Pesquisar na Comunidade

A apresentar resultados para as etiquetas 'arrendamento'.



Mais opções de pesquisa

  • Procurar por Etiquetas

    Escrever etiquetas separadas por vírgulas, que representam o tema específico do tópico. Exemplos: "irs", "acções", "descontos", "férias".
  • Procurar por Autor

Tipo de Conteúdo


Fóruns

  • Finanças
    • Créditos
    • Bancos
    • Seguros
    • Imóveis
    • Incumprimento e Penhoras
    • Poupar dinheiro
    • Investimentos
  • Fiscalidade e Trabalho
    • Impostos
    • Segurança Social
    • Direitos do trabalhador
    • Trabalho por conta própria
    • Heranças
  • Geral
    • Apresentações
    • Diversos
  • Fórum
    • Regras

39 resultados encontrados

  1. Bom dia, Gostaria que me tirassem uma duvidas. Tenho uma loja para arrendar. Contudo, essa loja está em nome de uma empresa em que estou inserido. Esta empresa tem um CAE de loja de mobiliário e outros artigos. Terei de abrir o CAE de arrendamento. A minha dúvida passa por até quando é que terei de pagar IVA e PEC deste arrendamento, uma vez que iria arrendar para uma clinica de Fisioterapia onde são isentos de IVA segundo o art.9º. Ou que método poderá usar as pessoas que irão arrendar para nao haver este pagamento de IVA e PEC?
  2. Boa noite! Tenho ideia de constituir com familiares uma empresa para gestão de bens imobiliários, mais propriamente comprar apartamentos para os alugar, mas tenho algumas dúvidas que gostava de ver esclarecidas... 1. Depois de constituir a empresa, de forma a pagarmos pôs créditos mais rapidamente temos como ideia depositar todos os meses da nossa conta pessoal dinheiro na conta da empresa, é possível? 2. É paga alguma percentagem da renda ao estado ou isso é apenas contabilizado no final de cada ano? 3. Sendo que os valores da renda serão exclusivamente para IMI, seguros e pagamento dos créditos, sendo que Ainda injectaremos dinheiro para os pagar mais rapidamente, isto pode ajudar ou prejudicar o nosso IRS?
  3. Boa noite! Tenho ideia de constituir com familiares uma empresa para gestão de bens imobiliários, mais propriamente comprar apartamentos para os alugar, mas tenho algumas dúvidas que gostava de ver esclarecidas... 1. Depois de constituir a empresa, de forma a pagarmos pôs créditos mais rapidamente temos como ideia depositar todos os meses da nossa conta pessoal dinheiro na conta da empresa, é possível? 2. É paga alguma percentagem da renda ao estado ou isso é apenas contabilizado no final de cada ano? 3. Sendo que os valores da renda serão exclusivamente para IMI, seguros e pagamento dos créditos, sendo que Ainda injectaremos dinheiro para os pagar mais rapidamente, isto pode ajudar ou prejudicar o nosso IRS?
  4. Olá Atualmente vivo numa casa arrendada com a minha namorada. No entanto, no contrato apenas consta o nome dela, pelo que as faturas emitidas pelo senhorio apenas têm o NIF dela. Agora queriamos que as faturas também passassem a ter o meu NIF, pelo que seria necessário adicionar o meu nome ao contrato. A minha duvida é: É possivel adicionar um inclino a um contrato de arrendamento já existente sem ter de fazer novo contrato, ou uma alteração dessas implica sempre fazer um novo? No caso de ser um novo contrato, existe o pagamento do imposto de selo certo? E caso seja uma alteração também se pagará algo ou fica isento? Obrigado
  5. Boa-tarde, Arrendo uma casa em regime de comodato (o proprietário é a minha filha que fez um contrato de comodato comigo a autorizar o arrendamento). Como estou isenta de passar recibos eletrónicos (mais de 65 anos) não registei o contrato na plataforma eletrónica. e, por isso, tenho de preencher o modelo 44 de declaração anual de rendas. Acontece que o sistema não aceita a submissão dessa declaração pois não sou a proprietária do imóvel. O que fazer? Obrigada
