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22 resultados encontrados

  1. Boa tarde, Gostaria de saber o que acontece a nível dos créditos à habitação quando estes são contraídos por apenas um proponente (pessoa solteira) que, mais tarde, acaba por casar. A actualização do novo estado civil junto do banco é obrigatória, mas o novo cônjuge vai obrigatoriamente ser incluído no contrato como 2º proponente (com respectivas consequências nos seguros de vida)? Entendi que, salvo em situações específicas ou possíveis pequenos ajustes, os seguros de vida dos dois proponentes cobrem cada um 50% do capital em dívida, independentemente da diferença entre os salários auferidos pelos membros do casal. No caso em que a diferença salarial é significativa, o ideal seria poder manter apenas um seguro de vida que cobrisse a 100% a morte ou invalidez do membro do casal que aufere o maior salário, responsável pelo pagamento da maior fatia ou mesmo da totalidade do crédito (garantindo a segurança e conforto da pessoa que menos aufere). Havendo dois proponentes, os bancos não praticam isto.
  2. Boa tarde, Vou explicar a minha situação e pedir-vos conselho sobre que opção tomar. Tenho um CH no Novo Banco que foi contratado há 4 anos com spread 2,5% (na altura era bom, até porque era um imóvel do próprio banco). Ora, com as condições do mercado a mudar, pedi uma renegociação do spread crédito e procurei alternativas no Bankinter e Popular. No Novo Banco, aprovaram a descida do spread para os 2%. Nos outros dois bancos, fazem-me 1,6%. Tenho então 3 alternativas: Novo Banco Sem despesas de transferências Spread 2% Total do custo do empréstimo no final: 133 690€ Bankinter Cerca de 1150€ de despesas com a transferência Spread 1,6% Total do custo do empréstimo no final: 117 315€ Banco Popular Cerca de 180€ de despesas com a transferência Spread de 1,6% Total do custo do empréstimo no final: 123 670€ A diferença do valor total entre o Banco Popular e o Bankinter (ambos com spread de 1,6%) vem dos seguros, que são bem mais baratos no Bankinter. No Novo Banco são exorbitantes! Se eu soubesse que a situação do CH seria esta durante os próximos muitos anos, assinava com o Bankinter sem hesitar. Mas ir para o Bankinter implica pagar já 1150€ inicialmente, ou seja, iria demorar alguns anos até equilibrar com a proposta do Banco Popular. Tenho ainda a possibilidade de escolher outros seguros no Novo Banco e baixar assim o valor que ficaria assim em valores totais do custo do empréstimo para perto da proposta do Banco Popular. Obviamente que se as despesas de transferência no Bankinter fossem mais iguais às do Banco Popular, também não hesitaria em mudar. O que fariam, se fossem vocês? Obrigado!
  3. Olá a todos, Dou início a este tópico, não só na esperança de ver algumas das minhas dúvidas esclarecidas, como também - quiça - encontrar alguém na mesma situação e podermos, todos, usufruir da partilha de informação e ideias. Neste momento, eu e a minha esposa estamos à procura de casa em Lisboa com, pelo menos, mais uma divisão que a nossa. Ou seja, um T3 ou mais. Há sensivelmente 5/6 anos estivemos quase para "mergulhar de cabeça" numa coisa que nos parecia disparatada (pequena moradia para remodelar), e em plena recessão decidimos refrear-nos. Não só os bancos não estavam a emprestar com facilidade, como seria - na nossa opinião - um risco demasiado elevado. Desta feita, e porque a economia parece estar a estabilizar, começámos de novo a nossa procura. Todavia - e apesar de sabermos como funciona uma economia neoliberalista - nunca pensámos que o mercado da habitação em Lisboa estivesse a sofrer aquilo que considero ser a maior vaga de especulação imobiliária a que já assisti nesta cidade! Bem sei que o turismo tem transformado a capital, muito provavelmente um dos maiores motores da requalificação de alguma habitação situada nas zonas históricas, mas que parece ter suscitado uma desmesurada inflação de todo o mercado imobiliário. Conclusão: um T3 novo numa zona como os Olivais (só para citar um exemplo), ronda meio milhão de Euros! Bem, só posso assumir que escolhi mal a minha profissão. Pergunto-me como num país em decréscimo demográfico existem tantas famílias (supostamente da classe média), a pagar meio milhão de Euros por um apartamento, ainda por cima quando num condomínio como aquele o número de fogos ascende a