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13 resultados encontrados

  1. Boa noite, No cálculo das mais valias na venda de imóveis no item "Despesas e encargos suportados" entram os valores de IMT e registos da casa vendida. No caso de reinvestimento do ganho é possível declarar os valores de IMT e registos da nova casa neste item? Ou só é possível abater os valores referentes à casa vendida e não à que foi comprada? Obrigado
  2. Boa Noite, Agradecia esclarecimento sobre o seguinte assunto. Tomei posse plena de um imóvel em 2014, por herança, cujo Valor Tributário era de 75.000.00€ fixado em 2012. Em 2015 solicitei a reavaliação do Valor do imóvel, tendo o mesmo descido para cerca de 72.000.00€ No calculo das Mais Valias a serem tributadas, em caso de venda, qual o valor a ter em consideração para esse cálculo, o Valor Tributário à data da posse plena - 75.000.00€ - ou o mais recente - 72.000.00€ ? Grato pelos esclarecimentos.
  3. Somos emigrantes na Alemanha e divorciámo-nos em Outubro de 2015. Possuíamos dois imóveis, um na Alemanha e outro em Portugal e acordámos eu ficar com o imóvel na Alemanha e a minha ex-mulher ficar com o imóvel em Portugal. Aqui na Alemanha tratámos de tudo e o imóvel rápidamente e sem complicações passou para meu nome. Para que a minha ex-mulher pudesse passar o imóvel em Portugal para seu nome, dei-lhe uma procuração, para tal efeito. Como não há tornas, mencionei que se trata de uma doação da minha metado do imóvel à minha ex-mulher... O que nós os dois não sabiamos era que em caso de doação aplica-se um imposto de 10% sobre o valor doado, o que soubemos agora há dias quando ela estava no notário para fazer a escritura, que entretanto ficou por fazer... Como deve ser feita a escritura para ela não ter de pagar imposto sobre o valor que passa para nome dela nem eu ter de pagar algo, pois não há tornas? Sabemos que tem sempre de pagar o imposto de selo no valor de 0,8%. Podemos simplesmente declarar no ato da escritura que eu já recebi o imóvel na Alemanha e por isso não há tornas? Temos de fazer um contrato pós-nupcial reconhecido pelo consulado português?
  4. Boa noite, a ver se alguém com experiência na área e/ou melhores conhecimentos da legislação me pode ajudar. Artigo 10.º Mais-Valias 5 - São excluídos da tributação os ganhos provenientes da transmissão onerosa de imóveis destinados a habitação própria e permanente do sujeito passivo ou do seu agregado familiar, nas seguintes condições: Se o valor da realização, deduzido da amortização de eventual empréstimo contraído para a aquisição do imóvel, for utilizado no pagamento da aquisição a que se refere a alínea anterior desde que efectuada nos 24 meses anteriores; Vou comprar casa nova antes de vender a casa atual. Vou pagar com capital próprio o correspondente ao que conto obter na futura venda da atual casa e o restante vou pedir crédito bancário. O espírito da lei parece-me ser que vendendo a casa no prazo de 24 meses posso declarar o reinvestimento e não pagar mais-valias. A minha dúvida surge na frase "...for utilizado no pagamento da aquisição". Uma vez que vou realizar a escritura da nova casa antes de vender a atual, o pagamento será na realidade feito com capitais próprios e não com o valor obtido na venda. Alguém tem experiência ou conhecimento sobre como o fisco lida com estas situações? Já li que em casos que é necessário o recurso a crédito bancário para o valor total da compra da nova casa, mesmo com o abatimento do crédito após a venda da atual casa, o fisco não reconhece como reinvestimento e obriga ao pagamento de mais valias. Desde já obrigado a quem puder dar uma ajuda,
  5. Bom Dia, Agradecia bastante se me pudessem elucidar sobre esta dúvida. Já pesquisei sobre o assunto neste excelente forum, mas a dúvida mantêm-se: Comprei um apartamento T3 em 2000 por 50.000 € (valor referido na escritura) Entretanto vou vendê-lo este ano por 110.000 €. Na certidão predial das finanças o apartamento está avaliado por 73.000 € A dúvida é esta: No anexo G, no campo "Aquisição" qual o valor quer devo colocar ? Os 50.000€ da escritura ou os 73.000 € da avaliação das finanças ? Qual seria então o valor das mais-valias obtido ? Muito obrigado.