  6. Boa noite, Pretendia auxiliar um familiar a avaliar se teria vantagens na criação de uma empresa para fazer a gestão dos seus imóveis mas como ainda não me cruzei com nenhum contabilista com experiência neste tipo de empresas nem a informação que encontro divulgada na internet é muito esclarecedora, gostaria de saber se algum dos membros terá expediência neste âmbito e se me pode ajudar a entender qual a melhor forma de analisar o modelo de gestão para decidir se é realmente vantajoso. Coloco abaixo algumas dúvidas que me surgiram: 1) Pode ser criada uma empresa unipessoal ou terá que ser uma sociedade? 2) Mantendo-se os imóveis em nome do proprietário actual, cria-se a empresa tendo o proprietário como sócio-gerente, com um rendimento, p.e. o mínimo? 3) Passa-se uma procuração à empresa autorizando-a a substituir o proprietário em reuniões de condomínio, pedido de serviços de água, luz, gás e telecomunicações, no pagamento de seguros taxas e impostos, na gestão dos contratos de arrendamento e na manutenção o património edificado? 4) Os rendimentos das rendas continuam a ser do proprietário. A empresa cobra-se de um serviço de gestão? Será uma percentagem das rendas? 5) As despesas que são normalmente dedutíveis à colecta do rendimento predial (impostos, seguros, condomínios) se passarem a ser pagos/geridos pela empresa, também são contabilizados como despesas da actividade da empresa e são dedutíveis à colecta? Ou é mais vantajoso fazer garantir que o rendimento remanescente para o proprietário será suficiente para cobrir estes custos e tentar que no final do ano a coleta de rendimentos prediais, deduzida destas depesas, seja quase nula? 6) De que forma são tratados os casos em que existe retenção na fonte? 7) Uma empresa destas pode ser considerada PME e beneficiar da taxa de IRC reduzida aplicável aos primeiros 15 mil euros de matéria coletável? 8) Uma empresa destas tem que pagar o Pagamento Especial por Conta 9) As despesas com obras nos imóveis entram para as despesas? Mas são todas englobadas ou trata-se como nos casos dos particulares em que as depesas só podem ser deduzidas aos rendimentos provenientes das fracções onde foram feitas as obras? 10) Que despesas são elegíveis para deduzir à coleta numa empresa empresa com esta actividade? 11)É viável/legal definir a sede da empresa como sendo a moradia do proprietários dos imóveis e deduzir as despesas com água, luz, gás, telecomunicações, informática, combustível em viatura que não é propriedade da empresa? 12) Quanto é que poderá custar a contabilidade de uma empresa com esta actividade, considerando p.e. 20 contratos de arrendamento? 13) Os juros de créditos contraídos para execução do obras nos imóveis também podem ser deduzidos? 14) É possível pedir a dispensa de pagamento de IVA, certo? 15) De que forma se conseguiria retirar capital da empresa proveniente dos lucros? Distribuição de resultados? De que forma são taxados estes rendimentos? Com tantos custos associados à actividade, contabilidade organizada, pagamento à segurança social sobre os rendimentos dos funcionários da empresa, IRS a pagar pelos salários auferidos na empresa, Pagamento Especial por Conta, custa-me aceitar que seja rentável, a não ser que se tenha possibilidade de deduzir muitas despesas e a contabilidade seja feita de forma gratuita, eventualmente por um contabilista que já trabalhe para o proprietário noutra empresa. Isto fazendo uma análise a sentimento, sem quaisquer cálculos para suportar. De qualquer forma, se alguém puder dar uma ajuda agradecia imenso. Obrigado.