mais de 3 centenas! Eu peço antecipadamente desculpa por este meu desabafo. O propósito deste tópico nem sequer é esse. Todavia, serve como prelúdio do tema que quero tratar e nele está expressa a minha motivação. A questão passa por tentar perceber como um casal da classe média (supunha eu! Temos um rendimento mensal ligeiramente acima dos 3000€, com um filho), compra casa em Lisboa, com 3 quartos, área circundar os 110/130mt2, nesta altura de pura especulação imobiliária, mas numa zona minimamente simpática da cidade. Sei que, nos bons velhos tempos, muitos fogos se construíram na zona do Parque das Nações por cooperativas de habitação, com as quais habitualmente se estabelecem padrões de baixa qualidade, mas pelos vistos nem sempre é assim. Este tópico pode parecer completamente idiota! Talvez se, numa outra altura eu lesse as minhas próprias palavras poderia muito bem pensar: "Ora aqui está um 'caramelo' que está à procura da galinha dos ovos de ouro". Talvez esteja apenas em estado de choque pela forma como acabo de presenciar esta realidade. Estou há uma semana a visitar imobiliárias e é simplesmente assustador o que se pede por um pedaço de tijolo e betão nesta cidade. Se houver, "desse lado do cabo", alguém com as mesmas preocupações e interesse, gostaria de os ouvir (ler). Tenho a impressão que esta é uma nova "bolha" a que estamos a assistir, e não sei até que ponto as pessoas que compram apartamentos ao custo de hoje não se verão defraudados daqui a 10 anos quando os quiserem, se quiserem, vender. Mas acima de tudo, haverá soluções pragmáticas neste momento? Existem cooperativas a construir com alguma qualidade nos dias de hoje na zona da capital? Agradeço antecipadamente os vossos comentários, Alexandre
  4. Muito boa tarde, Num crédito à habitação...no que influência no empréstimo a TAE e a TAER???????? Pergunto pois já vi que na prestação mensal/Juros não altera nada (apenas dependem do Indexante e Spread - se tiver enganado, peço já desculpa) Obrigado
  5. Viva, Tenho neste momento 2 propostas para negociar o credito habitação, o resto das variaveis (prazo, seguros, euribor 12, etc) sao iguais, a minha duvida está em escolher taxa fixa a 10 anos ou variável? TX fixa a 10 anos, TAN: 2,396, o valor parece ser interessante, mas será que irá subir a euribor para compensar ou não? 10 anos é um bom período? TX variável, TAN: 1,9 com laguma possibilidade de negociar e chegar aos 1,75, mas aqui o risco de a 3 ou 4 anos a euribor estar a 1% poderá não compensar. Qual a vossa opinião, dado que neste caso nao dá para fazer futurologia. Cumprimentos,
  6. Boa tarde. Gostaria se possível que me ajudassem no esclarecimento de uma situação que pode ajudar e muito possíveis investidores no ramo imobiliário. Em 2016 adquiri uma habitação secundaria em Lisboa para Alojamento Local. Fiz algumas obras, quando estava prestes a terminar as obras surge alguém através de um consultor imobiliário que me foi bater à porta, que me ofereceu cerca de 40% a mais do que paguei pela casa. Naturalmente que a vendi, tratava-se de uma proposta irrecusável. Uns dias antes da venda um casal vizinho do lado perguntou-me se eu pretendia ficar com a casa deles, pediram-me um valor muito abaixo do valor de mercado( a casa estava a cair de podre). Após vender a minha, adquiri a casa dos vizinhos, era uma excelente oportunidade de negócio, passado 1 mês o mesmo consultor telefonou a perguntar se eu precisava de ajuda para a aquisição de nova habitação. Disse-lhe que já tinha adquirido. Em conversa, disse-me que tinha cliente para ficar já de imediato com a casa. Sem compromisso levou lá o cliente que me acabou por ficar com a casa. Resumindo, vendi 2 habitações secundárias num ano. Isto pode ser considerado um acto isolado de comércio, ou seja integrarem os ganhos duma actividade comercial? Não serem tributadas segundo o ANEXO G mas sim o ANEXO C? Porque uma coisa é as mais valias serem tributadas a 50% outra a 100%. Desconhecia que havia decisões em tribunais neste sentido. Tenho um amigo que comprou um grande terreno por 50 mil euros. Subdividiu em 4 lotes, vendeu cada por 50 mil. Vendeu os 4 por 200 mil, gerou 150 mil euros em mais valias, a AT veio dizer que foi com o propósito de revenda, considerando que se encaixavam no anexo C. Resultado: Os 150 mil foram taxados a 48%. Agradecia que me esclarecessem nesta dúvida.