  6. Boa noite a todos sou novo aqui e venho tentar saber se por aqui alguém já fez este tipo de investimentos,os chamados Sale & LeaseBack de curto prazo. como já tenho investido em imóveis uma empresa que conheço fez-me a proposta de investir por esse canal,onde a Yield obtida chega a 22% ano sempre com garantia do imóvel,ou seja se o cliente não pagar fico com o imóvel. Se alguém sabe alguma coisa agradeço a ajuda.
  7. Boa tarde, O meu pai tem uma empresa cuja única atividade no momento é arrendar um imóvel que possui. O Imóvel tem várias partes e estão quase todas arrendadas. Eu tenho dois irmãos, ambos professores. O meu pai quer começar a "arrumar a casa" e distribuir os bens pelos filhos. Como lidar com o imóvel que é da empresa? Os bens da empresa devem ser divididos e doados aos filhos? Ou deve doar a empresa e consequentemente os bens da empresa? Se for esse o caso, há alguma incompatibilidade por dois dos futuros donos da empresa serem funcionários públicos? Por último, e independentemente da forma de doar os bens, como fazer para o meu pai ter parte do rendimento após a transmissão durante o resto da sua vida? Obrigado,
  8. imóveis

    Muito boa tarde! Agradecendo a vossa atenção ,venho expor o seguinte : Tendo adquirido uma moradia em 2002 ,mandei realizar obras ( colocação de piscina e casa das máquinas ) ,isto em 2004 .Não fiz qualquer comunicação prévia à autarquia ,pelo facto de a referida piscina ser considerada removível ( enterrada ,mas constituída por painéis pré fabricados).Entretanto,em Janeiro de 2013,verifiquei que os serviços tributários consideraram a piscina como elemento de conforto pelo que o IMI sofreu aumento,a partir dessa data. Como deverei proceder ?Terei de averbar na Conservatória Predial as obras feitas para corrigir o valor patrimonial? E em relação às Finanças? Terei de mandar averbar também? Muito grata. Os meus cumprimentos. Maria Nascimento
  9. Em anos anteriores declarei despesas em obras em prédios arrendados. No entanto recebi uma notificação das finanças a indicar que as faturas não continham os dados necessários. Transcrevo a justificação: ".. não foi possível confirmar os elementos que devem constar na respectiva factura e entendemos que, para além de outros elegíveis pelo n.º 5 do artigo 36º do Código IVA , deve constar, para efeitos de dedução em sede IRS, o nome do proprietário do prédio que sofre tal beneficiação, bem como a indicação do imóvel onde as obras foram realizadas." Esta notificação vem na sequência de ter justificado as despesas através das faturas registadas no portal e-faturas.A minha questão é se é possível indicar as informações do nome do proprietário e a indicação do imóvel nas faturas registadas no portal e-fatura, e se sim, quais as orientações que devo dar ao comerciante que me vende o material para as obras para que de futuro possa as incluir como despesas no IRS.Obrigado.
  10. Boa noite, Pretendia auxiliar um familiar a avaliar se teria vantagens na criação de uma empresa para fazer a gestão dos seus imóveis mas como ainda não me cruzei com nenhum contabilista com experiência neste tipo de empresas nem a informação que encontro divulgada na internet é muito esclarecedora, gostaria de saber se algum dos membros terá expediência neste âmbito e se me pode ajudar a entender qual a melhor forma de analisar o modelo de gestão para decidir se é realmente vantajoso. Coloco abaixo algumas dúvidas que me surgiram: 1) Pode ser criada uma empresa unipessoal ou terá que ser uma sociedade? 2) Mantendo-se os imóveis em nome do proprietário actual, cria-se a empresa tendo o proprietário como sócio-gerente, com um rendimento, p.e. o mínimo? 3) Passa-se uma procuração à empresa autorizando-a a substituir o proprietário em reuniões de condomínio, pedido de serviços de água, luz, gás e telecomunicações, no pagamento de seguros taxas e impostos, na gestão dos contratos de arrendamento e na manutenção o património edificado? 4) Os rendimentos das rendas continuam a ser do proprietário. A empresa cobra-se de um serviço de gestão? Será uma percentagem das rendas? 5) As despesas que são normalmente dedutíveis à colecta do rendimento predial (impostos, seguros, condomínios) se passarem a ser pagos/geridos pela empresa, também são contabilizados como despesas da actividade da empresa e são dedutíveis à colecta? Ou é mais vantajoso fazer garantir que o rendimento remanescente para o proprietário será suficiente para cobrir estes custos e tentar que no final do ano a coleta de rendimentos prediais, deduzida destas depesas, seja quase nula? 6) De que forma são tratados os casos em que existe retenção na fonte? 