  7. Boa tarde,Sou inquilino e pretendo realizar contrato com a senhoria.Utilizo o espaço como atelier para a minha actividade profissional mas para situações pontuais, embora me esteja arrendado todo o ano.Ao longo do ano, pouco utilizo o espaço (creio que é indiferente para a questão)Tenho algumas dúvidas:- Na minha actividade, estou isento de IVA, ao abrigo do art. 9º- Estou colectado em nome individual, singular, regime simplificado - como artista. Portanto, não tenho empresa. Presumo que a despesa da renda, não sirva para despesa pois pelo que sei, a minha actividade já presume essas despesas nos 30% (creio) que são despesas de actividade e que me isenta de IVA. A despesa de renda que uso para abater no IRS é a da habitação.Questões1- A senhoria não sabe como fazer o contrato e quais despesas terá. Ela aluga o espaço por 350 Eur + as despesas que terá por alugar. Mas não sabemos quanto será. Quanto será então o valor total? 350 Eur + quanto ? Já me disseram que terei que pagar mais 28%, é correcto? Portanto, uns 450 Eur? Entretanto disseram-me que esses +28% é retenção na fonte que no meu caso não preciso... fiquei ainda mais confuso, então afinal já não preciso de pagar +28%? Fica então pelos 350eur sem despesas adicionais?2 - A senhoria referiu que talvez também tivesse que acrescentar IVA?? Nunca ouvi falar de IVA em rendas, até porque eu estou isento de IVA na minha actividade... tem que se acrescentar ou não?Existe diferença a entre contrato para espaço para uso profissional e contrato para renda de habitação? Convém referir que não é um espaço comercial no verdadeiro sentido do termo, ou seja, não é uma loja, não entram pessoas para comprar produtos. É o espaço que uso como atelier para produzir arte. Portanto, se em vez de me ser feito contrato de espaço para uso de actividade, for um contrato habitação, terei (ou teremos) vantagens?Agradeço desde já os esclarecimento s.Muito obrigado.
  8. Há 15 dia necessitei de arrendar uma casa e paguei 1 mês de caução. Hoje a senhoria apresentou-me um contrato de arrendamento a tempo indeterminado. Acontece que sou professora e encontro-me a substituir uma colega. Não sei quando a colega se apresentará, mas quando ela se apresentar eu terminarei o meu contrato de trabalho e ,por consequência, deixarei de necessitar de habitar nesta casa. Neste sentido, as minhas questões são: 1.No meu caso, justificar-se-ia uma contrato de arrendamento mensal. Existe isso? (julgo que não); 2. Quando quiser cessar o contrato de arrendamento, e sendo este de duração indeterminada, terei de informar o senhorio da minha saída com quanto tempo de aviso prévio? Obrigada
  9. Sou senhorio, há pouco mais de um ano, e no contrato está definido atualização do montante da renda com base no coeficiente anual. Devo efetuar uma correção ao contrato de arrendamento no portal das finanças, para o novo montante, ou basta emitir os recibos com o novo valor? Obrigado pela ajuda.
  10. Olá a todos, Abro este tópico para esclarecer algumas questões que tenho, mas sobretudo na expectativa que seja útil a várias pessoas e possamos trocar algumas impressões, acerca de investimento imobiliário e tudo que lhe está associado. Estou neste momento a ver alguns imóveis numa lógica de investimento no Porto. Pretendo começar por comprar um apartamento, remodelar e alugar (ou vender caso o negócio tenha uma boa rentabilidade)para turismo ou habitação. No entanto vou fazê-lo conjuntamente com um amigo. Por isso surgem-me algumas questões: - Como "formalizar" o negócio.. em nome pessoal de um de nós ou criar uma empresa? - Qual a melhor forma (em nome pessoal vs empresa) para uma otimização fiscal? O negócio será arrendar, mas encaramos a venda como possibilidade.. - Possivelmente preciso de 35k/40k de financiamento. Se fizer a titulo pessoal um crédito habitação será "fácil", mas e se quiser pela possível empresa a criar. que garantias terei que dar e que % representará isso do valor pedido, haverá muita dificuldade em conseguir? Tenho bastantes mais questões acerca deste e outros assuntos complementares que acredito que sejam partilhadas com outros foristas, mas parece-me interessante começar por aqui. Fica o desafio de tornar este um tópico agregador de questões no âmbito do investimento imobiliário.