  7. Exms srs, ando em tratamento por uma doença oncologica. Tenho um credito a habitação no millenium bcp e pretendi mudar as condições do mesmo para um regime mais favorável de acordo com os termos da lei. Fiz o pedido da alteração do mesmo, entreguei copia do atestado multiusos no qual ha referencia à incapacidade de 60% e também copia do irs do ano passado porque me pediram o mesmo. Fui, no entanto, contactado hoje no sentido de que, se quiser mudar para o regime bonificado a que tenho direito, necessito de pagar 600 e qq coisa euros por causa do onus inalienabilidade. É mesmo assim? Obrigado
  8. Boa tarde, Já andei a procurar em vários locais e não consigo encontrar a resposta à minha dúvida. Vou assinar escritura em janeiro de 2017, é a minha primeira escritura e será para habitação própria e permanente e queria saber poderei beneficiar da isenção do IMI. A avaliação é superior a 125.000€ mas sendo 1º escritura, não sei se terei isenção. Quem me puder ajudar agradecia.
  9. Bom dia, Apesar das dificuldades, consegui juntar um mealheirosinho que decidi abater na minha prestação da casa. Tenho spread a 0.3 e neste momento tenho apenas 14mil e poucos euros em dívida. Equivale a uma prestação mensal de 103€ A minha pergunta prende-se com o meu IRS ao final do ano. Vale a pena saldar toda a divida ou nem por isso? Mantenho-me com a minha mensalidade de 103€? Obrigado
  10. Boa tarde, Estou em condições de liquidar o crédito habitação que tenho e gostaria de antecipar os custos associados com a liquidação do mesmo. Contratualmente, tenho a penaltização de 0.05% sobre o valor liquidado. No entanto, desconheço como posso determinar os custos associados com notário e finanças para alteração da escritura. Obrigado, hucruz
  11. Boas noites, Um pouco à imagem do topico do forista Yara, este irá ser o meu diário desta fase que é o empréstimo do montante para a compra da Habitação. Após dois anos à procura encontrei a casa que pretendia, posto isto passei à fase de consulta dos bancos. Neste momento apenas consegui ir ao Totta que me apresentou a seguinte proposta: Valor da escritura/ compra: 145.000€ Valor da avaliação (Por baixo): 160.000€ Valor do empréstimo: 60.000€ Prazo: 25 anos Spread: 1,9% + Euribor 12m Prestação: 265€ + ~ 14€ (Seguro de Vida + seguro casa) Futuramente colocarei aqui os custos do processo, que são caros, algo a rondar os 1200€, colocarei aqui também outras propostas de outras entidades bancarias. Até ja!
  12. Boas pessoal, Tenho um empréstimo habitação desde 2008, inicialmente era com a caja duero mas, como esta acabou em portugal, é com a whitestar. Acontece que tinha um seguro de vida a sair directamente da conta da caja pela liberty seguros e, quando a caja acabou, a liberty passou a mandar-me o seguro para pagar através do MB e passou-me... Agora recebi uma carta da white a dizer que tenho 5 dias úteis para apresentar um seguro de vida sob pena de resolução do contrato... Eu não quero a liberty (ainda não confirmei na escritura se fala lá alguma coisa de obrigatoriedade) e quero saber de vós boas (e baratas) opções de seguros... Obrigado...
