me esclareçam de forma correcta, sobre a razão do acerto e em que lei é que se fundamenta, se é que o acerto está correcto, coisa que o chefe das finança de Lagos fez de forma errada, conforme já fundamentei. O segundo fundamento, se de facto se verificar que eu estou errado e que houve engano das finanças desde 2012, é injusto que eu tenha que pagar os acertos desse engano ainda por cima tudo de uma vez e só até 30-06 deste ano, pelo que esse pagamento devia ser faseado até pelo menos ao fim do ano, como aliás o chefe das finanças de Lagos disse que ia ser. As finanças poderão constatar pelo meu irs que eu ganho 700€ e a minha mulher 500, com um empréstimo para pagar, fora todas as outras despesas, e que ainda por cima temos 3 filhos, tendo a mais nova 10 meses, pelo que torna-se impossível pagar esse valor total agora, e ainda ter que pagar mais cerca de 400€ em Novembro, a não ser que a nossa família deixe de comer para pagar os erros das finanças. Estou a escrever isto neste forum para ver se tenho razão e posso fazer esta reclamação ás finanças. Não consegui mandar a documentação em anexo porque dá erro mesmo com anexo de 788k, se for preciso digam-me como poderei mandar a mesma. Obrigado pela atenção Fernando Mendonça
  18. imi
    IRS

    Boa noite, Tenho um imóvel arrendado desde Agosto de 2015. Em 2015 paguei de IMI 120,00 EUR. Qual o valor a colocar no Quadro referente ao IMI? O valor pago (120) ou (120/12)*5 = 50? O mesmo em relação ao condomínio, devo colocar a soma dos 5 meses? Obrigado.
  19. Boa tarde, Estou a tentar, infrutiferamente, apresentar uma reclamação graciosa relativamente a um IMI que está a ser indevidamente, na minha opinião, cobrado após o falecimento do meu sogro. Já apresentei a reclamação por escrito, mas recebemos um telefonema das Finanças dizendo que esta não terá sido aceite nos seus fundamentos e que teremos de entregar uma via o Portal das Finanças. Apesar do meu sogro estar isento de IMI dado os seus rendimentos baixos, valor predial inferior ao tabelado, etc. as Finanças dizem estar a fazer a cobrança por entrega atrasada do IRS - o que é estranho porque esta entrega não era obrigatória para rendimentos baixos penso eu... Seja como for, alguém me poderá dizer quais os links a seguir no Portal? A única coisa que consegui foi poder fazer uma reclamação de um imóvel que o meu sogro nunca teve!!!.... No entanto, estão a cobrar agora pelo antigo apartamento que ele tinha - que não aparece listado... Cumprimentos, Kepler
  20. Bom dia O cabeça de casal que vive sozinha tem 82 anos e com baixos rendimentos tem de paga IMI? Mesmo tendo dois filhos? A casa é habitaçao permanente Obrigado
  21. Boa noite, Vou na Sexta fazer uma escritura de uma casa. 1ª questão: - Sou eu que vou comprar com o meu dinheiro contudo, para lá viver com a minha companheira e nossas filhas. Estou em dúvida se coloco no meu nome ou nome dos dois, lá na escritura. Que desvantagens eu terei se colocar no nome dos dois? Sabendo claro que ao colocar no nome dos dois estarei a atribuir 50% do imóvel ou a "doar". E se colocar somente no meu nome, que vantagens e desvantagens teria? Nomeadamente no IRS e outros. 2ª Questão: - A casa é para habitação própria, nunca comprei nenhuma. Acontece que a minha companheira já, só durante 1 ano, comprou e no ano seguinte vendeu e comprou com o ex-companheiro e vendeu a parte dela a ele. Possivelmente terá tido a isenção de IMI. Se estiver no nome dos dois, perde-se a isenção do IMI pelo facto de ela ter tido já essa isenção? E nesse sentido era preferível estar só no meu nome para que tivessemos essa isenção? Obrigado.
  22. imi

    Boa tarde, Descobri ao ser herdeiro de uns terrenos na mealhada que ando a pagar IMI de 2 terrenos que terão sido vendidos pelo meu avo ja nos anos 60.. na mealhada nao ha registo de outro proprietario. Lá disseram que nos teriamos de continuar a pagar mesmo assim. que direitos tenho sobre os terrenos ou se posso obrigar quem la esta a pagar estes IMI que vem a ser pagos pela minha familia desde os anos 60 e a resolver esta questao nas finanças. Obrigado.
  23. Boa tarde já algum tempo abri aqui um tópico relacionado com este tema do IMI, é o seguinte entrei no portal das finanças e deparei-me com o pagamento deste até ao fim de abril, estando eu desempregado, recebendo subsidio desemprego por ano cerca de 8 mil euros sendo único titular com rendimentos, o valor patrimônio é de €66.130 fui ás finanças tratar da isenção,mandaram esperar fui lá mais vezes disseram que era automático esta isenção,mandei também um e-mail no qual a resposta foi esta, A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) agradece o seu contacto.Venho por este meio informar que a isenção de IMI, nos termos do artº 48º do EBF para "Prédios de reduzido valor patrimonial de sujeitos passivos de baixos rendimentos",no nº 4, determina:4 - As isenções a que se refere o n.º 1 são automáticas, sendo reconhecidas oficiosamente e com uma periodicidade anual pela Autoridade Tributária e Aduaneira, a partir da data da aquisição dos prédios ou da data da verificação dos respetivos pressupostos. (Redação dada pela Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro)Com os melhores cumprimentos AT- Autoridade Tributária e Aduaneira Porque terei de pagar o IMI agradecia ajuda sobre este tema se for possível. Obrigado.
  24. Ao consultar o Portal das Finanças no que se refere ao meu património verifiquei que foi feita uma atualização em 2014. Na caderneta predial pode ler-se: Ano de inscrição na matriz: 2011 Valor patrimonial actual (CIMI): €74.274,40 Determinado no ano: 2014 Tipo de coeficiente de localização: Habitação Coordenada X: 170.269,00 Coordenada Y: 446.205,00 Mod 1 do IMI nº: 2727998 Entregue em : 2011/05/26 Ficha de avaliação nº: 3488186 Avaliada em : 2011/06/08 Vt* = Vc x A x Ca x Cl x Cq x Cv 72.640,00 = 603,00 x 172,4780 x 1,00 x 0,90 x 0,970 x 0,80 A minha dúvida é a seguinte: Quando e como é feita esta atualização?