  11. Venho aqui pedir ajuda com uma situação de divergências na declaração de IRS, que não estou a conseguir resolver junto das finanças. Peço desculpa pela extensão do texto, mas procurei realçar as partes que considero mais relevantes. A situação é a seguinte: Eu e a minha ex-mulher divorciámo-nos em 30 de Março de 2015. Como era eu sempre que tratava do IRS, ofereci-me para a ajudar com a declaração, mas devia ter requerido ajuda profissional porque cometi alguns erros. Na altura do divórcio tínhamos um empréstimo conjunto para compra de casa de habitação de família. Como parte do acordo, a casa passou para meu nome exclusivo, e fizemos um contrato de arrendamento (ela ficou a residir na casa, com guarda dos dois filhos que temos), com início em abril de 2015, em que eu sou o senhorio e ela a inquilina. Eu declarei o contrato de arrendamento no portal das finanças, no prazo correto. No entanto, cometi o erro de só declarar os recibos da renda em 2016, quando comecei a tratar do IRS. Como tal, ao preencher a declaração dela, não surgiam os recibos de renda automaticamente preenchidos e optei pela opção de escrever eu os dados corretos. O programa preencheu automaticamente as despesas de educação/saúde dela e dos nossos filhos, e além disso incluiu automaticamente uma parcela, enviada pelo banco, relativos aos juros do empréstimo. Como essa parcela veio automaticamente, eu optei por deixar ficar (na verdade ela arcou apenas com 3 meses dessas despesas). Além disso introduzi o montante da renda que ela me pagou de abril a dezembro de 2015. Ora a declaração não foi aceite por “divergência”. A minha ex-mulher deslocou-se às finanças por várias vezes, mas é capaz de ter tido azar porque encontrou pela frente uma senhora pouco cooperativa. Esta senhora não foi capaz de lhe dizer exatamente o que fazer para corrigir a situação e optou por lhe pedir comprovativos, primeiro uma declaração do banco, depois comprovativos de residência e de que a casa era habitação permanente. A minha ex-mulher entregou todos esses elementos, o que resultou em várias deslocações às finanças, no entanto a situação nunca foi desbloqueada por esta senhora, embora de todas as vezes a mandassem embora com a sensação de que o assunto estava resolvido. À quarta vez, o senhor do lado acabou por tomar conta do caso, certamente porque se apercebeu da situação, e acabou por sugerir que o problema podia estar não na parcela dos juros do empréstimo, mas na renda declarada, devido a (por falha minha) não surgir o montante declarado como recibos de renda. No entanto o que sugeriu foi retirar a parcela dos juros, e submeter nova declaração, pois segundo ele assim já não teriam “por que pegar”. Também referiu que eu podia ter que apresentar os recibos em papel. Posto isto eu tentei corrigir a declaração, mas o programa via internet não funcionava, pois via browser não conseguia eliminar a linha (os botões não funcionavam), e via aplicação “stand alone” não percebi como entregar declaração de substituição. Acabei por colocar a linha correspondente aos juros em branco, e enviar nova declaração, mas a verdade é que a declaração ficou exatamente na mesma (a parcela dos juros não desapareceu), com a agravante de agora estar fora do prazo. De notar que com a parcela referente aos juros, ou sem ela, o montante do reembolso permanece inalterado. Mas novamente enviaram carta a pedir os mesmos elementos que já tinham sido entregues. Posto isto, desloquei-me juntamente com a minha ex-mulher às finanças. Fomos novamente atendidos pela tal senhora, que se mostrou tão pouco cooperante como anteriormente, e novamente o tal senhor se ofereceu para nos ajudar. Desta vez disse-me que efetivamente o problema era a declaração da renda. Eu disse que era o senhorio, que o erro fora meu, e que não podia ser o inquilino a pagar pelos erros do senhorio. Perguntei também mais do que uma vez se havia alguma instância superior a que pudéssemos recorrer, mas não me foi dado mais do que um encolher de ombros. O senhor imprimiu para lá umas folhas, agrafou-as ao processo, deu-as novamente à tal senhora para que desse despacho. Disse-me para não alterar nada na declaração, e para esperar. A verdade é que estamos no fim de outubro, e continua tudo na mesma. A declaração continua a dizer que tem divergências e nas finanças não me explicam o que fazer para corrigir. Que podemos fazer para resolver esta situação? Existe alguma instância superior a que recorrer? Devo falar com um contabilista? Que recomendam que faça? A minha ex está a ser prejudicada pelo meu erro, e sinto-me responsável pela situação, pelo que estou disposto a arcar com quaisquer despesas decorrentes da situação. Mas não sei a quem recorrer, e as finanças aparentemente não têm interesse em ajudar. Desde já agradeço imenso qualquer ajuda ou esclarecimento que possam dar.
  12. Bom dia, Emiti uma série de recibos, mas avancei um mês, e só me apercebi depois, pelo que emiti esse recibo do mês em falta, mas ficou com número de recibo fora de ordem. Há algum problema nisso? Devo anular e emitir novamente por ordem, ou basta os recibos estarem emitidos com o período a que dizem respeito correto, embora a numeração não seja sequencial? Aproveito para efetuar outra questão: com a atualização do valor da renda, devido a estar com base no índice anual das rendas, devo modificar o contrato para o novo montante? Os meus agradecimentos desde já por qualquer ajuda.