  13. Olá Trabalho na Alemanha mas a minha empresa desde o último ano que me manda regularmente para Portugal. Passo no máximo um mês em Lisboa e 4-6 em Coimbra. Isto vai-se manter nos próximos (muitos) anos, pois assinei um contrato efectivo o ano passado e ficou estipulado que passo até 7 meses em Portugal por ano (com um mínimo de 4). O meu contrato foi aumentado mais 1100 euros por mês mas ficou decidido que a empresa não paga qualquer ajuda de custo para ir a Portugal (ou hotel). Isto será assim por 20 anos, a não ser que a empresa feche o que duvido pois é líder de mercado e tem lucros todos os trimestres. Eu tenho um apartamento na margem sul que me chega totalmente para quando estou em Lisboa (no máximo 1 mês por ano). Porém, em Coimbra, não conhecia ninguém e o último ano foi um pesadelo encontrar casa, além de serem caras. Só me propunham quartos em casas de estudantes, que para mim não dá porque me deito cedo, acordo cedo e preciso do meu espaço. Acabei por arrendar um apartamento (muito bom verdade seja dita) mas paguei quase 800 euros por mês, o que é muito caro. Deixei o meu nome nas imobiliárias para quando encontrassem alguma coisa para mim me ligarem e eu avaliar. Em Fevereiro apontaram-me o apartamento perfeito porque fica ao lado de onde trabalho em Coimbra, é um T1 que é perfeito para mim. O apartamento está muito danificado por dentro pois houve um incêndio mas o preço inicial são apenas 38 mil euros e com remodelações talvez não passe dos 65 mil (já lá fui com um empreiteiro), o que é bastante bom para a localização. Queria comprá-lo, mas infelizmente o meu dinheiro está quase todo em certificados de aforro e por isso não tenho os 38 mil euros. Submeti uma proposta sujeita a aprovação de crédito que foi aprovada. Agora falta o crédito. Este mês estive em Lisboa e fui ao banco saber que crédito me davam. Eu tenho conta no BPI e no Novo Banco e por isso fui aos dois. Aqui está o que me propuseram - os dois taxa fixa a 15 anos para habitação secundária: BPI (38 mil) Novo Banco (40 mil) TAN 3,3 4,350 TAE 3,955 5,960 TAER 3,955 6,020 Seguro multi. 4,38 ? Não diz na folha. Seguro vida 3,88 ? Não diz na folha. Eu fui a http://www.mortgagecalculator.org/ e coloquei os valores (Property tax e PMI meti 0 porque em Portugal não está no crédito). Primeiro NB deu uma prestação igualzinha: 302.94. No entanto para o BPI não dá! A folha que o senhor me deu diz prestação de 272,12 mas o site diz 267,94. É estranho. Mesmo se eu somar o seguro multi riscos 267.94+4.38 dá 272,32 ou seja 20 cêntimos a mais. Já agora, um amigo meu que é bancário disse para eu pedir 40 mil porque assim já dá para a escritura também, visto que o imóvel vai com certeza ser avaliado em mais do que isso (eu disse 65 mil ao BPI e 60 mil ao Novo Banco). As perguntas que tenho: 1. Porque razão no caso do BPI não dá o valor certo? Eu queria ver todas as prestações, quanto pago de juro e de capital e como não bate certo já não confio! 2. Acham que são boas taxas? eu acredito que no Novo banco a taxa é mais alta porque dei uma avaliação mais baixa e ao mesmo tempo pedi mais dinheiro. 3. O que deveria fazer? Acham que deva negociar o TAN no BPI para que taxa? Pedir 3? Ou na simulação a 20 anos com TAN 3,6 pedir TAN 3,3? Acha que deva negociar mais ainda? Obrigado!
  14. Tentei fazer um credito habitação no regime de deficiente no banco totta no valor de 80000 euros para obras, depois de todo o processo concluido e aprovado e pago todas as despesas apenas faltando a escritura da hipoteca do imovel, na hora de fazer o seguro o seguro do banco nao fez seguro devido ao meu problema de saude. A solução que o banco me apresentou foi conceder me apenas 34 200 euros sem a necessidade de seguro apenas em nome do 2 proponente. A questao é como as obras que ja iniciei se mantem a necessidade dos 80000 euros se eu conseguir uma seguradora que me faça o seguro ou uma entidade bancaria que me conceda o credito desejado se eu posso fazer uma transferencia de credito noutra entidade bancaria ou no mesmo banco com o devido reforço do capital pretendido.