7) Uma empresa destas pode ser considerada PME e beneficiar da taxa de IRC reduzida aplicável aos primeiros 15 mil euros de matéria coletável? 8) Uma empresa destas tem que pagar o Pagamento Especial por Conta 9) As despesas com obras nos imóveis entram para as despesas? Mas são todas englobadas ou trata-se como nos casos dos particulares em que as depesas só podem ser deduzidas aos rendimentos provenientes das fracções onde foram feitas as obras? 10) Que despesas são elegíveis para deduzir à coleta numa empresa empresa com esta actividade? 11)É viável/legal definir a sede da empresa como sendo a moradia do proprietários dos imóveis e deduzir as despesas com água, luz, gás, telecomunicações, informática, combustível em viatura que não é propriedade da empresa? 12) Quanto é que poderá custar a contabilidade de uma empresa com esta actividade, considerando p.e. 20 contratos de arrendamento? 13) Os juros de créditos contraídos para execução do obras nos imóveis também podem ser deduzidos? 14) É possível pedir a dispensa de pagamento de IVA, certo? 15) De que forma se conseguiria retirar capital da empresa proveniente dos lucros? Distribuição de resultados? De que forma são taxados estes rendimentos? Com tantos custos associados à actividade, contabilidade organizada, pagamento à segurança social sobre os rendimentos dos funcionários da empresa, IRS a pagar pelos salários auferidos na empresa, Pagamento Especial por Conta, custa-me aceitar que seja rentável, a não ser que se tenha possibilidade de deduzir muitas despesas e a contabilidade seja feita de forma gratuita, eventualmente por um contabilista que já trabalhe para o proprietário noutra empresa. Isto fazendo uma análise a sentimento, sem quaisquer cálculos para suportar. De qualquer forma, se alguém puder dar uma ajuda agradecia imenso. Obrigado.
  11. Boa Noite, Chamo-me Flávia e estou neste momento com um processo de credito à habitação a decorrer no Banco Millenium bcp. Eu e o meu namorado, nunca vivemos juntos, querendo iniciar agora a nossa vida e com planos de casamento par ao ano, quando a vida/ casa já estiver mais organizada. O meu pai, sendo um dos fiadores maioritários, teve de realizar uma procuração no notario (80 euros), uma vez que não estava presente estanto a trabalhar no estrangeiro, dando plenos poderes para a minha mãe assinar por ele. Esta Procuração foi pedida pelo banco. O crédito, após avaliação do imóvel, deu parecer APROVADO, assinamos (compradores e fiadores) a carta Fin de aprovação e todos os outros documentos necessários, bem como a proposta com a data a que iriam retirar mensalmente a prestação, etc... Com a data da escritura já falada, 31 de Maio (faltava apenas dizerem as horas) recebo uma chamada da Senhora do millenium que está ao balcão e que ficou com o nosso processo, que me indica que a adminsitração enviou um e-mail a solicitar a seguinte documentação: - Procuração do meu pai (dizem estar incorreta, pois refere que é meu fiador, devendo lá estar o nome do meu namorado também, já que a casa vai ser comprada em nome dos dois. Até ai eu compreendo, não aceito é dizerem apenas agora, a 1 semana de supostamente realizarmos a escritura. O meu Pai já não se encontra em Portugal, sabendo o banco desde o inicio e contendo a procuração em sua posse desde o inicio de tudo, só avisarem agora?! ) - Certidão de nascimento meu e do Pedro ( para que?!, são 20 euros cada certidão, ambos somos portugueses, com Cartao de cidadão, contribuinte..tudo..e porque só agora pedem isto?) - Declaração em como estamos em união de facto... como é possivel pedirem esta declaração, se sabem desde o inicio, e estando todos os papeis assinados e declarados em como vivemos atualmente em casa dos nossos pais, com moradas diferentes?! Não posso pedir esta declaração quando não é verdade! Só vamos viver em união de facto após a compra da casa... Ajudem-me! Fiquei muito nervosa com estes acontecimentos, achando estar tudo em conformidade e com a data da escritura à porta, agora acontecem estas coisas? O banco pode renunciar o crédito, mesmo após a sua aprovação?! Irei perder a minha casa?!
  12. Antes de mais grato. Sou trabalhador dependente, no entanto, no ano passado vendi um imóvel. Quanto tenho de entregar a declaração? e o que preencher?
  13. irs

    Boa noite, tenho uma questão que agradecia que me respondesse: um familiar meu vive numa casa arrendada. Há 20 anos herdou uma casa, mas que estava arrendada. Agora que está vaga, ele quer vende-la e depois comprar uma casa para aí residir, saindo da casa atual. Pergunto se a compra é considerado reinvestimento do montante obtido com a casa herdada? obg.