  13. Boas, Irei iniciar o processo para colocar a arrendar um apartamento, mas temporariamente (+/-1 mês), poderei não ter habitação fixa. A minha dúvida é se posso arrendar e manter a morada fiscal na mesmo sitio. Muito Obrigado
  14. imt

    Bom dia Eu estou a planear comprar uma casa para arrendamento. Porém, fui informado que, tendo em conta este fim, tenho de pagar um valor de IMT referente a 1% do valor da casa. A minha dúvida é a seguinte. Caso Coloque a casa como habitação própria inicialmente (visto não necessitar d epagar IMT neste caso) e depois alterar para secundária daqui a uns meses (para fins de arrendamento), o valor de 1% será cobrado na mesma ou o custo é superior/inferior para fazer a transição? Obrigado pela atenção Tiago
  15. Boa tarde, tenho um problema num contrato de arrendamento com compra e não sei o que fazer, fiz a dois anos um arrendamento para postrior compra para segurar o negocio pois tinha interesse nele, dois anos depois quando pude fazer o negocio de compra fomos a conservatoria com a proprietaria, e descobriu-se que afinal não o é, ou seja alega que fez um contrato de boca a 20 anos nas finanças esta em nome dela e no predial esta em nome de outros senhores, conclusao não consigo compra-la e a sra. não tem como provar que a casa e dela, que posso fazer? deixo de pagar o arrendamento uma vez que não é dela e sigo para tribunal? ou tento procurar os donos que provavelmente nem vivos estão? desde ja agradeço a atenção
  16. Boa noite, Sou proprietário de dois imóveis que não estão arrendados e de uns quantos que já estão arrendados. Gostaria de saber o seguinte: 1) Posso arrendar cada casa que não está arrendada a cada um dos meus dois filhos por qualquer valor de renda simbólico? 2) Se sim, existe algum impedimento de ter mais despesas do que receitas nesses dois imóveis (uma vez que a renda seria simbólica), mas que na globalidade de todos os arrendamentos o resultado da diferença entre a receita e a despesa seja de saldo positivo? Os meus cumprimentos, José.
  17. Boa tarde, Irei proceder ao arrendamento de um apartamento. Ao celebrar o contrato de arrendamento devo mudar a minha morada fiscal para a morada do apartamento alugado? Para mudar a morada fiscal para esse apartamento alugado basta ter o contrato de arrendamento ou tenho de ter a luz, água, ou gás em meu nome? É obrigatório que a luz, água, gás passem para o nome do inquilino ou podem permanecer no nome do senhorio? Obrigada
  18. Boa tarde a todos, estou com um problema entre mãos, estive numa casa alugada à cerca de um ano, e quando aluguei a casa, a casa ja tinha cozinha um bocadinho antiga, pronto falei com a senhoria e pedi-lhe para tirar a dela que eu ia pôr uma cozinha minha (comprei-a de propósito para a pôr la), tudo bem, ate ao dia que lhe disse que ia sair de la, fui falar com ela e perguntei-lhe se estava disposta a comprar-me a cozinha(assim não tinha trabalho em desmonta-la e a vende-la), pronto, ficou acordado por palavra claro, que quando aluga-.se a casa me pagava a cozinha. Há dois meses que já tem a casa alugada, fui la pedir-lhe a respectiva quantia e diz-me que não me da um cêntimo da cozinha. Agora a minha questão é: Há alguma coisa que posso fazer, visto ter a factura da respectiva cozinha? Alguma solução para o meu problema? Obrigado!
  19. Bom dia: Este ano só se podem usar as faturas registadas no portal das finanças. As despesas com imóveis arrendados podem ser todas deduzidas no IRS, porque os rendimentos prediais são tributados autonomamente à taxa de 28%. Esses 28% são calculados a partir do valor resultante entre a diferença das receitas (rendas) e das despesas (condomínios, obras, seguros, IMI, etc…). Mas as finanças só vão aceitar os gastos se as faturas estiverem registadas no portal das finanças. Acontece que fui ao portal das finanças e não tenho lá nada referente a seguros, nem condomínios, nem IMI (nem da via verde, já agora, embora não tenha nada a ver com o tópico). A mais alguém acontece isso? É normal? Vou poder deduzir os gastos?