  15. Bom dia: Em 1999 comprei casa com bonificado... Em 06/2012 alugo a casa, comunico ás finanças e ao banco. No banco fui informada que ia perder o bonificado (até ai tudo bem)... Tudo resolvido. Em 09/2013 os inquilinos saem e retomo a minha casa, comunicando tudo ás finanças novamente e ao banco, durante o mês 10/2013. Em 2014 fiz o IRS (2013) na 2ªfase, uma vez que tinha rendas a declarar... em 2015 quando ia preparar o IRS (2014) , mas qual é o meu espanto quando vejo a declaração de juros do banco com a descrição de "habitação arrendamento". Faço email para o banco e "reclamo" da situação... pediram desculpa, "mas o sistema não assumiu a alteração e tal e tal... lamentamos"... fiz o IRS de 2014 a medo por causa das finanças, pois estava a entregar valores de arrendamento na 1ª fase. Não me chamaram (até agora). Resolveu-se e até "desculpei" o engano... Em 2016 recebo a declaração de IRS do banco novamente com "habitação de arrendamento"... passei-me... fiz novo email para o banco a reclamar a situação... telefonaram a explicar que em 02/2015 quando eu reclamei pelo erro do sistema, só nessa altura o contrato foi "realmente" alterado... enfimmmmm!!!! A minha questão... uma alteração ao contrato de credito (de habitação própria permanente para habitação arrendamento) é considerado um novo contrato?? A rapariga do banco disse que por sistema sim, ou seja, credito desde 1999 e agora não conta nem 1 cêntimo para o IRS porque o "contrato" novo foi feito depois de 01/01/2012 Ou seja, perdi as poucas regalias que ainda tinha com o meu credito a habitação... já pesquisei e não encontro nada que me esclareça se uma alteração do regime contratual é considerado novo contrato... Obrigado e muitos parabéns pelo espaço... muito bom!!!
  16. amortização

    Olá a todos, Há muito tempo que ando a pensar em amortizar a totalidade do meu empréstimo ao banco, mas o facto de a despesa com juros poder entrar no IRS tem atenuado a minha vontade de limitar ao máximo a minha relação com bancos. Ora bem: -Devo 27 mil euros; -O spread é de 0,75% -ao longo do ano pago 230 euros em juros. -se bem entendo, só posso deduzir no IRS 15% do montante pago em juros, até ao limite de 290 euros, é isto? Confirma-se? -significa que, na prática, o meu empréstimo contribui com uma deducção de 35 euros no IRS? Como não tenho dependentes e sou solteira, o meu grande receio era que a amortização total do empréstimo me viesse a penalizar muito no IRS. Ou seja, poupo em juros, em seguro de vida, mas dps tenho de desenbolsar para o Estado e vai dar tudo ao mesmo. Até que ponto, na vossa opinião, poderei eu vir a ser penalizada na sequência da amortização? Agradeço o vosso contributo, Obrigada,
  17. Boas... Neste último dia para confirmação das faturas no e-fatura surgiu-me a dúvida relativa ao crédito habitação... Não me aparecem lá os montantes... Posso ser eu a colocar os valores de acordo com a carta que o banco me enviou? Cumprimentos!
  18. Boa noite a todos! É a primeira vez que entro neste fórum e crio um tópico, espero estar no local certo. Passo a explicar a minha situação para ver se alguém me consegue ajudar. Tenho 29 anos e resido no Algarve. Aliás trabalho e resido no Algarve. Acontece que estou bastante interessado em comprar casa nos arredores de Lisboa, margem sul ou norte (principalmente margem sul). Desde há muito tempo que tenho o "sonho" de trabalhar em Lisboa e viver na margem sul, ou se puder, viver e trabalhar na margem sul. Trabalho na hotelaria (sou rececionista de hotel em horário noturno). Tenho conseguido fazer poupanças e neste momento já tenho um "pé de meia considerável". Acontece que no atual emprego não estou efetivo, mas ao mesmo tempo é como se estivesse. Trocando isto por miúdos, a empresa não manda ninguém embora mas também não passa os colaboradores a efetivos. Fazem contratos aos colaboradores com outras entidades criadas recentemente dentro da própria empresa... (só mesmo neste país). Queria saber a vossa opinião se acham que algum banco me dá empréstimo à habitação mesmo não estando efetivo? acham possível? tenho interesse num apartamento no máximo até 35000 euros (ou menos de preferencia). Não tenho fiadores e nem quero. O objetivo para já seria comprar e tentar arranjar trabalho nessa zona o mais depressa possível. Pode parecer uma ideia um pouco suicida, mas dado que nunca me passarão a efetivo e um dia quero sair da casa dos meus pais, estou tentado em arriscar, opiniões precisam-se! =) algum banco me facultará empréstimo nestas condições? se sim, qual ou quais? Antes que me esqueça, devo dizer também que o meu salário líquido é de 725 euros. (900 brutos). Muito obrigado a todos, aguardo as vossas respostas Cumprimentos.
  19. Tenho empréstimo habitação no Montepio há mais de 10 anos. A minha questão é como vai ser este ano. O banco (Montepio) vai enviar uma carta, como costuma fazer, com o valor total pago de juros durante o ano de 2015 e terei que introduzir manualmente o valor quando fizer o IRS? Ou os valores dos juros pagos serão comunicados directamente pelo banco às finanças e estará logo pré-preenchido no IRS? Reparei no e-factura que me apareceu uma factura do Montepio que é de juros de Novembro e já foi emitida outra factura de Dezembro também de juros. No e-factura ainda só aparece a de Novembro e aparece na categoria "outros". Terei que a meter na categoria "Habitação"? E os outros meses todos (de Janeiro a Outubro)? Vai vir uma declaração em carta/papel para introduzir manualmente no IRS? Obrigado
  20. Boa noite, Eu sou emigrante e gostaria de comprar casa em Portugal. No entanto, não tenho fiador. Domiciliar o ordenado não é a minha preferência, visto que não recebendo em euros,fazer uma transferência fixa mensal, poderá prejudicar-me com a variação do valor do euro podendo chegar até, ao valor total de uma prestação da casa, como prejuízo. Pretendo comprar uma casa de 70000€ e posso dar uma entrada até 30000€ se for necessário para aprovação do crédito. Sem fiador, sem domiciliação, compreendo o lado do banco não aprovando o crédito porque não lhes estou efectivamente a dar garantias, para além do facto de em caso de incumprimento lhes deixar a casa, avaliada em 90000€ quase metade paga (pelo menos). Algumas dicas sobre como agir ou passos a dar para facilitar a aprovação do crédito? Grata pela atenção desde já, Ana G
  21. Bom dia, Necessito da vossa opinião/ajuda, os meus pais têm 52 e 49 anos e eu tenho 26 anos e temos equacionado a compra de uma habitação mas para tal necessitamos de efectuar um crédito habitação. A questão que vos coloco é a seguinte, há vantagens em ser pedido o crédito em meu nome visto que sou jovem? Será a "prestação" a pagar mais reduzida? Quais as implicações gerais e diferenças? Peço desde já desculpa por abrir este tópico sem efetuar primeiro qualquer procura relativamente ao assunto mas o meu horário de trabalho não me permite ir a instituições bancárias para me informar juntos das mesmas das condições de crédito habitação jovem. Com os melhores cumprimentos, RFFF
  22. Saudações a todos, A situação que me faz recorrer a vocês é a seguinte: Tenho uma incapacidade atestada pela devida certidão de 67%. Encontrei um apartamento novo, bastante adequado a pessoas de mobilidade reduzida. O empreiteiro pedia inicialmente 165000€ mas consegui negociar até aos 152500€.Dirigi-me ao meu banco que me informa que apenas podem emprestar 90% do total do crédito. Eu li, no site do Banco de Portugal(http://clientebancario.bportugal.pt/pt-PT/Credito/CreditoaHabitacao/Paginas/CreditoDeficientes.aspx), que os 90% deveriam ser sobre o valor da avaliação. Sugerem-me então que faça um crédito habitação para os 90% e um crédito pessoal para os restantes 10%. Condições estas aprovadas pelo Banco, acabou de me ser comunicado. Insisti ao telefone que o Banco de Portugal diz uma coisa diferente da deles, mas dizem-me que por causa da Troika não o podem fazer.Conclusão: Não me é benéfico contratar um crédito pessoal, aumenta-me os encargos mensais e mesmo tendo o Banco aceite o empréstimo não vou de forma alguma iniciar o processo de empréstimo. Necessito da vossa ajuda, pois importa-me saber como proceder, negociar ou que Banco me poderá propor algo melhor. Não sinto que esteja bem informado e que o banco esteja a tentar rentabilizar comigo, visto que no empréstimo habitação se calhar não terá muito lucro. Obrigado e bem hajam. Pedro