  20. Boa noite, Deparo me com a seguinte situação. A minha empresa decidiu arrendar me um apartamento para eu habitar (pode se entender isto como um "aumento"). O contrato foi efectuado entre o Senhorio e a empresa e eu como 3 interveniente funciono como fiador. Os recibos são todos passados em nome da empresa, e os contratos de água e luz estão em meu nome e sou eu que os pago. A minha questão é a seguinte: incorro em algum tipo de ilegalidade por estar a morar numa habitação alugada pela empresa sendo eu colaborador? Havera algum problema em os contratos da água e luz estarem em meu nome numa morada que está alugada a empresa e ser eu a pagar essas contas? É legal mudar a minha morada fiscal para esta habitação? Obrigado
  21. Boa noite, Recebi um e-mail por parte da AT com o seguinte conteúdo: " Relativamente aos valores de juros de imóveis por si declarados no anexo H/localização territorial do imóvel/utilização do imóvel como habitação permanente (próprio ou do arrendatário), há necessidade de comprovação dos mesmos". Ainda estou aguardar a recepção de uma carta, pois indicaram no e-mail que ia receber. Contudo, tenciono perceber o porquê desta situação, uma vez que na declaração entregue o valor que coloquei é exactamente o mesmo que consta no portal e-arrendamento.. Alguém me pode explicar o que motiva esta situação?
  22. Em anos anteriores declarei despesas em obras em prédios arrendados. No entanto recebi uma notificação das finanças a indicar que as faturas não continham os dados necessários. Transcrevo a justificação: ".. não foi possível confirmar os elementos que devem constar na respectiva factura e entendemos que, para além de outros elegíveis pelo n.º 5 do artigo 36º do Código IVA , deve constar, para efeitos de dedução em sede IRS, o nome do proprietário do prédio que sofre tal beneficiação, bem como a indicação do imóvel onde as obras foram realizadas." Esta notificação vem na sequência de ter justificado as despesas através das faturas registadas no portal e-faturas.A minha questão é se é possível indicar as informações do nome do proprietário e a indicação do imóvel nas faturas registadas no portal e-fatura, e se sim, quais as orientações que devo dar ao comerciante que me vende o material para as obras para que de futuro possa as incluir como despesas no IRS.Obrigado.
  23. Tenho um familiar proprietário de um apartamento. Ele é cidadão não residente . Está emigrado. Não declara IRS . Para me ajudar quer que eu faça a exploração do apartamento fazendo o arrendamento curta duração a turistas . Para isso eu tenho que me legalizar. Para legalizar a situação perante a câmara e AT preciso de um contrato , uma procuração . Certo ? Um simples contrato de comodato pode servir ? Ele não vai receber nenhum valor . Pode ajudar a esclarecer melhor como devo fazer ? Obrigado
  24. Boa tarde a todos, Arrendei um apartamento cujo contrato começou a 01.09.2015. Entretanto pretendo deixar o imóvel, e eu e o meu senhorio não estamos de acordo face aos pagamentos da renda já realizados. No contrato na cláusula que fala da renda vem descrito o seguinte: 'A renda fixada é de XXXX€, anuais, dividos em duodécimos de XXX€, vencendo-se a primeira renda em 01.09.2015 e cada uma da rendas subsequentes até ao dia 8 do mês imediatamente anterior àquele a que diga respeito, sendo o respectivo pagamento efectuado para o NIB (...)' Isto quer dizer que se a dia 5 de Janeiro se eu transferir o valor da renda, esse pagamento correponde ao mês de Janeiro ou Dezembro? Desde já obrigada pela vossa ajuda,
  25. Olá, Estou actualmente a residir e a trabalhar no UK, mas como ainda passo algum tempo em Portugal, cerca de uma semana por mês, estou a planear arrendar um apartamento em meu nome. Sendo que passo menos de 183 dias em Portugal por ano, tenho estatuto não residente. Ao ter um contrato de arrendamento com o meu NIF, existe alguma obrigação em passar a ser considerado residente e ter de apresentar os rendimentos no estrangeiro? Não tenho qualquer rendimento em Portugal. Alguém me pode esclarecer esta dúvida, por favor? Muito obrigado, André